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1297197 Ano: 2017
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
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Considerando o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), observam-se situações nas quais o exercício do trabalho pelo adolescente é vedado. Assim, é vedado o trabalho
I. noturno, realizado entre as dezoito horas de um dia e as seis horas do dia seguinte.
II. realizado, sem a devida autorização dos pais, em locais prejudiciais à sua formação e ao seu desenvolvimento físico, psíquico, moral e social.
III. da capacitação profissional para a necessidade imediata do mercado de trabalho.
IV. realizado em horários e locais que não permitam a frequência, ao menos parcial, à escola.
Segundo esse Estatuto, são INCORRETAS as situações descritas em
 

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1295761 Ano: 2017
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
Analise as assertivas a seguir sobre as condições para que o trabalhador tenha direito à percepção do seguro-desemprego.
I. Ter sido dispensado sem justa causa ou por culpa recíproca.
II. Ter recebido salários de pessoa jurídica ou de pessoa física a ela equiparada, relativos há, pelo menos, 12 (doze) meses nos últimos 18 (dezoito) meses imediatamente anteriores à data de dispensa, quando da primeira solicitação.
III. Ter recebido salários de pessoa jurídica ou de pessoa física a ela equiparada, há, pelo menos, 9 (nove) meses nos últimos 12 (doze) meses imediatamente anteriores à data de dispensa, quando da segunda solicitação.
IV. Ter recebido salários de pessoa jurídica ou de pessoa física a ela equiparada a cada um dos 6 (seis) meses imediatamente anteriores à data de dispensa, da terceira solicitação do seguro-desemprego em diante.
Está(ão) CORRETA(S)
 

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1044674 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
Texto 1
A velha na janela
Por Jairo Marques
Era apenas uma viagenzinha despretensiosa pelo interior mineiro, mas a imagem daquela senhora na janela, com o rosto já derretido pelo tempo, com as mãos aconchegando o queixo e com o olhar em um profundo nada ficou em minhas recordações. Uma mistura de sensação de solidão com um desgosto pela vagareza dos dias, do passar das horas.
Tempos depois daquela experiência, tenho a seguinte conversa com minha mãe, septuagenária:
– Tudo bem por aí, minha velha?
– Tudo na mesma, meu filho. O tempo parece que não passa aqui em casa. Os dias são tão longos, as noites mais compridas ainda. Fico num desassossego… Nada parece estar bom.
– Ah, mas a velhice também serve para descansar até cansar, né, mãe?
– Serve, mas é tempo demais. Por mais que eu invente coisas para fazer, sobram muitas horas à toa. Me dá um desatino, uma chateação.
Fiquei desconjuntado depois dessa prosa. Além da melancolia natural da idade, mamãe ainda tem amargado a falta de nosso cachorro velho, Nero, que morreu há pouco mais de dois meses, deixando um som da ausência quase desesperador em seu cotidiano. Seu coração sofre mais uma vez.
Mamãe é hoje como a velha da janela de Minas à procura de alento em passarinhos que vez ou outra saltitam por ali no chão e fazem shows por migalhas. Mamãe arrodeia por todos os lados as lembranças para tirar delas novas versões, nova graça, novos suspiros. Não por acaso, ela sempre reconta causos e ri deles com a graça de uma boa surpresa.
Não deu pé para que ela se preparasse para a chegada da tal terceira idade. Mal tinha tempo e disposição para programar o arroz com feijão do dia a dia, igual ao que acontece com a maior parte das mulheres trabalhadoras e provedoras de famílias deste país.
Minha velha não é dessas que conseguem se encantar com aulas de hidroginástica ao som de Anitta ou com bailinhos da saudade cheios de moças atrás de senhores abonados. Cansou-se até de fazer bolo, afinal, menino não chega mais faminto, grudando em sua saia, pedindo chamego e comida aos finais do dia.
Por mais que eu reinvente os horários de ligar para casa, sempre tenho a sensação de que ela estava me esperando a postos e ansiosa para saber da neta, do frio que congela minhas pernas secas nessas noites invernais, dos meus planos para o final de semana, da rotina no jornal.
É bem possível trabalhar contra a inerência desse estado de desgosto da velhice. Há uns que compram uma motoca e viajam pelo mundo fugindo para novos pontos a cada encostar da tristeza; há os que se rebelam contra os efeitos da longevidade buscando novidades para o cérebro, para as rugas e para a alma.
De qualquer maneira, penso ser necessário o mundo trabalhar mais por menos momentos de angústia com o tempo para os velhos. Uma construção social que não sobrevalorize a velocidade, que torne os ambientes mais convidativos para os velhos, pode ser um caminho. Experiências de comunidades de idosos, organizadas por eles mesmos, começam a ganhar fôlego no país, assim como iniciativas de acolhimento de empresas que querem a presença dos velhos para fomentar diversidade, valores humanos. Então, não é simplesmente uma questão de “coisas da vida”. Dá para ser diferente. (...)
Disponível em: http://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br/2017/07/26/a-velha-na-janela/ Acesso em: 15 ago. 2017. Adaptado.
Para uma leitura adequada do Texto 1, que considere também o gênero textual em que o texto se organiza, o leitor deve compreender que o seu autor tem como propósito primordial o de:
 

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1044445 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
Texto 1
A velha na janela
Por Jairo Marques
Era apenas uma viagenzinha despretensiosa pelo interior mineiro, mas a imagem daquela senhora na janela, com o rosto já derretido pelo tempo, com as mãos aconchegando o queixo e com o olhar em um profundo nada ficou em minhas recordações. Uma mistura de sensação de solidão com um desgosto pela vagareza dos dias, do passar das horas.
Tempos depois daquela experiência, tenho a seguinte conversa com minha mãe, septuagenária:
– Tudo bem por aí, minha velha?
– Tudo na mesma, meu filho. O tempo parece que não passa aqui em casa. Os dias são tão longos, as noites mais compridas ainda. Fico num desassossego… Nada parece estar bom.
– Ah, mas a velhice também serve para descansar até cansar, né, mãe?
– Serve, mas é tempo demais. Por mais que eu invente coisas para fazer, sobram muitas horas à toa. Me dá um desatino, uma chateação.
Fiquei desconjuntado depois dessa prosa. Além da melancolia natural da idade, mamãe ainda tem amargado a falta de nosso cachorro velho, Nero, que morreu há pouco mais de dois meses, deixando um som da ausência quase desesperador em seu cotidiano. Seu coração sofre mais uma vez.
Mamãe é hoje como a velha da janela de Minas à procura de alento em passarinhos que vez ou outra saltitam por ali no chão e fazem shows por migalhas. Mamãe arrodeia por todos os lados as lembranças para tirar delas novas versões, nova graça, novos suspiros. Não por acaso, ela sempre reconta causos e ri deles com a graça de uma boa surpresa.
Não deu pé para que ela se preparasse para a chegada da tal terceira idade. Mal tinha tempo e disposição para programar o arroz com feijão do dia a dia, igual ao que acontece com a maior parte das mulheres trabalhadoras e provedoras de famílias deste país.
Minha velha não é dessas que conseguem se encantar com aulas de hidroginástica ao som de Anitta ou com bailinhos da saudade cheios de moças atrás de senhores abonados. Cansou-se até de fazer bolo, afinal, menino não chega mais faminto, grudando em sua saia, pedindo chamego e comida aos finais do dia.
Por mais que eu reinvente os horários de ligar para casa, sempre tenho a sensação de que ela estava me esperando a postos e ansiosa para saber da neta, do frio que congela minhas pernas secas nessas noites invernais, dos meus planos para o final de semana, da rotina no jornal.
É bem possível trabalhar contra a inerência desse estado de desgosto da velhice. Há uns que compram uma motoca e viajam pelo mundo fugindo para novos pontos a cada encostar da tristeza; há os que se rebelam contra os efeitos da longevidade buscando novidades para o cérebro, para as rugas e para a alma.
De qualquer maneira, penso ser necessário o mundo trabalhar mais por menos momentos de angústia com o tempo para os velhos. Uma construção social que não sobrevalorize a velocidade, que torne os ambientes mais convidativos para os velhos, pode ser um caminho. Experiências de comunidades de idosos, organizadas por eles mesmos, começam a ganhar fôlego no país, assim como iniciativas de acolhimento de empresas que querem a presença dos velhos para fomentar diversidade, valores humanos. Então, não é simplesmente uma questão de “coisas da vida”. Dá para ser diferente. (...)
Disponível em: http://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br/2017/07/26/a-velha-na-janela/ Acesso em: 15 ago. 2017. Adaptado.
O Texto 1, como outros textos, é constituído de sequências textuais de tipologias diversas, que cumprem diferentes propósitos. Acerca da tipologia textual de cada segmento destacado, analise as afirmativas a seguir.
I. No segmento: “(...) a imagem daquela senhora na janela, com o rosto já derretido pelo tempo, com as mãos aconchegando o queixo e com o olhar em um profundo nada (...)” (1º parágrafo), o autor objetiva descrever a personagem, como indicam as sequências de localização (na janela) e as de qualificação (rosto já derretido).
II. O segmento: “Além da melancolia natural da idade, mamãe ainda tem amargado a falta de nosso cachorro velho, Nero, que morreu há pouco mais de dois meses, deixando um som da ausência quase desesperador em seu cotidiano.” (3º parágrafo) é narrativo, como evidenciam a marcação do tempo e a sequência de fatos interligados.
III. Com o segmento: “Cansou-se até de fazer bolo, afinal, menino não chega mais faminto, grudando em sua saia, pedindo chamego e comida aos finais do dia.” (6º parágrafo), o autor deseja mostrar ações em andamento, e elabora, para tanto, sequências injuntivas.
IV. No trecho: “De qualquer maneira, penso ser necessário o mundo trabalhar mais por menos momentos de angústia com o tempo para os velhos.” (9º parágrafo), o autor introduz um segmento argumentativo, caracterizado por uma ideia de contraste: a sociedade trabalhar mais para que os velhos tenham menos momentos de angústia.
Estão CORRETAS, apenas:
 

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1044405 Ano: 2017
Disciplina: Psicologia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
Provas:
Um paciente relata: “Em todo canto que vou, até no ônibus, apreendo que as pessoas me olham de forma diferente e me julgam criticamente. Não duvido de que tramam minha morte e o fazem perversamente. Querem me transformar numa massa acefaloidungue”.
Tal relato corresponde a
 

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1044359 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
Texto 1
A velha na janela
Por Jairo Marques
Era apenas uma viagenzinha despretensiosa pelo interior mineiro, mas a imagem daquela senhora na janela, com o rosto já derretido pelo tempo, com as mãos aconchegando o queixo e com o olhar em um profundo nada ficou em minhas recordações. Uma mistura de sensação de solidão com um desgosto pela vagareza dos dias, do passar das horas.
Tempos depois daquela experiência, tenho a seguinte conversa com minha mãe, septuagenária:
– Tudo bem por aí, minha velha?
– Tudo na mesma, meu filho. O tempo parece que não passa aqui em casa. Os dias são tão longos, as noites mais compridas ainda. Fico num desassossego… Nada parece estar bom.
– Ah, mas a velhice também serve para descansar até cansar, né, mãe?
– Serve, mas é tempo demais. Por mais que eu invente coisas para fazer, sobram muitas horas à toa. Me dá um desatino, uma chateação.
Fiquei desconjuntado depois dessa prosa. Além da melancolia natural da idade, mamãe ainda tem amargado a falta de nosso cachorro velho, Nero, que morreu há pouco mais de dois meses, deixando um som da ausência quase desesperador em seu cotidiano. Seu coração sofre mais uma vez.
Mamãe é hoje como a velha da janela de Minas à procura de alento em passarinhos que vez ou outra saltitam por ali no chão e fazem shows por migalhas. Mamãe arrodeia por todos os lados as lembranças para tirar delas novas versões, nova graça, novos suspiros. Não por acaso, ela sempre reconta causos e ri deles com a graça de uma boa surpresa.
Não deu pé para que ela se preparasse para a chegada da tal terceira idade. Mal tinha tempo e disposição para programar o arroz com feijão do dia a dia, igual ao que acontece com a maior parte das mulheres trabalhadoras e provedoras de famílias deste país.
Minha velha não é dessas que conseguem se encantar com aulas de hidroginástica ao som de Anitta ou com bailinhos da saudade cheios de moças atrás de senhores abonados. Cansou-se até de fazer bolo, afinal, menino não chega mais faminto, grudando em sua saia, pedindo chamego e comida aos finais do dia.
Por mais que eu reinvente os horários de ligar para casa, sempre tenho a sensação de que ela estava me esperando a postos e ansiosa para saber da neta, do frio que congela minhas pernas secas nessas noites invernais, dos meus planos para o final de semana, da rotina no jornal.
É bem possível trabalhar contra a inerência desse estado de desgosto da velhice. Há uns que compram uma motoca e viajam pelo mundo fugindo para novos pontos a cada encostar da tristeza; há os que se rebelam contra os efeitos da longevidade buscando novidades para o cérebro, para as rugas e para a alma.
De qualquer maneira, penso ser necessário o mundo trabalhar mais por menos momentos de angústia com o tempo para os velhos. Uma construção social que não sobrevalorize a velocidade, que torne os ambientes mais convidativos para os velhos, pode ser um caminho. Experiências de comunidades de idosos, organizadas por eles mesmos, começam a ganhar fôlego no país, assim como iniciativas de acolhimento de empresas que querem a presença dos velhos para fomentar diversidade, valores humanos. Então, não é simplesmente uma questão de “coisas da vida”. Dá para ser diferente. (...)
Disponível em: http://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br/2017/07/26/a-velha-na-janela/ Acesso em: 15 ago. 2017. Adaptado.
Quanto a alguns elementos textuais que concorrem para o processo de coesão e coerência no Texto 1, assinale a alternativa CORRETA.
 

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1038246 Ano: 2017
Disciplina: Psicologia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
Provas:
No âmbito da técnica psicanalítica, Freud identifica um fenômeno denominado transferência, que, dentre muitos outros aspectos, compreende a expressão de fantasias de amor e/ou ódio endereçadas à pessoa do analista. Sobre tal fenômeno, é possível caracterizá-lo como um tipo ou forma de
 

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1036289 Ano: 2017
Disciplina: Psicologia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
Provas:
Em relação às características associadas à adolescência, considere as seguintes afirmações:
I. Cognitivamente, vemos a aquisição de processos lógicos, como a seriação e a reversibilidade.
II. Emocionalmente, tem-se a emergência de fenômenos, como o deslocamento temporal.
III. Moralmente, mostra a heteronomia, na qual se percebem as regras como impostas pela tradição.
Sobre tais características, em sua associação com a adolescência, está(ão) CORRETA(S) apenas
 

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1030631 Ano: 2017
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
De acordo com a Cartilha para o Atendimento de Intermediação de Mão de Obra, Seguro-Desemprego e Qualificação Profissional (1ª Edição – Brasília - dezembro/2015), no que diz respeito ao trabalhador, analise as proposições a seguir:
I. O cadastro inicial do empregador no Sistema Nacional de Emprego – SINE não pode ser efetuado diretamente por meio da Rede Mundial de Computadores (Internet).
II. A atualização cadastral do empregador no Sistema Nacional de Emprego – SINE não pode ser efetuada diretamente por meio da Rede Mundial de Computadores (Internet).
III. As vagas registradas no portal eletrônico “www.maisemprego.mte.gov.br” têm validade de 30 dias a partir da data do cadastramento, havendo previsão de prorrogação.
IV. Se a vaga não for preenchida depois de 30 dias a partir da data do seu cadastramento no portal eletrônico “www.maisemprego.mte.gov.br”, o prazo de validade poderá ser prorrogado por mais 30 dias.
Está(ão) CORRETA(S)
 

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1030606 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SETEQ-PE
Texto 2
Enunciado 1030606-1
Na leitura e análise do Texto 2, é necessário levar em conta os recursos visuais empregados. Acerca do papel dos recursos visuais na compreensão global do texto, analise as afirmativas a seguir.
I. Recursos como o tipo de fonte do enunciado “Pela estrada afora, eu vou bem sozinha”, o modelo do móvel e o aparelho de rádio buscam referenciar o antigo.
II. Há um contraste evidente entre a figura do Lobo e a da velhinha, em que sobressai a postura de ação e de força do Lobo versus a atitude de desamparo e fragilidade da velhinha.
III. A posição do Lobo, de mãos enluvadas e parcialmente encoberto pela porta, reforça a ideia de que o idoso, muitas vezes, está à mercê de alguém que, disfarçadamente, busca enganá-lo ou prejudicá-lo.
IV. A figura da velhinha, sentada e sem encarar o Lobo, representa a resistência emocional, um tipo de força diferente da força física, mas igualmente capaz de fazer frente às investidas do Lobo.
Estão CORRETAS, apenas:
 

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