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Um paciente de 65 anos de idade foi levado de ambulância ao pronto atendimento, sentindo fortes dores nas regiões abdominal e lombar, com sudorese, palidez, hipotensão e massa abdominal pulsátil. Como comorbidade, tem doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e nefrolitíase tratada duas vezes. Após adotadas as medidas de suporte clínico e monitoramento dos sinais vitais, o paciente foi levado à sala de tomografia, acompanhado do cirurgião vascular.
Considerando o caso clínico descrito e os assuntos a ele relacionados, julgue o próximo item.
A hipotensão permissiva, mantendo pressão sistólica entre 50 mmHg e 70 mmHg, é uma conduta de proteção nesse paciente contra piora do sangramento e do choque hipovolêmico.
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Um paciente de 65 anos de idade foi levado de ambulância ao pronto atendimento, sentindo fortes dores nas regiões abdominal e lombar, com sudorese, palidez, hipotensão e massa abdominal pulsátil. Como comorbidade, tem doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e nefrolitíase tratada duas vezes. Após adotadas as medidas de suporte clínico e monitoramento dos sinais vitais, o paciente foi levado à sala de tomografia, acompanhado do cirurgião vascular.
Considerando o caso clínico descrito e os assuntos a ele relacionados, julgue o próximo item.
O trombo que pode se formar na parede dos aneurismas é definitivamente um elemento protetor contra a ruptura.
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Um paciente de 65 anos de idade foi levado de ambulância ao pronto atendimento, sentindo fortes dores nas regiões abdominal e lombar, com sudorese, palidez, hipotensão e massa abdominal pulsátil. Como comorbidade, tem doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e nefrolitíase tratada duas vezes. Após adotadas as medidas de suporte clínico e monitoramento dos sinais vitais, o paciente foi levado à sala de tomografia, acompanhado do cirurgião vascular.
Considerando o caso clínico descrito e os assuntos a ele relacionados, julgue o próximo item.
Pela lei de Laplace, quanto maior a dilatação aneurismática maior a tensão na parede, portanto maior chance de ruptura. A indicação cirúrgica de aneurismas de aorta abdominal geralmente utiliza o diâmetro maior que 3,8 cm, pois acima deste diâmetro a taxa de ruptura ultrapassa 10% ao ano.
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Um paciente de 65 anos de idade foi levado de ambulância ao pronto atendimento, sentindo fortes dores nas regiões abdominal e lombar, com sudorese, palidez, hipotensão e massa abdominal pulsátil. Como comorbidade, tem doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e nefrolitíase tratada duas vezes. Após adotadas as medidas de suporte clínico e monitoramento dos sinais vitais, o paciente foi levado à sala de tomografia, acompanhado do cirurgião vascular.
Considerando o caso clínico descrito e os assuntos a ele relacionados, julgue o próximo item.
O provável diagnóstico é de aneurisma de aorta abdominal roto, uma moléstia grave com alta taxa de mortalidade. Entre os diagnósticos diferenciais estão diverticulite, pancreatite e cólica renal.
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Mauro, de 35 anos de idade, tabagista, destro, buscou auxílio no pronto-socorro, relatando que, apesar de ser claudicante para pequenas distâncias, nunca havia procurado auxílio médico. Disse que havia sido demitido do seu terceiro emprego em um ano, o que o fez aumentar a sua carga tabágica. Porém, após ser acometido por intensas dores nos dedos da mão direita, decidiu procurar atendimento médico. Além disso, estava com uma lesão trófica em hálux esquerdo, havia 6 meses, que ele achava ser uma “unha encravada” e que piorou com a extensão da necrose para a base do dedo. Ele não possuía pulsos radiais e ulnares nem pulsos pedioso e tibial posterior bilateralmente. O cirurgião vascular que o acompanhou optou por interná-lo para avaliar o diagnóstico e o melhor tratamento.
A partir desse caso clínico, julgue o item subsecutivo.
Mauro provavelmente foi acometido por uma vasculite conhecida como tromboangeíte obliterante, o que poderá cessar caso ele suspenda completamente o tabagismo.
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Mauro, de 35 anos de idade, tabagista, destro, buscou auxílio no pronto-socorro, relatando que, apesar de ser claudicante para pequenas distâncias, nunca havia procurado auxílio médico. Disse que havia sido demitido do seu terceiro emprego em um ano, o que o fez aumentar a sua carga tabágica. Porém, após ser acometido por intensas dores nos dedos da mão direita, decidiu procurar atendimento médico. Além disso, estava com uma lesão trófica em hálux esquerdo, havia 6 meses, que ele achava ser uma “unha encravada” e que piorou com a extensão da necrose para a base do dedo. Ele não possuía pulsos radiais e ulnares nem pulsos pedioso e tibial posterior bilateralmente. O cirurgião vascular que o acompanhou optou por interná-lo para avaliar o diagnóstico e o melhor tratamento.
A partir desse caso clínico, julgue o item subsecutivo.
Caso o cirurgião opte por uma amputação menor (hálux esquerdo), provavelmente o resultado da avaliação histopatológica dos fragmentos de pequenas artérias revelará infiltrado em camada adventícia com trombos simples no interior da luz e infiltrado eosinofílico.
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A Sra. Josefa, de 55 anos de idade, foi encaminhada para realizar exame de arteriografia de membros inferiores para angioplastia de vasos infrapatelares. No dia do exame, ainda na sala de preparação, a paciente apresentava PA 200 mmHg × 100 mmHg e, apesar do uso de ansiolíticos, não apresentava melhora. A creatinina encontrava-se no valor 2,5 mg/dl. A Sra. Josefa era hipertensa desde os 45 anos de idade e usava três medicações que já haviam sido trocadas várias vezes.
Considerando esse caso clínico e os assuntos a ele correlatos, julgue o item a seguir.
Considerando-se que o cirurgião endovascular tenha optado por suspender o procedimento e solicitado uma ecografia de artérias renais, o provável diagnóstico do tipo de hipertensão é de origem renovascular, desde que acometa as duas artérias.
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A Sra. Josefa, de 55 anos de idade, foi encaminhada para realizar exame de arteriografia de membros inferiores para angioplastia de vasos infrapatelares. No dia do exame, ainda na sala de preparação, a paciente apresentava PA 200 mmHg × 100 mmHg e, apesar do uso de ansiolíticos, não apresentava melhora. A creatinina encontrava-se no valor 2,5 mg/dl. A Sra. Josefa era hipertensa desde os 45 anos de idade e usava três medicações que já haviam sido trocadas várias vezes.
Considerando esse caso clínico e os assuntos a ele correlatos, julgue o item a seguir.
Considere que o resultado da ecografia vascular com Doppler tenha mostrado índice renal- aórtico da artéria renal direita de 3,9 com velocidade sistólica da artéria renal direita de 280 cm/s, denotando estenose maior que 60%. Nesse caso, entre as opções terapêuticas para essa paciente, está a angioplastia com stent da artéria renal acometida.
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A Sra. Helena, com 70 anos de idade, hipertensa e diabética, fumou por 50 anos e cessou o vício havia uma semana, após orientação da primeira consulta realizada com angiologista. O motivo da procura pelo auxílio médico foi uma lesão, forma elíptica, com placa enegrecida em dorso do pé direito, que aumentou de tamanho ao longo de um mês. A paciente referiudor forte neste membro quando ia dormir.
O controle do diabetes melito e da hipertensão arterial era irregular. Além disso, ela estava obesa e era sedentária. Realizada ecografia vascular com Doppler, verificou-se oclusão de artéria femoral superficial com reenchimento poplíteo distal. O médico solicitou uma arteriografia e iniciou o tratamento clínico enquanto aguardava tal exame.
Em relação ao caso clínico apresentado e aos múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item subsequente.
A prescrição ambulatorial recomendada para a paciente poderá incluir cilostazol, aspirina, rosuvastatina e rivaroxabana, todas para tratar o quadro de doença arterial periférica, podendo o inibidor direto de fator Xa ser adotado se o estudo COMPASS mostrar uma redução do risco de mortalidade cardiovascular.
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A Sra. Helena, com 70 anos de idade, hipertensa e diabética, fumou por 50 anos e cessou o vício havia uma semana, após orientação da primeira consulta realizada com angiologista. O motivo da procura pelo auxílio médico foi uma lesão, forma elíptica, com placa enegrecida em dorso do pé direito, que aumentou de tamanho ao longo de um mês. A paciente referiudor forte neste membro quando ia dormir.
O controle do diabetes melito e da hipertensão arterial era irregular. Além disso, ela estava obesa e era sedentária. Realizada ecografia vascular com Doppler, verificou-se oclusão de artéria femoral superficial com reenchimento poplíteo distal. O médico solicitou uma arteriografia e iniciou o tratamento clínico enquanto aguardava tal exame.
Em relação ao caso clínico apresentado e aos múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item subsequente.
A Sra. Helena possui cinco fatores de risco para aterosclerose de artérias de membros inferiores e seu quadro é avançado.
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