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Foram encontradas 219 questões.

53003 Ano: 2006
Disciplina: Auditoria
Banca: UFRGS
Orgão: SEFAZ-RS

Conforme as Normas Brasileiras de Auditoria Independente, quando da execução de procedimentos de auditoria para a identificação de passivos não registrados e contingências, o Auditor Independente deve obter evidências para os seguintes assuntos, desde que relevantes, EXCETO

 

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53002 Ano: 2006
Disciplina: Economia
Banca: UFRGS
Orgão: SEFAZ-RS

Considere o crescimento do tamanho de governos no século XX. Assinale com 1 os itens que correspondem às explicações corretas para este crescimento e com 2 os que não correspondem às explicações corretas para este crescimento.

( ) fatores demográficos
( ) acumulação de dívida pública
( ) redução da inflação como fonte de receita
( ) aumento da renda per capita
( ) urbanização
( ) globalização
( ) aumento dos preços relativos de serviços


A seqüência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
 

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53001 Ano: 2006
Disciplina: Auditoria
Banca: UFRGS
Orgão: SEFAZ-RS

Segundo a NBC P1 - Normas Profissionais de Auditor Independente, a guarda da documentação para fins de fiscalização do exercício profissional deve ser

 

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53000 Ano: 2006
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFRGS
Orgão: SEFAZ-RS

Nos microcomputadores atuais, tem-se um recurso que permite ao sistema operacional gerenciar e executar uma quantidade de programas que ocupa um espaço maior do que a capacidade de memória física instalada. Esse recurso chama-se

 

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52999 Ano: 2006
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: UFRGS
Orgão: SEFAZ-RS

Segundo a Lei nº 101/2000, o demonstrativo do resultado primário é composto pela receita total menos a despesa total, excluindo-se para efeito de ajuste

 

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52998 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: SEFAZ-RS

A questão refere-se ao texto abaixo.

"Contra Alfred Dreyfus nenhuma acusação subsiste." Com essa declaração, a Corte francesa encerrou, em 12 de julho de 1906, um dos mais rumorosos casos judiciais da história moderna. O "affaire Dreyfus", como ficou conhecido, transformou-se num divisor de águas, numa crise de consciência de grandes proporções.

Em 1894, o capitão de artilharia Alfred Dreyfus foi acusado de passar segredos militares franceses à Embaixada alemã em Paris. Dreyfus era judeu, e a denúncia logo gerou ruidosas manifestações antisemitas. Intimidado por elas, o alto comando militar francês levou o capitão à corte marcial. As evidências eram contraditórias, para dizer o mínimo, mas mesmo assim o tribunal acabou condenando Dreyfus por alta traição. O militar foi deportado para a Ilha do Diabo, na Guiana Francesa, um lugar que, pelas terríveis condições, fazia jus ao sinistro nome, e lá ficou por quase cinco anos.

Nesse meio tempo, assumiu o novo chefe da contra-espionagem, o tenente-coronel Georges Picquard, que prosseguiu a investigação e descobriu o verdadeiro espião, o major Ferdinand Esterhazy. Os superiores de Picquard disseram que não maculariam ainda mais a imagem do Exército com um novo julgamento. Picquard protestou e foi, por sua vez, preso.

A condenação de Dreyfus desencadeou uma onda de protestos que culminaram na famosa carta aberta do escritor Émile Zola ao presidente Félix Faure, publicada em 13/01/1898 no jornal "L'Aurore", ..... que o jornalista e político Georges Clemenceau deu o título ..... qual até hoje é conhecida: "J'Accuse", eu acuso. Em setembro de 1899, o presidente da França ofereceu a Dreyfus o perdão judicial, que ele recusou. Finalmente veio a reabilitação e a indenização moral sob a forma da Legião de Honra.

Poucos eventos tiveram tamanha repercussão quanto o caso Dreyfus. De um lado, ficou ..... a força do anti-semitismo, mesmo num país culto e refinado como a França, berço de uma revolução que supostamente consagrou a liberdade, a igualdade e a fraternidade. De outra parte, diante dessa maré de intolerância, a esquerda e os liberais se deram conta ..... não poderiam ficar calados e inermes. Alguém precisava funcionar como intérprete da realidade sociopolítica e cultural, como voz da consciência.

Surgia assim o intelectual. A palavra, aparentemente, não existia antes do caso Dreyfus. Sua criação é atribuída ora a Clemenceau, ora ao direitista Maurice Barrès, que a usou para referir-se ironicamente aos signatários de um manifesto lançado em defesa de Dreyfus.

Adaptado de: SCLIAR, M. A consciência de uma nação. Folha de São Paulo. Mais! 25 de junho de 2006.

De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.

 

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52997 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: SEFAZ-RS

A questão refere-se ao texto abaixo.

Aeroporto para alienígena, sinalização de chifre de boi, multa para motorista morto no trânsito... O que explica o fato de nossos legisladores perderem tempo com leis desse nível?

Quando o assunto é lei absurda, o primeiro país que vem .......... mente são os Estados Unidos, onde já se legislou a respeito da proibição de pescar montado em uma girafa (!) ou de ser preso num domingo ou feriado de 4 de julho - curiosamente, ninguém determinou que nessas datas os delitos estariam suspensos. Mas por aqui as coisas não são muito diferentes.

O texto do "novo" Código de Trânsito (de 1998) precisou ser alterado de última hora porque um de seus artigos, o que estipulava multa aos motoristas envolvidos em acidente de trânsito que se recusassem a realizar exame de teor alcoólico, punia inclusive os mortos. Em Barra do Garças, Mato Grosso, o ex-prefeito e ex-governador do Estado Wilmar Peres de Farias (PPS) chegou a propor .......... construção de um aeroporto para discos voadores na cidade. E que tal o projeto de lei de José Filho (sem partido), quando vereador de Quixeramobim, Ceará, exigindo que caudas de animais fossem pintadas de amarelo fluorescente a fim de evitar atropelamentos? Melhor que isso só um colega de Câmara que apresentou uma emenda determinando também a "sinalização" em chifres, cascos e orelhas. Isso sem mencionar os incontáveis projetos de lei que mudam nomes de ruas, escolas, aeroportos etc., ou estipulam datas comemorativas, como o Dia do Vaqueiro, o Dia da Oração, o Dia do Karatê.

A pergunta que fica é: será que os legisladores não têm mais o que fazer? ISTOÉ Online ouviu cientistas políticos em busca desta resposta. Foram levantadas pelo menos três razões.

Uma primeira resposta possível aos projetos de lei que, no mínimo, soam estranhos é o acerto de contas do político com seu eleitorado. "O voto no Brasil é personalizado. Para conseguir se eleger, um deputado certamente estabeleceu vínculos com eleitores de determinada região, determinado grupo econômico, determinada profissão. E tem que retribuir o apoio. É a regra do jogo", afirma o cientista político Carlos Ranulfo, professor da UFMG.

Outro ponto a ser analisado é a cultura do "mostrar serviço" que se instalou no País. A opinião pública, motivada pela imprensa, criou a impressão de que legislador que não apresenta projeto é incompetente. O consultor político Murillo Aragão alerta que tal análise é superficial: "Tancredo Neves foi um dos parlamentares mais influentes da história da política brasileira e raramente fazia discurso, quase nunca apresentava projeto de lei".

David Fleischer, professor da Universidade de Brasília, acrescenta mais um ingrediente .......... receita que resulta em propostas estapafúrdias: a falta de conhecimento da Constituição, tanto por parte dos legisladores quanto por parte do eleitorado. "Em princípio , as Comissões de Constituição e Justiça do Senado e da Câmara têm assessores em direito constitucional que podem flagrar e barrar as idéias que fogem .......... Constituição. Já nas Assembléias Legislativas e Câmaras de Vereadores é mais difícil ter esse serviço, principalmente em municípios pequenos", explica.

Ao eleitor também sobra sua parcela de culpa. Afinal, não dá para acreditar em prefeito que promete aumentar o salário mínimo. É engraçado como os eleitores desqualificam os representantes e esquecem que todos eles, sem exceção, estão ali porque votamos neles.

Adaptado de: Boscoli, Cláudia Zucare. Cuidado, isso pode virar lei. Isto é, 05/07/2006. http://www.istoe.com.br.

O vocábulo , no trecho que se inicia por Já nas Assembléias Legislativas e Câmaras de Vereadores..., com eventuais ajustes de pontuação e de emprego de maiúsculas e minúsculas, poderia ser substituído, no texto, sem prejuízo da idéia, por

 

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52996 Ano: 2006
Disciplina: Informática
Banca: UFRGS
Orgão: SEFAZ-RS
Numa planilha eletrônica tipo Excel ou similares, tem-se os dados abaixo.

Enunciado 3609000-1

Na célula C2, deve-se digitar uma fórmula que calcule o percentual a que corresponde o número de questões indicado na célula B2, em relação ao total de questões. Após digitada a fórmula, a célula C2 será configurada para formato de percentual. A fórmula, que será posteriormente copiada para as células C3 até C5, através do recurso de copiar e colar, é

 

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Questão presente nas seguintes provas
52995 Ano: 2006
Disciplina: Economia
Banca: UFRGS
Orgão: SEFAZ-RS
Considere a curva de demanda (D), com ponto médio a, e a curva de oferta (O), de um bem "x", conforme a figura abaixo.

Enunciado 3608818-1

Pode-se afirmar que,

 

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Questão presente nas seguintes provas
52994 Ano: 2006
Disciplina: Economia
Banca: UFRGS
Orgão: SEFAZ-RS
No que diz respeito às parcerias público-privada, no Brasil, assinale a alternativa correta.
 

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