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Foram encontradas 259 questões.

2245261 Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CONSULPAM
Orgão: SERCOMTEL
Segundo a legislação trabalhista as empresas também devem criar uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) que tem como outras atribuições além da organização da SIPAT, desenvolver ações para a prevenção de acidentes e doenças, preservando a saúde dos trabalhadores. Esta comissão é constituída por representantes do empregador e dos empregados. Sobre a SIPAT é INCORRETO afirmar que:
 

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2245260 Ano: 2015
Disciplina: Arquitetura
Banca: CONSULPAM
Orgão: SERCOMTEL
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Para trabalhar com um estudo do meio em um determinado bairro da cidade, o arquiteto e urbanista deverá utilizar-se de uma planta da cidade:
 

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2245259 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CONSULPAM
Orgão: SERCOMTEL
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Em se tratando de Balanço Patrimonial é INCORRETO afirmar que:
 

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2245258 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CONSULPAM
Orgão: SERCOMTEL
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Selecione a opção em que o período composto por coordenação “Acreditam falar, nem percebem que guincham” seja assindético, sem prejuízo ao sentido do enunciado.
 

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2245257 Ano: 2015
Disciplina: Arquitetura
Banca: CONSULPAM
Orgão: SERCOMTEL
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Em um mapa, a distancia entre dois pontos é de 4 cm e a distancia real é de 4 km. Esse mapa é representado na seguinte escala numérica:
 

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2245255 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CONSULPAM
Orgão: SERCOMTEL
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Chegada de imigrantes ilegais à Europa triplica em 2015
A mais recente onda de imigração irregular demonstra que a Europa enfrenta um desafio sem precedentes. Quase 57.300 imigrantes ilegais chegaram à Europa no primeiro trimestre de 2015. Esse número representa praticamente o triplo do mesmo período de 2014, ano em que foram quebrados todos os recordes, inclusive os atingidos durante as primaveras árabes. Os números frios da agência europeia de controle de fronteiras externas (Frontex) confirmam que a UE enfrenta um emaranhado de problemas entrelaçados: a onda de conflitos no Oriente Médio (em especial o caos na Líbia), a pressão demográfica na África, a crescente capacidade da indústria dos traficantes de pessoas, a emigração econômica procedente dos Balcãs e as próprias dificuldades da UE para administrar de forma homogênea suas fronteiras se sobrepõem para gerar números de pesadelo.
Por trás de cada um desses números, há uma história pessoal que desmente o rótulo banal dos chamados sem papéis: um refugiado sírio, uma família foragida da guerra no Iraque; um jovem do Chade que atravessa o chamado vale das gazelas até chegar à Líbia com a intenção de encontrar um bilhete para o continente rico, onde estejam mais próximos das oportunidades que não têm em seu país.
No ano passado, mais de 3.200 homens, mulheres e crianças perderam a vida ao tentar cruzar o Mediterrâneo para a Europa. Essas mortes, no entanto, não reduziram a maré humana que foge da violência dos países em conflito, ou da falta de oportunidades na África subsaariana. A Europa continua empenhada em encarar um problema humanitário – em grande parte uma crise de refugiados, salvo nos Balcãs — com uma resposta meramente policial. Sem ambição para deter essa sangria na origem, os tampões que Síria e Líbia representavam até agora foram pelos ares e deixam um panorama carregado de incertezas.
Os avanços, onde há, são tímidos. E as ameaças se multiplicam. A ascensão de partidos contra a imigração se espalha pela Europa rica (Reino Unido, França e Alemanha) e, inclusive, na periferia. A Bulgária pretende construir um muro de mais de 150 quilômetros de extensão para conter a imigração procedente da Turquia. Berlim e Londres estudam medidas para mitigar o chamado turismo de bem-estar, apesar de não existirem dados que respaldem que a imigração abusa dos serviços sociais. E assim ad infinitum.
Os líderes políticos custam a fornecer mais meios; em muitos casos, porque acreditam que a existência de barcos que na prática vão salvar vidas provoca um efeito chamativo nas máfias e nos próprios imigrantes, o que eleva a magnitude do problema. Em outros – os países nórdicos e a Alemanha — porque consideram que já sofrem sua própria pressão ao receberem mais pedidos de asilo.
A segunda via é uma mudança na política migratória do bloco comunitário. Bruxelas pretende ampliar os canais legais para se entrar no continente: acredita que isso vai dissuadir muitos a adotar a via desesperada de se lançar ao mar em busca da costa europeia. Também porque, em longo prazo, os problemas demográficos da Europa farão com que precise de trabalhadores. Mas, com a crise ainda cicatrizando, as capitais não querem nem ouvir falar disso.
(Extraído e adaptado de El Pais, 18 de abril de 2015.)
A expressão UE:
 

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2245254 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CONSULPAM
Orgão: SERCOMTEL
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Administração Pública é a atividade desenvolvida pelo Estado ou seus delegados, sob o regime de Direito Público, destinada a atender de modo direto e imediato, necessidades concretas da coletividade. É todo o aparelhamento do Estado para a prestação dos serviços públicos, para a gestão dos bens públicos e dos interesses da comunidade. Analise os itens abaixo sobre as características da Administração Pública:
I- Praticar atos tão somente de execução – estes atos são denominados atos administrativos; quem pratica estes atos são os órgãos e seus agentes, que são sempre públicos.
II- Exercer atividade politicamente neutra - sua atividade é vinculada à Lei e não à Política.
III- Praticar atos com responsabilidade técnica e legal – busca a perfeição técnica de seus atos, que devem ser tecnicamente perfeitos e segundo os preceitos legais.
IV- Caráter instrumental – a Administração Pública é um instrumento para o Estado conseguir seus objetivos. A Administração serve ao Estado.
Analisados os itens acima, é CORRETO afirmar que:
 

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2245253 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: CONSULPAM
Orgão: SERCOMTEL
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Qual dos itens abaixo lista um dado que não pode ser eliminado pela opção limpar dados de navegação no Google Chrome?
 

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2245252 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CONSULPAM
Orgão: SERCOMTEL
Texto 1
Homossexualidade e homofobia na escola: como lidar?
A pesquisa “Juventudes e Sexualidade no Brasil”, publicada pela UNESCO em 2004, mostra que 39,6% dos meninos não gostariam de ter um colega de classe homossexual. É hora de falar do assunto nas salas de aula.
“Homossexualidade é o mais difícil tema relacionado à sexualidade”, diz Mônica Marques Ribeiro, professora de Biologia da Escola Estadual Ary Corrêa (de Ourinhos, São Paulo), que há dez anos aborda a sexualidade nas salas de aula. A abordagem do assunto nas escolas pode até deixar alguns pais receosos, mas é necessário entender que é importante que o respeito às diferenças esteja presente no currículo. Informar é o primeiro passo para a quebra do preconceito.
Muitas pessoas, por exemplo, partem do pressuposto de que a bissexualidade e a homossexualidade são desvios de caráter, uma doença ou ainda algo contagioso. “A psicologia já demonstrou que ninguém sabe explicar cientificamente por que as pessoas são heterossexuais, bissexuais ou homossexuais. Há fatores biológicos, psicológicos e sociais, mas é impossível determinar uma única causa”, explica Lula Ramires, mestre em Educação pela USP. “Em uma sociedade como a nossa, qualquer um que saia da norma heterossexual é imediatamente tratado com descaso, desprezo, humilhação e até com violência física. É isso o que chamamos de homofobia”, explica Ramires, que também é coordenador do Corsa (Cidadania, Orgulho, Respeito, Solidariedade e Amor de defesa dos direitos LGBT – Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis).
Para evitar o constrangimento, assédio ou bullying por parte dos estudantes, a família e a escola podem – e devem – falar aos jovens sobre a necessidade de respeitar as diferenças e de refletir sobre como quem não tem o “comportamento padrão” imposto pela sociedade sofre muito. Falar dos diferentes tipos de orientação sexual (atração afetiva pelo mesmo sexo ou identificação física e psicológica com o sexo oposto) no ambiente escolar faz parte disso, embora não seja fácil.
Recentemente, o Ministério da Educação envolveu-se em uma polêmica ao anunciar a distribuição de um kit anti-homofobia nas escolas. Contendo vídeos e material de apoio aos professores, o material foi amplamente criticado pela bancada evangélica da Câmara dos Deputados. A ideia agora é reformular o kit, para que ele combata também outros preconceitos.
A homossexualidade, portanto, é uma questão que deve ser debatida na escola.
Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/importante-falarsexo-escolas-629611.shtml Acesso em 13 de julho de 2015 (com adaptações).
Define-se CORRETAMENTE, conforme o texto, o termo ou expressão destacada no item:
 

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2245251 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: CONSULPAM
Orgão: SERCOMTEL
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Cada aparelho que utiliza a eletricidade para funcionar, como por exemplo, o computador de onde você lê esse texto, consome uma quantidade de energia elétrica. Para calcular este consumo basta sabermos a potência do aparelho e o tempo de utilização dele. Das alternativas a seguir, marque a CORRETA.
 

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