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Uma criança foi encaminhada para o consultório de neurocirurgia, devido à presença de deformidade craniana.
Acerca desse assunto, julgue o item seguinte.
O tratamento de craniossinostose por via endoscópica tem como vantagens menor tempo cirúrgico, recuperação pós-operatória mais rápida e menor perda sanguínea; porém, frequentemente, ele deve ser associado ao uso de capacete remodelador pós-operatório.
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Uma criança foi encaminhada para o consultório de neurocirurgia, devido à presença de deformidade craniana.
Acerca desse assunto, julgue o item seguinte.
A faixa etária mais adequada para abordagem cirúrgica em crianças com craniossinostose é entre 12 e 18 meses.
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Uma criança foi encaminhada para o consultório de neurocirurgia, devido à presença de deformidade craniana.
Acerca desse assunto, julgue o item seguinte.
A braquicefalia é a apresentação mais comum de craniossinostose na síndrome de Crouzon; pacientes com essa síndrome apresentam, com frequência, sindactilia associada.
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Uma criança foi encaminhada para o consultório de neurocirurgia, devido à presença de deformidade craniana.
Acerca desse assunto, julgue o item seguinte.
Quando existe fechamento precoce de uma ou mais suturas cranianas, o crescimento encefálico ocorre perpendicularmente às suturas patentes, sendo a tomografia de crânio com reconstrução em 3D o melhor exame de imagem para avaliação e sendo a escafocefalia a apresentação mais comum.
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Após sofrer acidente motociclístico, um paciente do sexo masculino, de 26 anos de idade, apresentava o seguinte quadro clínico: emissão de sons incompreensíveis, sem abertura ocular, postura em flexão e adução dos membros superiores, com rotação interna e flexão plantar em membros inferiores. O paciente foi intubado no local do acidente e transportado ao hospital em prancha rígida, com colar cervical. Após estabilização do quadro, o paciente encontrava-se sedado, com pupilas isocóricas e mióticas. Tomografia de crânio evidenciou contusão temporal à esquerda com volume de 21 mL, associada a hematoma subdural agudo ipsilateral medindo 7 mm, conferindo-se efeito de massa resultante e desvio de linha média de 3 mm para a direita. Não se observou tumefação cerebral difusa. Havia, ainda, fratura alinhada temporoparietal à esquerda, com volumoso hematoma subgaleal associado. Não foram observadas fraturas ou luxações ao estudo tomográfico cervical.
Considerando o caso clínico apresentado e os aspectos a ele relacionados, julgue o item a seguir.
Trauma raquimedular em pacientes com trauma cranioencefálico grave ocorre quase exclusivamente na região cervical; portanto, não é necessário realizar estudo tomográfico da coluna torácica e lombar nesses pacientes, sendo esses exames reservados para outro momento.
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Após sofrer acidente motociclístico, um paciente do sexo masculino, de 26 anos de idade, apresentava o seguinte quadro clínico: emissão de sons incompreensíveis, sem abertura ocular, postura em flexão e adução dos membros superiores, com rotação interna e flexão plantar em membros inferiores. O paciente foi intubado no local do acidente e transportado ao hospital em prancha rígida, com colar cervical. Após estabilização do quadro, o paciente encontrava-se sedado, com pupilas isocóricas e mióticas. Tomografia de crânio evidenciou contusão temporal à esquerda com volume de 21 mL, associada a hematoma subdural agudo ipsilateral medindo 7 mm, conferindo-se efeito de massa resultante e desvio de linha média de 3 mm para a direita. Não se observou tumefação cerebral difusa. Havia, ainda, fratura alinhada temporoparietal à esquerda, com volumoso hematoma subgaleal associado. Não foram observadas fraturas ou luxações ao estudo tomográfico cervical.
Considerando o caso clínico apresentado e os aspectos a ele relacionados, julgue o item a seguir.
Nesse caso, está indicada a inserção de cateter para monitorização da pressão intracraniana (PIC) e cuidados neurointensivos; a realização de tomografia de crânio de controle é necessária em até 24 h de admissão, sendo mandatório exame imediato em caso de aumento da pressão intracraniana ou aparecimento de sinais neurológicos, como anisocoria.
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Após sofrer acidente motociclístico, um paciente do sexo masculino, de 26 anos de idade, apresentava o seguinte quadro clínico: emissão de sons incompreensíveis, sem abertura ocular, postura em flexão e adução dos membros superiores, com rotação interna e flexão plantar em membros inferiores. O paciente foi intubado no local do acidente e transportado ao hospital em prancha rígida, com colar cervical. Após estabilização do quadro, o paciente encontrava-se sedado, com pupilas isocóricas e mióticas. Tomografia de crânio evidenciou contusão temporal à esquerda com volume de 21 mL, associada a hematoma subdural agudo ipsilateral medindo 7 mm, conferindo-se efeito de massa resultante e desvio de linha média de 3 mm para a direita. Não se observou tumefação cerebral difusa. Havia, ainda, fratura alinhada temporoparietal à esquerda, com volumoso hematoma subgaleal associado. Não foram observadas fraturas ou luxações ao estudo tomográfico cervical.
Considerando o caso clínico apresentado e os aspectos a ele relacionados, julgue o item a seguir.
Hematoma subgaleal, fratura craniana e hematoma subdural agudo são exemplos de lesões por trauma direto, ao passo que contusão temporal e hematoma extradural são, com frequência, associados a lesão por contragolpe.
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Após sofrer acidente motociclístico, um paciente do sexo masculino, de 26 anos de idade, apresentava o seguinte quadro clínico: emissão de sons incompreensíveis, sem abertura ocular, postura em flexão e adução dos membros superiores, com rotação interna e flexão plantar em membros inferiores. O paciente foi intubado no local do acidente e transportado ao hospital em prancha rígida, com colar cervical. Após estabilização do quadro, o paciente encontrava-se sedado, com pupilas isocóricas e mióticas. Tomografia de crânio evidenciou contusão temporal à esquerda com volume de 21 mL, associada a hematoma subdural agudo ipsilateral medindo 7 mm, conferindo-se efeito de massa resultante e desvio de linha média de 3 mm para a direita. Não se observou tumefação cerebral difusa. Havia, ainda, fratura alinhada temporoparietal à esquerda, com volumoso hematoma subgaleal associado. Não foram observadas fraturas ou luxações ao estudo tomográfico cervical.
Considerando o caso clínico apresentado e os aspectos a ele relacionados, julgue o item a seguir.
Quando da intubação, o paciente apresentava-se na escala de coma de Glasgow de 6, com classificação tomográfica em Marshall II.
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Paciente de 73 anos de idade foi levado ao consultório médico pela filha, que relatou que o pai apresentava déficit de memória, esquecendo-se com frequência de onde guardava objetos, como chaves, carteira e documentos. Por meio da anamnese, observou-se que o paciente se apresentava orientado no tempo e no espaço, relacionando adequadamente pessoas de seu convívio cotidiano e mantendo sua autonomia adequadamente, apesar da dificuldade de mobilidade. O paciente queixou-se de dificuldade lentamente progressiva de manuseio de objetos, relatando que os deixava cair com frequência. Durante o exame físico neurológico, foi percebida instabilidade de marcha, referida pela filha como algo que se iniciara havia alguns anos. Exame de imagem recente de crânio mostrou atrofia cerebral esperada para a idade, com ectasia ventricular proporcional à atrofia, sem outras alterações significativas. Exame de ressonância magnética de coluna cervical trazido pelo paciente e realizado no contexto de cervicalgia revelou alterações degenerativas espondilodiscais, cifotização significativa, estenose raquiana nos níveis C5-C6/C6-C7 e mielopatia associada.
Considerando o caso clínico apresentado e os múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item que se segue.
No que diz respeito às complicações pós-operatórias, a abordagem por via posterior está mais relacionada acervicalgia, ao passo que a via anterior está relacionada a maiores índices de disfagia.
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Paciente de 73 anos de idade foi levado ao consultório médico pela filha, que relatou que o pai apresentava déficit de memória, esquecendo-se com frequência de onde guardava objetos, como chaves, carteira e documentos. Por meio da anamnese, observou-se que o paciente se apresentava orientado no tempo e no espaço, relacionando adequadamente pessoas de seu convívio cotidiano e mantendo sua autonomia adequadamente, apesar da dificuldade de mobilidade. O paciente queixou-se de dificuldade lentamente progressiva de manuseio de objetos, relatando que os deixava cair com frequência. Durante o exame físico neurológico, foi percebida instabilidade de marcha, referida pela filha como algo que se iniciara havia alguns anos. Exame de imagem recente de crânio mostrou atrofia cerebral esperada para a idade, com ectasia ventricular proporcional à atrofia, sem outras alterações significativas. Exame de ressonância magnética de coluna cervical trazido pelo paciente e realizado no contexto de cervicalgia revelou alterações degenerativas espondilodiscais, cifotização significativa, estenose raquiana nos níveis C5-C6/C6-C7 e mielopatia associada.
Considerando o caso clínico apresentado e os múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item que se segue.
O alinhamento do eixo vertical sagital C2-C7 consiste na distância entre a linha de prumo vertical de C2 e o ponto mais posterior da placa terminal superior de C7; essa relação pode auxiliar no planejamento pré-operatório em pacientes candidatos à abordagem cirúrgica cervical, porém, no pósoperatório, não apresenta associação com melhores resultados clínicos.
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