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A proposta curricular da SEE/MG delimita como Conteúdo Básico Comum (CBC) o ensino dos Jogos e Brincadeiras. Para a Educação Física no Ensino Médio os tópicos a serem desenvolvidos nas aulas são:
I. O jogo lúdico;
II. Capoeira;
III. A diversidade cultural dos jogos e brincadeiras;
IV.Jogos adaptados.
Estão corretos os itens:
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A avaliação dos _______________, coerente com a preocupação com a inclusão e a formação ética, deve valorizar a participação dos alunos na direção do jogar com. Deve ser reconhecida pelo professor a mudança de atitude de alunos que aos poucos reconhecem a inadequação de seu jogar contra e se esforçam em praticar o jogar com.
Assinale a alternativa correta que delimita o tipo de jogo que a qual o texto acima se refere.
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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Registro de encantamento e atestado de importância
[...]
Acontece bem assim: a gente abre um livro.
E o livro abre a vida da gente.
E quanto mais livro, mais livre, a modo e tempo que essa livraria toda nos livra da desumanidade.
Já se sabe coisa-ou-outra. Mas dentro de uma livraria, bota reparo, a gente sempre entende que não entende quase nada. Eu, hem. Talvez fosse melhor a gente nunca mais pôr os pés nessa ingresia de lugar.
Não seria providencioso deixar as coisas do maljeito que estão?
Até parece! A gente quer é saber mais, inventar outros modos de olhar, remexer num assunto complicado, gritar uma pergunta que bem podia ficar quietinha pra sempre num canto da memória de toda a humanidade [...]
Ara mas tá. Cada livro é uma pergunta terrível, misteriosa, angustiante.
Ou uma pergunta engraçada, festosa, sacudida-sai-cedo.
Uma coisa de fantasia de verdade mentirosa verdadeira. Porque uma livraria é um estúdio pra gente revelar um estudo da alma humana. Quer esfriar a cabeça? Quer esquentar a imaginação?
Entre numa livraria ou numa biblioteca.
E trate de ser pessoa, rosa, bandeira, prado, ramos, machado.
Mas antes, tem Lobato. Tem Cecília. Tem Clarice.
Ninguém nasceu para uma vidinha insossa.
Se não faltar o livro, vai sempre ter um jeito de a gente não deixar que faltem outras coisas.
Está doente? Meio desacorçoado?
Consulte uma livraria ou uma biblioteca. Garanto que vai receber um alívio por meio de chuva de beiral do alpendre. Por meio de cheirinho de arroz-doce com canela. De gente chegando de um passeio no jardim da coragem.
Uma livraria nos livraria da vida sem sentido.
A modo e hora que cada livro na estante é uma porta fechada. Então a gente abre a porta como quem inventa o livro no momento em que porta alguma jamais se abrirá por completo neste livro que é cada um de nós.
Vontade era que cada um de nós tivesse a fortuna de ler todos os livros da infância, todos os livros da juventude, todos os livros da maturidade.
Essa livraria toda nos livraria da injustiça, do desafio, do azedume, do destempero da desumanidade.
A modo e manhã de assuntar: cada livro que se lê na infância é uma coragem de cantar bem alto para espantar assombração. Cada livro que se lê na juventude é uma coragem de cantar bem baixinho pra fingir que não acredita em assombração. Cada livro que se lê na maturidade é uma coragem de cantar bem devagarinho pra compreender que é uma assombração.
Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece.
Mas é assombração que encanta, sabe?
Que nos livra da mesmice, porque desacomoda por todos os séculos e séculos amém, eta bondade, benza Deus.
Recomendo assombrar com uma certa frequência. Observar cada estante, cada gravura, cada capa, cada folha de rosto, cada rosto, cada olhar,cada respiração, cada começo de voz.
[...]
No entanto, mire e rume: um livro é um mundo onde a condição humana tem vez e voz, registro de encantamento e atestado de importância. Quem lê pode respirar poesia. Pode viver de prosa.
Quem lê, tem uma chave, uma maneira mais radiante de abrir o coração, uma passagem, uma possibilidade, um lugar de ave que se aventura, que deseja se livrar de morrer de desânimo.
[...]
Tem vez, você finge que não quer. E apenas se põe a contemplar cada um. Finge que não precisa; que pode passar sem eles, bobagem esse negócio de mexida de livro, pura paranoia, livros e mais livros pra quê; a vida sem eles nem é tão chata assim.
Mas acaba que com eles a vida é mais profunda, mais apaixonada, mais genial.
[...]
(Stela Maris Rezende)
No título, a autora sugere o potencial da leitura por meio da expressão “Registro de encantamento”. Tal encantamento pode estar associado ao potencial inventivo de construções linguísticas tão explorado nas mais variadas literaturas. Desse modo, assinale a única opção que NÃO ilustre uma manifestação inovadora na combinação de palavras no plano morfossintático da língua.
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Os jogos e as brincadeiras são _________ cuja intencionalidade e curiosidade resultam em um processo lúdico, ________, criativo, possibilitando a ___________ de regras, diferentes modos de lidar com o tempo, lugar, materiais e experiências culturais, isto é, _________. Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas.
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A ludicidade, como essência da vivência corporal dos alunos, tem como características básicas o prazer e o exercício da liberdade, ou seja, realizar algo que promova o bem-estar e a alegria, a partir de escolhas conscientes e autônomas, assumindo quaisquer responsabilidades sobre elas.
São características de uma vivência lúdica, EXCETO:
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João esqueceu a senha de um cofre composta por 4 números distintos. Ele só lembra que os números estão entre os algarismos 0,1,2,3,4. O total de senhas possíveis que poderiam ser formadas nessas condições é igual a:
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O sujeito se torna autônomo e responsável quando é capaz de gerenciar, de forma independente, sua própria vida, estabelecendo juízos de valor e assumindo responsabilidade pelas escolhas. Em outras palavras, o sujeito autônomo é aquele que: Assinale a alternativa CORRETA:
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Com relação ao que é proposto no currículo de Educação Física sobre o eixo temático Dança e Expressões Rítmicas, analise as afirmativas abaixo, e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) Toda dança comporta valores culturais, sociais e pessoais produzidos historicamente.
( ) O fato de o professor não “saber dançar” não deve ser empecilho para seu ensino.
( ) Podemos criar oportunidades para os alunos vivenciarem a pantomima, a produção de sons com o próprio corpo e a dramatização.
( ) Cabe à Educação Física (re)conhecer outras possibilidades encontradas na dança e em suas mais diversas manifestações populares.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
Registro de encantamento e atestado de importância
[...]
Acontece bem assim: a gente abre um livro.
E o livro abre a vida da gente.
E quanto mais livro, mais livre, a modo e tempo que essa livraria toda nos livra da desumanidade.
Já se sabe coisa-ou-outra. Mas dentro de uma livraria, bota reparo, a gente sempre entende que não entende quase nada. Eu, hem. Talvez fosse melhor a gente nunca mais pôr os pés nessa ingresia de lugar.
Não seria providencioso deixar as coisas do maljeito que estão?
Até parece! A gente quer é saber mais, inventar outros modos de olhar, remexer num assunto complicado, gritar uma pergunta que bem podia ficar quietinha pra sempre num canto da memória de toda a humanidade [...]
Ara mas tá. Cada livro é uma pergunta terrível, misteriosa, angustiante.
Ou uma pergunta engraçada, festosa, sacudida-sai-cedo.
Uma coisa de fantasia de verdade mentirosa verdadeira. Porque uma livraria é um estúdio pra gente revelar um estudo da alma humana. Quer esfriar a cabeça? Quer esquentar a imaginação?
Entre numa livraria ou numa biblioteca.
E trate de ser pessoa, rosa, bandeira, prado, ramos, machado.
Mas antes, tem Lobato. Tem Cecília. Tem Clarice.
Ninguém nasceu para uma vidinha insossa.
Se não faltar o livro, vai sempre ter um jeito de a gente não deixar que faltem outras coisas.
Está doente? Meio desacorçoado?
Consulte uma livraria ou uma biblioteca. Garanto que vai receber um alívio por meio de chuva de beiral do alpendre. Por meio de cheirinho de arroz-doce com canela. De gente chegando de um passeio no jardim da coragem.
Uma livraria nos livraria da vida sem sentido.
A modo e hora que cada livro na estante é uma porta fechada. Então a gente abre a porta como quem inventa o livro no momento em que porta alguma jamais se abrirá por completo neste livro que é cada um de nós.
Vontade era que cada um de nós tivesse a fortuna de ler todos os livros da infância, todos os livros da juventude, todos os livros da maturidade.
Essa livraria toda nos livraria da injustiça, do desafio, do azedume, do destempero da desumanidade.
A modo e manhã de assuntar: cada livro que se lê na infância é uma coragem de cantar bem alto para espantar assombração. Cada livro que se lê na juventude é uma coragem de cantar bem baixinho pra fingir que não acredita em assombração. Cada livro que se lê na maturidade é uma coragem de cantar bem devagarinho pra compreender que é uma assombração.
Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece.
Mas é assombração que encanta, sabe?
Que nos livra da mesmice, porque desacomoda por todos os séculos e séculos amém, eta bondade, benza Deus.
Recomendo assombrar com uma certa frequência. Observar cada estante, cada gravura, cada capa, cada folha de rosto, cada rosto, cada olhar,cada respiração, cada começo de voz.
[...]
No entanto, mire e rume: um livro é um mundo onde a condição humana tem vez e voz, registro de encantamento e atestado de importância. Quem lê pode respirar poesia. Pode viver de prosa.
Quem lê, tem uma chave, uma maneira mais radiante de abrir o coração, uma passagem, uma possibilidade, um lugar de ave que se aventura, que deseja se livrar de morrer de desânimo.
[...]
Tem vez, você finge que não quer. E apenas se põe a contemplar cada um. Finge que não precisa; que pode passar sem eles, bobagem esse negócio de mexida de livro, pura paranoia, livros e mais livros pra quê; a vida sem eles nem é tão chata assim.
Mas acaba que com eles a vida é mais profunda, mais apaixonada, mais genial.
[...]
(Stela Maris Rezende)
Existe um ditado popular em que se afirma “Quanto mais eu rezo, mais assombração me aparece.”. A autora reescreve-o dizendo “Quanto mais a gente lê, mais assombração aparece”. Nesse sentido, percebe-se que, nos dois casos, o vocábulo “assombração” assume sentidos:
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O eixo temático de Dança e Movimentos Expressivos das Orientações Pedagógicas delimitam o trabalho com o espaço, sendo ele o plano onde a ação acontece. Dentro do espaço o fator nível refere-se à altura em que os movimentos podem ser realizados e classificam-se em: alto, médio e baixo.
É correto afirmar que:
I. O nível alto é composto da posição de pé, para cima, até os saltos. - médio: a movimentação é realizada geralmente com joelhos ou tronco flexionados. (5)
II. O nível médio é composto pela movimentação realizada geralmente com joelhos ou tronco flexionados. (7)
III. O nível baixo é composto por posições de cócoras, ajoelhado, sentado e deitado. (10)
IV. Entre os três níveis básicos, existem as situações intermediárias, cuja execução situa-se entre eles. (20)
A somatória dos pontos das respostas corretas totalizam:
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