Foram encontradas 62 questões.
Quanto à significação das palavras, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Homônimas.
(2) Parônimas.
(3) Homófonas.
(4) Homógrafas.
( ) Palavras que são escritas ou pronunciadas de modo idêntico, mas diferem pelo sentido.
( ) Palavras que são escritas de maneira idêntica, embora possam distinguir-se pelo timbre da vogal tônica.
( ) Palavras que se assemelham na forma, mas não têm qualquer parentesco significativo.
( ) Palavras que são pronunciadas de maneira idêntica, mas são escritas de forma diferente.
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Assinalar a alternativa em que as duas palavras estão CORRETAS quanto à ortografia:
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- FonologiaAgrupamento FonológicoDivisão Silábica
- FonologiaAgrupamento FonológicoSílabas
- Interpretação de Textos
Assinalar a alternativa em que a divisão silábica está CORRETA:
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Quanto à sílaba tônica, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Paroxítona.
(2) Oxítona.
(3) Proparoxítona.
( ) Animal.
( ) Transporte.
( ) Além.
( ) Vítima.
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Conforme as normas vigentes, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Encontro consonantal.
(2) Dígrafo.
(3) Encontro vocálico.
( ) Drama.
( ) Ameixa.
( ) Chave.
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Assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
__________ você chegou atrasado na sexta?
__________? __________ perdi o ônibus...
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Antigamente, as pessoas sabiam de cor o nome de ruas e o melhor trajeto para qualquer canto da cidade. O conhecimento que hoje vive restrito ___ cabeça dos taxistas foi transferido quase que por completo aos auxiliares de navegação via satélite (o mais famoso deles sendo o Sistema de Posicionamento Global - GPS). Essa mudança modifica fortemente nossa capacidade cognitiva para localização. Segundo uma pesquisa inglesa, quando utilizamos o serviço do GPS para nos locomover, é como se “desligássemos” algumas áreas de nosso cérebro.
Os pesquisadores analisaram o cérebro de 24 voluntários, colocados em um simulador de navegação que recriava ___ vizinhança de Soho, bairro da região central de Londres. Eles tinham de chegar a um destino predeterminado, se locomovendo por ruas da área no menor caminho possível. A análise monitorava o comportamento da região do cérebro associada ___ memória e localização e da região ligada ao planejamento e tomada de decisão.
Enquanto “dirigiam” pela cidade sem a ajuda do GPS, os participantes mantinham um número muito maior de funções cerebrais. Eram registrados picos de atividade quando eles entravam em novas ruas e quando se deparavam com várias opções de caminhos. Da mesma maneira, áreas ligadas ao planejamento eram acionadas quando precisavam reorientar a rota. Quando auxiliados por serviços de localização, no entanto, as mesmas regiões permaneciam sem atividade. “Quando a tecnologia diz para você aonde ir, essas partes do cérebro simplesmente não respondem aos estímulos da cidade. É como se nosso cérebro desligasse o interesse nas ruas ___ volta”, disse Hugo Spiers ao jornal britânico The Guardian.
http://super.abril.com.br/tecnologia... - adaptado.
Assinalar a alternativa que apresenta um sinônimo de “restrito” (no primeiro parágrafo) segundo seu sentido no texto:
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Antigamente, as pessoas sabiam de cor o nome de ruas e o melhor trajeto para qualquer canto da cidade. O conhecimento que hoje vive restrito ___ cabeça dos taxistas foi transferido quase que por completo aos auxiliares de navegação via satélite (o mais famoso deles sendo o Sistema de Posicionamento Global - GPS). Essa mudança modifica fortemente nossa capacidade cognitiva para localização. Segundo uma pesquisa inglesa, quando utilizamos o serviço do GPS para nos locomover, é como se “desligássemos” algumas áreas de nosso cérebro.
Os pesquisadores analisaram o cérebro de 24 voluntários, colocados em um simulador de navegação que recriava ___ vizinhança de Soho, bairro da região central de Londres. Eles tinham de chegar a um destino predeterminado, se locomovendo por ruas da área no menor caminho possível. A análise monitorava o comportamento da região do cérebro associada ___ memória e localização e da região ligada ao planejamento e tomada de decisão.
Enquanto “dirigiam” pela cidade sem a ajuda do GPS, os participantes mantinham um número muito maior de funções cerebrais. Eram registrados picos de atividade quando eles entravam em novas ruas e quando se deparavam com várias opções de caminhos. Da mesma maneira, áreas ligadas ao planejamento eram acionadas quando precisavam reorientar a rota. Quando auxiliados por serviços de localização, no entanto, as mesmas regiões permaneciam sem atividade. “Quando a tecnologia diz para você aonde ir, essas partes do cérebro simplesmente não respondem aos estímulos da cidade. É como se nosso cérebro desligasse o interesse nas ruas ___ volta”, disse Hugo Spiers ao jornal britânico The Guardian.
http://super.abril.com.br/tecnologia... - adaptado.
Considerando-se o sublinhado no trecho “Quando auxiliados por serviços de localização, no entanto, as mesmas regiões permaneciam sem atividade.”, assinalar a alternativa que apresenta a classificação CORRETA:
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Antigamente, as pessoas sabiam de cor o nome de ruas e o melhor trajeto para qualquer canto da cidade. O conhecimento que hoje vive restrito ___ cabeça dos taxistas foi transferido quase que por completo aos auxiliares de navegação via satélite (o mais famoso deles sendo o Sistema de Posicionamento Global - GPS). Essa mudança modifica fortemente nossa capacidade cognitiva para localização. Segundo uma pesquisa inglesa, quando utilizamos o serviço do GPS para nos locomover, é como se “desligássemos” algumas áreas de nosso cérebro.
Os pesquisadores analisaram o cérebro de 24 voluntários, colocados em um simulador de navegação que recriava ___ vizinhança de Soho, bairro da região central de Londres. Eles tinham de chegar a um destino predeterminado, se locomovendo por ruas da área no menor caminho possível. A análise monitorava o comportamento da região do cérebro associada ___ memória e localização e da região ligada ao planejamento e tomada de decisão.
Enquanto “dirigiam” pela cidade sem a ajuda do GPS, os participantes mantinham um número muito maior de funções cerebrais. Eram registrados picos de atividade quando eles entravam em novas ruas e quando se deparavam com várias opções de caminhos. Da mesma maneira, áreas ligadas ao planejamento eram acionadas quando precisavam reorientar a rota. Quando auxiliados por serviços de localização, no entanto, as mesmas regiões permaneciam sem atividade. “Quando a tecnologia diz para você aonde ir, essas partes do cérebro simplesmente não respondem aos estímulos da cidade. É como se nosso cérebro desligasse o interesse nas ruas ___ volta”, disse Hugo Spiers ao jornal britânico The Guardian.
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No trecho “Enquanto ‘dirigiam’ pela cidade sem a ajuda do GPS, os participantes mantinham um número muito maior de funções cerebrais. Eram registrados picos de atividade quando eles entravam em novas ruas e quando se deparavam com várias opções de caminhos.”, ao substituir a palavra sublinhada pelo singular “participante”, quantas outras alterações (não se contando a palavra substituída) seriam necessárias para que não houvesse incorreção?
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Antigamente, as pessoas sabiam de cor o nome de ruas e o melhor trajeto para qualquer canto da cidade. O conhecimento que hoje vive restrito ___ cabeça dos taxistas foi transferido quase que por completo aos auxiliares de navegação via satélite (o mais famoso deles sendo o Sistema de Posicionamento Global - GPS). Essa mudança modifica fortemente nossa capacidade cognitiva para localização. Segundo uma pesquisa inglesa, quando utilizamos o serviço do GPS para nos locomover, é como se “desligássemos” algumas áreas de nosso cérebro.
Os pesquisadores analisaram o cérebro de 24 voluntários, colocados em um simulador de navegação que recriava ___ vizinhança de Soho, bairro da região central de Londres. Eles tinham de chegar a um destino predeterminado, se locomovendo por ruas da área no menor caminho possível. A análise monitorava o comportamento da região do cérebro associada ___ memória e localização e da região ligada ao planejamento e tomada de decisão.
Enquanto “dirigiam” pela cidade sem a ajuda do GPS, os participantes mantinham um número muito maior de funções cerebrais. Eram registrados picos de atividade quando eles entravam em novas ruas e quando se deparavam com várias opções de caminhos. Da mesma maneira, áreas ligadas ao planejamento eram acionadas quando precisavam reorientar a rota. Quando auxiliados por serviços de localização, no entanto, as mesmas regiões permaneciam sem atividade. “Quando a tecnologia diz para você aonde ir, essas partes do cérebro simplesmente não respondem aos estímulos da cidade. É como se nosso cérebro desligasse o interesse nas ruas ___ volta”, disse Hugo Spiers ao jornal britânico The Guardian.
http://super.abril.com.br/tecnologia... - adaptado.
Com relação ao texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA :
( ) O fato de não precisarmos mais nos localizar por conta própria afetou nossa capacidade cognitiva de localização.
( ) Com o surgimento do GPS, nem mesmo os taxistas têm conhecimento de nomes de ruas e trajetos.
( ) Os voluntários do estudo simularam estar dirigindo para que suas funções cerebrais fossem analisadas.
( ) Embora o cérebro “desligue” algumas áreas ao usar um GPS, há outras áreas novas do cérebro que são ativadas pelo uso do sistema.
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