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Uma empresa adquiriu uma unidade pelo valor de R$ 250.000,00 e deseja uma rentabilidade sobre o empreendimento de 5% ao mês. A projeção do preço de venda de seu novo produto é de R$ 16,00 por unidade. Projetou para o mesmo produto um custo variável de R$ 9,00 por unidade e custos diretos com vendas de 20%. Os custos e despesas fixas totalizam R$ 10.300,00 por mês. Diante destas informações, o Ponto de Equilíbrio Econômico é de
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A questão refere-se ao texto abaixo.
"Bebo para esquecer e como para recordar." Com essas palavras, Pepe Carvalho explica pelo menos uma vez em cada uma de suas aventuras literárias por que bebe em excesso ou por que come tanto assim. O esquecimento e a lembrança, dois antípodas na abordagem do passado histórico, estão sempre espreitando no fundo - quando o detetive particular de Manuel Vázquez Montalbán cozinha pastel de puerros y brioche con tuetano y foie, quando prepara farcellets de col rellenos de langosta y lenguado con moras, ou simplesmente come pan amb tomat - sempre acompanhado dos vinhos apropriados. Recorrendo a diversos exemplos dos romances de Montalbán, seria possível explicar como o tema passado(I), ou seja, a tensa relação entre fixação pela História e recalque da História, se(I) liga em seus livros aos temas cozinhar, comer e experimentar.
Mas esta sua criação literária, Pepe Carvalho(II), não é o único bom garfo. O próprio autor tem tudo para se(II) autodenominar um gastrósofo: trabalhou como crítico de restaurante na década de 70, escreveu colunas, livros culinários e um ensaio intitulado Contra los gourmets (Barcelona 1990). Não se pode deixar iludir pelo título: trata-se simplesmente de uma história cultural da culinária que defende a comida tradicional (no melhor sentido) contra a cozinha degenerada, compatível com o gosto dos críticos profissionais de restaurante. Para Montalbán, a comida evidentemente não tem a ver somente com saciedade; o que lhe interessa - além dos prazeres sensoriais elementares - é a superestrutura cultural, isto é, a metafísica da comida.
Um romance de Montalbán intitulado Reflexiones de Robinson ante un bacalao (Paris 1995) trata de um bispo que sofre um naufrágio num veleiro no Caribe e acaba sendo levado com sua amada para a ilha dos sonhos, desprovido de qualquer coisa, a não ser uma caixa de bacalhau. Então o bispo fica pensando em tudo o que poderia fazer com o bacalhau, se tivesse os ingredientes certos. Citação: "O que chegou até a minha praia não foi nenhum bicho irrisório e nenhuma conserva insípida, mas a evidente prova da transubstanciação". Afinal, tanto para o bispo como para Montalbán, o preparo do bacalhau corporifica, como nenhum outro prato, o caminho elementar desde o cru até o cozido, por meio do uso correto do fogo. E, se(III) acreditarmos no antropólogo Claude Lévi-Strauss, é justamente nesta passagem do cru para o cozido que surge a cultura.
Adaptado de: BUSCHMANN, A. A metafísica do bacalhau ou os limites do bom gosto em Manuel Vázquez Montalbán. Humboldt. http://www.goethe.de. Edição 90-2005.
A seguir, são feitas afirmações sobre o emprego do vocábulo se no texto.
I. Na linha 06, o vocábulo se retoma a expressão o tema passado.
II. Na linha 08, o vocábulo se retoma Pepe Carvalho.
III. Na linha 19, o vocábulo se é utilizado para indeterminar o sujeito da oração.
Quais estão corretas?
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Em ações judiciais, a concessão de medida liminar e a concessão de tutela antecipada, referentemente a um crédito tributário em discussão, são causas,
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Considere as afirmações abaixo no que se refere ao Regulamento do ICMS (RICMS).
I. Garimpeiro é equiparado a produtor.
II. Garimpagem é o trabalho coletivo através de instrumentos rudimentares.
III. Pescador fica equiparado a produtor.
Quais estão corretas?
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A questão refere-se ao texto abaixo.
Aeroporto para alienígena, sinalização de chifre de boi, multa para motorista morto no trânsito... O que explica o fato de nossos legisladores perderem tempo com leis desse nível?
Quando o assunto é lei absurda, o primeiro país que vem .......... mente são os Estados Unidos(a), onde(a) já se legislou a respeito da proibição de pescar montado em uma girafa (!) ou de ser preso num domingo ou feriado de 4 de julho - curiosamente, ninguém determinou que nessas datas os delitos estariam suspensos. Mas por aqui as coisas não são muito diferentes.
O texto do "novo" Código de Trânsito (de 1998) precisou ser alterado de última hora porque um de seus artigos(b), o que(b) estipulava multa aos motoristas envolvidos em acidente de trânsito que se recusassem a realizar exame de teor alcoólico, punia inclusive os mortos. Em Barra do Garças, Mato Grosso, o ex-prefeito e ex-governador do Estado Wilmar Peres de Farias (PPS) chegou a propor .......... construção de um aeroporto para discos voadores na cidade. E que tal o projeto de lei de José Filho (sem partido), quando vereador de Quixeramobim, Ceará, exigindo que caudas de animais fossem pintadas de amarelo fluorescente a fim de evitar atropelamentos? Melhor que isso só um colega de Câmara que apresentou uma emenda determinando também a "sinalização" em chifres, cascos e orelhas. Isso sem mencionar os incontáveis projetos de lei que mudam nomes de ruas, escolas, aeroportos etc., ou estipulam datas comemorativas, como o Dia do Vaqueiro, o Dia da Oração, o Dia do Karatê.
A pergunta que fica é: será que os legisladores não têm mais o que fazer? ISTOÉ Online ouviu cientistas políticos em busca desta resposta. Foram levantadas pelo menos três razões.
Uma primeira resposta possível aos projetos de lei que, no mínimo, soam estranhos é o acerto de contas do político(c) com seu(c) eleitorado. "O voto no Brasil é personalizado. Para conseguir se eleger, um deputado certamente estabeleceu vínculos com eleitores de determinada região, determinado grupo econômico, determinada profissão. E tem que retribuir o apoio. É a regra do jogo", afirma o cientista político Carlos Ranulfo, professor da UFMG.
Outro ponto a ser analisado é a cultura do "mostrar serviço"(d) que se(d) instalou no País. A opinião pública, motivada pela imprensa, criou a impressão de que legislador que não apresenta projeto é incompetente. O consultor político Murillo Aragão alerta que tal análise é superficial: "Tancredo Neves foi um dos parlamentares mais influentes da história da política brasileira e raramente fazia discurso, quase nunca apresentava projeto de lei".
David Fleischer, professor da Universidade de Brasília, acrescenta mais um ingrediente .......... receita que resulta em propostas estapafúrdias: a falta de conhecimento da Constituição, tanto por parte dos legisladores quanto por parte do eleitorado. "Em princípio , as Comissões de Constituição e Justiça do Senado e da Câmara têm assessores em direito constitucional que podem flagrar e barrar as idéias que fogem .......... Constituição. Já nas Assembléias Legislativas e Câmaras de Vereadores é mais difícil ter esse serviço, principalmente em municípios pequenos", explica.
Ao eleitor também sobra sua parcela de culpa. Afinal, não dá para acreditar em prefeito que promete aumentar o salário mínimo. É engraçado como os eleitores(e) desqualificam os representantes e esquecem que todos eles(e), sem exceção, estão ali porque votamos neles.
Adaptado de: Boscoli, Cláudia Zucare. Cuidado, isso pode virar lei. Isto é, 05/07/2006. http://www.istoe.com.br.
Assinale a alternativa em que a associação entre os vocábulos e expressões do texto e os elementos a que eles se referem está INCORRETA.
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A questão refere-se ao texto abaixo.
"Bebo para esquecer e como para recordar." Com essas palavras, Pepe Carvalho explica pelo menos uma vez em cada uma de suas aventuras literárias por que bebe em excesso ou por que come tanto assim. O esquecimento e a lembrança, dois antípodas na abordagem do passado histórico, estão sempre espreitando no fundo - quando o detetive particular de Manuel Vázquez Montalbán cozinha pastel de puerros y brioche con tuetano y foie, quando prepara farcellets de col rellenos de langosta y lenguado con moras, ou simplesmente come pan amb tomat - sempre acompanhado dos vinhos apropriados. Recorrendo a diversos exemplos dos romances de Montalbán, seria possível explicar como o tema passado, ou seja, a tensa relação entre fixação pela História e recalque da História, se liga em seus livros aos temas cozinhar, comer e experimentar.
Mas esta sua criação literária, Pepe Carvalho, não é o único bom garfo. O próprio autor tem tudo para se autodenominar um gastrósofo: trabalhou como crítico de restaurante na década de 70, escreveu colunas, livros culinários e um ensaio intitulado Contra los gourmets (Barcelona 1990). Não se pode deixar iludir pelo título: trata-se simplesmente de uma história cultural da culinária que defende a comida tradicional (no melhor sentido) contra a cozinha degenerada, compatível com o gosto dos críticos profissionais de restaurante. Para Montalbán, a comida evidentemente não tem a ver somente com saciedade; o que lhe interessa - além dos prazeres sensoriais elementares - é a superestrutura cultural, isto é, a metafísica da comida.
Um romance de Montalbán intitulado Reflexiones de Robinson ante un bacalao (Paris 1995) trata de um bispo que sofre um naufrágio num veleiro no Caribe e acaba sendo levado com sua amada para a ilha dos sonhos, desprovido de qualquer coisa, a não ser uma caixa de bacalhau. Então o bispo fica pensando em tudo o que poderia fazer com o bacalhau, se tivesse os ingredientes certos. Citação: "O que chegou até a minha praia não foi nenhum bicho irrisório e nenhuma conserva insípida, mas a evidente prova da transubstanciação". Afinal, tanto para o bispo como para Montalbán, o preparo do bacalhau corporifica, como nenhum outro prato, o caminho elementar desde o cru até o cozido, por meio do uso correto do fogo. E, se acreditarmos no antropólogo Claude Lévi-Strauss, é justamente nesta passagem do cru para o cozido que surge a cultura.
Adaptado de: BUSCHMANN, A. A metafísica do bacalhau ou os limites do bom gosto em Manuel Vázquez Montalbán. Humboldt. http://www.goethe.de. Edição 90-2005.
Eliminando-se os dois-pontos do trecho Não se pode deixar iludir pelo título: trata-se simplesmente de uma história cultural da culinária, este poderia ser reescrito como
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O princípio de que "são Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário", significa hoje, principalmente, que
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Com relação à Ação Popular, considere as afirmações abaixo.
I. Dentre as causas de nulidade de atos, estão o desvio de finalidade, a incompetência, a inexistência dos motivos e o vício de forma.
II. O cidadão não tem legitimidade ativa para propor a ação.
III. Não poderá ser proposta contra pessoas jurídicas com personalidade jurídica de direito privado.
IV. Não é cabível a suspensão liminar do ato impugnado, por força da presunção de legalidade.
Quais estão corretas?
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Com relação à Administração Direta, considere as afirmações abaixo.
I. A Administração Direta está integrada na estrutura administrativa do Poder Executivo em âmbito Federal, Estadual e Municipal.
II. Os Ministérios e as Secretarias Estaduais e Municipais têm personalidade jurídica própria.
III. Por regime de Descentralização Administrativa, entende-se a política de repartição de funções em vários órgãos despersonalizados.
Quais estão corretas?
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