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Foram encontradas 39 questões.

1480946 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: SES-PI
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TEXTO – UM PAÍS DE SAÚDE ABALADA

Nelson Senise


Com o desassombro dos que repudiam as meias-verdades, o Dr. Jayme Landmamn põe a mão na ferida ao afirmar, logo na introdução do seu livro, que “o sistema de saúde que vigora no Brasil está completamente ultrapassado”. Partindo dessa premissa, que é pura constatação de uma realidade contundente, vai o doutor expondo aos olhos dos que de fato querem ver o que está acontecendo no país um vasto painel das causas do impasse a que chegamos no setor da previdência social e da assistência médica.

Para Landmamn, um dos principais fatores das distorções ora evidenciadas na política nacional de saúde é o desequilíbrio entre as necessidades, sempre crescentes, da massa que clama por assistência médica adequada, e a oferta, nos grandes centros, de uma medicina altamente sofisticada, requintada e elitista.

Citando nominalmente as cidades do Rio e de São Paulo, diz o autor que aí “é enorme o número de serviços privados que realizam cineangiocardiografias, o número de exames é crescente e o custo é quase todo pago pelo INSS”. Esses serviços, entretanto, na opinião de Landmamn, “pouco funcionam”. O mesmo pode ser dito – ele acrescenta – em relação ao procedimento, hoje tecnicamente questionável, das pontes de safena, para tratamento da insuficiência coronariana.

Há uma preocupação constante no livro com o desperdício absurdo de verbas que afinal não é bem o governo quem paga, como afirma o autor, mas sim os contribuintes, já que são os trabalhadores os verdadeiros sustentáculos da Previdência. As pontes de safena, de acordo com os dados fornecidos pelo Dr. Landmamn, representam 1% dos serviços cirúrgicos realizados, situação essa que se configura muito grave se acatarmos a tese de Benchimol, encampada pelo autor, de que a melhora obtida pelos pacientes submetidos a esse tratamento se deve a fatores puramente psicológicos.

Mas as operações de safena são apenas um aspecto desse imenso panorama de incongruências e contrastes que caracterizam a assistência médico-hospitalar no Brasil de hoje.

“serviços privados” são opostos aos serviços:

 

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1480945 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: SES-PI
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TEXTO – UM PAÍS DE SAÚDE ABALADA

Nelson Senise


Com o desassombro dos que repudiam as meias-verdades, o Dr. Jayme Landmamn põe a mão na ferida ao afirmar, logo na introdução do seu livro, que “o sistema de saúde que vigora no Brasil está completamente ultrapassado”. Partindo dessa premissa, que é pura constatação de uma realidade contundente, vai o doutor expondo aos olhos dos que de fato querem ver o que está acontecendo no país um vasto painel das causas do impasse a que chegamos no setor da previdência social e da assistência médica.

Para Landmamn, um dos principais fatores das distorções ora evidenciadas na política nacional de saúde é o desequilíbrio entre as necessidades, sempre crescentes, da massa que clama por assistência médica adequada, e a oferta, nos grandes centros, de uma medicina altamente sofisticada, requintada e elitista.

Citando nominalmente as cidades do Rio e de São Paulo, diz o autor que aí “é enorme o número de serviços privados que realizam cineangiocardiografias, o número de exames é crescente e o custo é quase todo pago pelo INSS”. Esses serviços, entretanto, na opinião de Landmamn, “pouco funcionam”. O mesmo pode ser dito – ele acrescenta – em relação ao procedimento, hoje tecnicamente questionável, das pontes de safena, para tratamento da insuficiência coronariana.

Há uma preocupação constante no livro com o desperdício absurdo de verbas que afinal não é bem o governo quem paga, como afirma o autor, mas sim os contribuintes, já que são os trabalhadores os verdadeiros sustentáculos da Previdência. As pontes de safena, de acordo com os dados fornecidos pelo Dr. Landmamn, representam 1% dos serviços cirúrgicos realizados, situação essa que se configura muito grave se acatarmos a tese de Benchimol, encampada pelo autor, de que a melhora obtida pelos pacientes submetidos a esse tratamento se deve a fatores puramente psicológicos.

Mas as operações de safena são apenas um aspecto desse imenso panorama de incongruências e contrastes que caracterizam a assistência médico-hospitalar no Brasil de hoje.

O desequilíbrio referido no texto se encontra entre:

 

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1480944 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: SES-PI
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TEXTO – UM PAÍS DE SAÚDE ABALADA

Nelson Senise


Com o desassombro dos que repudiam as meias-verdades, o Dr. Jayme Landmamn põe a mão na ferida ao afirmar, logo na introdução do seu livro, que “o sistema de saúde que vigora no Brasil está completamente ultrapassado”. Partindo dessa premissa, que é pura constatação de uma realidade contundente, vai o doutor expondo aos olhos dos que de fato querem ver o que está acontecendo no país um vasto painel das causas do impasse a que chegamos no setor da previdência social e da assistência médica.

Para Landmamn, um dos principais fatores das distorções ora evidenciadas na política nacional de saúde é o desequilíbrio entre as necessidades, sempre crescentes, da massa que clama por assistência médica adequada, e a oferta, nos grandes centros, de uma medicina altamente sofisticada, requintada e elitista.

Citando nominalmente as cidades do Rio e de São Paulo, diz o autor que aí “é enorme o número de serviços privados que realizam cineangiocardiografias, o número de exames é crescente e o custo é quase todo pago pelo INSS”. Esses serviços, entretanto, na opinião de Landmamn, “pouco funcionam”. O mesmo pode ser dito – ele acrescenta – em relação ao procedimento, hoje tecnicamente questionável, das pontes de safena, para tratamento da insuficiência coronariana.

Há uma preocupação constante no livro com o desperdício absurdo de verbas que afinal não é bem o governo quem paga, como afirma o autor, mas sim os contribuintes, já que são os trabalhadores os verdadeiros sustentáculos da Previdência. As pontes de safena, de acordo com os dados fornecidos pelo Dr. Landmamn, representam 1% dos serviços cirúrgicos realizados, situação essa que se configura muito grave se acatarmos a tese de Benchimol, encampada pelo autor, de que a melhora obtida pelos pacientes submetidos a esse tratamento se deve a fatores puramente psicológicos.

Mas as operações de safena são apenas um aspecto desse imenso panorama de incongruências e contrastes que caracterizam a assistência médico-hospitalar no Brasil de hoje.

Segundo o texto, há “necessidades, sempre crescentes, da massa que clama por assistência médica adequada”; essa situação NADA TEM A VER com:

 

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1480943 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: SES-PI
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TEXTO – UM PAÍS DE SAÚDE ABALADA

Nelson Senise


Com o desassombro dos que repudiam as meias-verdades, o Dr. Jayme Landmamn põe a mão na ferida ao afirmar, logo na introdução do seu livro, que “o sistema de saúde que vigora no Brasil está completamente ultrapassado”. Partindo dessa premissa, que é pura constatação de uma realidade contundente, vai o doutor expondo aos olhos dos que de fato querem ver o que está acontecendo no país um vasto painel das causas do impasse a que chegamos no setor da previdência social e da assistência médica.

Para Landmamn, um dos principais fatores das distorções ora evidenciadas na política nacional de saúde é o desequilíbrio entre as necessidades, sempre crescentes, da massa que clama por assistência médica adequada, e a oferta, nos grandes centros, de uma medicina altamente sofisticada, requintada e elitista.

Citando nominalmente as cidades do Rio e de São Paulo, diz o autor que aí “é enorme o número de serviços privados que realizam cineangiocardiografias, o número de exames é crescente e o custo é quase todo pago pelo INSS”. Esses serviços, entretanto, na opinião de Landmamn, “pouco funcionam”. O mesmo pode ser dito – ele acrescenta – em relação ao procedimento, hoje tecnicamente questionável, das pontes de safena, para tratamento da insuficiência coronariana.

Há uma preocupação constante no livro com o desperdício absurdo de verbas que afinal não é bem o governo quem paga, como afirma o autor, mas sim os contribuintes, já que são os trabalhadores os verdadeiros sustentáculos da Previdência. As pontes de safena, de acordo com os dados fornecidos pelo Dr. Landmamn, representam 1% dos serviços cirúrgicos realizados, situação essa que se configura muito grave se acatarmos a tese de Benchimol, encampada pelo autor, de que a melhora obtida pelos pacientes submetidos a esse tratamento se deve a fatores puramente psicológicos.

Mas as operações de safena são apenas um aspecto desse imenso panorama de incongruências e contrastes que caracterizam a assistência médico-hospitalar no Brasil de hoje.

Segundo o texto, o autor do livro vai expondo “as causas do impasse a que chegamos no setor da previdência social e da assistência médica”; se o autor vai expondo as causas dos fatos, o seu livro deve ter caráter:

 

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1480942 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: SES-PI
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TEXTO – UM PAÍS DE SAÚDE ABALADA

Nelson Senise


Com o desassombro dos que repudiam as meias-verdades, o Dr. Jayme Landmamn põe a mão na ferida ao afirmar, logo na introdução do seu livro, que “o sistema de saúde que vigora no Brasil está completamente ultrapassado”. Partindo dessa premissa, que é pura constatação de uma realidade contundente, vai o doutor expondo aos olhos dos que de fato querem ver o que está acontecendo no país um vasto painel das causas do impasse a que chegamos no setor da previdência social e da assistência médica.

Para Landmamn, um dos principais fatores das distorções ora evidenciadas na política nacional de saúde é o desequilíbrio entre as necessidades, sempre crescentes, da massa que clama por assistência médica adequada, e a oferta, nos grandes centros, de uma medicina altamente sofisticada, requintada e elitista.

Citando nominalmente as cidades do Rio e de São Paulo, diz o autor que aí “é enorme o número de serviços privados que realizam cineangiocardiografias, o número de exames é crescente e o custo é quase todo pago pelo INSS”. Esses serviços, entretanto, na opinião de Landmamn, “pouco funcionam”. O mesmo pode ser dito – ele acrescenta – em relação ao procedimento, hoje tecnicamente questionável, das pontes de safena, para tratamento da insuficiência coronariana.

Há uma preocupação constante no livro com o desperdício absurdo de verbas que afinal não é bem o governo quem paga, como afirma o autor, mas sim os contribuintes, já que são os trabalhadores os verdadeiros sustentáculos da Previdência. As pontes de safena, de acordo com os dados fornecidos pelo Dr. Landmamn, representam 1% dos serviços cirúrgicos realizados, situação essa que se configura muito grave se acatarmos a tese de Benchimol, encampada pelo autor, de que a melhora obtida pelos pacientes submetidos a esse tratamento se deve a fatores puramente psicológicos.

Mas as operações de safena são apenas um aspecto desse imenso panorama de incongruências e contrastes que caracterizam a assistência médico-hospitalar no Brasil de hoje.

“O sistema de saúde que vigora no Brasil está completamente ultrapassado”; uma outra forma de redigir essa mesma frase, que altera o seu sentido original, é:

 

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1480941 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: SES-PI
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TEXTO – UM PAÍS DE SAÚDE ABALADA

Nelson Senise


Com o desassombro dos que repudiam as meias-verdades, o Dr. Jayme Landmamn põe a mão na ferida ao afirmar, logo na introdução do seu livro, que “o sistema de saúde que vigora no Brasil está completamente ultrapassado”. Partindo dessa premissa, que é pura constatação de uma realidade contundente, vai o doutor expondo aos olhos dos que de fato querem ver o que está acontecendo no país um vasto painel das causas do impasse a que chegamos no setor da previdência social e da assistência médica.

Para Landmamn, um dos principais fatores das distorções ora evidenciadas na política nacional de saúde é o desequilíbrio entre as necessidades, sempre crescentes, da massa que clama por assistência médica adequada, e a oferta, nos grandes centros, de uma medicina altamente sofisticada, requintada e elitista.

Citando nominalmente as cidades do Rio e de São Paulo, diz o autor que aí “é enorme o número de serviços privados que realizam cineangiocardiografias, o número de exames é crescente e o custo é quase todo pago pelo INSS”. Esses serviços, entretanto, na opinião de Landmamn, “pouco funcionam”. O mesmo pode ser dito – ele acrescenta – em relação ao procedimento, hoje tecnicamente questionável, das pontes de safena, para tratamento da insuficiência coronariana.

Há uma preocupação constante no livro com o desperdício absurdo de verbas que afinal não é bem o governo quem paga, como afirma o autor, mas sim os contribuintes, já que são os trabalhadores os verdadeiros sustentáculos da Previdência. As pontes de safena, de acordo com os dados fornecidos pelo Dr. Landmamn, representam 1% dos serviços cirúrgicos realizados, situação essa que se configura muito grave se acatarmos a tese de Benchimol, encampada pelo autor, de que a melhora obtida pelos pacientes submetidos a esse tratamento se deve a fatores puramente psicológicos.

Mas as operações de safena são apenas um aspecto desse imenso panorama de incongruências e contrastes que caracterizam a assistência médico-hospitalar no Brasil de hoje.

O título dado ao texto – um país de saúde abalada – está ligado:

 

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1480940 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: SES-PI
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TEXTO – UM PAÍS DE SAÚDE ABALADA

Nelson Senise


Com o desassombro dos que repudiam as meias-verdades, o Dr. Jayme Landmamn põe a mão na ferida ao afirmar, logo na introdução do seu livro, que “o sistema de saúde que vigora no Brasil está completamente ultrapassado”. Partindo dessa premissa, que é pura constatação de uma realidade contundente, vai o doutor expondo aos olhos dos que de fato querem ver o que está acontecendo no país um vasto painel das causas do impasse a que chegamos no setor da previdência social e da assistência médica.

Para Landmamn, um dos principais fatores das distorções ora evidenciadas na política nacional de saúde é o desequilíbrio entre as necessidades, sempre crescentes, da massa que clama por assistência médica adequada, e a oferta, nos grandes centros, de uma medicina altamente sofisticada, requintada e elitista.

Citando nominalmente as cidades do Rio e de São Paulo, diz o autor que aí “é enorme o número de serviços privados que realizam cineangiocardiografias, o número de exames é crescente e o custo é quase todo pago pelo INSS”. Esses serviços, entretanto, na opinião de Landmamn, “pouco funcionam”. O mesmo pode ser dito – ele acrescenta – em relação ao procedimento, hoje tecnicamente questionável, das pontes de safena, para tratamento da insuficiência coronariana.

Há uma preocupação constante no livro com o desperdício absurdo de verbas que afinal não é bem o governo quem paga, como afirma o autor, mas sim os contribuintes, já que são os trabalhadores os verdadeiros sustentáculos da Previdência. As pontes de safena, de acordo com os dados fornecidos pelo Dr. Landmamn, representam 1% dos serviços cirúrgicos realizados, situação essa que se configura muito grave se acatarmos a tese de Benchimol, encampada pelo autor, de que a melhora obtida pelos pacientes submetidos a esse tratamento se deve a fatores puramente psicológicos.

Mas as operações de safena são apenas um aspecto desse imenso panorama de incongruências e contrastes que caracterizam a assistência médico-hospitalar no Brasil de hoje.

“o sistema de saúde que vigora no Brasil...”; o elemento sublinhado corresponde ao adjetivo:

 

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1480939 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: SES-PI
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TEXTO – UM PAÍS DE SAÚDE ABALADA

Nelson Senise


Com o desassombro dos que repudiam as meias-verdades, o Dr. Jayme Landmamn põe a mão na ferida ao afirmar, logo na introdução do seu livro, que “o sistema de saúde que vigora no Brasil está completamente ultrapassado”. Partindo dessa premissa, que é pura constatação de uma realidade contundente, vai o doutor expondo aos olhos dos que de fato querem ver o que está acontecendo no país um vasto painel das causas do impasse a que chegamos no setor da previdência social e da assistência médica.

Para Landmamn, um dos principais fatores das distorções ora evidenciadas na política nacional de saúde é o desequilíbrio entre as necessidades, sempre crescentes, da massa que clama por assistência médica adequada, e a oferta, nos grandes centros, de uma medicina altamente sofisticada, requintada e elitista.

Citando nominalmente as cidades do Rio e de São Paulo, diz o autor que aí “é enorme o número de serviços privados que realizam cineangiocardiografias, o número de exames é crescente e o custo é quase todo pago pelo INSS”. Esses serviços, entretanto, na opinião de Landmamn, “pouco funcionam”. O mesmo pode ser dito – ele acrescenta – em relação ao procedimento, hoje tecnicamente questionável, das pontes de safena, para tratamento da insuficiência coronariana.

Há uma preocupação constante no livro com o desperdício absurdo de verbas que afinal não é bem o governo quem paga, como afirma o autor, mas sim os contribuintes, já que são os trabalhadores os verdadeiros sustentáculos da Previdência. As pontes de safena, de acordo com os dados fornecidos pelo Dr. Landmamn, representam 1% dos serviços cirúrgicos realizados, situação essa que se configura muito grave se acatarmos a tese de Benchimol, encampada pelo autor, de que a melhora obtida pelos pacientes submetidos a esse tratamento se deve a fatores puramente psicológicos.

Mas as operações de safena são apenas um aspecto desse imenso panorama de incongruências e contrastes que caracterizam a assistência médico-hospitalar no Brasil de hoje.

Ao colocar um trecho entre aspas no primeiro parágrafo, o autor pretende:

 

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1480938 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: SES-PI
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TEXTO – UM PAÍS DE SAÚDE ABALADA

Nelson Senise


Com o desassombro dos que repudiam as meias-verdades, o Dr. Jayme Landmamn põe a mão na ferida ao afirmar, logo na introdução do seu livro, que “o sistema de saúde que vigora no Brasil está completamente ultrapassado”. Partindo dessa premissa, que é pura constatação de uma realidade contundente, vai o doutor expondo aos olhos dos que de fato querem ver o que está acontecendo no país um vasto painel das causas do impasse a que chegamos no setor da previdência social e da assistência médica.

Para Landmamn, um dos principais fatores das distorções ora evidenciadas na política nacional de saúde é o desequilíbrio entre as necessidades, sempre crescentes, da massa que clama por assistência médica adequada, e a oferta, nos grandes centros, de uma medicina altamente sofisticada, requintada e elitista.

Citando nominalmente as cidades do Rio e de São Paulo, diz o autor que aí “é enorme o número de serviços privados que realizam cineangiocardiografias, o número de exames é crescente e o custo é quase todo pago pelo INSS”. Esses serviços, entretanto, na opinião de Landmamn, “pouco funcionam”. O mesmo pode ser dito – ele acrescenta – em relação ao procedimento, hoje tecnicamente questionável, das pontes de safena, para tratamento da insuficiência coronariana.

Há uma preocupação constante no livro com o desperdício absurdo de verbas que afinal não é bem o governo quem paga, como afirma o autor, mas sim os contribuintes, já que são os trabalhadores os verdadeiros sustentáculos da Previdência. As pontes de safena, de acordo com os dados fornecidos pelo Dr. Landmamn, representam 1% dos serviços cirúrgicos realizados, situação essa que se configura muito grave se acatarmos a tese de Benchimol, encampada pelo autor, de que a melhora obtida pelos pacientes submetidos a esse tratamento se deve a fatores puramente psicológicos.

Mas as operações de safena são apenas um aspecto desse imenso panorama de incongruências e contrastes que caracterizam a assistência médico-hospitalar no Brasil de hoje.

O texto, que comenta um livro sobre o estado da saúde no Brasil, começa elogiando o autor por sua coragem e diz que ele “põe a mão na ferida” ao dizer que o sistema de saúde brasileiro está ultrapassado. A expressão sublinhada significa que o autor:

 

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