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Julgue o próximo item, relativo à Semana de Arte Moderna de 1922.
O artista pernambucano Cícero Dias, por não pertencer ao eixo cultural Rio de Janeiro–São Paulo, não fez parte de nenhum movimento relacionado à Semana de Arte Moderna de 1988, opondo-se, por sua vez, às tendências vanguardistas no Brasil.
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Em 1922, além de ter participado da Semana de Arte Moderna, Mário de Andrade publicou a obra Paulicéia Desvairada.
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A artista Anita Malfatti, que fazia parte do Grupo dos Cinco, expôs diversos trabalhos na Semana de Arte Moderna de 1922.
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Julgue o próximo item, relativo à Semana de Arte Moderna de 1922.
O Manifesto Antropófago, escrito por Oswald de Andrade, foi publicado antes de 1922 e serviu de base teórica para as manifestações artísticas da Semana de Arte Moderna de 1922.
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A historiografia artística brasileira indica o Barroco Colonial como um movimento cultural que estabelece diálogo confluente e simultâneo com o repertório europeu de expressões artísticas que envolvem música, dança, teatro, literatura, artes plásticas e arquitetura. Como parte do projeto colonial, o Barroco foi uma estratégia estética mais ampla, que envolveu desde a catequização missionária dos jesuítas até a formação de uma realidade ideológica mediante um estilo dramático que cultivou os contrastes da plasticidade ornamental. Um dos expoentes foi Aleijadinho (1738-1814), cuja obra em pedra-sabão foi resgatada pelos modernistas e alçada como índice antecipado de uma brasilidade, como nos revela Mário de Andrade: “Raro realista, (Aleijadinho) foi um deformador sistemático. Mas sua deformação é duma riqueza, duma liberdade de invenção absolutamente extraordinárias. Falaram que ele ignorava escultura, e principalmente ignorava anatomia... Isto, aliás, não tinha importância nenhuma, porque confundir escultura com anatomia é que é ignorância vasta”.
Mário de Andrade. Aspectos das artes plásticas no Brasil. 3.ª ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1984 (com adaptações).
A partir do texto apresentado, julgue o item a seguir.
A influência da religiosidade caracteriza a produção artística barroca, seja como estratégia de promoção da fé católica, seja como mecanismo de catequização e colonização do Novo Mundo.
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A historiografia artística brasileira indica o Barroco Colonial como um movimento cultural que estabelece diálogo confluente e simultâneo com o repertório europeu de expressões artísticas que envolvem música, dança, teatro, literatura, artes plásticas e arquitetura. Como parte do projeto colonial, o Barroco foi uma estratégia estética mais ampla, que envolveu desde a catequização missionária dos jesuítas até a formação de uma realidade ideológica mediante um estilo dramático que cultivou os contrastes da plasticidade ornamental. Um dos expoentes foi Aleijadinho (1738-1814), cuja obra em pedra-sabão foi resgatada pelos modernistas e alçada como índice antecipado de uma brasilidade, como nos revela Mário de Andrade: “Raro realista, (Aleijadinho) foi um deformador sistemático. Mas sua deformação é duma riqueza, duma liberdade de invenção absolutamente extraordinárias. Falaram que ele ignorava escultura, e principalmente ignorava anatomia... Isto, aliás, não tinha importância nenhuma, porque confundir escultura com anatomia é que é ignorância vasta”.
Mário de Andrade. Aspectos das artes plásticas no Brasil. 3.ª ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1984 (com adaptações).
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Dois importantes expoentes do Barroco Colonial brasileiro são Antônio Francisco de Lisboa e Manuel da Costa Ataíde.
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A historiografia artística brasileira indica o Barroco Colonial como um movimento cultural que estabelece diálogo confluente e simultâneo com o repertório europeu de expressões artísticas que envolvem música, dança, teatro, literatura, artes plásticas e arquitetura. Como parte do projeto colonial, o Barroco foi uma estratégia estética mais ampla, que envolveu desde a catequização missionária dos jesuítas até a formação de uma realidade ideológica mediante um estilo dramático que cultivou os contrastes da plasticidade ornamental. Um dos expoentes foi Aleijadinho (1738-1814), cuja obra em pedra-sabão foi resgatada pelos modernistas e alçada como índice antecipado de uma brasilidade, como nos revela Mário de Andrade: “Raro realista, (Aleijadinho) foi um deformador sistemático. Mas sua deformação é duma riqueza, duma liberdade de invenção absolutamente extraordinárias. Falaram que ele ignorava escultura, e principalmente ignorava anatomia... Isto, aliás, não tinha importância nenhuma, porque confundir escultura com anatomia é que é ignorância vasta”.
Mário de Andrade. Aspectos das artes plásticas no Brasil. 3.ª ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1984 (com adaptações).
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A escultura do período em questão, além de monumental, acoplada à arquitetura, também se manifesta em escala íntima, na estatuária católica de santos e figuras de presépio.
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A historiografia artística brasileira indica o Barroco Colonial como um movimento cultural que estabelece diálogo confluente e simultâneo com o repertório europeu de expressões artísticas que envolvem música, dança, teatro, literatura, artes plásticas e arquitetura. Como parte do projeto colonial, o Barroco foi uma estratégia estética mais ampla, que envolveu desde a catequização missionária dos jesuítas até a formação de uma realidade ideológica mediante um estilo dramático que cultivou os contrastes da plasticidade ornamental. Um dos expoentes foi Aleijadinho (1738-1814), cuja obra em pedra-sabão foi resgatada pelos modernistas e alçada como índice antecipado de uma brasilidade, como nos revela Mário de Andrade: “Raro realista, (Aleijadinho) foi um deformador sistemático. Mas sua deformação é duma riqueza, duma liberdade de invenção absolutamente extraordinárias. Falaram que ele ignorava escultura, e principalmente ignorava anatomia... Isto, aliás, não tinha importância nenhuma, porque confundir escultura com anatomia é que é ignorância vasta”.
Mário de Andrade. Aspectos das artes plásticas no Brasil. 3.ª ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1984 (com adaptações).
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A busca por uma identidade cultural nacional brasileira caracteriza o Modernismo paulista, o Movimento Armorial, o Tropicalismo e também o Barroco.
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A historiografia artística brasileira indica o Barroco Colonial como um movimento cultural que estabelece diálogo confluente e simultâneo com o repertório europeu de expressões artísticas que envolvem música, dança, teatro, literatura, artes plásticas e arquitetura. Como parte do projeto colonial, o Barroco foi uma estratégia estética mais ampla, que envolveu desde a catequização missionária dos jesuítas até a formação de uma realidade ideológica mediante um estilo dramático que cultivou os contrastes da plasticidade ornamental. Um dos expoentes foi Aleijadinho (1738-1814), cuja obra em pedra-sabão foi resgatada pelos modernistas e alçada como índice antecipado de uma brasilidade, como nos revela Mário de Andrade: “Raro realista, (Aleijadinho) foi um deformador sistemático. Mas sua deformação é duma riqueza, duma liberdade de invenção absolutamente extraordinárias. Falaram que ele ignorava escultura, e principalmente ignorava anatomia... Isto, aliás, não tinha importância nenhuma, porque confundir escultura com anatomia é que é ignorância vasta”.
Mário de Andrade. Aspectos das artes plásticas no Brasil. 3.ª ed. Belo Horizonte: Itatiaia, 1984 (com adaptações).
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A convergência entre mídias e linguagens artísticas é uma característica do Barroco que ainda repercute nas esculturas e pinturas acopladas à arquitetura sacra.
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O Tropicalismo é considerado um movimento cultural de ruptura com as expectativas culturais até então vigentes no cenário musical regido pela Bossa Nova e por outros novos expoentes do samba-canção. O lançamento do disco Tropicália ou Panis et Circencis, em 1968, marca a estreia em circuito nacional de Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé e Gal Costa, bem como da banda Os Mutantes e do maestro Rogério Duprat. Em entrevista concedida ao curador suíço Hans Ulrich Obrist em novembro de 2010, Tom Zé afirma que “não havia no Tropicalismo ligação com uma política partidária, mas é claro que qualquer atitude sua é política. Principalmente, quando é contra o establishment. Nós tínhamos um diretor de teatro, Augusto Boal, que morreu há poucos anos, que dizia que até quando olha para a lua você está fazendo política”. Essa perspectiva ampliada da política como um posicionamento pessoal no cotidiano imediato é característica desse momento histórico em confluência com o cenário internacional do movimento estudantil, do movimento feminista e das efervescências da Primavera de Paris.
Hans Ulrich Obrist. Entrevistas, vol. 5. Belo Horizonte: Editora Cobogó, 2011, p. 201 (com adaptações).
Considerando o texto apresentado, julgue o próximo item.
Uma das músicas-símbolo do Tropicalismo é Alegria, Alegria, presente no disco Caetano Veloso, de 1968, e que, ao afirmar “Caminhando contra o vento/Sem lenço nem documento/No sol de quase dezembro/Eu vou/(...)/Por entre fotos e nomes/Sem livro e sem fuzil/Sem fome, sem telefone/No coração do Brasil”, pode ser considerada um hino de resistência e denúncia ao momento político brasileiro.
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