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2174879 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: SED-MS
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TEXTO 1

Entrevista com Luiz Carlos Travaglia

Em torno dos PCNs, foram provocadas muitas polêmicas desde sua criação. Enquanto uns acreditam que foi um grande avanço para a educação, outros pensam o contrário. Qual o seu posicionamento diante dos Parâmetros Curriculares Nacionais?

Travaglia – Embora seja óbvio que tudo neste mundo tem aspectos positivos e negativos, não posso me furtar a um lugar-comum: para mim, os PCNs referentes ao ensino de língua tiveram a grande vantagem justamente de pôr em campo as conquistas da linguística moderna, propondo um ensino que se atenha a uma visão mais apropriada da língua [...]. O que os PCNs propõem acarreta um rompimento com certas tradições do ensino/aprendizagem de língua e força o professor a uma busca de atualização. É aquela coisa que falei do estudo constante, mesmo fora de cursos. Isto evidentemente mexe com certas condições de trabalho, ataca determinadas posições em que nos acomodamos [...] e que sem dúvida são confortáveis. Os PCNs obrigam-nos a estudar, a rever posições, a usar criatividade para fazermos algo de forma diferente e para fins que não são aqueles que sempre julgamos inarredáveis. É preciso convir que tudo isto gera inquietação, polêmica, defesas e ataques. Mas tudo isto é muito saudável para nós, enquanto professores, enquanto seres humanos, cidadãos que queremos instaurar melhores condições de existência para todos. [...]

Hoje em dia, fala-se muito em ensino de língua materna por meio do trabalho com gêneros textuais. O que o senhor pensa sobre o trabalho com os gêneros textuais nos ensinos fundamental e médio?

Travaglia – Creio que é importante por diferentes razões. A maior delas é que temos de trabalhar a competência comunicativa dos alunos e, como a comunicação se faz por textos, uma das coisas mais importantes no ensino de língua é possibilitar às pessoas que saibam produzir e compreender textos de maneira adequada a cada situação comunicativa. Ora, cada tipo de situação comunicativa estabelece um modo de interação que acaba configurando uma categoria de texto [...] adequada àquele tipo de situação. Dessa forma uma pessoa só terá uma boa competência comunicativa se for capaz de produzir e compreender textos de diferentes categorias. Cada categoria de texto possui características próprias em termos de conteúdo, estrutura e aspectos linguísticos específicos em correlação com as propriedades discursivas dessa categoria de texto. Estas configurações, sem dúvida, pertencem à gramática de cada língua. Assim sendo é preciso e conveniente estudar/trabalhar [...] estas configurações associadas a cada categoria de texto, pois o aluno precisa ter a habilidade de construir categorias de textos diversas adequadas às diferentes situações de interação comunicativa em que ele se encontra envolvido. Todavia, [...] há muitos elementos da língua cujo uso não está vinculado a categorias de textos e, assim sendo, não é possível fazer um estudo centrado apenas em gêneros textuais [...]. Já disse algumas coisas a este respeito em trabalhos meus. Infelizmente nosso espaço aqui é pouco. Mas espero que tenha ficado claro que penso que o trabalho com a língua por meio de categorias de textos é muito importante, mas não é suficiente.

Texto adaptado de:

https://www.parabolablog.com.br/index.php/blogs/linguistica-aplicada-ao-ensino-de-lingua-materna

TEXTO 2

Pergunta para: Ataliba T. de Castilho

[...]

O português muda constantemente. Os maneirismos, regionalismos, gírias e outros vícios de linguagem, que são considerados como uma variedade popular, podem vir a ser aceitos como norma culta num futuro próximo?

Castilho – Regionalismos, gírias e modalidades de português não padrão ocorrem com absoluta naturalidade em qualquer língua natural. Essas manifestações devem ser incorporadas às aulas, sob a forma de debates, ao longo dos quais elas são comparadas às alternativas da língua culta. É importante conviver com naturalidade com as variedades não padrão, sem esquecer que o objetivo da escola é trazer os alunos para a língua do Estado. [...] O que é português popular hoje poderá ser português culto amanhã. Esta convicção científica, entretanto, não nos deve isentar do esforço de integrar as classes até aqui não escolarizadas na fala mais prestigiada das classes cultas. Se tratarmos com naturalidade essa característica das línguas, será mais suave a incorporação do padrão culto, sem desprezar a variedade familiar do aluno. Ele se transformará num bilíngue da própria língua, sabendo qual variedade utilizar nas diferentes situações de fala.

Texto adaptado de:

https://www.parabolablog.com.br/index.php/blogs/linguistica-aplicada-ao-ensino-de-lingua-materna

Que tipo de intertextualidade é possível identificar no trecho do Texto 1: “Os PCNs obrigam-nos a estudar, a rever posições, a usar criatividade para fazermos algo de forma diferente e para fins que não são aqueles que sempre julgamos inarredáveis.”

 

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2174878 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: SED-MS
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TEXTO 1

Entrevista com Luiz Carlos Travaglia

Em torno dos PCNs, foram provocadas muitas polêmicas desde sua criação. Enquanto uns acreditam que foi um grande avanço para a educação, outros pensam o contrário. Qual o seu posicionamento diante dos Parâmetros Curriculares Nacionais?

Travaglia – Embora seja óbvio que tudo neste mundo tem aspectos positivos e negativos, não posso me furtar a um lugar-comum: para mim, os PCNs referentes ao ensino de língua tiveram a grande vantagem justamente de pôr em campo as conquistas da linguística moderna, propondo um ensino que se atenha a uma visão mais apropriada da língua [...]. O que os PCNs propõem acarreta um rompimento com certas tradições do ensino/aprendizagem de língua e força o professor a uma busca de atualização. É aquela coisa que falei do estudo constante, mesmo fora de cursos. Isto evidentemente mexe com certas condições de trabalho, ataca determinadas posições em que nos acomodamos [...] e que sem dúvida são confortáveis. Os PCNs obrigam-nos a estudar, a rever posições, a usar criatividade para fazermos algo de forma diferente e para fins que não são aqueles que sempre julgamos inarredáveis. É preciso convir que tudo isto gera inquietação, polêmica, defesas e ataques. Mas tudo isto é muito saudável para nós, enquanto professores, enquanto seres humanos, cidadãos que queremos instaurar melhores condições de existência para todos. [...]

Hoje em dia, fala-se muito em ensino de língua materna por meio do trabalho com gêneros textuais. O que o senhor pensa sobre o trabalho com os gêneros textuais nos ensinos fundamental e médio?

Travaglia – Creio que é importante por diferentes razões. A maior delas é que temos de trabalhar a competência comunicativa dos alunos e, como a comunicação se faz por textos, uma das coisas mais importantes no ensino de língua é possibilitar às pessoas que saibam produzir e compreender textos de maneira adequada a cada situação comunicativa. Ora, cada tipo de situação comunicativa estabelece um modo de interação que acaba configurando uma categoria de texto [...] adequada àquele tipo de situação. Dessa forma uma pessoa só terá uma boa competência comunicativa se for capaz de produzir e compreender textos de diferentes categorias. Cada categoria de texto possui características próprias em termos de conteúdo, estrutura e aspectos linguísticos específicos em correlação com as propriedades discursivas dessa categoria de texto. Estas configurações, sem dúvida, pertencem à gramática de cada língua. Assim sendo é preciso e conveniente estudar/trabalhar [...] estas configurações associadas a cada categoria de texto, pois o aluno precisa ter a habilidade de construir categorias de textos diversas adequadas às diferentes situações de interação comunicativa em que ele se encontra envolvido. Todavia, [...] há muitos elementos da língua cujo uso não está vinculado a categorias de textos e, assim sendo, não é possível fazer um estudo centrado apenas em gêneros textuais [...]. Já disse algumas coisas a este respeito em trabalhos meus. Infelizmente nosso espaço aqui é pouco. Mas espero que tenha ficado claro que penso que o trabalho com a língua por meio de categorias de textos é muito importante, mas não é suficiente.

Texto adaptado de:

https://www.parabolablog.com.br/index.php/blogs/linguistica-aplicada-ao-ensino-de-lingua-materna

TEXTO 2

Pergunta para: Ataliba T. de Castilho

[...]

O português muda constantemente. Os maneirismos, regionalismos, gírias e outros vícios de linguagem, que são considerados como uma variedade popular, podem vir a ser aceitos como norma culta num futuro próximo?

Castilho – Regionalismos, gírias e modalidades de português não padrão ocorrem com absoluta naturalidade em qualquer língua natural. Essas manifestações devem ser incorporadas às aulas, sob a forma de debates, ao longo dos quais elas são comparadas às alternativas da língua culta. É importante conviver com naturalidade com as variedades não padrão, sem esquecer que o objetivo da escola é trazer os alunos para a língua do Estado. [...] O que é português popular hoje poderá ser português culto amanhã. Esta convicção científica, entretanto, não nos deve isentar do esforço de integrar as classes até aqui não escolarizadas na fala mais prestigiada das classes cultas. Se tratarmos com naturalidade essa característica das línguas, será mais suave a incorporação do padrão culto, sem desprezar a variedade familiar do aluno. Ele se transformará num bilíngue da própria língua, sabendo qual variedade utilizar nas diferentes situações de fala.

Texto adaptado de:

https://www.parabolablog.com.br/index.php/blogs/linguistica-aplicada-ao-ensino-de-lingua-materna

Travaglia descreve que “[...] uma pessoa só terá uma boa competência comunicativa se for capaz de produzir e compreender textos de diferentes categorias.” (TEXTO 1), estabelecendo uma relação entre a competência comunicativa e a capacidade de compreender e produzir textos diversos. Nesse sentido, sobre o ensino de produção textual, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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2174877 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: SED-MS
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TEXTO 1

Entrevista com Luiz Carlos Travaglia

Em torno dos PCNs, foram provocadas muitas polêmicas desde sua criação. Enquanto uns acreditam que foi um grande avanço para a educação, outros pensam o contrário. Qual o seu posicionamento diante dos Parâmetros Curriculares Nacionais?

Travaglia – Embora seja óbvio que tudo neste mundo tem aspectos positivos e negativos, não posso me furtar a um lugar-comum: para mim, os PCNs referentes ao ensino de língua tiveram a grande vantagem justamente de pôr em campo as conquistas da linguística moderna, propondo um ensino que se atenha a uma visão mais apropriada da língua [...]. O que os PCNs propõem acarreta um rompimento com certas tradições do ensino/aprendizagem de língua e força o professor a uma busca de atualização. É aquela coisa que falei do estudo constante, mesmo fora de cursos. Isto evidentemente mexe com certas condições de trabalho, ataca determinadas posições em que nos acomodamos [...] e que sem dúvida são confortáveis. Os PCNs obrigam-nos a estudar, a rever posições, a usar criatividade para fazermos algo de forma diferente e para fins que não são aqueles que sempre julgamos inarredáveis. É preciso convir que tudo isto gera inquietação, polêmica, defesas e ataques. Mas tudo isto é muito saudável para nós, enquanto professores, enquanto seres humanos, cidadãos que queremos instaurar melhores condições de existência para todos. [...]

Hoje em dia, fala-se muito em ensino de língua materna por meio do trabalho com gêneros textuais. O que o senhor pensa sobre o trabalho com os gêneros textuais nos ensinos fundamental e médio?

Travaglia – Creio que é importante por diferentes razões. A maior delas é que temos de trabalhar a competência comunicativa dos alunos e, como a comunicação se faz por textos, uma das coisas mais importantes no ensino de língua é possibilitar às pessoas que saibam produzir e compreender textos de maneira adequada a cada situação comunicativa. Ora, cada tipo de situação comunicativa estabelece um modo de interação que acaba configurando uma categoria de texto [...] adequada àquele tipo de situação. Dessa forma uma pessoa só terá uma boa competência comunicativa se for capaz de produzir e compreender textos de diferentes categorias. Cada categoria de texto possui características próprias em termos de conteúdo, estrutura e aspectos linguísticos específicos em correlação com as propriedades discursivas dessa categoria de texto. Estas configurações, sem dúvida, pertencem à gramática de cada língua. Assim sendo é preciso e conveniente estudar/trabalhar [...] estas configurações associadas a cada categoria de texto, pois o aluno precisa ter a habilidade de construir categorias de textos diversas adequadas às diferentes situações de interação comunicativa em que ele se encontra envolvido. Todavia, [...] há muitos elementos da língua cujo uso não está vinculado a categorias de textos e, assim sendo, não é possível fazer um estudo centrado apenas em gêneros textuais [...]. Já disse algumas coisas a este respeito em trabalhos meus. Infelizmente nosso espaço aqui é pouco. Mas espero que tenha ficado claro que penso que o trabalho com a língua por meio de categorias de textos é muito importante, mas não é suficiente.

Texto adaptado de:

https://www.parabolablog.com.br/index.php/blogs/linguistica-aplicada-ao-ensino-de-lingua-materna

TEXTO 2

Pergunta para: Ataliba T. de Castilho

[...]

O português muda constantemente. Os maneirismos, regionalismos, gírias e outros vícios de linguagem, que são considerados como uma variedade popular, podem vir a ser aceitos como norma culta num futuro próximo?

Castilho – Regionalismos, gírias e modalidades de português não padrão ocorrem com absoluta naturalidade em qualquer língua natural. Essas manifestações devem ser incorporadas às aulas, sob a forma de debates, ao longo dos quais elas são comparadas às alternativas da língua culta. É importante conviver com naturalidade com as variedades não padrão, sem esquecer que o objetivo da escola é trazer os alunos para a língua do Estado. [...] O que é português popular hoje poderá ser português culto amanhã. Esta convicção científica, entretanto, não nos deve isentar do esforço de integrar as classes até aqui não escolarizadas na fala mais prestigiada das classes cultas. Se tratarmos com naturalidade essa característica das línguas, será mais suave a incorporação do padrão culto, sem desprezar a variedade familiar do aluno. Ele se transformará num bilíngue da própria língua, sabendo qual variedade utilizar nas diferentes situações de fala.

Texto adaptado de:

https://www.parabolablog.com.br/index.php/blogs/linguistica-aplicada-ao-ensino-de-lingua-materna

Para o desenvolvimento do ensino e aprendizagem de língua materna, deve-se considerar que gramática e língua não são equivalentes, ou seja, que a língua não é constituída unicamente pela gramática, mas que se compõe por um conjunto de subsistemas integrados e interdependentes que a caracterizam enquanto uma entidade complexa. Sabendo disso, assinale a alternativa que define o componente da língua denominado léxico.

 

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2174876 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: AOCP
Orgão: SED-MS
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TEXTO 1

Entrevista com Luiz Carlos Travaglia

Em torno dos PCNs, foram provocadas muitas polêmicas desde sua criação. Enquanto uns acreditam que foi um grande avanço para a educação, outros pensam o contrário. Qual o seu posicionamento diante dos Parâmetros Curriculares Nacionais?

Travaglia – Embora seja óbvio que tudo neste mundo tem aspectos positivos e negativos, não posso me furtar a um lugar-comum: para mim, os PCNs referentes ao ensino de língua tiveram a grande vantagem justamente de pôr em campo as conquistas da linguística moderna, propondo um ensino que se atenha a uma visão mais apropriada da língua [...]. O que os PCNs propõem acarreta um rompimento com certas tradições do ensino/aprendizagem de língua e força o professor a uma busca de atualização. É aquela coisa que falei do estudo constante, mesmo fora de cursos. Isto evidentemente mexe com certas condições de trabalho, ataca determinadas posições em que nos acomodamos [...] e que sem dúvida são confortáveis. Os PCNs obrigam-nos a estudar, a rever posições, a usar criatividade para fazermos algo de forma diferente e para fins que não são aqueles que sempre julgamos inarredáveis. É preciso convir que tudo isto gera inquietação, polêmica, defesas e ataques. Mas tudo isto é muito saudável para nós, enquanto professores, enquanto seres humanos, cidadãos que queremos instaurar melhores condições de existência para todos. [...]

Hoje em dia, fala-se muito em ensino de língua materna por meio do trabalho com gêneros textuais. O que o senhor pensa sobre o trabalho com os gêneros textuais nos ensinos fundamental e médio?

Travaglia – Creio que é importante por diferentes razões. A maior delas é que temos de trabalhar a competência comunicativa dos alunos e, como a comunicação se faz por textos, uma das coisas mais importantes no ensino de língua é possibilitar às pessoas que saibam produzir e compreender textos de maneira adequada a cada situação comunicativa. Ora, cada tipo de situação comunicativa estabelece um modo de interação que acaba configurando uma categoria de texto [...] adequada àquele tipo de situação. Dessa forma uma pessoa só terá uma boa competência comunicativa se for capaz de produzir e compreender textos de diferentes categorias. Cada categoria de texto possui características próprias em termos de conteúdo, estrutura e aspectos linguísticos específicos em correlação com as propriedades discursivas dessa categoria de texto. Estas configurações, sem dúvida, pertencem à gramática de cada língua. Assim sendo é preciso e conveniente estudar/trabalhar [...] estas configurações associadas a cada categoria de texto, pois o aluno precisa ter a habilidade de construir categorias de textos diversas adequadas às diferentes situações de interação comunicativa em que ele se encontra envolvido. Todavia, [...] há muitos elementos da língua cujo uso não está vinculado a categorias de textos e, assim sendo, não é possível fazer um estudo centrado apenas em gêneros textuais [...]. Já disse algumas coisas a este respeito em trabalhos meus. Infelizmente nosso espaço aqui é pouco. Mas espero que tenha ficado claro que penso que o trabalho com a língua por meio de categorias de textos é muito importante, mas não é suficiente.

Texto adaptado de:

https://www.parabolablog.com.br/index.php/blogs/linguistica-aplicada-ao-ensino-de-lingua-materna

TEXTO 2

Pergunta para: Ataliba T. de Castilho

[...]

O português muda constantemente. Os maneirismos, regionalismos, gírias e outros vícios de linguagem, que são considerados como uma variedade popular, podem vir a ser aceitos como norma culta num futuro próximo?

Castilho – Regionalismos, gírias e modalidades de português não padrão ocorrem com absoluta naturalidade em qualquer língua natural. Essas manifestações devem ser incorporadas às aulas, sob a forma de debates, ao longo dos quais elas são comparadas às alternativas da língua culta. É importante conviver com naturalidade com as variedades não padrão, sem esquecer que o objetivo da escola é trazer os alunos para a língua do Estado. [...] O que é português popular hoje poderá ser português culto amanhã. Esta convicção científica, entretanto, não nos deve isentar do esforço de integrar as classes até aqui não escolarizadas na fala mais prestigiada das classes cultas. Se tratarmos com naturalidade essa característica das línguas, será mais suave a incorporação do padrão culto, sem desprezar a variedade familiar do aluno. Ele se transformará num bilíngue da própria língua, sabendo qual variedade utilizar nas diferentes situações de fala.

Texto adaptado de:

https://www.parabolablog.com.br/index.php/blogs/linguistica-aplicada-ao-ensino-de-lingua-materna

No TEXTO 1, a respeito dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), Travaglia afirma que eles “[...] tiveram a grande vantagem justamente de pôr em campo as conquistas da linguística moderna, propondo um ensino que se atenha a uma visão mais apropriada da língua [...]”. Além dos PCNs, para o ensino de língua portuguesa, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) também estabelece uma definição norteadora de linguagem. Diante disso, qual das alternativas a seguir apresenta a concepção de linguagem em conformidade tanto com os PCNs quanto com a BNCC?

 

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2174875 Ano: 2022
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: AOCP
Orgão: SED-MS
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TEXT 10

Answer the questions from according to the text 10.

Enunciado 3355408-1

Available at: https://br.pinterest.com/pin/169307267213171064/. Access on: Feb. 27th 2022.

Choose the only alternative in which all the words start with a silent letter:

 

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2174874 Ano: 2022
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: AOCP
Orgão: SED-MS
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TEXT 10

Answer the questions from according to the text 10.

Enunciado 3355407-1

Available at: https://br.pinterest.com/pin/169307267213171064/. Access on: Feb. 27th 2022.

All the words below could be considered as antonyms to the word “happiness”, except for:

 

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2174873 Ano: 2022
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: AOCP
Orgão: SED-MS
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TEXT 10

Answer the questions from according to the text 10.

Enunciado 3355406-1

Available at: https://br.pinterest.com/pin/169307267213171064/. Access on: Feb. 27th 2022.

In relation to the underlined letters of the word “happiness”, it is correct to say:

 

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2174872 Ano: 2022
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: AOCP
Orgão: SED-MS
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TEXT 9 Answer the questions from

according to the text 9.

MAFALDA: A CLASSIC COMIC STRIP FOR ANY AGE

A kid growing up in a Spanish speaking country in the 1970s and 80s was likely exposed to Mafalda, the comic creation of Argentinian Joaquín Salvador Lavado (also known as Quino). The comic ran in Argentinian papers between 1964 and 1973 and republished into little books that were widely read in Latin America. I loved reading it as a kid, but it wasn't until recently when I read, 10 Años con Mafalda (Tusquets Editores México, 2nd ed. 2009), that I truly appreciated its genius.

Mafalda is a precocious six-year old who worries about world peace and hates soup. She is surrounded by her quirky friends (Felipe, a smart kid who hates homework and tortures himself for his failings; Manolito, a capitalist kid always with a scheme; Susanita, a frivolous antifeminist; Miguelito, a dreamer and philosopher, and Libertad, a tiny kid named "Freedom") and family (her father who's bent on destroying the ants that eat his prized plants; Guille, her baby brother, fan of Bridgett Bardot; and her mother, a housewife).

The comic strip is a true original, but it has elements of early Peanuts (kids wise beyond their years contemplating existential conundrums), Calvin and Hobbes (smarty-pants kid with a huge imagination and skeptical of the world), and Doonesbury (biting social commentary). Quino managed to skewer politics and human nature in a funny and accessible way.

Although the political references are dated (Argentina was under military junta and the Cold War was pretty hot), Mafalda's concerns about political freedom and social inequities are still relevant today and her relationship with her parents are timeless. 10 Años con Mafalda is a treat for anyone. If you are learning or know Spanish, get it in the original. Otherwise, some of the small Mafalda books are available in English.

Available at: http://www.sylvialiuland.com/2012/01/mafalda-classic-cartoon-for-any-age.html. Access on: Feb. 27th 2022.

Read the following excerpt: “The comic ran in Argentinian papers between 1964 and 1973 and republished into little books that were widely read in Latin America. I loved reading it as a kid, but it wasn't until recently when I read, 10 Años con Mafalda (Tusquets Editores México, 2nd ed. 2009), that I truly appreciated its genius”. Respectively, the underlined words are:

 

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2174871 Ano: 2022
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: AOCP
Orgão: SED-MS
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TEXT 9 Answer the questions from

according to the text 9.

MAFALDA: A CLASSIC COMIC STRIP FOR ANY AGE

A kid growing up in a Spanish speaking country in the 1970s and 80s was likely exposed to Mafalda, the comic creation of Argentinian Joaquín Salvador Lavado (also known as Quino). The comic ran in Argentinian papers between 1964 and 1973 and republished into little books that were widely read in Latin America. I loved reading it as a kid, but it wasn't until recently when I read, 10 Años con Mafalda (Tusquets Editores México, 2nd ed. 2009), that I truly appreciated its genius.

Mafalda is a precocious six-year old who worries about world peace and hates soup. She is surrounded by her quirky friends (Felipe, a smart kid who hates homework and tortures himself for his failings; Manolito, a capitalist kid always with a scheme; Susanita, a frivolous antifeminist; Miguelito, a dreamer and philosopher, and Libertad, a tiny kid named "Freedom") and family (her father who's bent on destroying the ants that eat his prized plants; Guille, her baby brother, fan of Bridgett Bardot; and her mother, a housewife).

The comic strip is a true original, but it has elements of early Peanuts (kids wise beyond their years contemplating existential conundrums), Calvin and Hobbes (smarty-pants kid with a huge imagination and skeptical of the world), and Doonesbury (biting social commentary). Quino managed to skewer politics and human nature in a funny and accessible way.

Although the political references are dated (Argentina was under military junta and the Cold War was pretty hot), Mafalda's concerns about political freedom and social inequities are still relevant today and her relationship with her parents are timeless. 10 Años con Mafalda is a treat for anyone. If you are learning or know Spanish, get it in the original. Otherwise, some of the small Mafalda books are available in English.

Available at: http://www.sylvialiuland.com/2012/01/mafalda-classic-cartoon-for-any-age.html. Access on: Feb. 27th 2022.

In “Mafalda is a precocious six-year old who worries about world peace and hates soup”, the underlined word corresponds to:

 

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2174870 Ano: 2022
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: AOCP
Orgão: SED-MS
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TEXT 9
Answer the questions from

according to the text 9.

MAFALDA: A CLASSIC COMIC STRIP FOR ANY AGE

A kid growing up in a Spanish speaking country in the 1970s and 80s was likely exposed to Mafalda, the comic creation of Argentinian Joaquín Salvador Lavado (also known as Quino). The comic ran in Argentinian papers between 1964 and 1973 and republished into little books that were widely read in Latin America. I loved reading it as a kid, but it wasn't until recently when I read, 10 Años con Mafalda (Tusquets Editores México, 2nd ed. 2009), that I truly appreciated its genius.

Mafalda is a precocious six-year old who worries about world peace and hates soup. She is surrounded by her quirky friends (Felipe, a smart kid who hates homework and tortures himself for his failings; Manolito, a capitalist kid always with a scheme; Susanita, a frivolous antifeminist; Miguelito, a dreamer and philosopher, and Libertad, a tiny kid named "Freedom") and family (her father who's bent on destroying the ants that eat his prized plants; Guille, her baby brother, fan of Bridgett Bardot; and her mother, a housewife).

The comic strip is a true original, but it has elements of early Peanuts (kids wise beyond their years contemplating existential conundrums), Calvin and Hobbes (smarty-pants kid with a huge imagination and skeptical of the world), and Doonesbury (biting social commentary). Quino managed to skewer politics and human nature in a funny and accessible way.

Although the political references are dated (Argentina was under military junta and the Cold War was pretty hot), Mafalda's concerns about political freedom and social inequities are still relevant today and her relationship with her parents are timeless. 10 Años con Mafalda is a treat for anyone. If you are learning or know Spanish, get it in the original. Otherwise, some of the small Mafalda books are available in English.

Available at: http://www.sylvialiuland.com/2012/01/mafalda-classic-cartoon-for-any-age.html. Access on: Feb. 27th 2022.

In relation to the text, mark the correct alternative.

 

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