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Foram encontradas 80 questões.

497931 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

Aquilo

– De uns tempos para cá, eu só penso naquilo.

– Eu penso naquilo desde os meus, sei lá, onze anos.

– Onze anos?

– É.E o tempo todo.

– Não. Eu, antigamente, pensava pouco naquilo. Era uma coisa que não me preocupava. Claro que a gente convivia com aquilo desde cedo. Via acontecer à nossa volta, não podia ignorar. Mas não era, assim, uma preocupação constante. Como agora.

– Pra mim sempre foi. Aliás, eu não penso em outra coisa.

– Desde criança?!

– De dia e de noite.

– E como é que você conseguia viver com isso, desde criança?

– Mas é uma coisa natural. Acho que todo mundo é assim. Você é que é anormal, se só começou a pensar naquilo nessa idade.

– Antes eu pensava, mas hoje é uma obsessão. Fico imaginando como será. O que eu vou sentir. Como será o depois.

– Você se preocupa demais. Precisa relaxar. A coisa tem que acontecer naturalmente. Se você fica ansioso é pior. Aí sim, aquilo se torna uma angústia, em vez de um prazer.

–Um prazer? Aquilo?

– Pra você não sei. Pra mim, é o maior prazer que um homem pode ter. É quando o homem chega ao paraíso.

– Bom, se você acredita nisso, então pode pensar naquilo como um prazer. Pra mim é o fim.

– Você precisa de ajuda, rapaz.

– Ajuda religiosa? Perdi a fé há muito tempo.

Da última vez que falei com um padre a respeito, só o que ele me disse foi que eu devia rezar. Rezar muito, para poder enfrentar aquilo sem medo.

– Mas você foi procurar logo um padre? Precisa de ajuda psiquiátrica. Talvez clínica, não sei. Ter pavor daquilo não é saudável.

– E eu não sei? Eu queria ser como você. Viver com a perspectiva daquilo naturalmente, até alegremente. Ir para aquilo assoviando.

– Ah, vou. Assoviando e dando pulinho. Olhe, já sei o que eu vou fazer. Vou apresentar você a uma amiga minha. Ela vai tirar todo o seu medo.

– Sei. Uma dessas transcendentalistas.

– Não, é daqui mesmo. Codinome Neca. Com ela é tiro e queda. Figurativamente falando, claro.

– Hein?

–O quê?

– Do que é que nós estamos falando?

– Do que é que você está falando?

– Daquilo. Da morte.

–Ah.

– E você?

– Esquece.

VERISSIMO, Luis Fernando. Aquilo. In: Novas Comédias da Vida Privada. PortoAlegre: L&PM, 1996. p. 43-44.

A partir do fragmento “Se você fica ansioso é pior.” (§ 12), indique a alternativa em que a alteração na pontuação conserva corretamente o sentido expresso no texto.

 

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491541 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre
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Em relação aos servidores públicos, assinale a alternativa correta.

 

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491526 Ano: 2014
Disciplina: Economia
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre
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Em uma economia hipotética, fechada, considere a renda nacional (Y), o investimento (I = 600), os gastos do governo (G = 600), o consumo expresso por C = 0,8 x (Y – T) e a tributação igual a 25% da renda. Em condições de equilíbrio, tem-se:
 

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490913 Ano: 2014
Disciplina: Geografia
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre
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Segundo o IBGE, o estado do Acre possui, com base no último grande Censo populacional, realizado em 2010, dezesseis aglomerados subnormais somando cerca e 10.000 domicílios particulares e cerca e 36.000 pessoas. Entre os tipos de abastecimento de água a seguir, o que possui predominância entre os domicílios particulares em aglomerados subnormais do Acre é:

 

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485093 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

Aquilo

– De uns tempos para cá, eu só penso naquilo.

– Eu penso naquilo desde os meus, sei lá, onze anos.

– Onze anos?

– É.E o tempo todo.

– Não. Eu, antigamente, pensava pouco naquilo. Era uma coisa que não me preocupava. Claro que a gente convivia com aquilo desde cedo. Via acontecer à nossa volta, não podia ignorar. Mas não era, assim, uma preocupação constante. Como agora.

– Pra mim sempre foi. Aliás, eu não penso em outra coisa.

– Desde criança?!

– De dia e de noite.

– E como é que você conseguia viver com isso, desde criança?

– Mas é uma coisa natural. Acho que todo mundo é assim. Você é que é anormal, se só começou a pensar naquilo nessa idade.

– Antes eu pensava, mas hoje é uma obsessão. Fico imaginando como será. O que eu vou sentir. Como será o depois.

– Você se preocupa demais. Precisa relaxar. A coisa tem que acontecer naturalmente. Se você fica ansioso é pior. Aí sim, aquilo se torna uma angústia, em vez de um prazer.

–Um prazer? Aquilo?

– Pra você não sei. Pra mim, é o maior prazer que um homem pode ter. É quando o homem chega ao paraíso.

– Bom, se você acredita nisso, então pode pensar naquilo como um prazer. Pra mim é o fim.

– Você precisa de ajuda, rapaz.

– Ajuda religiosa? Perdi a fé há muito tempo.

Da última vez que falei com um padre a respeito, só o que ele me disse foi que eu devia rezar. Rezar muito, para poder enfrentar aquilo sem medo.

– Mas você foi procurar logo um padre? Precisa de ajuda psiquiátrica. Talvez clínica, não sei. Ter pavor daquilo não é saudável.

– E eu não sei? Eu queria ser como você. Viver com a perspectiva daquilo naturalmente, até alegremente. Ir para aquilo assoviando.

– Ah, vou. Assoviando e dando pulinho. Olhe, já sei o que eu vou fazer. Vou apresentar você a uma amiga minha. Ela vai tirar todo o seu medo.

– Sei. Uma dessas transcendentalistas.

– Não, é daqui mesmo. Codinome Neca. Com ela é tiro e queda. Figurativamente falando, claro.

– Hein?

–O quê?

– Do que é que nós estamos falando?

– Do que é que você está falando?

– Daquilo. Da morte.

–Ah.

– E você?

– Esquece.

VERISSIMO, Luis Fernando. Aquilo. In: Novas Comédias da Vida Privada. PortoAlegre: L&PM, 1996. p. 43-44.

A partir do destaque feito no fragmento “Da última vez que falei com um padre A respeito, só o que ele me disse foi que eu devia rezar.” (§ 17), indique a alternativa em que é adotado o mesmo critério para justificar a falta do acento indicativo de crase.

 

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484381 Ano: 2014
Disciplina: Economia
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre
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A partir das informações das Tabelas de Recursos e Usos, são preparadas as Contas Econômicas Integradas (CEI). Para permitir a visualização da identidade Oferta Total = Demanda Total, uma das contas componentes das CEI utiliza uma convenção contrária ao tradicional débito (usos) e crédito (recursos), sendo mostradas as rubricas no centro das contas, os recursos à esquerda e os usos à direita. Na estruturação das CEI, ela recebe a denominação de Conta de:
 

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480776 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

Aquilo

– De uns tempos para cá, eu só penso naquilo.

– Eu penso naquilo desde os meus, sei lá, onze anos.

– Onze anos?

– É.E o tempo todo.

– Não. Eu, antigamente, pensava pouco naquilo. Era uma coisa que não me preocupava. Claro que a gente convivia com aquilo desde cedo. Via acontecer à nossa volta, não podia ignorar. Mas não era, assim, uma preocupação constante. Como agora.

– Pra mim sempre foi. Aliás, eu não penso em outra coisa.

– Desde criança?!

– De dia e de noite.

– E como é que você conseguia viver com isso, desde criança?

– Mas é uma coisa natural. Acho que todo mundo é assim. Você é que é anormal, se só começou a pensar naquilo nessa idade.

– Antes eu pensava, mas hoje é uma obsessão. Fico imaginando como será. O que eu vou sentir. Como será o depois.

– Você se preocupa demais. Precisa relaxar. A coisa tem que acontecer naturalmente. Se você fica ansioso é pior. Aí sim, aquilo se torna uma angústia, em vez de um prazer.

–Um prazer? Aquilo?

– Pra você não sei. Pra mim, é o maior prazer que um homem pode ter. É quando o homem chega ao paraíso.

– Bom, se você acredita nisso, então pode pensar naquilo como um prazer. Pra mim é o fim.

– Você precisa de ajuda, rapaz.

– Ajuda religiosa? Perdi a fé há muito tempo.

Da última vez que falei com um padre a respeito, só o que ele me disse foi que eu devia rezar. Rezar muito, para poder enfrentar aquilo sem medo.

– Mas você foi procurar logo um padre? Precisa de ajuda psiquiátrica. Talvez clínica, não sei. Ter pavor daquilo não é saudável.

– E eu não sei? Eu queria ser como você. Viver com a perspectiva daquilo naturalmente, até alegremente. Ir para aquilo assoviando.

– Ah, vou. Assoviando e dando pulinho. Olhe, já sei o que eu vou fazer. Vou apresentar você a uma amiga minha. Ela vai tirar todo o seu medo.

– Sei. Uma dessas transcendentalistas.

– Não, é daqui mesmo. Codinome Neca. Com ela é tiro e queda. Figurativamente falando, claro.

– Hein?

–O quê?

– Do que é que nós estamos falando?

– Do que é que você está falando?

– Daquilo. Da morte.

–Ah.

– E você?

– Esquece.

VERISSIMO, Luis Fernando. Aquilo. In: Novas Comédias da Vida Privada. PortoAlegre: L&PM, 1996. p. 43-44.

A alternativa a seguir que pode substituir corretamente os termos destacados no fragmento “Vou apresentar VOCÊ A UMA AMIGA MINHA.” (§ 20) é:

 

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1487853 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

Aquilo

– De uns tempos para cá, eu só penso naquilo.

– Eu penso naquilo desde os meus, sei lá, onze anos.

– Onze anos?

– É.E o tempo todo.

– Não. Eu, antigamente, pensava pouco naquilo. Era uma coisa que não me preocupava. Claro que a gente convivia com aquilo desde cedo. Via acontecer à nossa volta, não podia ignorar. Mas não era, assim, uma preocupação constante. Como agora.

– Pra mim sempre foi. Aliás, eu não penso em outra coisa.

– Desde criança?!

– De dia e de noite.

– E como é que você conseguia viver com isso, desde criança?

– Mas é uma coisa natural. Acho que todo mundo é assim. Você é que é anormal, se só começou a pensar naquilo nessa idade.

– Antes eu pensava, mas hoje é uma obsessão. Fico imaginando como será. O que eu vou sentir. Como será o depois.

– Você se preocupa demais. Precisa relaxar. A coisa tem que acontecer naturalmente. Se você fica ansioso é pior. Aí sim, aquilo se torna uma angústia, em vez de um prazer.

–Um prazer? Aquilo?

– Pra você não sei. Pra mim, é o maior prazer que um homem pode ter. É quando o homem chega ao paraíso.

– Bom, se você acredita nisso, então pode pensar naquilo como um prazer. Pra mim é o fim.

– Você precisa de ajuda, rapaz.

– Ajuda religiosa? Perdi a fé há muito tempo.

Da última vez que falei com um padre a respeito, só o que ele me disse foi que eu devia rezar. Rezar muito, para poder enfrentar aquilo sem medo.

– Mas você foi procurar logo um padre? Precisa de ajuda psiquiátrica. Talvez clínica, não sei. Ter pavor daquilo não é saudável.

– E eu não sei? Eu queria ser como você. Viver com a perspectiva daquilo naturalmente, até alegremente. Ir para aquilo assoviando.

– Ah, vou. Assoviando e dando pulinho. Olhe, já sei o que eu vou fazer. Vou apresentar você a uma amiga minha. Ela vai tirar todo o seu medo.

– Sei. Uma dessas transcendentalistas.

– Não, é daqui mesmo. Codinome Neca. Com ela é tiro e queda. Figurativamente falando, claro.

– Hein?

–O quê?

– Do que é que nós estamos falando?

– Do que é que você está falando?

– Daquilo. Da morte.

–Ah.

– E você?

– Esquece.

VERISSIMO, Luis Fernando. Aquilo. In: Novas Comédias da Vida Privada. PortoAlegre: L&PM, 1996. p. 43-44.

O termo NATURALMENTE é formado por:

Questão Anulada

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Questão presente nas seguintes provas
1476868 Ano: 2014
Disciplina: Economia
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre
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O registro contábil de todas as transações de um país com o resto do mundo e que inclui transações com mercadorias, serviços, rendas e transferências unilaterais tem a denominação:
Questão Desatualizada

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628957 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre
Provas:

As entidades para cuja criação ou custeio o erário haja concorrido ou concorra respondem por atos de improbidade administrativa, desde que o erário responda por uma porcentagem do patrimônio ou da receita de tais entidades. Segundo a Lei nº 8.429/1992, qual seria essa porcentagem?

Questão Desatualizada

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