Magna Concursos

Foram encontradas 80 questões.

629268 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre
Dos amigos Jorge, Vilma, Marcos, Beatriz e Silvia, sabe-se que:
“Existem homens que não gostam de cantar”.
“Toda mulher tem um cachorro”.
A única afirmação INCORRETA é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
628790 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre
Cristiane e Vitória foram juntas ao cinema. Na fila da bilheteria, Cristiane encontrou uma colega de trabalho, que muito curiosa lhe perguntou: qual o seu grau de parentesco com Vitória? E, Cristiane lhe respondeu: o pai dela é pai da minha mãe, mas ela não é minha mãe. Então, Vitória é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
São uma vantagem e uma desvantagem dos discos com tecnologia SSD frente à tecnologia dos discos rígidos tradicionais, respectivamente:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
621189 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre

Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

Como funciona a reciclagem de computadores?

O lixo eletrônico é um dos grandes problemas da atualidade. Segundo dados do Greenpeace, por ano, são produzidos até 50 milhões de toneladas desse tipo de dejeto no mundo inteiro. E o volume vem crescendo em 5% ao ano na Europa. A questão principal não é só que esse lixo ocupe muito espaço, o grande perigo é que a maior parte dos aparelhos eletrônicos usa em sua fabricação metais tóxicos, como mercúrio, chumbo e cádmio. “Quando um computador vai para o aterro sanitário, essas substâncias reagem com as águas da chuva e contaminam os afluentes e o solo”, alerta Tereza Cristina Carvalho, diretora do Centro de Computação Eletrônica da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do Centro de Descarte e Reciclagem de Lixo Eletrônico da instituição.

A princípio, todos os componentes do microcomputador e do monitor podem ser reciclados. Até mesmo as substâncias tóxicas, como o chumbo, são reaproveitadas na confecção de novos produtos, como pigmentos e pisos cerâmicos. “A ideia é que, além de evitar que o material contamine o solo, ele volte para a linha de produção. Assim, não é preciso tirar mais minérios da natureza”, afirma Tereza Carvalho. Porém, no Brasil, ainda é muito difícil conseguir reciclar um aparelho inteiro. O que acontece é que, em geral, as empresas são especializadas na reutilização de apenas um tipo de material, como placas, plástico ou metais. Assim, quando uma máquina chega a esses lugares, o que interessa é aproveitado e o restante tem destinação incerta. É por isso que a USP está implantando o primeiro centro público de reciclagem de lixo eletrônico, que deve entrar em funcionamento em agosto. Lá, a equipe vai fazer a separação dos materiais e destiná-los para as empresas especializadas, fazendo com que nada seja descartado. “Existe uma falta de consciência sobre esse assunto, mas temos de pensar que, só em 2008, foram vendidos 12 milhões de computadores e que, daqui a cinco anos, eles vão virar sucata”, diz a professora.

No Brasil, a questão da destinação de aparelhos elétricos começou a ser discutida só agora, com um projeto de lei aprovado na Assembleia Legislativa de São Paulo e que prevê que os fabricantes, importadores e comerciantes sejam responsáveis por recolher e destinar o lixo eletrônico. Porém, Tereza Carvalho explica que a iniciativa é válida, mas não resolve o problema, já que trata apenas de computadores, monitores e produtos magnetizados. Sistemas de rede e parques de telefonia ficaram de fora. “Na Europa, que está bem avançada no assunto, desde 2002, existem leis que obrigam os fabricantes a se responsabilizar por todos os eletrônicos produzidos. Além disso, só podem ser fabricados produtos verdes”, diz a professora. Para um computador ser considerado verde, ele precisa ter um sistema de economia de energia, ser produzido dentro dos padrões de gestão ambiental e não ter chumbo em sua composição. No Brasil, algumas marcas já oferecem essa opção, mas o mercado ainda é muito pequeno. “É muito importante divulgar o problema e alertar os consumidores, para, primeiro, nunca darem aparelhos velhos aos sucateiros, que só vão retirar as partes que podem vender, o resto jogam fora. O ideal é que os usuários comprem apenas micros verdes. Se houver a demanda, todas as empresas vão ter que se adequar”, finaliza Tereza Carvalho.

Paula Sato. Revista Nova Escola. 02/11/2009.

De acordo com a leitura do texto:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
613633 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre

Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.

Como funciona a reciclagem de computadores?

O lixo eletrônico é um dos grandes problemas da atualidade. Segundo dados do Greenpeace, por ano, são produzidos até 50 milhões de toneladas desse tipo de dejeto no mundo inteiro. E o volume vem crescendo em 5% ao ano na Europa. A questão principal não é só que esse lixo ocupe muito espaço, o grande perigo é que a maior parte dos aparelhos eletrônicos usa em sua fabricação metais tóxicos, como mercúrio, chumbo e cádmio. “Quando um computador vai para o aterro sanitário, essas substâncias reagem com as águas da chuva e contaminam os afluentes e o solo”, alerta Tereza Cristina Carvalho, diretora do Centro de Computação Eletrônica da Universidade de São Paulo (USP) e coordenadora do Centro de Descarte e Reciclagem de Lixo Eletrônico da instituição.

A princípio, todos os componentes do microcomputador e do monitor podem ser reciclados. Até mesmo as substâncias tóxicas, como o chumbo, são reaproveitadas na confecção de novos produtos, como pigmentos e pisos cerâmicos. “A ideia é que, além de evitar que o material contamine o solo, ele volte para a linha de produção. Assim, não é preciso tirar mais minérios da natureza”, afirma Tereza Carvalho. Porém, no Brasil, ainda é muito difícil conseguir reciclar um aparelho inteiro. O que acontece é que, em geral, as empresas são especializadas na reutilização de apenas um tipo de material, como placas, plástico ou metais. Assim, quando uma máquina chega a esses lugares, o que interessa é aproveitado e o restante tem destinação incerta. É por isso que a USP está implantando o primeiro centro público de reciclagem de lixo eletrônico, que deve entrar em funcionamento em agosto. Lá, a equipe vai fazer a separação dos materiais e destiná-los para as empresas especializadas, fazendo com que nada seja descartado. “Existe uma falta de consciência sobre esse assunto, mas temos de pensar que, só em 2008, foram vendidos 12 milhões de computadores e que, daqui a cinco anos, eles vão virar sucata”, diz a professora.

No Brasil, a questão da destinação de aparelhos elétricos começou a ser discutida só agora, com um projeto de lei aprovado na Assembleia Legislativa de São Paulo e que prevê que os fabricantes, importadores e comerciantes sejam responsáveis por recolher e destinar o lixo eletrônico. Porém, Tereza Carvalho explica que a iniciativa é válida, mas não resolve o problema, já que trata apenas de computadores, monitores e produtos magnetizados. Sistemas de rede e parques de telefonia ficaram de fora. “Na Europa, que está bem avançada no assunto, desde 2002, existem leis que obrigam os fabricantes a se responsabilizar por todos os eletrônicos produzidos. Além disso, só podem ser fabricados produtos verdes”, diz a professora. Para um computador ser considerado verde, ele precisa ter um sistema de economia de energia, ser produzido dentro dos padrões de gestão ambiental e não ter chumbo em sua composição. No Brasil, algumas marcas já oferecem essa opção, mas o mercado ainda é muito pequeno. “É muito importante divulgar o problema e alertar os consumidores, para, primeiro, nunca darem aparelhos velhos aos sucateiros, que só vão retirar as partes que podem vender, o resto jogam fora. O ideal é que os usuários comprem apenas micros verdes. Se houver a demanda, todas as empresas vão ter que se adequar”, finaliza Tereza Carvalho.

Paula Sato. Revista Nova Escola. 02/11/2009.

Em: “PORÉM, no Brasil, ainda é muito difícil conseguir reciclar um aparelho inteiro.”, que opção poderia substituir a conjunção destacada, sem alteração de sentido?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Alguns termos relacionados aos microcomputadores estão disponibilizados na Coluna I. Estabeleça a correta correspondência com os seus significados, disponibilizados na Coluna II.
Coluna I
1. Palavra
2. Clock
3. Firmware
4. Chipset
Coluna II
( ) Número de bytes que são fornecidos ao microprocessador a cada requisição.
( ) Circuito oscilador que tem a função de sincronizar e ditar a medida da velocidade de transferência de dados entre duas partes em um processamento.
( ) Programa armazenado em chip.
( ) Principal característica de uma placa-mãe.
A sequência correta é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
As “fontes ATX”, em comparação às “fontes AT”, possuem duas características básicas. São elas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Alguns termos relacionados à manutenção de microcomputadores estão disponibilizados na Coluna I. Estabeleça a correta correspondência com os seus significados, disponibilizados na Coluna II.
Coluna I
1. Memória virtual
2. Memória cache
3. SSD
4. Memória secundária
Coluna II
( ) Armazena informações mais frequentes.
( ) Mais veloz e silenciosa que um disco rígido, funcionando como um grande pendrive.
( ) Técnica que utiliza a memória principal e a memória auxiliar para otimizar o uso do sistema.
( ) Memória auxiliar de velocidade inferior à memória principal.
Asequência correta é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Em relação às memórias flash do tipo EPROM, é correto afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
580461 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: SESAcre

Assinale a única opção correta quanto ao uso do acento indicativo de crase.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas