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Paciente de 40 anos de idade, G4P4C0A0, sem comorbidades prévias, compareceu ao consultório médico com quadro de incontinência urinária aos esforços, diariamente, havia 6 meses, mas sem sintomas de urgência miccional. Não tinha queixas de secreções vaginais anormais. Ao exame físico ginecológico, não apresentou prolapsos de parede vaginal anterior, nem alterações em parede posterior ou lateral de vagina.
A respeito desse caso clínico e de incontinência urinária e distopias genitais na mulher, julgue o item que se segue.
Com relação aos tipos de cirurgia para tratamento da incontinência urinária de esforço, é correto afirmar que a técnica de passagem de agulha transvaginal está menos associada a lesões vesicais e uretrais, em comparação com a passagem de agulha transobturatória.
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Paciente de 40 anos de idade, G4P4C0A0, sem comorbidades prévias, compareceu ao consultório médico com quadro de incontinência urinária aos esforços, diariamente, havia 6 meses, mas sem sintomas de urgência miccional. Não tinha queixas de secreções vaginais anormais. Ao exame físico ginecológico, não apresentou prolapsos de parede vaginal anterior, nem alterações em parede posterior ou lateral de vagina.
A respeito desse caso clínico e de incontinência urinária e distopias genitais na mulher, julgue o item que se segue.
Como medida medicamentosa para essa paciente, é recomendado o uso de medicação com ação mista (anticolinérgica e antiespasmódica), como o cloridrato de oxibutinina.
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Paciente de 40 anos de idade, G4P4C0A0, sem comorbidades prévias, compareceu ao consultório médico com quadro de incontinência urinária aos esforços, diariamente, havia 6 meses, mas sem sintomas de urgência miccional. Não tinha queixas de secreções vaginais anormais. Ao exame físico ginecológico, não apresentou prolapsos de parede vaginal anterior, nem alterações em parede posterior ou lateral de vagina.
A respeito desse caso clínico e de incontinência urinária e distopias genitais na mulher, julgue o item que se segue.
Se a paciente em questão fosse submetida a tratamento fisioterapêutico inicial e, mesmo assim, não obtivesse melhora clínica, seria indicada a realização de estudo urodinâmico para confirmação diagnóstica e indicação de tratamento cirúrgico.
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Paciente de 40 anos de idade, G4P4C0A0, sem comorbidades prévias, compareceu ao consultório médico com quadro de incontinência urinária aos esforços, diariamente, havia 6 meses, mas sem sintomas de urgência miccional. Não tinha queixas de secreções vaginais anormais. Ao exame físico ginecológico, não apresentou prolapsos de parede vaginal anterior, nem alterações em parede posterior ou lateral de vagina.
A respeito desse caso clínico e de incontinência urinária e distopias genitais na mulher, julgue o item que se segue.
Se essa paciente fosse submetida a estudo urodinâmico, seriam vistas contrações não inibidas do músculo detrusor associadas a sensações de premência de urinar.
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Paciente de 40 anos de idade, G4P4C0A0, sem comorbidades prévias, compareceu ao consultório médico com quadro de incontinência urinária aos esforços, diariamente, havia 6 meses, mas sem sintomas de urgência miccional. Não tinha queixas de secreções vaginais anormais. Ao exame físico ginecológico, não apresentou prolapsos de parede vaginal anterior, nem alterações em parede posterior ou lateral de vagina.
A respeito desse caso clínico e de incontinência urinária e distopias genitais na mulher, julgue o item que se segue.
Por se tratar de paciente com incontinência urinária não complicada e com diagnóstico de perda urinária aos esforços, deve ser indicada a fisioterapia de assoalho pélvico.
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Paciente de 26 anos de idade, sem comorbidades conhecidas, não gestante, foi submetida a exame de colpocitologia oncótica de resultado ASC-US (células escamosas atípicas de significado indeterminado, possivelmente não neoplásico). Após 6 meses, a paciente foi submetida ao mesmo exame, que evidenciou o mesmo resultado. Ela foi, então, encaminhada para a realização do exame de colposcopia, que apresentou o seguinte laudo final: exame satisfatório, ZT tipo II, JEC-2, ausência de lesões acetobrancas, ausência de lesões vasculares e teste de Schiller negativo.
Com relação ao caso clínico apresentado, julgue o item a seguir, considerando que essa paciente não teve acesso à realização de capturas híbridas para o HPV ou exame de genotipagem para HPV.
A ZT tipo II torna o exame de colposcopia automaticamente insatisfatório; por isso, é correto afirmar que o laudo do exame de colposcopia dessa paciente apresenta uma incorreção, uma vez que afirma que o exame é satisfatório, com ZT tipo II.
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Paciente de 26 anos de idade, sem comorbidades conhecidas, não gestante, foi submetida a exame de colpocitologia oncótica de resultado ASC-US (células escamosas atípicas de significado indeterminado, possivelmente não neoplásico). Após 6 meses, a paciente foi submetida ao mesmo exame, que evidenciou o mesmo resultado. Ela foi, então, encaminhada para a realização do exame de colposcopia, que apresentou o seguinte laudo final: exame satisfatório, ZT tipo II, JEC-2, ausência de lesões acetobrancas, ausência de lesões vasculares e teste de Schiller negativo.
Com relação ao caso clínico apresentado, julgue o item a seguir, considerando que essa paciente não teve acesso à realização de capturas híbridas para o HPV ou exame de genotipagem para HPV.
Se o laudo dessa paciente revelasse pontilhado fino, mosaico fino e epitélio acetobranco tênue, essas alterações seriam consideradas achados maiores à colposcopia, ou seja, seriam sugestivas de lesão de alto grau; nessa hipótese, a biopsia do colo uterino estaria indicada.
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Paciente de 26 anos de idade, sem comorbidades conhecidas, não gestante, foi submetida a exame de colpocitologia oncótica de resultado ASC-US (células escamosas atípicas de significado indeterminado, possivelmente não neoplásico). Após 6 meses, a paciente foi submetida ao mesmo exame, que evidenciou o mesmo resultado. Ela foi, então, encaminhada para a realização do exame de colposcopia, que apresentou o seguinte laudo final: exame satisfatório, ZT tipo II, JEC-2, ausência de lesões acetobrancas, ausência de lesões vasculares e teste de Schiller negativo.
Com relação ao caso clínico apresentado, julgue o item a seguir, considerando que essa paciente não teve acesso à realização de capturas híbridas para o HPV ou exame de genotipagem para HPV.
A presença de ASC-US em duas citologias intervaladas por 6 meses indica a realização do exame de colposcopia; porém, mesmo que, no caso dessa paciente, o resultado desse último exame tenha sido normal, é necessário que ela realize conização cervical.
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Uma paciente com dezesseis anos de idade, acompanhada da mãe, compareceu a consulta ginecológica em UBS. A mãe relatou que a filha está com a menstruação atrasada e que, nos últimos meses, mudou seu comportamento, tornando-se mais introspectiva, irritada e chorando com facilidade. Questionada sobre a possibilidade de gravidez, a mãe relatou que a filha não mantém relações sexuais. Ao perceber o olhar assustado da paciente, o médico sugeriu que a mãe aguardasse na recepção, enquanto ele examinaria a paciente, que concordou com a conduta. Após a saída da mãe, a paciente relatou que, havia dois anos, vinha sofrendo abusos sexuais de seu padrasto, que a ameaça constantemente, e que hoje, na data da consulta (14/8/2021), completaram-se dois meses de amenorreia. Associada ao tempo de amenorreia, foi apresentada queixa de lesões corporais não pruriginosas.
Com relação a esse caso clínico, julgue o item subsequente.
Em casos de violência sexual, o contato genital é condição obrigatória para que uma situação seja considerada abusiva.
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Uma paciente com dezesseis anos de idade, acompanhada da mãe, compareceu a consulta ginecológica em UBS. A mãe relatou que a filha está com a menstruação atrasada e que, nos últimos meses, mudou seu comportamento, tornando-se mais introspectiva, irritada e chorando com facilidade. Questionada sobre a possibilidade de gravidez, a mãe relatou que a filha não mantém relações sexuais. Ao perceber o olhar assustado da paciente, o médico sugeriu que a mãe aguardasse na recepção, enquanto ele examinaria a paciente, que concordou com a conduta. Após a saída da mãe, a paciente relatou que, havia dois anos, vinha sofrendo abusos sexuais de seu padrasto, que a ameaça constantemente, e que hoje, na data da consulta (14/8/2021), completaram-se dois meses de amenorreia. Associada ao tempo de amenorreia, foi apresentada queixa de lesões corporais não pruriginosas.
Com relação a esse caso clínico, julgue o item subsequente.
No caso clínico em questão, é dever do médico realizar a notificação à vara da infância e juventude e ao conselho tutelar, mas o momento para realizá-la deve ser criteriosamente estudado pela equipe de saúde.
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