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Foram encontradas 120 questões.

1218248 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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Com uma bengala na mão e um guarda-chuva na outra, o professor de língua portuguesa Júlio César Sbarrais caminha com dificuldade pelos corredores da Escola Estadual Padre Afonso Paschotte, em Mauá, na Grande São Paulo. Enquanto os alunos aguardam o início da aula, ele abre a porta da classe caracterizado da cabeça aos pés: sapatos extravagantes, calças coloridas, maquiagem no rosto e um nariz de palhaço, fantasia caprichada para arrancar sorrisos dos estudantes da 8.ª série do ensino fundamental.

Formado em Letras e em Artes Cênicas, Júlio César é o que se pode chamar de artista- docente, expressão utilizada para denominar educadores que trabalham com a linguagem artística em suas práticas pedagógicas. Desde 2007, o professor recorre ao palhaço Tinin para tornar as suas atividades com os alunos mais lúdicas. “Há uma questão pedagógica e didática na linguagem teatral. Apesar de o palhaço ser mudo, ele passa as regras de convivência em sala de aula. Eu uso lousa e giz, mas utilizo o palhaço como uma forma de conquistar o aluno, que tem de dar conta de muita coisa. Esses projetos são válidos no sentido de amenizar a sobrecarga do conteúdo ensinado”, afirma o docente.

Frederico Guimarães. A sala é um palco. In: Sala

de aula, ed.199, nov.2013. Internet: <http://revistaeducacao.uol.com.br> (com adaptações).

No que concerne às estruturas linguísticas e gramaticais do texto acima, julgue o item.

No trecho “Apesar de o palhaço ser mudo, ele passa as regras de convivência em sala de aula”, a locução “Apesar de” introduz uma oração cujo fato nela reconhecido revela uma contradição e é subordinado ao fato enunciado na oração principal.

 

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Julgue o item subsequente, com base nos instrumentos legais que dispõem acerca da educação brasileira, considerando que CF corresponde à Constituição Federal de 1988 e LDB, à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

Quanto aos critérios de verificação do rendimento escolar no ensino fundamental e médio, a LDB disciplina a obrigatoriedade dos estudos de recuperação, preferencialmente desenvolvidos ao longo do período letivo, para estudantes com baixo desempenho escolar, conforme estabelecido no regimento das escolas.

 

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Os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) apontam desigualdades entre as regiões brasileiras. Segundo relatório dos técnicos de Planejamento e Pesquisa do IPEA, 90% dos municípios nas categorias baixo e médio-inferior do IDEB estão localizados no Norte e no Nordeste do país. O Sul e o Sudeste possuem, respectivamente, 74% e 85% dos municípios com nota médio- superior e alta. E 47% dos municípios do Centro-Oeste apresentam notas ruins e 53%, notas boas.

Na educação, os técnicos identificaram que fatores como renda, moradia, água, esgoto, coleta de lixo e escolaridade da população do município influenciaram mais para a qualidade da nota do IDEB do que o acesso à infraestrutura pedagógica, como biblioteca escolar e laboratório de informática. E o fator que mais pode aumentar o desempenho do aluno é a escolaridade dos pais, principalmente a da mãe.

Em uma comparação entre o IDEB e o Índice das Condições Sociais (ICS), 94% dos municípios com ICS alto tiraram nota do IDEB entre alto e médio-superior. “Esses dados corroboram o entendimento de que é maior a probabilidade de se obter um resultado elevado no IDEB quando se tem um maior número de fatores sociais considerados adequados”, explica um dos autores do relatório.

Os técnicos afirmam que, na área de educação, não basta aos governos oferecerem boas escolas às crianças que se encontram à margem do acesso aos direitos básicos de cidadania, embora boas instalações e professores qualificados sejam importantes requisitos para o rendimento escolar.

Adriana Nicacio. Um novo olhar sobre a diversidade

territorial. In: Desafios do Desenvolvimento. Revista do IPEA, ano 10, n.º 77, 7/10/2013 (com adaptações).

No que se refere à organização das ideias no texto acima, julgue o item.

As vírgulas que isolam o termo “respectivamente” podem ser retiradas sem que isso provoque alteração gramatical no período.

 

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1203719 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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Para entender a educação de hoje, nós precisamos olhar para o passado da história. Há 150 anos, pessoas trabalhavam sobre a terra, ao ar livre, com ferramentas produzidas manualmente e em pequenos grupos. Elas não viajavam muito. O trabalho quase não mudava de geração para geração. Filhas faziam o mesmo trabalho de suas mães e de suas avós e suas mães antes delas. Com as mesmas ferramentas. Elas conversavam enquanto trabalhavam. O mesmo valia para os filhos e pais e avôs. Grupos de trabalho incluíam jovens e velhos. A tecnologia para o trabalho mudava lentamente. Quando as ferramentas quebravam, as pessoas podiam consertá-las. Podemos chamar isso de Ambiente de Trabalho 1.0.

Agora, vamos olhar para as escolas daquela época. Os estudantes aprendiam na terra, ao ar livre, em pequenos grupos. Eles não viajavam muito. Usavam simples ferramentas produzidas manualmente. O trabalho em grupo incluía jovens e velhos. Pais e avós frequentavam a mesma escola e aprendiam as mesmas coisas. Nós podemos chamar isso de Educação 1.0.

Quinze anos depois, o trabalho mudou. As pessoas foram trabalhar em fábricas, com ferramentas mecânicas. Elas trabalhavam em grandes grupos, mas sozinhas em suas máquinas. Todos faziam a mesma coisa e ao mesmo tempo, durante todo o dia. Eles não podiam conversar. Usavam papel e lápis e ficavam sentados em suas mesas. Eles não eram felizes e eram supervisionados de perto. Vamos chamar isso de Ambiente de Trabalho 2.0. Esse novo trabalho exigia um novo conjunto de habilidades e um novo tipo de cidadão.

E então as escolas mudaram para acompanhar as necessidades da nova economia industrial. Estudantes se formavam em grandes grupos, com a mesma idade. Eles ficavam em lugares fechados e trabalhavam de acordo com o relógio. Usavam ferramentas mecânicas, lápis e papel. Todos faziam a mesma coisa e ao mesmo tempo e eram supervisionados de perto. Vamos chamar isso de Educação 2.0.

Agora, vamos olhar para o trabalho de hoje, no ambiente 3.0, muito diferente das fábricas. A maioria das pessoas, atualmente, trabalha em pequenos grupos. Elas resolvem problemas juntas. Usam ferramentas digitais. Elas apresentam novas ideias para o outro. Robôs fazem trabalhos mecânicos. Elas trabalham com problemas que ninguém tinha visto antes. Elas devem recorrer à química, matemática, biologia, história e literatura para solucionar problemas. Elas devem reunir informações de várias fontes, a maior parte na rede de relacionamentos, chegando a muitos formatos diferentes. Elas devem ser multitarefas. Elas conversam umas com as outras. E usam ferramentas digitais para comunicação. Trabalham com um amplo círculo de pessoas, de todo o mundo. Vamos chamar isso de Ambiente de Trabalho 3.0.

A questão de hoje para nós é: “Como deve ser a Educação 3.0 para desenvolvermos crianças e cidadãos que necessitamos formar para hoje e para amanhã?”. Qual é o seu sonho de Educação 3.0?

Jim G. Lengel. Educação 3.0. In: O Estado de S.Paulo. 7/11/2012 (com adaptações).

Com relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

Ao dirigir-se ao leitor no último parágrafo do texto, o autor emprega a função referencial da linguagem, cujo objetivo é referir-se ao seu interlocutor, incentivando-o a tomar partido de uma opinião expressa no texto.

 

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1202674 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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Quando se pensa em educação popular, logo se recorre às ideias do educador e escritor Paulo Freire, que, durante toda a sua vida, se dedicou à questão do educar para a vida, por meio de uma educação voltada para a formação do indivíduo crítico, criativo e participante na sociedade.

Na visão de Paulo Freire, a educação como prática da liberdade, ao contrário daquela que é a prática da dominação, implica a negação do homem abstrato, isolado, solto, desligado do mundo, assim como a negação do mundo como uma realidade ausente dos homens. Os caminhos da libertação só estabelecem sujeitos livres, e a prática da liberdade só pode concretizar-se em uma pedagogia em que o oprimido tenha condições de descobrir-se e conquistar-se como sujeito de sua própria destinação histórica.

Observe-se que o ser humano, nessa modalidade de educação, é um sujeito que não deve somente estar no mundo, mas com o mundo, ou seja, fazer parte dessa imensa esfera giratória, não apenas vivendo, mas construindo sua própria identidade e intervindo no melhoramento de suas condições como cidadão e buscando o direito de construir uma cidadania justa e igualitária.

Paulo Freire acreditava que a melhor maneira de se ensinar é defender com seriedade e apaixonadamente uma posição, estimulando e respeitando, ao mesmo tempo, o direito ao discurso contrário. Nisso reside o dever de lutar pelas próprias ideias e, ao mesmo tempo, o respeito mútuo.

Para o autor, o problema central do homem não era o simples alfabetizar, mas fazer com que o homem assumisse sua dignidade como detentor de uma cultura própria, capaz de fazer história. O homem que detém a crença em si mesmo é capaz de dominar os instrumentos de ação à sua disposição, incluindo a leitura, dos livros e do mundo.

Paulo Freire. A educação como prática da liberdade.

23.ª ed., Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1999 [Resenha]. In: Internet: <www.webartigos.com> (com adaptações).

Com referência às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

O trecho “o problema central do homem não era o simples alfabetizar, mas fazer com que o homem assumisse sua dignidade como detentor de uma cultura própria” constitui-se de duas orações coordenadas sindéticas e de uma oração subordinada reduzida de infinitivo.

 

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1199588 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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Com uma bengala na mão e um guarda-chuva na outra, o professor de língua portuguesa Júlio César Sbarrais caminha com dificuldade pelos corredores da Escola Estadual Padre Afonso Paschotte, em Mauá, na Grande São Paulo. Enquanto os alunos aguardam o início da aula, ele abre a porta da classe caracterizado da cabeça aos pés: sapatos extravagantes, calças coloridas, maquiagem no rosto e um nariz de palhaço, fantasia caprichada para arrancar sorrisos dos estudantes da 8.ª série do ensino fundamental.

Formado em Letras e em Artes Cênicas, Júlio César é o que se pode chamar de artista- docente, expressão utilizada para denominar educadores que trabalham com a linguagem artística em suas práticas pedagógicas. Desde 2007, o professor recorre ao palhaço Tinin para tornar as suas atividades com os alunos mais lúdicas. “Há uma questão pedagógica e didática na linguagem teatral. Apesar de o palhaço ser mudo, ele passa as regras de convivência em sala de aula. Eu uso lousa e giz, mas utilizo o palhaço como uma forma de conquistar o aluno, que tem de dar conta de muita coisa. Esses projetos são válidos no sentido de amenizar a sobrecarga do conteúdo ensinado”, afirma o docente.

Frederico Guimarães. A sala é um palco. In: Sala

de aula, ed.199, nov.2013. Internet: <http://revistaeducacao.uol.com.br> (com adaptações).

No que concerne às estruturas linguísticas e gramaticais do texto acima, julgue o item.

Nas estruturas “Com uma bengala na mão e um guarda-chuva na outra” e “com dificuldade”, a preposição “com”, em ambas as ocorrências, tem o mesmo conteúdo significativo e estabelece a mesma função relacional entre os termos do enunciado.

 

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O movimento Todos pela Educação lançou, no dia 4 de dezembro de 2013, o portal Observatório, do Plano Nacional da Educação (PNE), com o objetivo de acompanharo andamento do plano, aprovado no dia 27 de novembro de 2013, na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal. O projeto de lei que instituiu o programa (PLC n.º 103/2012) segue para votação em plenário em regime de urgência. Como o texto foi modificado no Senado, deve voltar à Câmara dos Deputados. É preciso ressaltar que o país está há 1.068 dias sem o PNE, uma vez que o anterior venceu em 2010 e o atual ainda está em tramitação.

O Observatório originou-se da constatação de que foram cumpridas apenas 20% das metas previstas no PNE anterior, que regeu o período de 2000 a 2010. A finalidade do Observatório é que ele seja uma ferramenta de gestão, referência para gestores públicos e educadores e instrumento para que a sociedade civil possa cobrar a consecução desse plano.

No PNE, são estabelecidas 20 metas para a educação, que contemplam desde a infantil até a formação continuada de professores, além da ampliação do investimento público no setor, a qual visa chegar a 10% do produto interno bruto (PIB) do país, no final dos dez anos de vigência da lei.

Segundo a avaliação do movimento Todos pela Educação, o PNE a ser aprovado perpassa os pontos principais da educação no país, mas ainda deixa arestas. Na meta 6, por exemplo, são definidas as diretrizes para a educação em tempo integral, a qual se desdobra em ampliação do tempo de permanência na escola, construção de escolas, recursos (infraestrutura e equipamentos, material didático e formação), articulação no território, parcerias com entidades privadas, parcerias ONG-escolas, diversidade local e tempo integral para pessoas com necessidades especiais. Uma das cobranças do Todos pela Educação é que a definição sobre a educação em tempo integral seja mais específica: não é o caso apenas de mais tempo na escola; é tempo na escola com exposição ao aprendizado.

Todos pela Educação lança portal para

monitorar PNE. Internet: <www.noticias.r7.com>, 5/12/2013 (com adaptações).

A respeito das ideias e das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item.

O segmento “de que foram cumpridas apenas (...) o período de 2000 a 2010” exerce a função sintática de complemento do nome “constatação”.

 

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Julgue o item subsequente, com base nos instrumentos legais que dispõem acerca da educação brasileira, considerando que CF corresponde à Constituição Federal de 1988 e LDB, à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

Conforme disposto no Decreto Federal n.º 5.154/2004, a articulação entre a educação profissional técnica de nível médio e o ensino médio deve ser realizada de forma integrada, concomitante e subsequente.

 

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1189995 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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Com uma bengala na mão e um guarda-chuva na outra, o professor de língua portuguesa Júlio César Sbarrais caminha com dificuldade pelos corredores da Escola Estadual Padre Afonso Paschotte, em Mauá, na Grande São Paulo. Enquanto os alunos aguardam o início da aula, ele abre a porta da classe caracterizado da cabeça aos pés: sapatos extravagantes, calças coloridas, maquiagem no rosto e um nariz de palhaço, fantasia caprichada para arrancar sorrisos dos estudantes da 8.ª série do ensino fundamental.

Formado em Letras e em Artes Cênicas, Júlio César é o que se pode chamar de artista- docente, expressão utilizada para denominar educadores que trabalham com a linguagem artística em suas práticas pedagógicas. Desde 2007, o professor recorre ao palhaço Tinin para tornar as suas atividades com os alunos mais lúdicas. “Há uma questão pedagógica e didática na linguagem teatral. Apesar de o palhaço ser mudo, ele passa as regras de convivência em sala de aula. Eu uso lousa e giz, mas utilizo o palhaço como uma forma de conquistar o aluno, que tem de dar conta de muita coisa. Esses projetos são válidos no sentido de amenizar a sobrecarga do conteúdo ensinado”, afirma o docente.

Frederico Guimarães. A sala é um palco. In: Sala

de aula, ed.199, nov.2013. Internet: <http://revistaeducacao.uol.com.br> (com adaptações).

No que concerne às estruturas linguísticas e gramaticais do texto acima, julgue o item.

A oração “para tornar as suas atividades com os alunos mais lúdicas” está subordinada à oração anterior e indica a finalidade do que se declara na oração principal.

 

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466501 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEDUC-AL
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Com uma bengala na mão e um guarda-chuva na outra, o professor de língua portuguesa Júlio César Sbarrais caminha com dificuldade pelos corredores da Escola Estadual Padre Afonso Paschotte, em Mauá, na Grande São Paulo. Enquanto os alunos aguardam o início da aula, ele abre a porta da classe caracterizado da cabeça aos pés: sapatos extravagantes, calças coloridas, maquiagem no rosto e um nariz de palhaço, fantasia caprichada para arrancar sorrisos dos estudantes da 8.ª série do ensino fundamental.

Formado em Letras e em Artes Cênicas, Júlio César é o que se pode chamar de artista- docente, expressão utilizada para denominar educadores que trabalham com a linguagem artística em suas práticas pedagógicas. Desde 2007, o professor recorre ao palhaço Tinin para tornar as suas atividades com os alunos mais lúdicas. “Há uma questão pedagógica e didática na linguagem teatral. Apesar de o palhaço ser mudo, ele passa as regras de convivência em sala de aula. Eu uso lousa e giz, mas utilizo o palhaço como uma forma de conquistar o aluno, que tem de dar conta de muita coisa. Esses projetos são válidos no sentido de amenizar a sobrecarga do conteúdo ensinado”, afirma o docente.

Frederico Guimarães. A sala é um palco. In: Sala

de aula, ed.199, nov.2013. Internet: <http://revistaeducacao.uol.com.br> (com adaptações).

No que concerne às estruturas linguísticas e gramaticais do texto acima, julgue o item.

A conjunção “Enquanto” introduz uma oração subordinada adverbial que exprime um fato que é efeito ou consequência daquilo que se declara na oração principal.

 

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