Em relação ao diagnóstico de pacientes com suspeita de infarto
agudo do miocárdio, julgue os itens subsequentes.
A dosagem de marcadores bioquímicos fornece informações
prognósticas, pois existe associação direta entre a elevação dos
marcadores séricos e o risco de eventos cardíacos.
Em relação ao diagnóstico de pacientes com suspeita de infarto
agudo do miocárdio, julgue os itens subsequentes.
A dosagem de marcadores bioquímicos como a troponina T e
a troponina C tem sido útil para confirmar o diagnóstico de
infarto em pacientes com quadro sugestivo de síndrome
coronária aguda e o diagnóstico de infarto do miocárdio não
estabelecido.
Em relação ao diagnóstico de pacientes com suspeita de infarto
agudo do miocárdio, julgue os itens subsequentes.
A presença de retificação recente do segmento ST ou de
infradesnivelo recente do segmento ST de 0,05 mV ou mais,
em duas derivações contíguas, caracteriza alteração
eletrocardiográfica do infarto agudo do miocárdio sem
supradesnivelo desse segmento.
Com base na terceira definição universal do infarto do miocárdio,
julgue os itens a seguir.
Pacientes com morte cardíaca e sintomas sugestivos de
isquemia miocárdica acompanhados de alterações
eletrocardiográficas ou provável bloqueio do ramo esquerdo
recente, sem tempo de realizar dosagem de marcadores
cardíacos, são classificados como pacientes com infarto do
miocárdio tipo 3.
Com base na terceira definição universal do infarto do miocárdio,
julgue os itens a seguir.
O infarto do miocárdio tipo 2 ocorre quando outro fator que
não a doença arterial coronária contribui para o desequilíbrio
entre a oferta de oxigênio e o consumo miocárdio, como na
presença de espasmo coronário.
Um paciente com quadro de infarto agudo do miocárdio,
apresentando crises de taquicardia ventricular não sustentada e
baixa fração de ejeção, necessita de realização de estratificação de
risco de morte súbita.
Acerca do caso clínico descrito, julgue os itens subsequentes.
Nesse caso, há a indicação da realização do estudo
eletrofisiológico diagnóstico para a identificação de provável
foco de taquicardia.
Um paciente com quadro de infarto agudo do miocárdio,
apresentando crises de taquicardia ventricular não sustentada e
baixa fração de ejeção, necessita de realização de estratificação de
risco de morte súbita.
Acerca do caso clínico descrito, julgue os itens subsequentes.
A estratificação do risco de morte súbita nesse paciente é feita
mediante a realização do teste de esforço, que avaliará a
intolerância ao exercício com a presença de zona de isquemia
transitória, e mediante ecocardiograma com a identificação de
alteração da contratilidade segmentar.
Um paciente de sessenta e sete anos de idade foi admitido
em um hospital com quadro de infarto agudo do miocárdio e, na
evolução tardia, apresentou disfunção ventricular esquerda, com
fração de ejeção de ventrículo esquerdo de 32%, além de alterações
importantes e complexas do ritmo cardíaco ao Holter de vinte e
quatro horas.
No que tange a esse caso clínico, julgue o item a seguir.
O quadro e as alterações complexas indicam que esse paciente
pode estar desenvolvendo taquicardia ventricular, necessitando
de intervenção rápida no tratamento.