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A partir da década de 1980, observamos um recrudescimento da tuberculose mundialmente. Parte desse ressurgimento deveu-se à emergência da infecção do vírus da imunodeficiência humana e ampliação da miséria no mundo.
Com relação a esse problema de saúde pública mundial, assinale a alternativa INCORRETA.
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A resistência bacteriana aos antibióticos tem-se tornado uma grande desavio para os médicos no controle e tratamento de infecções hospitalares e até comunitárias.
Para a prescrição de um antibiótico para tratamento de qualquer infecção, deve-se levar em consideração as alternativas abaixo, EXCETO:
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Uma criança de 7 anos estava brincando de futebol com os coleguinhas quando um cachorro começou a brincar com a bola. Ao tentar afastar o cachorro e pegar a bola, a criança foi violentamente atacada pelo cachorro, sofrendo vários arranhões e mordidas no rosto, mãos e na perna direita. Os responsáveis pelas crianças partiram para cima do animal com pedaços de pau e pedras, infligindo vários golpes que resultaram na morte do cachorro. A criança foi levada ao serviço de emergência onde foi realizada a limpeza das lesões, aplicação de antibiótico e indicada a profilaxia para raiva. Neste caso, está indicado fazer:
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Uma cidadã, 27 anos, diabética, em tratamento para leucemia, procura ajuda no posto de saúde de sua comunidade para realizar curativo de um ferimento em seu pé e perna direita após se submeter à cirurgia para fratura na perna. A paciente havia sofrido um acidente de moto há 3 dias, o que lhe provocou ferimentos profundos no pé direito e mãos, que necessitaram de sutura, e a fratura na perna direita. Ao avaliar as feridas, a enfermeira observa que as feridas não apresentam sinais de infecção e que haviam sido colocados pinos de fixação na perna direita. Questionada sobre o seu histórico vacinal, a paciente informa que tomou todas as vacinas até os 14 anos, não se lembrando de ser imunizada após essa data.
Com base neste caso, qual a melhor indicação em relação à profilaxia de tétano entre as alternativas abaixo?
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Leia o caso abaixo e responda as questões de 04, 05 e 06
Uma paciente do sexo feminino, 27 anos, é admitida no serviço de emergência, com quadro de diarreia aquosa há mais de 30 dias, que piorou na última semana com maior número de evacuações e raios de sangue. Associada a esse quadro, teve perda de peso de mais de 20kg, febre intermitente e há uma semana quadro de tosse seca com dispneia progressiva. Ao exame, estava desidratada, hipocorada, taquipneica e com pulsos filiformes. Aparelho cardiovascular com ritmo regular, frequência cardíaca de 136 bpm, PA: 80 x 40 mmHg. Ausculta pulmonar não apresentava ruídos adventícios ou diminuição de murmúrio vesicular, mas tinha frequência respiratória de 32 ipm. O abdome estava escavado, doloroso difusamente, RHA hiperativos. A cavidade oral apresentava a mucosa oral e dorso de língua recobertos com placas esbranquiçadas e algumas exulcerações em palato duro.
Foram realizados alguns exames que mostraram: Leucograma com 1.230 leucócitos (87% neutrófilos, 11% de monócitos e 3% de linfócitos; Hb: 6,2 g/dl; plaquetas de 53.000; ureia de 98 mg/dl; creatinina de 2,3 mg/dl; AST: 158 U/L; ALT: 97 U/L; Fosfatase alcalina de 395 U/L; amilase: 310 U/L; pH: 7,12, pCO2: 27mmHg; pO2: 68mmHg; HCO3: 7,2 mEq/L; SatO2: 81%; lactato: 3,8 mmol/L. Teste rápido para COVID reagente. Teste rápido para HIV reagente. Radiografia de tórax mostrava infiltrado reticular difuso bilateralmente, mais pronunciado em região perihilar, com algumas confluências em terço médio de ambos os pulmões.
Considerando o quadro clínico apresentado pela paciente e os prováveis diagnósticos, qual a melhor conduta a ser tomada?
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Leia o caso abaixo e responda as questões de 04, 05 e 06
Uma paciente do sexo feminino, 27 anos, é admitida no serviço de emergência, com quadro de diarreia aquosa há mais de 30 dias, que piorou na última semana com maior número de evacuações e raios de sangue. Associada a esse quadro, teve perda de peso de mais de 20kg, febre intermitente e há uma semana quadro de tosse seca com dispneia progressiva. Ao exame, estava desidratada, hipocorada, taquipneica e com pulsos filiformes. Aparelho cardiovascular com ritmo regular, frequência cardíaca de 136 bpm, PA: 80 x 40 mmHg. Ausculta pulmonar não apresentava ruídos adventícios ou diminuição de murmúrio vesicular, mas tinha frequência respiratória de 32 ipm. O abdome estava escavado, doloroso difusamente, RHA hiperativos. A cavidade oral apresentava a mucosa oral e dorso de língua recobertos com placas esbranquiçadas e algumas exulcerações em palato duro.
Foram realizados alguns exames que mostraram: Leucograma com 1.230 leucócitos (87% neutrófilos, 11% de monócitos e 3% de linfócitos; Hb: 6,2 g/dl; plaquetas de 53.000; ureia de 98 mg/dl; creatinina de 2,3 mg/dl; AST: 158 U/L; ALT: 97 U/L; Fosfatase alcalina de 395 U/L; amilase: 310 U/L; pH: 7,12, pCO2: 27mmHg; pO2: 68mmHg; HCO3: 7,2 mEq/L; SatO2: 81%; lactato: 3,8 mmol/L. Teste rápido para COVID reagente. Teste rápido para HIV reagente. Radiografia de tórax mostrava infiltrado reticular difuso bilateralmente, mais pronunciado em região perihilar, com algumas confluências em terço médio de ambos os pulmões.
Os diagnósticos mais prováveis para a paciente em questão seriam:
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Leia o caso abaixo e responda as questões de 04, 05 e 06
Uma paciente do sexo feminino, 27 anos, é admitida no serviço de emergência, com quadro de diarreia aquosa há mais de 30 dias, que piorou na última semana com maior número de evacuações e raios de sangue. Associada a esse quadro, teve perda de peso de mais de 20kg, febre intermitente e há uma semana quadro de tosse seca com dispneia progressiva. Ao exame, estava desidratada, hipocorada, taquipneica e com pulsos filiformes. Aparelho cardiovascular com ritmo regular, frequência cardíaca de 136 bpm, PA: 80 x 40 mmHg. Ausculta pulmonar não apresentava ruídos adventícios ou diminuição de murmúrio vesicular, mas tinha frequência respiratória de 32 ipm. O abdome estava escavado, doloroso difusamente, RHA hiperativos. A cavidade oral apresentava a mucosa oral e dorso de língua recobertos com placas esbranquiçadas e algumas exulcerações em palato duro.
Foram realizados alguns exames que mostraram: Leucograma com 1.230 leucócitos (87% neutrófilos, 11% de monócitos e 3% de linfócitos; Hb: 6,2 g/dl; plaquetas de 53.000; ureia de 98 mg/dl; creatinina de 2,3 mg/dl; AST: 158 U/L; ALT: 97 U/L; Fosfatase alcalina de 395 U/L; amilase: 310 U/L; pH: 7,12, pCO2: 27mmHg; pO2: 68mmHg; HCO3: 7,2 mEq/L; SatO2: 81%; lactato: 3,8 mmol/L. Teste rápido para COVID reagente. Teste rápido para HIV reagente. Radiografia de tórax mostrava infiltrado reticular difuso bilateralmente, mais pronunciado em região perihilar, com algumas confluências em terço médio de ambos os pulmões.
Diante do quadro acima, considerando as recomendações de cuidados e precauções para pessoas com exame positivo para COVID-19, até 31 de agosto de 2023, é CORRETO afirmar que
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Considerando as doenças oportunistas na população infectada pelo HIV, observe as afirmativas abaixo:
I. Lesão cutânea ou mucosa com mais de 2 semanas de evolução, hepatomegalia ou esplenomegalia associada ou não à febre e citopenias indicam situações em que a infecção por Leishmania deve ser investigada.
II. Os exames sorológicos (imunocromatografia, Elisa e teste de aglutinação direta – DAT) devem ser priorizados para o diagnóstico na população infectada com HIV com contagem de células CD4 menores que 350 céls/mm3.
III. A reativação da infecção pelo Trypanosoma cruzi na população HIV positiva tem sido descrita com acometimento do sistema nervoso central (SNC), sendo a neurotoxoplasmose e tumores do SNC os principais diagnósticos diferenciais.
IV. O principal parâmetro para orientar a introdução e a suspensão da profilaxia nas infecções oportunistas é a contagem de LT-CD4+ e a carga viral detectável.
Estão CORRETAS
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Uma mulher, 49 anos, se apresenta ao serviço médico com queixas de que há 02 meses apareceu lesão papulonodular em sua face, próximo ao olho esquerdo que evoluiu para uma ulceração com secreção amarelada, indolor. Além dessa lesão, apareceu cerca de 2 semanas após, lesões em membro inferior esquerdo contíguas, ascendentes, algumas ulceradas e outras nodulares com base hiperemiada. Na investigação do caso, foi constatado que seu filho apresentava, também, lesão semelhante em mão e antebraço esquerdo há cerca de 3 semanas e que vinha sendo tratada como impetigo, mas sem resposta ao tratamento. Mãe e filho tinham hábitos de vida saudáveis, vacinação em dia, negavam uso de medicação ou viagem recente. Moravam em área urbana, em casa própria e criavam 2 gatos, um cachorro e um papagaio. Foi optado por realizar biópsia da lesão do membro inferior da mãe e a cultura com micromorfologia da secreção da lesão da face que mostraram respectivamente: granuloma supurativo e fungo em parasitismo; e hifas hialinas delicadas, septadas, ramificadas e conídios ovalados ou arredondados em arranjo de “margarida”, na extremidade de conidióforo.
O diagnóstico mais provável para esse caso seria infecção por
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Um paciente de 57 anos, portador de infecção por HIV há mais de 9 anos, em uso regular de antirretrovirais e com a infecção sob controle (carga viral indetectável e CD4 de 390 céls/mm3), chega ao serviço de emergência com queixas de tosse produtiva, febre alta e dor torácica há 2 semanas. Nos últimos 5 dias, piorou do quadro com dispneia aos pequenos esforços e astenia intensa. Exames realizados mostraram: radiografia de tórax com imagem hipotransparente em todo hemitórax esquerdo; leucograma de 16.800 (82% segmentados, 3% eosinófilos, 10% linfócitos e 5% monócitos); Ureia de 89 mg/dl; creatinina de 1.7 mg/dl; potássio de 4,8 mEq/l; AST: 92 U/L; ALT: 104 U/L.
Diante do quadro acima, qual a hipótese diagnóstica mais provável e quais os exames complementares a serem realizados?
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