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Ao analisar a relação entre mercado de trabalho e informalidade, o IBGE, em seu informativo Desigualdades sociais por cor ou raça no Brasil, apresenta o seguinte resultado: “Tanto a taxa de desocupação, que representa a proporção de pessoas desocupadas sobre a força de trabalho, quanto a taxa de subutilização, indicador que inclui, além dos desocupados, os subocupados por insuficiência de horas e pessoas que potencialmente poderiam estar na força de trabalho, das pessoas brancas foram inferiores às dos outros dois grupos populacionais analisados”.
No texto, infere-se que as diferenças nas taxas de desocupação e subutilização entre grupos raciais no Brasil apontam para
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Wolfdietrich Schmied-Kowarzik, em seu texto A práxis e a compreensão da práxis: sobre as teses ad Feuerbach, apresenta a noção marxiana de práxis revolucionária: “Práxis revolucionária em Marx [...] implica, portanto, a tarefa a ser iniciada e permanentemente continuada, a fim de que os seres humanos não se deixem mais determinar por relações sociais estranhadas que foram inconscientemente por eles mesmos produzidas”.
A concepção marxiana apresentada no texto enfatiza a
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Disciplina: Teoria Geral, Filosofia e Sociologia Jurídica
Banca: VUNESP
Orgão: SEDUC-SP
Montesquieu, em seu livro O espírito das leis, afirma: “As leis, em seu significado mais extenso, são as relações necessárias que derivam da natureza das coisas; e, neste sentido, todos os seres têm suas leis”.
Montesquieu conclui que as leis decorrem da relação racional entre a natureza das coisas, considerando que
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Zygmunt Bauman, na introdução de seu livro Para que serve a Sociologia?, dialoga com o conceito de imaginação sociológica de C. Wright Mills, ao afirmar que “a imaginação sociológica transforma o pessoal em político. [...] É tarefa da imaginação sociológica [...] ajudar as pessoas a ‘compreender o significado de sua época em relação a suas próprias vidas’”.
Segundo Bauman, a Sociologia mostra sua relevância no contexto da transformação social ao
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaKarl Marx & Friedrich EngelsKarl Marx e as Classes Sociais
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
Wolfdietrich Schmied-Kowarzik, em seu texto A práxis e a compreensão da práxis: sobre as teses ad Feuerbach, apresenta a crítica de Marx à práxis enquanto objeto teórico: “Na oitava tese sobre Feuerbach, Marx destaca que toda a vida social é essencialmente prática e que os problemas teoricamente insolúveis encontram sua solução na práxis humana e na compreensão desta. Marx, portanto, indica para a práxis social e sua compreensão enquanto uma tarefa prática”.
No texto de Wolfdietrich Schmied-Kowarzik, a crítica de Marx evidencia a
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Em seu texto “Ações afirmativas da perspectiva dos direitos humanos”, Flávia Piovesan discute a noção de direitos humanos: “compõem um construído axiológico, fruto da nossa história, de nosso passado, de nosso presente, fundamentado em um espaço simbólico de luta e ação social. [...] Realçam, sobretudo, a esperança de um horizonte moral, pautado pela gramática da inclusão, refletindo a plataforma emancipatória de nosso tempo”.
Segundo Piovesan, o desenvolvimento contemporâneo dos direitos humanos é marcado pela
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Zygmunt Bauman, em seu livro Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadoria, trata da relação entre consumo e felicidade: “A sociedade de consumidores talvez seja a única na história humana a prometer felicidade na vida terrena, aqui e agora e a cada ‘agora’ sucessivo. Em suma, uma felicidade instantânea e perpétua. [...] A sociedade de consumidores é avaliada, para o bem ou para o mal, pela felicidade de seus membros – em um grau desconhecido e dificilmente compreensível a qualquer outra sociedade de que se tem registro”.
Com base no texto, conclui-se que a promessa mencionada por Bauman
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Bernard Lahire, em seu texto “Viver e interpretar o mundo social: para que serve o ensino de Sociologia?”, apresenta seu entendimento sobre para que serve a Sociologia: “Os quadros de realidades sociais que nos descrevem as Ciências Sociais, em geral, e a Sociologia, em particular, têm, primeiramente, como ambição produzir um conhecimento o mais racional e justo possível do estado do mundo social. Eles podem evidentemente tornar mais conscientes das complexidades e das sutilezas da ordem social das coisas”.
Segundo o autor, o conhecimento produzido pela Sociologia está relacionado à
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O IBGE, em seu informativo Desigualdades sociais por cor ou raça no Brasil, destaca: “Apesar da considerável expansão e democratização do ensino superior brasileiro a partir dos anos 2000 [...], as desigualdades de acesso relacionadas às características socioeconômicas dos estudantes continuam elevadas [...]. A classe social, o gênero e a cor ou raça do indivíduo permanecem fatores determinantes para uma melhor ou pior inserção no mercado de trabalho”.
De acordo com o excerto, é correto afirmar que a implicação direta da desigualdade no mercado de trabalho é a
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Ricardo Antunes, em seu livro Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, apresenta a seguinte tese sobre o trabalho: “Posso afirmar também que, em vez da substituição do trabalho pela ciência, ou ainda da substituição da produção de valores de troca pela esfera comunicacional ou simbólica, da substituição da produção pela informação, o que vem ocorrendo no mundo contemporâneo é uma maior inter-relação”.
A tese apresentada por Antunes pode ser compreendida por meio da inter-relação entre
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