Foram encontradas 50 questões.
Certa sequência é determinada calculando-se o
dobro do número anterior acrescido de um número primo
distinto. Por exemplo, supondo que o primeiro termo seja
x, então o segundo termo será o dobro de x acrescido do
primeiro primo existente, o terceiro termo será o dobro do
segundo acrescido do segundo primo existente, e assim
sucessivamente. Logo, qual o valor do 5º termo sabendo
que o primeiro termo dessa sequência é 4?
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João fez as seguintes afirmações:
• 3,14 é irracional.
• π é racional.
• 0,666... é irracional.
• √−4 é irracional.
Sobre o número de acertos das afirmações feitas por João é possível afirmar que:
• 3,14 é irracional.
• π é racional.
• 0,666... é irracional.
• √−4 é irracional.
Sobre o número de acertos das afirmações feitas por João é possível afirmar que:
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Um time de basquete possui cinco jogadores, sendo
um armador, um ala-armador, um ala, um ala pivô e um
pivô. Em uma partida serão realizados exames
antidoping escolhendo, aleatoriamente, dois atletas em
quadra, independentemente de seu time. Qual a
probabilidade de se escolher um pivô e um armador?
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Na segunda fase de um processo licitatório a
modalidade 1 possui um prazo máximo de 20 dias, a
modalidade 2 de 40 dias, a modalidade 3 de 50 dias e a
modalidade 4 de 70 dias. Qual a diferença entre média
aritmética dos prazos máximos das modalidades e a
mediana desse conjunto de valores?
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Leia o texto.
AFINIDADE
Afinidade é um dos poucos sentimentos que
resistem a todo e qualquer tempo. A afinidade não é o
mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante
dos sentimentos.
É o mais independente. Não importa o tempo, a
ausência, os adiamentos, as distâncias, as
impossibilidades.
Quando realmente há afinidade, qualquer
reencontro retoma a relação no exato ponto em que foi
interrompido. Retoma também o diálogo, a conversa, o
afeto.
Afinidade é não haver tempo mediando a vida.
É uma vitória do adivinhado sobre o real. Do
subjetivo para o objetivo. Do permanente sobre o
passageiro. Do básico sobre o superficial.
É muito raro ter afinidade.
Mas quando existe não se precisa de códigos
verbais para se expressar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e
permanece depois que as pessoas deixaram de estar
juntas.
O que você tem dificuldade de expressar a um
afim, sai simples e claro diante de alguém com quem
você tem afinidade.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a
respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem
ou mobilizam. É ficar conversando sem trocar palavras.
Afinidade é jamais "sentir por".
Quem "sente por", confunde afinidade com
masoquismo, mas quem "sente com", avalia sem se
contaminar.
(...)
Compreende sem ocupar o lugar do outro.
Aceita para poder questionar.
Quem não tem afinidade, questiona por não
aceitar.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais
esperanças.
É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades
exercidas quanto das impossibilidades vividas.
Afinidade é retornar à relação no ponto em que
parou sem lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas oportunidades dadas ou tiradas
pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar.
E para que cada pessoa pudesse e possa ser,
cada vez mais a expressão do outro sob a forma
ampliada do eu individual aprimorado.
Do livro: "Alguém que já não fui" Artur da Távola,
pseudônimo de Paulo Alberto Moretzsohn Monteiro de
Barros – Adaptado
Fonte: https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi
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Leia o texto.
AFINIDADE
Afinidade é um dos poucos sentimentos que
resistem a todo e qualquer tempo. A afinidade não é o
mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante
dos sentimentos.
É o mais independente. Não importa o tempo, a
ausência, os adiamentos, as distâncias, as
impossibilidades.
Quando realmente há afinidade, qualquer
reencontro retoma a relação no exato ponto em que foi
interrompido. Retoma também o diálogo, a conversa, o
afeto.
Afinidade é não haver tempo mediando a vida.
É uma vitória do adivinhado sobre o real. Do
subjetivo para o objetivo. Do permanente sobre o
passageiro. Do básico sobre o superficial.
É muito raro ter afinidade.
Mas quando existe não se precisa de códigos
verbais para se expressar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e
permanece depois que as pessoas deixaram de estar
juntas.
O que você tem dificuldade de expressar a um
afim, sai simples e claro diante de alguém com quem
você tem afinidade.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a
respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem
ou mobilizam. É ficar conversando sem trocar palavras.
Afinidade é jamais "sentir por".
Quem "sente por", confunde afinidade com
masoquismo, mas quem "sente com", avalia sem se
contaminar.
(...)
Compreende sem ocupar o lugar do outro.
Aceita para poder questionar.
Quem não tem afinidade, questiona por não
aceitar.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais
esperanças.
É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades
exercidas quanto das impossibilidades vividas.
Afinidade é retornar à relação no ponto em que
parou sem lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas oportunidades dadas ou tiradas
pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar.
E para que cada pessoa pudesse e possa ser,
cada vez mais a expressão do outro sob a forma
ampliada do eu individual aprimorado.
Do livro: "Alguém que já não fui" Artur da Távola,
pseudônimo de Paulo Alberto Moretzsohn Monteiro de
Barros – Adaptado
Fonte: https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi
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AFINIDADE
Afinidade é um dos poucos sentimentos que
resistem a todo e qualquer tempo. A afinidade não é o
mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante
dos sentimentos.
É o mais independente. Não importa o tempo, a
ausência, os adiamentos, as distâncias, as
impossibilidades.
Quando realmente há afinidade, qualquer
reencontro retoma a relação no exato ponto em que foi
interrompido. Retoma também o diálogo, a conversa, o
afeto.
Afinidade é não haver tempo mediando a vida.
É uma vitória do adivinhado sobre o real. Do
subjetivo para o objetivo. Do permanente sobre o
passageiro. Do básico sobre o superficial.
É muito raro ter afinidade.
Mas quando existe não se precisa de códigos
verbais para se expressar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e
permanece depois que as pessoas deixaram de estar
juntas.
O que você tem dificuldade de expressar a um
afim, sai simples e claro diante de alguém com quem
você tem afinidade.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a
respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem
ou mobilizam. É ficar conversando sem trocar palavras.
Afinidade é jamais "sentir por".
Quem "sente por", confunde afinidade com
masoquismo, mas quem "sente com", avalia sem se
contaminar.
(...)
Compreende sem ocupar o lugar do outro.
Aceita para poder questionar.
Quem não tem afinidade, questiona por não
aceitar.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais
esperanças.
É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades
exercidas quanto das impossibilidades vividas.
Afinidade é retornar à relação no ponto em que
parou sem lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas oportunidades dadas ou tiradas
pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar.
E para que cada pessoa pudesse e possa ser,
cada vez mais a expressão do outro sob a forma
ampliada do eu individual aprimorado.
Do livro: "Alguém que já não fui" Artur da Távola,
pseudônimo de Paulo Alberto Moretzsohn Monteiro de
Barros – Adaptado
Fonte: https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi
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AFINIDADE
Afinidade é um dos poucos sentimentos que
resistem a todo e qualquer tempo. A afinidade não é o
mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante
dos sentimentos.
É o mais independente. Não importa o tempo, a
ausência, os adiamentos, as distâncias, as
impossibilidades.
Quando realmente há afinidade, qualquer
reencontro retoma a relação no exato ponto em que foi
interrompido. Retoma também o diálogo, a conversa, o
afeto.
Afinidade é não haver tempo mediando a vida.
É uma vitória do adivinhado sobre o real. Do
subjetivo para o objetivo. Do permanente sobre o
passageiro. Do básico sobre o superficial.
É muito raro ter afinidade.
Mas quando existe não se precisa de códigos
verbais para se expressar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e
permanece depois que as pessoas deixaram de estar
juntas.
O que você tem dificuldade de expressar a um
afim, sai simples e claro diante de alguém com quem
você tem afinidade.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a
respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem
ou mobilizam. É ficar conversando sem trocar palavras.
Afinidade é jamais "sentir por".
Quem "sente por", confunde afinidade com
masoquismo, mas quem "sente com", avalia sem se
contaminar.
(...)
Compreende sem ocupar o lugar do outro.
Aceita para poder questionar.
Quem não tem afinidade, questiona por não
aceitar.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais
esperanças.
É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades
exercidas quanto das impossibilidades vividas.
Afinidade é retornar à relação no ponto em que
parou sem lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas oportunidades dadas ou tiradas
pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar.
E para que cada pessoa pudesse e possa ser,
cada vez mais a expressão do outro sob a forma
ampliada do eu individual aprimorado.
Do livro: "Alguém que já não fui" Artur da Távola,
pseudônimo de Paulo Alberto Moretzsohn Monteiro de
Barros – Adaptado
Fonte: https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi
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AFINIDADE
Afinidade é um dos poucos sentimentos que
resistem a todo e qualquer tempo. A afinidade não é o
mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante
dos sentimentos.
É o mais independente. Não importa o tempo, a
ausência, os adiamentos, as distâncias, as
impossibilidades.
Quando realmente há afinidade, qualquer
reencontro retoma a relação no exato ponto em que foi
interrompido. Retoma também o diálogo, a conversa, o
afeto.
Afinidade é não haver tempo mediando a vida.
É uma vitória do adivinhado sobre o real. Do
subjetivo para o objetivo. Do permanente sobre o
passageiro. Do básico sobre o superficial.
É muito raro ter afinidade.
Mas quando existe não se precisa de códigos
verbais para se expressar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e
permanece depois que as pessoas deixaram de estar
juntas.
O que você tem dificuldade de expressar a um
afim, sai simples e claro diante de alguém com quem
você tem afinidade.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a
respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem
ou mobilizam. É ficar conversando sem trocar palavras.
Afinidade é jamais "sentir por".
Quem "sente por", confunde afinidade com
masoquismo, mas quem "sente com", avalia sem se
contaminar.
(...)
Compreende sem ocupar o lugar do outro.
Aceita para poder questionar.
Quem não tem afinidade, questiona por não
aceitar.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais
esperanças.
É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades
exercidas quanto das impossibilidades vividas.
Afinidade é retornar à relação no ponto em que
parou sem lamentar o tempo de separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas oportunidades dadas ou tiradas
pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar.
E para que cada pessoa pudesse e possa ser,
cada vez mais a expressão do outro sob a forma
ampliada do eu individual aprimorado.
Do livro: "Alguém que já não fui" Artur da Távola,
pseudônimo de Paulo Alberto Moretzsohn Monteiro de
Barros – Adaptado
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No gráfico abaixo, tensão crítica versus índice de esbeltez, o comportamento do aço estrutural e da liga de alumínio está caracterizado através das curvas de flambagem. Através do exposto, algumas características de flambagem elástica de colunas ideais podem ser citadas, dentre elas a seguinte assertiva:

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