Foram encontradas 40 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
De volta ao lápis e papel: por que as escolas da
Suécia estão reduzindo o ensino digital
O governo da Suécia retoma o uso de livros físicos,
papel e lápis nas salas de aula como estratégia para
enfrentar a queda nos níveis de compreensão de leitura
observada no país. A mudança, porém, tem provocado
críticas de empresas de tecnologia, educadores e
especialistas da área digital, que consideram a medida
potencialmente prejudicial às oportunidades profissionais
dos estudantes e ao futuro econômico da nação.
Em uma escola de ensino médio próxima à capital
sueca, alunos relatam que passaram a utilizar
novamente livros, cadernos e materiais impressos com
maior frequência. Professores voltaram a distribuir textos
em papel e algumas plataformas digitais de ensino foram
substituídas por livros didáticos tradicionais.
Essa transformação contrasta com a imagem da Suécia
como uma das sociedades mais digitalizadas da Europa,
reconhecida pelo elevado domínio tecnológico da
população e pelo desenvolvimento de empresas
inovadoras do setor digital.
O uso de computadores nas escolas suecas se
consolidou entre o final dos anos 2000 e o início da
década de 2010. Em 2015, a maior parte dos estudantes
do ensino médio já possuía acesso individual a
dispositivos eletrônicos. Posteriormente, o uso
obrigatório de tablets também foi incorporado à
educação infantil, com o objetivo de preparar as novas
gerações para um mundo cada vez mais digital.
Entretanto, a atual coalizão governamental passou a
defender uma direção oposta, reduzindo ao máximo o
uso de telas, sobretudo entre crianças mais novas. O
governo adotou o lema que propõe a passagem "da tela
para o papel", defendendo que atividades analógicas
favorecem a concentração e o desenvolvimento da
leitura e da escrita.
Desde 2025, as pré-escolas deixaram de ser obrigadas a
utilizar ferramentas digitais, e crianças pequenas não
recebem mais tablets antes de determinada idade.
Também foi aprovada a proibição do uso de celulares
nas escolas, inclusive para fins pedagógicos.
Além disso, o governo destinou recursos significativos
para aquisição de livros didáticos e materiais de apoio
aos professores, enquanto um novo currículo voltado ao
fortalecimento do ensino baseado em livros está previsto
para os próximos anos.
Defensores da mudança argumentam que ler, escrever e
realizar cálculos manualmente contribui para uma
aprendizagem mais sólida. A decisão foi influenciada por
consultas realizadas com pesquisadores, organizações
educacionais e instituições públicas.
Especialistas apontam que o excesso de tecnologia em sala de aula compromete a atenção dos estudantes,
além de dificultar o processamento das informações
durante a leitura digital. Estudos também relatam que o
uso intenso de telas afeta o desenvolvimento cerebral de
crianças mais novas.
O governo espera que a adoção de métodos mais
tradicionais contribua para melhorar o desempenho da
Suécia em avaliações internacionais de educação. Após
ocupar posições de destaque no passado, o país
registrou queda significativa nos resultados de
matemática e leitura nos últimos anos. Parte relevante
dos estudantes não atingiu o nível básico de
compreensão textual.
Embora pesquisas internacionais indiquem benefícios
das ferramentas digitais no ensino, também revelam
elevada incidência de distrações em sala de aula e
relação entre uso excessivo de dispositivos e
desempenho inferior em determinadas disciplinas.
Especialistas alertam, contudo, que não se deve atribuir
automaticamente à tecnologia a responsabilidade pelos
resultados negativos. Segundo essa visão, o problema
estaria no uso excessivo de aparelhos sem objetivos
pedagógicos claros.
Críticos, por outro lado, afirmam que o debate entre
ensino digital e analógico desvia a atenção de problemas
estruturais mais relevantes, como desigualdade na
distribuição de recursos educacionais e diferenças na
qualidade do ensino.
Entre os próprios estudantes, as opiniões também se
dividem. Alguns consideram que o excesso de tecnologia
prejudica a concentração e defendem menor presença
de telas nas escolas. Outros acreditam que o uso de
computadores deve permanecer central na educação, já
que a sociedade atual depende cada vez mais das
ferramentas digitais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c05d2jpmnypo.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
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De volta ao lápis e papel: por que as escolas da
Suécia estão reduzindo o ensino digital
O governo da Suécia retoma o uso de livros físicos,
papel e lápis nas salas de aula como estratégia para
enfrentar a queda nos níveis de compreensão de leitura
observada no país. A mudança, porém, tem provocado
críticas de empresas de tecnologia, educadores e
especialistas da área digital, que consideram a medida
potencialmente prejudicial às oportunidades profissionais
dos estudantes e ao futuro econômico da nação.
Em uma escola de ensino médio próxima à capital
sueca, alunos relatam que passaram a utilizar
novamente livros, cadernos e materiais impressos com
maior frequência. Professores voltaram a distribuir textos
em papel e algumas plataformas digitais de ensino foram
substituídas por livros didáticos tradicionais.
Essa transformação contrasta com a imagem da Suécia
como uma das sociedades mais digitalizadas da Europa,
reconhecida pelo elevado domínio tecnológico da
população e pelo desenvolvimento de empresas
inovadoras do setor digital.
O uso de computadores nas escolas suecas se
consolidou entre o final dos anos 2000 e o início da
década de 2010. Em 2015, a maior parte dos estudantes
do ensino médio já possuía acesso individual a
dispositivos eletrônicos. Posteriormente, o uso
obrigatório de tablets também foi incorporado à
educação infantil, com o objetivo de preparar as novas
gerações para um mundo cada vez mais digital.
Entretanto, a atual coalizão governamental passou a
defender uma direção oposta, reduzindo ao máximo o
uso de telas, sobretudo entre crianças mais novas. O
governo adotou o lema que propõe a passagem "da tela
para o papel", defendendo que atividades analógicas
favorecem a concentração e o desenvolvimento da
leitura e da escrita.
Desde 2025, as pré-escolas deixaram de ser obrigadas a
utilizar ferramentas digitais, e crianças pequenas não
recebem mais tablets antes de determinada idade.
Também foi aprovada a proibição do uso de celulares
nas escolas, inclusive para fins pedagógicos.
Além disso, o governo destinou recursos significativos
para aquisição de livros didáticos e materiais de apoio
aos professores, enquanto um novo currículo voltado ao
fortalecimento do ensino baseado em livros está previsto
para os próximos anos.
Defensores da mudança argumentam que ler, escrever e
realizar cálculos manualmente contribui para uma
aprendizagem mais sólida. A decisão foi influenciada por
consultas realizadas com pesquisadores, organizações
educacionais e instituições públicas.
Especialistas apontam que o excesso de tecnologia em sala de aula compromete a atenção dos estudantes,
além de dificultar o processamento das informações
durante a leitura digital. Estudos também relatam que o
uso intenso de telas afeta o desenvolvimento cerebral de
crianças mais novas.
O governo espera que a adoção de métodos mais
tradicionais contribua para melhorar o desempenho da
Suécia em avaliações internacionais de educação. Após
ocupar posições de destaque no passado, o país
registrou queda significativa nos resultados de
matemática e leitura nos últimos anos. Parte relevante
dos estudantes não atingiu o nível básico de
compreensão textual.
Embora pesquisas internacionais indiquem benefícios
das ferramentas digitais no ensino, também revelam
elevada incidência de distrações em sala de aula e
relação entre uso excessivo de dispositivos e
desempenho inferior em determinadas disciplinas.
Especialistas alertam, contudo, que não se deve atribuir
automaticamente à tecnologia a responsabilidade pelos
resultados negativos. Segundo essa visão, o problema
estaria no uso excessivo de aparelhos sem objetivos
pedagógicos claros.
Críticos, por outro lado, afirmam que o debate entre
ensino digital e analógico desvia a atenção de problemas
estruturais mais relevantes, como desigualdade na
distribuição de recursos educacionais e diferenças na
qualidade do ensino.
Entre os próprios estudantes, as opiniões também se
dividem. Alguns consideram que o excesso de tecnologia
prejudica a concentração e defendem menor presença
de telas nas escolas. Outros acreditam que o uso de
computadores deve permanecer central na educação, já
que a sociedade atual depende cada vez mais das
ferramentas digitais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c05d2jpmnypo.adaptado.
De acordo com o texto apresentado sobre o uso de tecnologias nas escolas suecas, assinale a alternativa correta.
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De volta ao lápis e papel: por que as escolas da
Suécia estão reduzindo o ensino digital
O governo da Suécia retoma o uso de livros físicos,
papel e lápis nas salas de aula como estratégia para
enfrentar a queda nos níveis de compreensão de leitura
observada no país. A mudança, porém, tem provocado
críticas de empresas de tecnologia, educadores e
especialistas da área digital, que consideram a medida
potencialmente prejudicial às oportunidades profissionais
dos estudantes e ao futuro econômico da nação.
Em uma escola de ensino médio próxima à capital
sueca, alunos relatam que passaram a utilizar
novamente livros, cadernos e materiais impressos com
maior frequência. Professores voltaram a distribuir textos
em papel e algumas plataformas digitais de ensino foram
substituídas por livros didáticos tradicionais.
Essa transformação contrasta com a imagem da Suécia
como uma das sociedades mais digitalizadas da Europa,
reconhecida pelo elevado domínio tecnológico da
população e pelo desenvolvimento de empresas
inovadoras do setor digital.
O uso de computadores nas escolas suecas se
consolidou entre o final dos anos 2000 e o início da
década de 2010. Em 2015, a maior parte dos estudantes
do ensino médio já possuía acesso individual a
dispositivos eletrônicos. Posteriormente, o uso
obrigatório de tablets também foi incorporado à
educação infantil, com o objetivo de preparar as novas
gerações para um mundo cada vez mais digital.
Entretanto, a atual coalizão governamental passou a
defender uma direção oposta, reduzindo ao máximo o
uso de telas, sobretudo entre crianças mais novas. O
governo adotou o lema que propõe a passagem "da tela
para o papel", defendendo que atividades analógicas
favorecem a concentração e o desenvolvimento da
leitura e da escrita.
Desde 2025, as pré-escolas deixaram de ser obrigadas a
utilizar ferramentas digitais, e crianças pequenas não
recebem mais tablets antes de determinada idade.
Também foi aprovada a proibição do uso de celulares
nas escolas, inclusive para fins pedagógicos.
Além disso, o governo destinou recursos significativos
para aquisição de livros didáticos e materiais de apoio
aos professores, enquanto um novo currículo voltado ao
fortalecimento do ensino baseado em livros está previsto
para os próximos anos.
Defensores da mudança argumentam que ler, escrever e
realizar cálculos manualmente contribui para uma
aprendizagem mais sólida. A decisão foi influenciada por
consultas realizadas com pesquisadores, organizações
educacionais e instituições públicas.
Especialistas apontam que o excesso de tecnologia em sala de aula compromete a atenção dos estudantes,
além de dificultar o processamento das informações
durante a leitura digital. Estudos também relatam que o
uso intenso de telas afeta o desenvolvimento cerebral de
crianças mais novas.
O governo espera que a adoção de métodos mais
tradicionais contribua para melhorar o desempenho da
Suécia em avaliações internacionais de educação. Após
ocupar posições de destaque no passado, o país
registrou queda significativa nos resultados de
matemática e leitura nos últimos anos. Parte relevante
dos estudantes não atingiu o nível básico de
compreensão textual.
Embora pesquisas internacionais indiquem benefícios
das ferramentas digitais no ensino, também revelam
elevada incidência de distrações em sala de aula e
relação entre uso excessivo de dispositivos e
desempenho inferior em determinadas disciplinas.
Especialistas alertam, contudo, que não se deve atribuir
automaticamente à tecnologia a responsabilidade pelos
resultados negativos. Segundo essa visão, o problema
estaria no uso excessivo de aparelhos sem objetivos
pedagógicos claros.
Críticos, por outro lado, afirmam que o debate entre
ensino digital e analógico desvia a atenção de problemas
estruturais mais relevantes, como desigualdade na
distribuição de recursos educacionais e diferenças na
qualidade do ensino.
Entre os próprios estudantes, as opiniões também se
dividem. Alguns consideram que o excesso de tecnologia
prejudica a concentração e defendem menor presença
de telas nas escolas. Outros acreditam que o uso de
computadores deve permanecer central na educação, já
que a sociedade atual depende cada vez mais das
ferramentas digitais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c05d2jpmnypo.adaptado.
Analise as proposições a seguir acerca do sentido contextual da palavra "incidência".
I.A substituição de "incidência" por "ocorrência" preserva o sentido estabelecido no trecho.
II.O vocábulo "incidência" foi empregado para indicar consequência produzida pelas distrações durante as atividades escolares.
III.A palavra "frequência" pode substituir "incidência" sem alteração relevante do sentido contextual da frase.
IV.O termo "incidência" expressa ideia de interferência direta das distrações sobre o rendimento escolar.
Assinale a alternativa correta.
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Suécia estão reduzindo o ensino digital
O governo da Suécia retoma o uso de livros físicos,
papel e lápis nas salas de aula como estratégia para
enfrentar a queda nos níveis de compreensão de leitura
observada no país. A mudança, porém, tem provocado
críticas de empresas de tecnologia, educadores e
especialistas da área digital, que consideram a medida
potencialmente prejudicial às oportunidades profissionais
dos estudantes e ao futuro econômico da nação.
Em uma escola de ensino médio próxima à capital
sueca, alunos relatam que passaram a utilizar
novamente livros, cadernos e materiais impressos com
maior frequência. Professores voltaram a distribuir textos
em papel e algumas plataformas digitais de ensino foram
substituídas por livros didáticos tradicionais.
Essa transformação contrasta com a imagem da Suécia
como uma das sociedades mais digitalizadas da Europa,
reconhecida pelo elevado domínio tecnológico da
população e pelo desenvolvimento de empresas
inovadoras do setor digital.
O uso de computadores nas escolas suecas se
consolidou entre o final dos anos 2000 e o início da
década de 2010. Em 2015, a maior parte dos estudantes
do ensino médio já possuía acesso individual a
dispositivos eletrônicos. Posteriormente, o uso
obrigatório de tablets também foi incorporado à
educação infantil, com o objetivo de preparar as novas
gerações para um mundo cada vez mais digital.
Entretanto, a atual coalizão governamental passou a
defender uma direção oposta, reduzindo ao máximo o
uso de telas, sobretudo entre crianças mais novas. O
governo adotou o lema que propõe a passagem "da tela
para o papel", defendendo que atividades analógicas
favorecem a concentração e o desenvolvimento da
leitura e da escrita.
Desde 2025, as pré-escolas deixaram de ser obrigadas a
utilizar ferramentas digitais, e crianças pequenas não
recebem mais tablets antes de determinada idade.
Também foi aprovada a proibição do uso de celulares
nas escolas, inclusive para fins pedagógicos.
Além disso, o governo destinou recursos significativos
para aquisição de livros didáticos e materiais de apoio
aos professores, enquanto um novo currículo voltado ao
fortalecimento do ensino baseado em livros está previsto
para os próximos anos.
Defensores da mudança argumentam que ler, escrever e
realizar cálculos manualmente contribui para uma
aprendizagem mais sólida. A decisão foi influenciada por
consultas realizadas com pesquisadores, organizações
educacionais e instituições públicas.
Especialistas apontam que o excesso de tecnologia em sala de aula compromete a atenção dos estudantes,
além de dificultar o processamento das informações
durante a leitura digital. Estudos também relatam que o
uso intenso de telas afeta o desenvolvimento cerebral de
crianças mais novas.
O governo espera que a adoção de métodos mais
tradicionais contribua para melhorar o desempenho da
Suécia em avaliações internacionais de educação. Após
ocupar posições de destaque no passado, o país
registrou queda significativa nos resultados de
matemática e leitura nos últimos anos. Parte relevante
dos estudantes não atingiu o nível básico de
compreensão textual.
Embora pesquisas internacionais indiquem benefícios
das ferramentas digitais no ensino, também revelam
elevada incidência de distrações em sala de aula e
relação entre uso excessivo de dispositivos e
desempenho inferior em determinadas disciplinas.
Especialistas alertam, contudo, que não se deve atribuir
automaticamente à tecnologia a responsabilidade pelos
resultados negativos. Segundo essa visão, o problema
estaria no uso excessivo de aparelhos sem objetivos
pedagógicos claros.
Críticos, por outro lado, afirmam que o debate entre
ensino digital e analógico desvia a atenção de problemas
estruturais mais relevantes, como desigualdade na
distribuição de recursos educacionais e diferenças na
qualidade do ensino.
Entre os próprios estudantes, as opiniões também se
dividem. Alguns consideram que o excesso de tecnologia
prejudica a concentração e defendem menor presença
de telas nas escolas. Outros acreditam que o uso de
computadores deve permanecer central na educação, já
que a sociedade atual depende cada vez mais das
ferramentas digitais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c05d2jpmnypo.adaptado.
Conjugando os verbos destacados no pretérito imperfeito do indicativo e no futuro do pretérito do indicativo, respectivamente, tem-se:
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De volta ao lápis e papel: por que as escolas da
Suécia estão reduzindo o ensino digital
O governo da Suécia retoma o uso de livros físicos,
papel e lápis nas salas de aula como estratégia para
enfrentar a queda nos níveis de compreensão de leitura
observada no país. A mudança, porém, tem provocado
críticas de empresas de tecnologia, educadores e
especialistas da área digital, que consideram a medida
potencialmente prejudicial às oportunidades profissionais
dos estudantes e ao futuro econômico da nação.
Em uma escola de ensino médio próxima à capital
sueca, alunos relatam que passaram a utilizar
novamente livros, cadernos e materiais impressos com
maior frequência. Professores voltaram a distribuir textos
em papel e algumas plataformas digitais de ensino foram
substituídas por livros didáticos tradicionais.
Essa transformação contrasta com a imagem da Suécia
como uma das sociedades mais digitalizadas da Europa,
reconhecida pelo elevado domínio tecnológico da
população e pelo desenvolvimento de empresas
inovadoras do setor digital.
O uso de computadores nas escolas suecas se
consolidou entre o final dos anos 2000 e o início da
década de 2010. Em 2015, a maior parte dos estudantes
do ensino médio já possuía acesso individual a
dispositivos eletrônicos. Posteriormente, o uso
obrigatório de tablets também foi incorporado à
educação infantil, com o objetivo de preparar as novas
gerações para um mundo cada vez mais digital.
Entretanto, a atual coalizão governamental passou a
defender uma direção oposta, reduzindo ao máximo o
uso de telas, sobretudo entre crianças mais novas. O
governo adotou o lema que propõe a passagem "da tela
para o papel", defendendo que atividades analógicas
favorecem a concentração e o desenvolvimento da
leitura e da escrita.
Desde 2025, as pré-escolas deixaram de ser obrigadas a
utilizar ferramentas digitais, e crianças pequenas não
recebem mais tablets antes de determinada idade.
Também foi aprovada a proibição do uso de celulares
nas escolas, inclusive para fins pedagógicos.
Além disso, o governo destinou recursos significativos
para aquisição de livros didáticos e materiais de apoio
aos professores, enquanto um novo currículo voltado ao
fortalecimento do ensino baseado em livros está previsto
para os próximos anos.
Defensores da mudança argumentam que ler, escrever e
realizar cálculos manualmente contribui para uma
aprendizagem mais sólida. A decisão foi influenciada por
consultas realizadas com pesquisadores, organizações
educacionais e instituições públicas.
Especialistas apontam que o excesso de tecnologia em sala de aula compromete a atenção dos estudantes,
além de dificultar o processamento das informações
durante a leitura digital. Estudos também relatam que o
uso intenso de telas afeta o desenvolvimento cerebral de
crianças mais novas.
O governo espera que a adoção de métodos mais
tradicionais contribua para melhorar o desempenho da
Suécia em avaliações internacionais de educação. Após
ocupar posições de destaque no passado, o país
registrou queda significativa nos resultados de
matemática e leitura nos últimos anos. Parte relevante
dos estudantes não atingiu o nível básico de
compreensão textual.
Embora pesquisas internacionais indiquem benefícios
das ferramentas digitais no ensino, também revelam
elevada incidência de distrações em sala de aula e
relação entre uso excessivo de dispositivos e
desempenho inferior em determinadas disciplinas.
Especialistas alertam, contudo, que não se deve atribuir
automaticamente à tecnologia a responsabilidade pelos
resultados negativos. Segundo essa visão, o problema
estaria no uso excessivo de aparelhos sem objetivos
pedagógicos claros.
Críticos, por outro lado, afirmam que o debate entre
ensino digital e analógico desvia a atenção de problemas
estruturais mais relevantes, como desigualdade na
distribuição de recursos educacionais e diferenças na
qualidade do ensino.
Entre os próprios estudantes, as opiniões também se
dividem. Alguns consideram que o excesso de tecnologia
prejudica a concentração e defendem menor presença
de telas nas escolas. Outros acreditam que o uso de
computadores deve permanecer central na educação, já
que a sociedade atual depende cada vez mais das
ferramentas digitais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c05d2jpmnypo.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto à classificação morfológica da palavra "sobretudo" no contexto da frase.
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
De volta ao lápis e papel: por que as escolas da
Suécia estão reduzindo o ensino digital
O governo da Suécia retoma o uso de livros físicos,
papel e lápis nas salas de aula como estratégia para
enfrentar a queda nos níveis de compreensão de leitura
observada no país. A mudança, porém, tem provocado
críticas de empresas de tecnologia, educadores e
especialistas da área digital, que consideram a medida
potencialmente prejudicial às oportunidades profissionais
dos estudantes e ao futuro econômico da nação.
Em uma escola de ensino médio próxima à capital
sueca, alunos relatam que passaram a utilizar
novamente livros, cadernos e materiais impressos com
maior frequência. Professores voltaram a distribuir textos
em papel e algumas plataformas digitais de ensino foram
substituídas por livros didáticos tradicionais.
Essa transformação contrasta com a imagem da Suécia
como uma das sociedades mais digitalizadas da Europa,
reconhecida pelo elevado domínio tecnológico da
população e pelo desenvolvimento de empresas
inovadoras do setor digital.
O uso de computadores nas escolas suecas se
consolidou entre o final dos anos 2000 e o início da
década de 2010. Em 2015, a maior parte dos estudantes
do ensino médio já possuía acesso individual a
dispositivos eletrônicos. Posteriormente, o uso
obrigatório de tablets também foi incorporado à
educação infantil, com o objetivo de preparar as novas
gerações para um mundo cada vez mais digital.
Entretanto, a atual coalizão governamental passou a
defender uma direção oposta, reduzindo ao máximo o
uso de telas, sobretudo entre crianças mais novas. O
governo adotou o lema que propõe a passagem "da tela
para o papel", defendendo que atividades analógicas
favorecem a concentração e o desenvolvimento da
leitura e da escrita.
Desde 2025, as pré-escolas deixaram de ser obrigadas a
utilizar ferramentas digitais, e crianças pequenas não
recebem mais tablets antes de determinada idade.
Também foi aprovada a proibição do uso de celulares
nas escolas, inclusive para fins pedagógicos.
Além disso, o governo destinou recursos significativos
para aquisição de livros didáticos e materiais de apoio
aos professores, enquanto um novo currículo voltado ao
fortalecimento do ensino baseado em livros está previsto
para os próximos anos.
Defensores da mudança argumentam que ler, escrever e
realizar cálculos manualmente contribui para uma
aprendizagem mais sólida. A decisão foi influenciada por
consultas realizadas com pesquisadores, organizações
educacionais e instituições públicas.
Especialistas apontam que o excesso de tecnologia em sala de aula compromete a atenção dos estudantes,
além de dificultar o processamento das informações
durante a leitura digital. Estudos também relatam que o
uso intenso de telas afeta o desenvolvimento cerebral de
crianças mais novas.
O governo espera que a adoção de métodos mais
tradicionais contribua para melhorar o desempenho da
Suécia em avaliações internacionais de educação. Após
ocupar posições de destaque no passado, o país
registrou queda significativa nos resultados de
matemática e leitura nos últimos anos. Parte relevante
dos estudantes não atingiu o nível básico de
compreensão textual.
Embora pesquisas internacionais indiquem benefícios
das ferramentas digitais no ensino, também revelam
elevada incidência de distrações em sala de aula e
relação entre uso excessivo de dispositivos e
desempenho inferior em determinadas disciplinas.
Especialistas alertam, contudo, que não se deve atribuir
automaticamente à tecnologia a responsabilidade pelos
resultados negativos. Segundo essa visão, o problema
estaria no uso excessivo de aparelhos sem objetivos
pedagógicos claros.
Críticos, por outro lado, afirmam que o debate entre
ensino digital e analógico desvia a atenção de problemas
estruturais mais relevantes, como desigualdade na
distribuição de recursos educacionais e diferenças na
qualidade do ensino.
Entre os próprios estudantes, as opiniões também se
dividem. Alguns consideram que o excesso de tecnologia
prejudica a concentração e defendem menor presença
de telas nas escolas. Outros acreditam que o uso de
computadores deve permanecer central na educação, já
que a sociedade atual depende cada vez mais das
ferramentas digitais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c05d2jpmnypo.adaptado.
Assinale a alternativa correta quanto à classificação da palavra "que" no contexto da frase.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
De volta ao lápis e papel: por que as escolas da
Suécia estão reduzindo o ensino digital
O governo da Suécia retoma o uso de livros físicos,
papel e lápis nas salas de aula como estratégia para
enfrentar a queda nos níveis de compreensão de leitura
observada no país. A mudança, porém, tem provocado
críticas de empresas de tecnologia, educadores e
especialistas da área digital, que consideram a medida
potencialmente prejudicial às oportunidades profissionais
dos estudantes e ao futuro econômico da nação.
Em uma escola de ensino médio próxima à capital
sueca, alunos relatam que passaram a utilizar
novamente livros, cadernos e materiais impressos com
maior frequência. Professores voltaram a distribuir textos
em papel e algumas plataformas digitais de ensino foram
substituídas por livros didáticos tradicionais.
Essa transformação contrasta com a imagem da Suécia
como uma das sociedades mais digitalizadas da Europa,
reconhecida pelo elevado domínio tecnológico da
população e pelo desenvolvimento de empresas
inovadoras do setor digital.
O uso de computadores nas escolas suecas se
consolidou entre o final dos anos 2000 e o início da
década de 2010. Em 2015, a maior parte dos estudantes
do ensino médio já possuía acesso individual a
dispositivos eletrônicos. Posteriormente, o uso
obrigatório de tablets também foi incorporado à
educação infantil, com o objetivo de preparar as novas
gerações para um mundo cada vez mais digital.
Entretanto, a atual coalizão governamental passou a
defender uma direção oposta, reduzindo ao máximo o
uso de telas, sobretudo entre crianças mais novas. O
governo adotou o lema que propõe a passagem "da tela
para o papel", defendendo que atividades analógicas
favorecem a concentração e o desenvolvimento da
leitura e da escrita.
Desde 2025, as pré-escolas deixaram de ser obrigadas a
utilizar ferramentas digitais, e crianças pequenas não
recebem mais tablets antes de determinada idade.
Também foi aprovada a proibição do uso de celulares
nas escolas, inclusive para fins pedagógicos.
Além disso, o governo destinou recursos significativos
para aquisição de livros didáticos e materiais de apoio
aos professores, enquanto um novo currículo voltado ao
fortalecimento do ensino baseado em livros está previsto
para os próximos anos.
Defensores da mudança argumentam que ler, escrever e
realizar cálculos manualmente contribui para uma
aprendizagem mais sólida. A decisão foi influenciada por
consultas realizadas com pesquisadores, organizações
educacionais e instituições públicas.
Especialistas apontam que o excesso de tecnologia em sala de aula compromete a atenção dos estudantes,
além de dificultar o processamento das informações
durante a leitura digital. Estudos também relatam que o
uso intenso de telas afeta o desenvolvimento cerebral de
crianças mais novas.
O governo espera que a adoção de métodos mais
tradicionais contribua para melhorar o desempenho da
Suécia em avaliações internacionais de educação. Após
ocupar posições de destaque no passado, o país
registrou queda significativa nos resultados de
matemática e leitura nos últimos anos. Parte relevante
dos estudantes não atingiu o nível básico de
compreensão textual.
Embora pesquisas internacionais indiquem benefícios
das ferramentas digitais no ensino, também revelam
elevada incidência de distrações em sala de aula e
relação entre uso excessivo de dispositivos e
desempenho inferior em determinadas disciplinas.
Especialistas alertam, contudo, que não se deve atribuir
automaticamente à tecnologia a responsabilidade pelos
resultados negativos. Segundo essa visão, o problema
estaria no uso excessivo de aparelhos sem objetivos
pedagógicos claros.
Críticos, por outro lado, afirmam que o debate entre
ensino digital e analógico desvia a atenção de problemas
estruturais mais relevantes, como desigualdade na
distribuição de recursos educacionais e diferenças na
qualidade do ensino.
Entre os próprios estudantes, as opiniões também se
dividem. Alguns consideram que o excesso de tecnologia
prejudica a concentração e defendem menor presença
de telas nas escolas. Outros acreditam que o uso de
computadores deve permanecer central na educação, já
que a sociedade atual depende cada vez mais das
ferramentas digitais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c05d2jpmnypo.adaptado.
De acordo com o texto apresentado sobre as mudanças educacionais adotadas pela Suécia, assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
De volta ao lápis e papel: por que as escolas da
Suécia estão reduzindo o ensino digital
O governo da Suécia retoma o uso de livros físicos,
papel e lápis nas salas de aula como estratégia para
enfrentar a queda nos níveis de compreensão de leitura
observada no país. A mudança, porém, tem provocado
críticas de empresas de tecnologia, educadores e
especialistas da área digital, que consideram a medida
potencialmente prejudicial às oportunidades profissionais
dos estudantes e ao futuro econômico da nação.
Em uma escola de ensino médio próxima à capital
sueca, alunos relatam que passaram a utilizar
novamente livros, cadernos e materiais impressos com
maior frequência. Professores voltaram a distribuir textos
em papel e algumas plataformas digitais de ensino foram
substituídas por livros didáticos tradicionais.
Essa transformação contrasta com a imagem da Suécia
como uma das sociedades mais digitalizadas da Europa,
reconhecida pelo elevado domínio tecnológico da
população e pelo desenvolvimento de empresas
inovadoras do setor digital.
O uso de computadores nas escolas suecas se
consolidou entre o final dos anos 2000 e o início da
década de 2010. Em 2015, a maior parte dos estudantes
do ensino médio já possuía acesso individual a
dispositivos eletrônicos. Posteriormente, o uso
obrigatório de tablets também foi incorporado à
educação infantil, com o objetivo de preparar as novas
gerações para um mundo cada vez mais digital.
Entretanto, a atual coalizão governamental passou a
defender uma direção oposta, reduzindo ao máximo o
uso de telas, sobretudo entre crianças mais novas. O
governo adotou o lema que propõe a passagem "da tela
para o papel", defendendo que atividades analógicas
favorecem a concentração e o desenvolvimento da
leitura e da escrita.
Desde 2025, as pré-escolas deixaram de ser obrigadas a
utilizar ferramentas digitais, e crianças pequenas não
recebem mais tablets antes de determinada idade.
Também foi aprovada a proibição do uso de celulares
nas escolas, inclusive para fins pedagógicos.
Além disso, o governo destinou recursos significativos
para aquisição de livros didáticos e materiais de apoio
aos professores, enquanto um novo currículo voltado ao
fortalecimento do ensino baseado em livros está previsto
para os próximos anos.
Defensores da mudança argumentam que ler, escrever e
realizar cálculos manualmente contribui para uma
aprendizagem mais sólida. A decisão foi influenciada por
consultas realizadas com pesquisadores, organizações
educacionais e instituições públicas.
Especialistas apontam que o excesso de tecnologia em sala de aula compromete a atenção dos estudantes,
além de dificultar o processamento das informações
durante a leitura digital. Estudos também relatam que o
uso intenso de telas afeta o desenvolvimento cerebral de
crianças mais novas.
O governo espera que a adoção de métodos mais
tradicionais contribua para melhorar o desempenho da
Suécia em avaliações internacionais de educação. Após
ocupar posições de destaque no passado, o país
registrou queda significativa nos resultados de
matemática e leitura nos últimos anos. Parte relevante
dos estudantes não atingiu o nível básico de
compreensão textual.
Embora pesquisas internacionais indiquem benefícios
das ferramentas digitais no ensino, também revelam
elevada incidência de distrações em sala de aula e
relação entre uso excessivo de dispositivos e
desempenho inferior em determinadas disciplinas.
Especialistas alertam, contudo, que não se deve atribuir
automaticamente à tecnologia a responsabilidade pelos
resultados negativos. Segundo essa visão, o problema
estaria no uso excessivo de aparelhos sem objetivos
pedagógicos claros.
Críticos, por outro lado, afirmam que o debate entre
ensino digital e analógico desvia a atenção de problemas
estruturais mais relevantes, como desigualdade na
distribuição de recursos educacionais e diferenças na
qualidade do ensino.
Entre os próprios estudantes, as opiniões também se
dividem. Alguns consideram que o excesso de tecnologia
prejudica a concentração e defendem menor presença
de telas nas escolas. Outros acreditam que o uso de
computadores deve permanecer central na educação, já
que a sociedade atual depende cada vez mais das
ferramentas digitais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c05d2jpmnypo.adaptado.
Assinale a alternativa correta que apresenta substantivo seguido de adjetivo.
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
De volta ao lápis e papel: por que as escolas da
Suécia estão reduzindo o ensino digital
O governo da Suécia retoma o uso de livros físicos,
papel e lápis nas salas de aula como estratégia para
enfrentar a queda nos níveis de compreensão de leitura
observada no país. A mudança, porém, tem provocado
críticas de empresas de tecnologia, educadores e
especialistas da área digital, que consideram a medida
potencialmente prejudicial às oportunidades profissionais
dos estudantes e ao futuro econômico da nação.
Em uma escola de ensino médio próxima à capital
sueca, alunos relatam que passaram a utilizar
novamente livros, cadernos e materiais impressos com
maior frequência. Professores voltaram a distribuir textos
em papel e algumas plataformas digitais de ensino foram
substituídas por livros didáticos tradicionais.
Essa transformação contrasta com a imagem da Suécia
como uma das sociedades mais digitalizadas da Europa,
reconhecida pelo elevado domínio tecnológico da
população e pelo desenvolvimento de empresas
inovadoras do setor digital.
O uso de computadores nas escolas suecas se
consolidou entre o final dos anos 2000 e o início da
década de 2010. Em 2015, a maior parte dos estudantes
do ensino médio já possuía acesso individual a
dispositivos eletrônicos. Posteriormente, o uso
obrigatório de tablets também foi incorporado à
educação infantil, com o objetivo de preparar as novas
gerações para um mundo cada vez mais digital.
Entretanto, a atual coalizão governamental passou a
defender uma direção oposta, reduzindo ao máximo o
uso de telas, sobretudo entre crianças mais novas. O
governo adotou o lema que propõe a passagem "da tela
para o papel", defendendo que atividades analógicas
favorecem a concentração e o desenvolvimento da
leitura e da escrita.
Desde 2025, as pré-escolas deixaram de ser obrigadas a
utilizar ferramentas digitais, e crianças pequenas não
recebem mais tablets antes de determinada idade.
Também foi aprovada a proibição do uso de celulares
nas escolas, inclusive para fins pedagógicos.
Além disso, o governo destinou recursos significativos
para aquisição de livros didáticos e materiais de apoio
aos professores, enquanto um novo currículo voltado ao
fortalecimento do ensino baseado em livros está previsto
para os próximos anos.
Defensores da mudança argumentam que ler, escrever e
realizar cálculos manualmente contribui para uma
aprendizagem mais sólida. A decisão foi influenciada por
consultas realizadas com pesquisadores, organizações
educacionais e instituições públicas.
Especialistas apontam que o excesso de tecnologia em sala de aula compromete a atenção dos estudantes,
além de dificultar o processamento das informações
durante a leitura digital. Estudos também relatam que o
uso intenso de telas afeta o desenvolvimento cerebral de
crianças mais novas.
O governo espera que a adoção de métodos mais
tradicionais contribua para melhorar o desempenho da
Suécia em avaliações internacionais de educação. Após
ocupar posições de destaque no passado, o país
registrou queda significativa nos resultados de
matemática e leitura nos últimos anos. Parte relevante
dos estudantes não atingiu o nível básico de
compreensão textual.
Embora pesquisas internacionais indiquem benefícios
das ferramentas digitais no ensino, também revelam
elevada incidência de distrações em sala de aula e
relação entre uso excessivo de dispositivos e
desempenho inferior em determinadas disciplinas.
Especialistas alertam, contudo, que não se deve atribuir
automaticamente à tecnologia a responsabilidade pelos
resultados negativos. Segundo essa visão, o problema
estaria no uso excessivo de aparelhos sem objetivos
pedagógicos claros.
Críticos, por outro lado, afirmam que o debate entre
ensino digital e analógico desvia a atenção de problemas
estruturais mais relevantes, como desigualdade na
distribuição de recursos educacionais e diferenças na
qualidade do ensino.
Entre os próprios estudantes, as opiniões também se
dividem. Alguns consideram que o excesso de tecnologia
prejudica a concentração e defendem menor presença
de telas nas escolas. Outros acreditam que o uso de
computadores deve permanecer central na educação, já
que a sociedade atual depende cada vez mais das
ferramentas digitais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c05d2jpmnypo.adaptado.
Analise se as afirmativas a seguir, quanto à concordância nominal da frase, são falsas (F) ou verdadeiras (V).
( ) O adjetivo "relevante" concorda em gênero e número com o substantivo "parte".
( ) O termo "básico" concorda com o substantivo "compreensão", por integrar a expressão "nível básico de compreensão textual".
( ) A palavra "textual" concorda com o substantivo "nível", pois especifica o campo de avaliação mencionado na frase.
( ) O adjetivo "básico" concorda com o substantivo "nível", caracterizando-o no interior da expressão nominal.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
De volta ao lápis e papel: por que as escolas da
Suécia estão reduzindo o ensino digital
O governo da Suécia retoma o uso de livros físicos,
papel e lápis nas salas de aula como estratégia para
enfrentar a queda nos níveis de compreensão de leitura
observada no país. A mudança, porém, tem provocado
críticas de empresas de tecnologia, educadores e
especialistas da área digital, que consideram a medida
potencialmente prejudicial às oportunidades profissionais
dos estudantes e ao futuro econômico da nação.
Em uma escola de ensino médio próxima à capital
sueca, alunos relatam que passaram a utilizar
novamente livros, cadernos e materiais impressos com
maior frequência. Professores voltaram a distribuir textos
em papel e algumas plataformas digitais de ensino foram
substituídas por livros didáticos tradicionais.
Essa transformação contrasta com a imagem da Suécia
como uma das sociedades mais digitalizadas da Europa,
reconhecida pelo elevado domínio tecnológico da
população e pelo desenvolvimento de empresas
inovadoras do setor digital.
O uso de computadores nas escolas suecas se
consolidou entre o final dos anos 2000 e o início da
década de 2010. Em 2015, a maior parte dos estudantes
do ensino médio já possuía acesso individual a
dispositivos eletrônicos. Posteriormente, o uso
obrigatório de tablets também foi incorporado à
educação infantil, com o objetivo de preparar as novas
gerações para um mundo cada vez mais digital.
Entretanto, a atual coalizão governamental passou a
defender uma direção oposta, reduzindo ao máximo o
uso de telas, sobretudo entre crianças mais novas. O
governo adotou o lema que propõe a passagem "da tela
para o papel", defendendo que atividades analógicas
favorecem a concentração e o desenvolvimento da
leitura e da escrita.
Desde 2025, as pré-escolas deixaram de ser obrigadas a
utilizar ferramentas digitais, e crianças pequenas não
recebem mais tablets antes de determinada idade.
Também foi aprovada a proibição do uso de celulares
nas escolas, inclusive para fins pedagógicos.
Além disso, o governo destinou recursos significativos
para aquisição de livros didáticos e materiais de apoio
aos professores, enquanto um novo currículo voltado ao
fortalecimento do ensino baseado em livros está previsto
para os próximos anos.
Defensores da mudança argumentam que ler, escrever e
realizar cálculos manualmente contribui para uma
aprendizagem mais sólida. A decisão foi influenciada por
consultas realizadas com pesquisadores, organizações
educacionais e instituições públicas.
Especialistas apontam que o excesso de tecnologia em sala de aula compromete a atenção dos estudantes,
além de dificultar o processamento das informações
durante a leitura digital. Estudos também relatam que o
uso intenso de telas afeta o desenvolvimento cerebral de
crianças mais novas.
O governo espera que a adoção de métodos mais
tradicionais contribua para melhorar o desempenho da
Suécia em avaliações internacionais de educação. Após
ocupar posições de destaque no passado, o país
registrou queda significativa nos resultados de
matemática e leitura nos últimos anos. Parte relevante
dos estudantes não atingiu o nível básico de
compreensão textual.
Embora pesquisas internacionais indiquem benefícios
das ferramentas digitais no ensino, também revelam
elevada incidência de distrações em sala de aula e
relação entre uso excessivo de dispositivos e
desempenho inferior em determinadas disciplinas.
Especialistas alertam, contudo, que não se deve atribuir
automaticamente à tecnologia a responsabilidade pelos
resultados negativos. Segundo essa visão, o problema
estaria no uso excessivo de aparelhos sem objetivos
pedagógicos claros.
Críticos, por outro lado, afirmam que o debate entre
ensino digital e analógico desvia a atenção de problemas
estruturais mais relevantes, como desigualdade na
distribuição de recursos educacionais e diferenças na
qualidade do ensino.
Entre os próprios estudantes, as opiniões também se
dividem. Alguns consideram que o excesso de tecnologia
prejudica a concentração e defendem menor presença
de telas nas escolas. Outros acreditam que o uso de
computadores deve permanecer central na educação, já
que a sociedade atual depende cada vez mais das
ferramentas digitais.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c05d2jpmnypo.adaptado.
Analise se as afirmativas a seguir, quanto à análise sintática da frase, são falsas (F) ou verdadeiras (V).
( ) O termo "o governo" exerce função de sujeito da forma verbal "destinou".
( ) O trecho "recursos significativos" exerce função de predicativo do sujeito por atribuir característica ao termo "governo".
( ) O trecho "de apoio" exerce função de adjunto adverbial por indicar circunstância relacionada ao substantivo "materiais".
( ) O trecho "recursos significativos" exerce função de objeto direto da forma verbal "destinou" no contexto da oração.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
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