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Com base na classificação das epilepsias e nos conceitos atuais para seu manejo, julgue o item subsequente.
Epilepsias focais incluem distúrbios unifocais e multifocais, bem como crises envolvendo ambos os hemisférios, e seu diagnóstico é feito com base no histórico associados a achados eletroencefalográficos, podendo estar presentes crises focais perceptivas, crises focais disperceptivas ou com comprometimento da percepção, crises focais motoras e não motoras e crises focais evoluindo para crises tônico-clônicas bilaterais.
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Com base na classificação das epilepsias e nos conceitos atuais para seu manejo, julgue o item subsequente.
A farmacorresistência, na epilepsia, é definida como a não resposta medicamentosa ao uso de, no mínimo, quatro regimes terapêuticos apropriados (monoterapia ou combinação).
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Com base na classificação das epilepsias e nos conceitos atuais para seu manejo, julgue o item subsequente.
O diagnóstico de epilepsia generalizada pode ser feito com base em dados clínicos associados à atividade de complexos de espícula-onda generalizados no eletroencefalograma interictal (EEG). Pode haver crises de ausência, mioclônicas, atônicas, tônicas e tônico-clônicas, mas, se o EEG resultar normal, devem-se pesquisar abalos mioclônicos e a história familiar do paciente.
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Com base na classificação das epilepsias e nos conceitos atuais para seu manejo, julgue o item subsequente.
O diagnóstico da epilepsia é realizado em três níveis — tipos de crises, tipo de epilepsia (focal, generalizada, focal e generalizada combinados e desconhecido) e síndromes epilépticas — e ela pode ser classificada em mais de uma categoria etiológica — estrutural, genética, infecciosa, metabólica, imune e(ou) desconhecida.
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Com base na classificação das epilepsias e nos conceitos atuais para seu manejo, julgue o item subsequente.
A epilepsia atualmente pode ser definida por uma das seguintes condições: pelo menos duas crises não provocadas (ou reflexas) que ocorram com mais de 24 horas de intervalo; uma crise não provocada (ou reflexa) e a probabilidade de novas crises semelhante ao risco geral de recorrência (pelo menos 60%) após duas crises espontâneas, nos próximos 10 anos; ou diagnóstico de uma síndrome epilética.
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Com relação ao acidente vascular encefálico (AVE) e ao ataque isquêmico transitório (AIT), julgue o item seguinte.
Pacientes que tenham tido AIT ou AVC não incapacitante nos últimos seis meses devem ser investigados para estenose carotídea extracraniana, já que esta é uma importante causa tratável.
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Com relação ao acidente vascular encefálico (AVE) e ao ataque isquêmico transitório (AIT), julgue o item seguinte.
Em pacientes com AVE ou AIT e doença aterosclerótica (intracraniana, carotídea, aórtica ou coronariana), recomenda-se tratar a dislipidemia com estatina e(ou) ezetimiba, para se atingir um LDL < 70 mg/dL e, por conseguinte, reduzir o risco de eventos cardiovasculares graves (AVE, infarto do miocárdio, revascularização carotídea e coronária, e morte).
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Com relação ao acidente vascular encefálico (AVE) e ao ataque isquêmico transitório (AIT), julgue o item seguinte.
Em se tratando de paciente com AVE ou AIT que apresente fibrilação atrial não valvular, a anticoagulação oral deve ser realizada, ao passo que, em pacientes com fibrilação atrial valvular (estenose mitral moderada a grave ou válvula mecânica), os novos anticoagulantes orais são preferíveis à varfarina para redução do risco de AVE.
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Com relação ao acidente vascular encefálico (AVE) e ao ataque isquêmico transitório (AIT), julgue o item seguinte.
Em pacientes com AVE não cardioembólico ou AIT, os anticoagulantes orais são preferíveis aos antiagregantes plaquetários para prevenir a recorrência de AVEs isquêmicos e outros eventos cardiovasculares, dado que o benefício supera o risco de sangramento.
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Com relação ao acidente vascular encefálico (AVE) e ao ataque isquêmico transitório (AIT), julgue o item seguinte.
Em pacientes com AVE, a prevenção secundária é essencial para prevenir recorrência e medidas como controle do diabetes (hemoglobina glicosilada igual ou inferior a 7%), cessar tabagismo, controle pressórico rigoroso, dieta balanceada, exercício físico regular e adesão à terapia medicamentosa supervisionada são mais efetivas se acompanhadas por suporte multidisciplinar e associadas a técnicas comportamentais.
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