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Num torneio de futebol, Janjão fez dois gols a mais que Chucrute, que fez metade dos gols marcados por Lambreta, o artilheiro do time. Além desses três jogadores, outros quatro jogadores do time marcaram um gol cada. No total, o time fez 42 gols. O número de gols marcados por Janjão é então:
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Se !$ \text{x}=-\dfrac{1}{3} !$, y = -0,5 e z = -0,03, então:
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O resultado de !$ \dfrac{0,02}{0,5}\div\dfrac{0,001}{3} !$ é:
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O mínimo múltiplo comum entre 640, 3675 e 54.900 pode ser escrito como:
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O resultado de !$ 2+\left(-3\right)\times\dfrac{2}{5}-2-\dfrac{3}{5}\times\dfrac{25}{9} !$ é:
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TEXTO – UM PAÍS DE SAÚDE ABALADA
Nelson Senise
Com o desassombro dos que repudiam as meias-verdades, o Dr. Jayme Landmamn põe a mão na ferida ao afirmar, logo na introdução do seu livro, que “o sistema de saúde que vigora no Brasil está completamente ultrapassado”. Partindo dessa premissa, que é pura constatação de uma realidade contundente, vai o doutor expondo aos olhos dos que de fato querem ver o que está acontecendo no país um vasto painel das causas do impasse a que chegamos no setor da previdência social e da assistência médica.
Para Landmamn, um dos principais fatores das distorções ora evidenciadas na política nacional de saúde é o desequilíbrio entre as necessidades, sempre crescentes, da massa que clama por assistência médica adequada, e a oferta, nos grandes centros, de uma medicina altamente sofisticada, requintada e elitista.
Citando nominalmente as cidades do Rio e de São Paulo, diz o autor que aí “é enorme o número de serviços privados que realizam cineangiocardiografias, o número de exames é crescente e o custo é quase todo pago pelo INSS”. Esses serviços, entretanto, na opinião de Landmamn, “pouco funcionam”. O mesmo pode ser dito – ele acrescenta – em relação ao procedimento, hoje tecnicamente questionável, das pontes de safena, para tratamento da insuficiência coronariana.
Há uma preocupação constante no livro com o desperdício absurdo de verbas que afinal não é bem o governo quem paga, como afirma o autor, mas sim os contribuintes, já que são os trabalhadores os verdadeiros sustentáculos da Previdência. As pontes de safena, de acordo com os dados fornecidos pelo Dr. Landmamn, representam 1% dos serviços cirúrgicos realizados, situação essa que se configura muito grave se acatarmos a tese de Benchimol, encampada pelo autor, de que a melhora obtida pelos pacientes submetidos a esse tratamento se deve a fatores puramente psicológicos.
Mas as operações de safena são apenas um aspecto desse imenso panorama de incongruências e contrastes que caracterizam a assistência médico-hospitalar no Brasil de hoje.
Pela leitura realizada, você diria que o autor do texto:
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TEXTO – UM PAÍS DE SAÚDE ABALADA
Nelson Senise
Com o desassombro dos que repudiam as meias-verdades, o Dr. Jayme Landmamn põe a mão na ferida ao afirmar, logo na introdução do seu livro, que “o sistema de saúde que vigora no Brasil está completamente ultrapassado”. Partindo dessa premissa, que é pura constatação de uma realidade contundente, vai o doutor expondo aos olhos dos que de fato querem ver o que está acontecendo no país um vasto painel das causas do impasse a que chegamos no setor da previdência social e da assistência médica.
Para Landmamn, um dos principais fatores das distorções ora evidenciadas na política nacional de saúde é o desequilíbrio entre as necessidades, sempre crescentes, da massa que clama por assistência médica adequada, e a oferta, nos grandes centros, de uma medicina altamente sofisticada, requintada e elitista.
Citando nominalmente as cidades do Rio e de São Paulo, diz o autor que aí “é enorme o número de serviços privados que realizam cineangiocardiografias, o número de exames é crescente e o custo é quase todo pago pelo INSS”. Esses serviços, entretanto, na opinião de Landmamn, “pouco funcionam”. O mesmo pode ser dito – ele acrescenta – em relação ao procedimento, hoje tecnicamente questionável, das pontes de safena, para tratamento da insuficiência coronariana.
Há uma preocupação constante no livro com o desperdício absurdo de verbas que afinal não é bem o governo quem paga, como afirma o autor, mas sim os contribuintes, já que são os trabalhadores os verdadeiros sustentáculos da Previdência. As pontes de safena, de acordo com os dados fornecidos pelo Dr. Landmamn, representam 1% dos serviços cirúrgicos realizados, situação essa que se configura muito grave se acatarmos a tese de Benchimol, encampada pelo autor, de que a melhora obtida pelos pacientes submetidos a esse tratamento se deve a fatores puramente psicológicos.
Mas as operações de safena são apenas um aspecto desse imenso panorama de incongruências e contrastes que caracterizam a assistência médico-hospitalar no Brasil de hoje.
“se acatarmos a tese de Benchimol”; o verbo “acatar”, nesse segmento do texto, equivale ao verbo:
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TEXTO – UM PAÍS DE SAÚDE ABALADA
Nelson Senise
Com o desassombro dos que repudiam as meias-verdades, o Dr. Jayme Landmamn põe a mão na ferida ao afirmar, logo na introdução do seu livro, que “o sistema de saúde que vigora no Brasil está completamente ultrapassado”. Partindo dessa premissa, que é pura constatação de uma realidade contundente, vai o doutor expondo aos olhos dos que de fato querem ver o que está acontecendo no país um vasto painel das causas do impasse a que chegamos no setor da previdência social e da assistência médica.
Para Landmamn, um dos principais fatores das distorções ora evidenciadas na política nacional de saúde é o desequilíbrio entre as necessidades, sempre crescentes, da massa que clama por assistência médica adequada, e a oferta, nos grandes centros, de uma medicina altamente sofisticada, requintada e elitista.
Citando nominalmente as cidades do Rio e de São Paulo, diz o autor que aí “é enorme o número de serviços privados que realizam cineangiocardiografias, o número de exames é crescente e o custo é quase todo pago pelo INSS”. Esses serviços, entretanto, na opinião de Landmamn, “pouco funcionam”. O mesmo pode ser dito – ele acrescenta – em relação ao procedimento, hoje tecnicamente questionável, das pontes de safena, para tratamento da insuficiência coronariana.
Há uma preocupação constante no livro com o desperdício absurdo de verbas que afinal não é bem o governo quem paga, como afirma o autor, mas sim os contribuintes, já que são os trabalhadores os verdadeiros sustentáculos da Previdência. As pontes de safena, de acordo com os dados fornecidos pelo Dr. Landmamn, representam 1% dos serviços cirúrgicos realizados, situação essa que se configura muito grave se acatarmos a tese de Benchimol, encampada pelo autor, de que a melhora obtida pelos pacientes submetidos a esse tratamento se deve a fatores puramente psicológicos.
Mas as operações de safena são apenas um aspecto desse imenso panorama de incongruências e contrastes que caracterizam a assistência médico-hospitalar no Brasil de hoje.
A alternativa em que a relação verbo / substantivo está ERRADA é:
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TEXTO – UM PAÍS DE SAÚDE ABALADA
Nelson Senise
Com o desassombro dos que repudiam as meias-verdades, o Dr. Jayme Landmamn põe a mão na ferida ao afirmar, logo na introdução do seu livro, que “o sistema de saúde que vigora no Brasil está completamente ultrapassado”. Partindo dessa premissa, que é pura constatação de uma realidade contundente, vai o doutor expondo aos olhos dos que de fato querem ver o que está acontecendo no país um vasto painel das causas do impasse a que chegamos no setor da previdência social e da assistência médica.
Para Landmamn, um dos principais fatores das distorções ora evidenciadas na política nacional de saúde é o desequilíbrio entre as necessidades, sempre crescentes, da massa que clama por assistência médica adequada, e a oferta, nos grandes centros, de uma medicina altamente sofisticada, requintada e elitista.
Citando nominalmente as cidades do Rio e de São Paulo, diz o autor que aí “é enorme o número de serviços privados que realizam cineangiocardiografias, o número de exames é crescente e o custo é quase todo pago pelo INSS”. Esses serviços, entretanto, na opinião de Landmamn, “pouco funcionam”. O mesmo pode ser dito – ele acrescenta – em relação ao procedimento, hoje tecnicamente questionável, das pontes de safena, para tratamento da insuficiência coronariana.
Há uma preocupação constante no livro com o desperdício absurdo de verbas que afinal não é bem o governo quem paga, como afirma o autor, mas sim os contribuintes, já que são os trabalhadores os verdadeiros sustentáculos da Previdência. As pontes de safena, de acordo com os dados fornecidos pelo Dr. Landmamn, representam 1% dos serviços cirúrgicos realizados, situação essa que se configura muito grave se acatarmos a tese de Benchimol, encampada pelo autor, de que a melhora obtida pelos pacientes submetidos a esse tratamento se deve a fatores puramente psicológicos.
Mas as operações de safena são apenas um aspecto desse imenso panorama de incongruências e contrastes que caracterizam a assistência médico-hospitalar no Brasil de hoje.
“Esses serviços, entretanto, pouco funcionam...”; o vocábulo que NÃO substitui adequadamente o vocábulo entretanto é:
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TEXTO – UM PAÍS DE SAÚDE ABALADA
Nelson Senise
Com o desassombro dos que repudiam as meias-verdades, o Dr. Jayme Landmamn põe a mão na ferida ao afirmar, logo na introdução do seu livro, que “o sistema de saúde que vigora no Brasil está completamente ultrapassado”. Partindo dessa premissa, que é pura constatação de uma realidade contundente, vai o doutor expondo aos olhos dos que de fato querem ver o que está acontecendo no país um vasto painel das causas do impasse a que chegamos no setor da previdência social e da assistência médica.
Para Landmamn, um dos principais fatores das distorções ora evidenciadas na política nacional de saúde é o desequilíbrio entre as necessidades, sempre crescentes, da massa que clama por assistência médica adequada, e a oferta, nos grandes centros, de uma medicina altamente sofisticada, requintada e elitista.
Citando nominalmente as cidades do Rio e de São Paulo, diz o autor que aí “é enorme o número de serviços privados que realizam cineangiocardiografias, o número de exames é crescente e o custo é quase todo pago pelo INSS”. Esses serviços, entretanto, na opinião de Landmamn, “pouco funcionam”. O mesmo pode ser dito – ele acrescenta – em relação ao procedimento, hoje tecnicamente questionável, das pontes de safena, para tratamento da insuficiência coronariana.
Há uma preocupação constante no livro com o desperdício absurdo de verbas que afinal não é bem o governo quem paga, como afirma o autor, mas sim os contribuintes, já que são os trabalhadores os verdadeiros sustentáculos da Previdência. As pontes de safena, de acordo com os dados fornecidos pelo Dr. Landmamn, representam 1% dos serviços cirúrgicos realizados, situação essa que se configura muito grave se acatarmos a tese de Benchimol, encampada pelo autor, de que a melhora obtida pelos pacientes submetidos a esse tratamento se deve a fatores puramente psicológicos.
Mas as operações de safena são apenas um aspecto desse imenso panorama de incongruências e contrastes que caracterizam a assistência médico-hospitalar no Brasil de hoje.
O grande número de cineangiocardiografias e de exames em geral, com os custos pagos quase integralmente pelo INPS mostra:
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