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Foram encontradas 65 questões.

2588829 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: SESCOOP-RN
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Considere o trecho a seguir.

[...] dada sua baixa capacidade de degradação [...]

Se a expressão em destaque for substituída por “seus baixos índices de degradação”, a palavra “dada”

 

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2588828 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: SESCOOP-RN
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Considere o trecho a seguir.

Nota-se, em particular no Ocidente, que entre centenas de milhões que abandonaram o fosso da pirâmide e dezenas de milhares cuja fortuna se multiplicou, as classes médias perderam participação na renda global.

Sobre as palavras em destaque, é correto afirmar:

 

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2588827 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: SESCOOP-RN
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Populismo policial

Seguindo tendência nacional, o ano passado registrou uma diminuição significativa de 19% no total de homicídios dolosos no Rio de Janeiro. Foram 3.995 casos, o menor número desde 1991. Em São Paulo, o dado foi ainda mais positivo: 2019 terminou com a menor taxa de assassinatos da série histórica, com 6,56 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. A má notícia é que a queda nos crimes não conseguiu conter a brutalidade policial. No mesmo período, o número de mortos por intervenção policial no Rio de Janeiro (1.810) aumentou 18% na comparação com 2018, atingindo o maior patamar desde 1998. Em São Paulo, fenômeno comparável ocorreu: policiais civis e militares em serviço mataram 733 pessoas, um aumento de 12% em relação ao ano anterior. No caso fluminense, chega a ser chocante o fato de a letalidade da polícia ter sido proporcionalmente maior do que a perpetrada pelos criminosos paulistas: 10,5 casos para cada 100 mil habitantes. Evidências científicas mostram que inexiste correlação entre maior violência da polícia e redução de crimes, e um estudo do Ministério Público do Rio de Janeiro no ano passado desmistificou a tese do chamado populismo policial. Cidades como Nova Iguaçu e Angra dos Reis, por exemplo, apresentaram queda tanto nos homicídios quanto nas mortes pela polícia. Tampouco há ganhadores nessa guerra. A mesma pesquisa concluiu que a atuação policial pela via do confronto expõe os agentes de segurança ao risco e impede a prestação de serviços essenciais. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, quase um policial morreu ao dia, de forma violenta, no país, em 2018, sendo muito elevada a incidência de suicídios, com 104 episódios naquele ano, o que dá a dimensão do estresse a que eles estão submetidos. Falta consenso entre os especialistas sobre as causas da queda nos homicídios. Fatores econômicos, interiorização da violência, mudanças nos conflitos entre facções criminosas e políticas estaduais mais efetivas são, em geral, citados. Mas a cultura de confronto policial não figura entre eles. Para um fenômeno multicausal e com efeitos percebidos a médio e longo prazo, atribuir os avanços na área a governantes afeitos à retórica belicosa é, ao menos, impreciso e, no mais, intelectualmente desonesto. Embora a maioria dos cariocas ainda considere a política de segurança do estado ruim ou péssima, essa rejeição caiu de 85% para 55% entre março de 2018 e dezembro passado. É um terreno fértil para o populismo policial sem qualquer respaldo em evidências.

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 9 fev. 2020.

Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, quase um policial morreu ao dia, de forma violenta, no país, em 2018, sendo muito elevada a incidência de suicídios, com 104 episódios naquele ano, o que dá a dimensão do estresse a que eles estão submetidos.

Considerando sua inserção no texto, nesse parágrafo há uma

 

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2588826 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNCERN
Orgão: SESCOOP-RN
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Populismo policial

Seguindo tendência nacional, o ano passado registrou uma diminuição significativa de 19% no total de homicídios dolosos no Rio de Janeiro. Foram 3.995 casos, o menor número desde 1991. Em São Paulo, o dado foi ainda mais positivo: 2019 terminou com a menor taxa de assassinatos da série histórica, com 6,56 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. A má notícia é que a queda nos crimes não conseguiu conter a brutalidade policial. No mesmo período, o número de mortos por intervenção policial no Rio de Janeiro (1.810) aumentou 18% na comparação com 2018, atingindo o maior patamar desde 1998. Em São Paulo, fenômeno comparável ocorreu: policiais civis e militares em serviço mataram 733 pessoas, um aumento de 12% em relação ao ano anterior. No caso fluminense, chega a ser chocante o fato de a letalidade da polícia ter sido proporcionalmente maior do que a perpetrada pelos criminosos paulistas: 10,5 casos para cada 100 mil habitantes. Evidências científicas mostram que inexiste correlação entre maior violência da polícia e redução de crimes, e um estudo do Ministério Público do Rio de Janeiro no ano passado desmistificou a tese do chamado populismo policial. Cidades como Nova Iguaçu e Angra dos Reis, por exemplo, apresentaram queda tanto nos homicídios quanto nas mortes pela polícia. Tampouco há ganhadores nessa guerra. A mesma pesquisa concluiu que a atuação policial pela via do confronto expõe os agentes de segurança ao risco e impede a prestação de serviços essenciais. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, quase um policial morreu ao dia, de forma violenta, no país, em 2018, sendo muito elevada a incidência de suicídios, com 104 episódios naquele ano, o que dá a dimensão do estresse a que eles estão submetidos. Falta consenso entre os especialistas sobre as causas da queda nos homicídios. Fatores econômicos, interiorização da violência, mudanças nos conflitos entre facções criminosas e políticas estaduais mais efetivas são, em geral, citados. Mas a cultura de confronto policial não figura entre eles. Para um fenômeno multicausal e com efeitos percebidos a médio e longo prazo, atribuir os avanços na área a governantes afeitos à retórica belicosa é, ao menos, impreciso e, no mais, intelectualmente desonesto. Embora a maioria dos cariocas ainda considere a política de segurança do estado ruim ou péssima, essa rejeição caiu de 85% para 55% entre março de 2018 e dezembro passado. É um terreno fértil para o populismo policial sem qualquer respaldo em evidências.

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 9 fev. 2020.

O texto, de forma dominante, tematiza

 

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2588825 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNCERN
Orgão: SESCOOP-RN
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A avaliação da aprendizagem configura-se em funções diversificadas no processo de ensino e aprendizagem. A integração dessas funções na prática pedagógica vincula-se às concepções de educação e da postura político-pedagógica defendida pelo docente e pela instituição educativa. Dessa forma, a avaliação da aprendizagem envolve as funções

 

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2588824 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNCERN
Orgão: SESCOOP-RN
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Estudiosos da formação docente salientam o papel da educação na sociedade. Autores como Nóvoa (2009) apontam os conhecimentos e saberes necessários à formação e à atuação dos professores nos dias atuais, visando às novas competências requeridas no século XXI, quais sejam:

 

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2588823 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNCERN
Orgão: SESCOOP-RN
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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), nº 9.394/1996, disciplina a educação escolar, que se desenvolve, predominantemente, por meio do ensino, em instituições próprias. Sobre o acesso à educação, determina, em seu Artigo 5º, que

 

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2588822 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNCERN
Orgão: SESCOOP-RN
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O currículo é o conjunto de valores e práticas que proporcionam a produção e a socialização de significados no espaço social e que contribuem para a construção de identidades sociais e culturais dos estudantes. Nesse sentido, pensar a organização do currículo escolar implica

 

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2588821 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNCERN
Orgão: SESCOOP-RN
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Falar de inclusão na educação, é falar do acesso a todos, de igualdade de direitos, de oportunidades e, portanto, de uma ação didático-pedagógica para o atendimento a todos os estudantes, organizando o ato de ensinar de forma inclusiva. A organização da prática educativa, na perspectiva inclusiva como prática social, implica no envolvimento de todos que fazem a comunidade educativa; professores, gestores, e outros profissionais da educação que atuam na escola, alunos e suas famílias. De acordo com a legislação nacional, especificamente, com a Lei 13.146/2015, que institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência,

 

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2588820 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNCERN
Orgão: SESCOOP-RN
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O Projeto Político Pedagógico (PPP) é um instrumento de gestão democrática que deve ser elaborado a partir de uma construção coletiva, com a participação de todos que compõem a comunidade escolar. Integra aspectos peculiares à escola como a autonomia pedagógica e administrativo-financeira, consolidando, com clareza os pressupostos contidos na proposta pedagógica da instituição de ensino, democratizando as relações inerentes ao fazer pedagógico. Sobre sua elaboração, requer fundamentalmente,

 

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