Foram encontradas 120 questões.
Oh, Deus, meu Deus, que misérias e enganos não
experimentei, quando simples criança me propunham vida reta e
obediência aos mestres, a fim de mais tarde brilhar no mundo e
me ilustrar nas artes da língua, servil instrumento da ambição e
da cobiça dos homens.
Fui mandado à escola para aprender as primeiras letras,
cuja utilidade eu, infeliz, ignorava. Todavia, batiam-me se no
estudo me deixava levar pela preguiça. As pessoas grandes
louvavam esta severidade. Muitos dos nossos predecessores na
vida tinham traçado estas vias dolorosas, por onde éramos
obrigados a caminhar, multiplicando os trabalhos e as dores aos
filhos de Adão. Encontrei, porém, Senhor, homens que Vos
imploravam, e deles aprendi, na medida em que me foi possível,
que éreis alguma coisa de grande e que podíeis, apesar de
invisível aos sentidos, ouvir-nos e socorrer-nos.
Ainda menino, comecei a rezar-Vos como a “meu auxílio
e refúgio”, desembaraçando-me das peias da língua para Vos
invocar. Embora criança, mas com ardente fervor, pedia-Vos que
na escola não fosse açoitado.
Quando me não atendíeis — “o que era para meu
proveito” —, as pessoas mais velhas e até os meus próprios pais,
que, afinal, me não desejavam mal, riam-se dos açoites — o meu
maior e mais penoso suplício.
Contudo, pecava por negligência, escrevendo, lendo e
aprendendo as lições com menos cuidado do que de nós exigiam.
Senhor, não era a memória ou a inteligência que me
faltavam, pois me dotastes com o suficiente para aquela idade.
Mas gostava de jogar, e aqueles que me castigavam procediam de
modo idêntico! As ninharias, porém, dos homens chamam-se
negócios; e as dos meninos, sendo da mesma natureza, são
punidas pelos grandes, sem que ninguém se compadeça da
criança, nem do homem, nem de ambos.
Santo Agostinho. Confissões. Montecristo Editora. Edição do Kindle, p. 23-24 (com adaptações).
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto
precedente, julgue os itens a seguir.
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Oh, Deus, meu Deus, que misérias e enganos não
experimentei, quando simples criança me propunham vida reta e
obediência aos mestres, a fim de mais tarde brilhar no mundo e
me ilustrar nas artes da língua, servil instrumento da ambição e
da cobiça dos homens.
Fui mandado à escola para aprender as primeiras letras,
cuja utilidade eu, infeliz, ignorava. Todavia, batiam-me se no
estudo me deixava levar pela preguiça. As pessoas grandes
louvavam esta severidade. Muitos dos nossos predecessores na
vida tinham traçado estas vias dolorosas, por onde éramos
obrigados a caminhar, multiplicando os trabalhos e as dores aos
filhos de Adão. Encontrei, porém, Senhor, homens que Vos
imploravam, e deles aprendi, na medida em que me foi possível,
que éreis alguma coisa de grande e que podíeis, apesar de
invisível aos sentidos, ouvir-nos e socorrer-nos.
Ainda menino, comecei a rezar-Vos como a “meu auxílio
e refúgio”, desembaraçando-me das peias da língua para Vos
invocar. Embora criança, mas com ardente fervor, pedia-Vos que
na escola não fosse açoitado.
Quando me não atendíeis — “o que era para meu
proveito” —, as pessoas mais velhas e até os meus próprios pais,
que, afinal, me não desejavam mal, riam-se dos açoites — o meu
maior e mais penoso suplício.
Contudo, pecava por negligência, escrevendo, lendo e
aprendendo as lições com menos cuidado do que de nós exigiam.
Senhor, não era a memória ou a inteligência que me
faltavam, pois me dotastes com o suficiente para aquela idade.
Mas gostava de jogar, e aqueles que me castigavam procediam de
modo idêntico! As ninharias, porém, dos homens chamam-se
negócios; e as dos meninos, sendo da mesma natureza, são
punidas pelos grandes, sem que ninguém se compadeça da
criança, nem do homem, nem de ambos.
Santo Agostinho. Confissões. Montecristo Editora. Edição do Kindle, p. 23-24 (com adaptações).
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto
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- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
Oh, Deus, meu Deus, que misérias e enganos não
experimentei, quando simples criança me propunham vida reta e
obediência aos mestres, a fim de mais tarde brilhar no mundo e
me ilustrar nas artes da língua, servil instrumento da ambição e
da cobiça dos homens.
Fui mandado à escola para aprender as primeiras letras,
cuja utilidade eu, infeliz, ignorava. Todavia, batiam-me se no
estudo me deixava levar pela preguiça. As pessoas grandes
louvavam esta severidade. Muitos dos nossos predecessores na
vida tinham traçado estas vias dolorosas, por onde éramos
obrigados a caminhar, multiplicando os trabalhos e as dores aos
filhos de Adão. Encontrei, porém, Senhor, homens que Vos
imploravam, e deles aprendi, na medida em que me foi possível,
que éreis alguma coisa de grande e que podíeis, apesar de
invisível aos sentidos, ouvir-nos e socorrer-nos.
Ainda menino, comecei a rezar-Vos como a “meu auxílio
e refúgio”, desembaraçando-me das peias da língua para Vos
invocar. Embora criança, mas com ardente fervor, pedia-Vos que
na escola não fosse açoitado.
Quando me não atendíeis — “o que era para meu
proveito” —, as pessoas mais velhas e até os meus próprios pais,
que, afinal, me não desejavam mal, riam-se dos açoites — o meu
maior e mais penoso suplício.
Contudo, pecava por negligência, escrevendo, lendo e
aprendendo as lições com menos cuidado do que de nós exigiam.
Senhor, não era a memória ou a inteligência que me
faltavam, pois me dotastes com o suficiente para aquela idade.
Mas gostava de jogar, e aqueles que me castigavam procediam de
modo idêntico! As ninharias, porém, dos homens chamam-se
negócios; e as dos meninos, sendo da mesma natureza, são
punidas pelos grandes, sem que ninguém se compadeça da
criança, nem do homem, nem de ambos.
Santo Agostinho. Confissões. Montecristo Editora. Edição do Kindle, p. 23-24 (com adaptações).
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto
precedente, julgue os itens a seguir.
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Oh, Deus, meu Deus, que misérias e enganos não
experimentei, quando simples criança me propunham vida reta e
obediência aos mestres, a fim de mais tarde brilhar no mundo e
me ilustrar nas artes da língua, servil instrumento da ambição e
da cobiça dos homens.
Fui mandado à escola para aprender as primeiras letras,
cuja utilidade eu, infeliz, ignorava. Todavia, batiam-me se no
estudo me deixava levar pela preguiça. As pessoas grandes
louvavam esta severidade. Muitos dos nossos predecessores na
vida tinham traçado estas vias dolorosas, por onde éramos
obrigados a caminhar, multiplicando os trabalhos e as dores aos
filhos de Adão. Encontrei, porém, Senhor, homens que Vos
imploravam, e deles aprendi, na medida em que me foi possível,
que éreis alguma coisa de grande e que podíeis, apesar de
invisível aos sentidos, ouvir-nos e socorrer-nos.
Ainda menino, comecei a rezar-Vos como a “meu auxílio
e refúgio”, desembaraçando-me das peias da língua para Vos
invocar. Embora criança, mas com ardente fervor, pedia-Vos que
na escola não fosse açoitado.
Quando me não atendíeis — “o que era para meu
proveito” —, as pessoas mais velhas e até os meus próprios pais,
que, afinal, me não desejavam mal, riam-se dos açoites — o meu
maior e mais penoso suplício.
Contudo, pecava por negligência, escrevendo, lendo e
aprendendo as lições com menos cuidado do que de nós exigiam.
Senhor, não era a memória ou a inteligência que me
faltavam, pois me dotastes com o suficiente para aquela idade.
Mas gostava de jogar, e aqueles que me castigavam procediam de
modo idêntico! As ninharias, porém, dos homens chamam-se
negócios; e as dos meninos, sendo da mesma natureza, são
punidas pelos grandes, sem que ninguém se compadeça da
criança, nem do homem, nem de ambos.
Santo Agostinho. Confissões. Montecristo Editora. Edição do Kindle, p. 23-24 (com adaptações).
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto
precedente, julgue os itens a seguir.
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Quanto à Lei n.º 7.795/2016 (Plano Estadual de Educação do
estado de Alagoas) e à Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional (LDB), julgue o item a seguir.
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- LegislaçãoDiretrizes Curriculares NacionaisDiretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica
- LegislaçãoNormas Educacionais dos Estados
No processo de pensar e fazer pedagógico, assume
destaque o Referencial Curricular de Alagoas (ReCAL),
documento construído coletivamente e que levou em
consideração trajetórias, necessidades, intencionalidades,
potencialidades do nosso povo em cada etapa de ensino.
Alagoas. Referencial Curricular de Alagoas. 2020. p. 13 (com adaptações).
Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item seguinte, acerca do trabalho docente.
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No processo de pensar e fazer pedagógico, assume
destaque o Referencial Curricular de Alagoas (ReCAL),
documento construído coletivamente e que levou em
consideração trajetórias, necessidades, intencionalidades,
potencialidades do nosso povo em cada etapa de ensino.
Alagoas. Referencial Curricular de Alagoas. 2020. p. 13 (com adaptações).
Tendo o texto precedente como referência inicial, julgue o item seguinte, acerca do trabalho docente.
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- Educação InfantilConcepções de Educação Infantil
- O Desenvolvimento dos Conceitos Científicos na Infância
Com nove anos de duração, o ensino fundamental é a
etapa mais longa da educação básica, atendendo estudantes entre
6 e 14 anos de idade. Há, portanto, crianças e adolescentes que,
ao longo desse período, passam por uma série de mudanças
relacionadas a aspectos físicos, cognitivos, afetivos, sociais,
emocionais, entre outros.
Brasil. BNCC: Ensino Fundamental no Contexto da Educação Básica. 2019 (com adaptações).
Considerando o texto apresentado e os múltiplos aspectos a ele
relacionados, julgue o item a seguir.
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- LegislaçãoBNCC: Base Nacional Comum Curricular
- Tecnologias Educacionais
- Mídias, Comunicação e Tecnologias na Educação
- As Tecnologias da Comunicação e Informação nas Práticas Educativas
Com nove anos de duração, o ensino fundamental é a
etapa mais longa da educação básica, atendendo estudantes entre
6 e 14 anos de idade. Há, portanto, crianças e adolescentes que,
ao longo desse período, passam por uma série de mudanças
relacionadas a aspectos físicos, cognitivos, afetivos, sociais,
emocionais, entre outros.
Brasil. BNCC: Ensino Fundamental no Contexto da Educação Básica. 2019 (com adaptações).
Considerando o texto apresentado e os múltiplos aspectos a ele
relacionados, julgue o item a seguir.
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Com nove anos de duração, o ensino fundamental é a
etapa mais longa da educação básica, atendendo estudantes entre
6 e 14 anos de idade. Há, portanto, crianças e adolescentes que,
ao longo desse período, passam por uma série de mudanças
relacionadas a aspectos físicos, cognitivos, afetivos, sociais,
emocionais, entre outros.
Brasil. BNCC: Ensino Fundamental no Contexto da Educação Básica. 2019 (com adaptações).
Considerando o texto apresentado e os múltiplos aspectos a ele
relacionados, julgue o item a seguir.
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