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Foram encontradas 40 questões.

4137787 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: SIMAE-SC
Considere que uma equação quadrática é formada por três termos. Um desses termos é formado por um coeficiente, o qual é igual à décima primeira parte do terceiro número primo maior do que 3, multiplicado pelo quadrado da incógnita. Outro termo é independente, sem relação de multiplicação com a incógnita, o qual é igual à quarta parte do dobro do primeiro número par natural maior do que o terceiro número primo maior do que 3. Por fim, o terceiro dos termos é formado pela incógnita multiplicada pelo quinto maior número inteiro menor do que zero. A partir disso, quando essa equação é igualada a zero, qual é a soma dos valores que a incógnita pode assumir?
 

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4137786 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: SIMAE-SC
Uma estrutura metálica foi construída em formato de L, sendo que a parte vertical foi presa a uma parede do prédio da Prefeitura, e a parte horizontal, presa no chão em frente a esse prédio, formando um ângulo reto exato. Após a instalação, o responsável verificou que ainda havia sobrado material, e questionou ao projetista qual seria o comprimento de metal necessário para fazer uma linha reta ligando as extremidades das partes vertical e horizontal, que possuem comprimento de 5,55 metros e 7,4 metros, respectivamente. O que o projetista respondeu? (Considere a estrutura como fios, desprezando espessura).
 

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Uma aplicação financeira tem sempre taxa de juros de 1,5%, operando da seguinte forma: quatro meses de aplicação em juros simples e dois meses em juros compostos; depois, quatro meses em juros simples e dois em compostos; e, assim, sucessivamente. Considerando que a base da aplicação dos juros simples é sempre com o valor imediatamente anterior à primeira aplicação do conjunto de quatro meses, e que os juros compostos se aplicam sempre com relação ao valor imediatamente anterior à própria aplicação, qual das alternativas traz os juros aproximados obtidos a partir de R$ 100.000,00 aplicados por um ano?
 

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4137784 Ano: 2026
Disciplina: Estatística
Banca: Fênix
Orgão: SIMAE-SC
Para melhor se prepararem para a terceira e última avaliação do ano, um professor divulgou alguns dados da turma quanto a notas nas avaliações anteriores, incluindo um quadro geral de quantidade de alunos por nota:
                                                        Enunciado 4666341-1
A partir do quadro, qual das alternativas apresenta a soma da média ponderada das notas obtidas na primeira avaliação com a média ponderada das notas obtidas na segunda avaliação? (Nenhum aluno obteve nota inferior a 5 em qualquer das avaliações; utilize arredondamento para duas casas decimais).
 

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4137783 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Fênix
Orgão: SIMAE-SC
Um reservatório de água possui volume interno igual a 44,80 metros cúbicos. Ele faz parte de um sistema que despeja 40 litros de água por segundo em seu interior, havendo uma pausa de cinco segundos após cada minuto de despejo, pausa na qual é depositada uma esfera de plástico maciça, com raio igual a 1 metro, a qual se deposita em seu fundo. Em seguida, retorna o despejo de água por um minuto, cinco segundos com a queda de uma nova esfera, mais um minuto, e assim segue. Quanto tempo leva para o reservatório, vazio, encher ao seu limite sem transbordar? (Considere π = 3).
 

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4137782 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: SIMAE-SC

TEXTO PARA A QUESTÃO.



A calmaria antes da tempestade

Acho que uma das metáforas da sabedoria popular que mais se enraizou na nossa cultura é a da “calmaria antes da tempestade”. Segundo cientistas e meteorologistas, a expressão tem sim um fundo de verdade por diversos fatores. Por exemplo, na aproximação de frentes frias mais intensas, a pressão atmosférica começa a cair, o ar fica mais quente e abafado e assim o vento pode diminuir temporariamente, como se fizesse uma pausa. Isso se deve ao fato de existir uma espécie de zona de transição entre massas de ar, com gradiente de pressão relativamente pequeno e energia acumulada na atmosfera.

Conversando com alguns conhecidos que trabalham em indústrias de médio e de grande porte, uma das frases que mais ouvi desde dezembro é a seguinte: “Tá tudo parado”. Poucos pedidos, poucas entregas, férias coletivas, férias antecipadas. O olhar preocupado deles denuncia aquela apreensão de quem sabe que a pouca movimentação, o silêncio, a “calmaria” – ainda mais em ano eleitoral – é motivo de apreensão, não de tranquilidade.

Sem dúvida estamos presos numa zona de transição em que o Brasil, como nação, vai ter que decidir que rumo irá tomar. Vamos analisar um único exemplo que no mínimo gera alguns questionamentos pertinentes. Dados fundamentais para compreender o desempenho da economia brasileira, como o Produto Interno Bruto (PIB), a taxa de desemprego, a inflação por meio do IPCA, além de indicadores sobre produção industrial, comércio e serviços funcionam como um termômetro da atividade econômica, permitindo identificar se o país está em crescimento, estagnado ou enfrentando uma crise.

O problema é que não dá para entender como pode o desemprego ser tão baixo se 50 milhões de brasileiros ainda precisam viver de Bolsa Família? Como a economia pode estar “bem” se o número de inadimplentes e de famílias endividadas chega a 70% da população? Parece que teremos em breve o choque violento de duas “frentes”: um Brasil desejado e um Brasil real. Essa calmaria angustiante é só o prenúncio de algo devastador. Talvez não seja apenas por causa da apreensão natural em ano eleitoral, talvez seja a espera de um futuro próspero que parece nunca se concretizar. E nada é pior do que ter pouca ou nenhuma esperança de que estaremos seguros e abrigados quando a tempestade chegar.

Autora: Candice Soldatelli- GZH (adaptado).

No trecho “o ar fica mais quente e abafado”, os termos destacados exercem papel importante na caracterização do substantivo “ar”. Considerando a flexão e o emprego das classes gramaticais, as palavras sublinhadas são, ambas:
 

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4137781 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: SIMAE-SC

TEXTO PARA A QUESTÃO.



A calmaria antes da tempestade

Acho que uma das metáforas da sabedoria popular que mais se enraizou na nossa cultura é a da “calmaria antes da tempestade”. Segundo cientistas e meteorologistas, a expressão tem sim um fundo de verdade por diversos fatores. Por exemplo, na aproximação de frentes frias mais intensas, a pressão atmosférica começa a cair, o ar fica mais quente e abafado e assim o vento pode diminuir temporariamente, como se fizesse uma pausa. Isso se deve ao fato de existir uma espécie de zona de transição entre massas de ar, com gradiente de pressão relativamente pequeno e energia acumulada na atmosfera.

Conversando com alguns conhecidos que trabalham em indústrias de médio e de grande porte, uma das frases que mais ouvi desde dezembro é a seguinte: “Tá tudo parado”. Poucos pedidos, poucas entregas, férias coletivas, férias antecipadas. O olhar preocupado deles denuncia aquela apreensão de quem sabe que a pouca movimentação, o silêncio, a “calmaria” – ainda mais em ano eleitoral – é motivo de apreensão, não de tranquilidade.

Sem dúvida estamos presos numa zona de transição em que o Brasil, como nação, vai ter que decidir que rumo irá tomar. Vamos analisar um único exemplo que no mínimo gera alguns questionamentos pertinentes. Dados fundamentais para compreender o desempenho da economia brasileira, como o Produto Interno Bruto (PIB), a taxa de desemprego, a inflação por meio do IPCA, além de indicadores sobre produção industrial, comércio e serviços funcionam como um termômetro da atividade econômica, permitindo identificar se o país está em crescimento, estagnado ou enfrentando uma crise.

O problema é que não dá para entender como pode o desemprego ser tão baixo se 50 milhões de brasileiros ainda precisam viver de Bolsa Família? Como a economia pode estar “bem” se o número de inadimplentes e de famílias endividadas chega a 70% da população? Parece que teremos em breve o choque violento de duas “frentes”: um Brasil desejado e um Brasil real. Essa calmaria angustiante é só o prenúncio de algo devastador. Talvez não seja apenas por causa da apreensão natural em ano eleitoral, talvez seja a espera de um futuro próspero que parece nunca se concretizar. E nada é pior do que ter pouca ou nenhuma esperança de que estaremos seguros e abrigados quando a tempestade chegar.

Autora: Candice Soldatelli- GZH (adaptado).

No trecho “Acho que uma das metáforas da sabedoria popular que mais se enraizou na nossa cultura”, a palavra uma aparece antes de “das metáforas” e contribui para a construção do sentido da frase. Nesse contexto, sua classificação e seu emprego indicam que ela:
 

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4137780 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: SIMAE-SC

TEXTO PARA A QUESTÃO.



A calmaria antes da tempestade

Acho que uma das metáforas da sabedoria popular que mais se enraizou na nossa cultura é a da “calmaria antes da tempestade”. Segundo cientistas e meteorologistas, a expressão tem sim um fundo de verdade por diversos fatores. Por exemplo, na aproximação de frentes frias mais intensas, a pressão atmosférica começa a cair, o ar fica mais quente e abafado e assim o vento pode diminuir temporariamente, como se fizesse uma pausa. Isso se deve ao fato de existir uma espécie de zona de transição entre massas de ar, com gradiente de pressão relativamente pequeno e energia acumulada na atmosfera.

Conversando com alguns conhecidos que trabalham em indústrias de médio e de grande porte, uma das frases que mais ouvi desde dezembro é a seguinte: “Tá tudo parado”. Poucos pedidos, poucas entregas, férias coletivas, férias antecipadas. O olhar preocupado deles denuncia aquela apreensão de quem sabe que a pouca movimentação, o silêncio, a “calmaria” – ainda mais em ano eleitoral – é motivo de apreensão, não de tranquilidade.

Sem dúvida estamos presos numa zona de transição em que o Brasil, como nação, vai ter que decidir que rumo irá tomar. Vamos analisar um único exemplo que no mínimo gera alguns questionamentos pertinentes. Dados fundamentais para compreender o desempenho da economia brasileira, como o Produto Interno Bruto (PIB), a taxa de desemprego, a inflação por meio do IPCA, além de indicadores sobre produção industrial, comércio e serviços funcionam como um termômetro da atividade econômica, permitindo identificar se o país está em crescimento, estagnado ou enfrentando uma crise.

O problema é que não dá para entender como pode o desemprego ser tão baixo se 50 milhões de brasileiros ainda precisam viver de Bolsa Família? Como a economia pode estar “bem” se o número de inadimplentes e de famílias endividadas chega a 70% da população? Parece que teremos em breve o choque violento de duas “frentes”: um Brasil desejado e um Brasil real. Essa calmaria angustiante é só o prenúncio de algo devastador. Talvez não seja apenas por causa da apreensão natural em ano eleitoral, talvez seja a espera de um futuro próspero que parece nunca se concretizar. E nada é pior do que ter pouca ou nenhuma esperança de que estaremos seguros e abrigados quando a tempestade chegar.

Autora: Candice Soldatelli- GZH (adaptado).

Ao contrapor indicadores econômicos favoráveis a dados como o número de beneficiários do Bolsa Família, inadimplentes e famílias endividadas, a autora sugere que:
 

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4137779 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: SIMAE-SC

TEXTO PARA A QUESTÃO.



A calmaria antes da tempestade

Acho que uma das metáforas da sabedoria popular que mais se enraizou na nossa cultura é a da “calmaria antes da tempestade”. Segundo cientistas e meteorologistas, a expressão tem sim um fundo de verdade por diversos fatores. Por exemplo, na aproximação de frentes frias mais intensas, a pressão atmosférica começa a cair, o ar fica mais quente e abafado e assim o vento pode diminuir temporariamente, como se fizesse uma pausa. Isso se deve ao fato de existir uma espécie de zona de transição entre massas de ar, com gradiente de pressão relativamente pequeno e energia acumulada na atmosfera.

Conversando com alguns conhecidos que trabalham em indústrias de médio e de grande porte, uma das frases que mais ouvi desde dezembro é a seguinte: “Tá tudo parado”. Poucos pedidos, poucas entregas, férias coletivas, férias antecipadas. O olhar preocupado deles denuncia aquela apreensão de quem sabe que a pouca movimentação, o silêncio, a “calmaria” – ainda mais em ano eleitoral – é motivo de apreensão, não de tranquilidade.

Sem dúvida estamos presos numa zona de transição em que o Brasil, como nação, vai ter que decidir que rumo irá tomar. Vamos analisar um único exemplo que no mínimo gera alguns questionamentos pertinentes. Dados fundamentais para compreender o desempenho da economia brasileira, como o Produto Interno Bruto (PIB), a taxa de desemprego, a inflação por meio do IPCA, além de indicadores sobre produção industrial, comércio e serviços funcionam como um termômetro da atividade econômica, permitindo identificar se o país está em crescimento, estagnado ou enfrentando uma crise.

O problema é que não dá para entender como pode o desemprego ser tão baixo se 50 milhões de brasileiros ainda precisam viver de Bolsa Família? Como a economia pode estar “bem” se o número de inadimplentes e de famílias endividadas chega a 70% da população? Parece que teremos em breve o choque violento de duas “frentes”: um Brasil desejado e um Brasil real. Essa calmaria angustiante é só o prenúncio de algo devastador. Talvez não seja apenas por causa da apreensão natural em ano eleitoral, talvez seja a espera de um futuro próspero que parece nunca se concretizar. E nada é pior do que ter pouca ou nenhuma esperança de que estaremos seguros e abrigados quando a tempestade chegar.

Autora: Candice Soldatelli- GZH (adaptado).

No segundo parágrafo, a autora menciona falas de conhecidos que trabalham em indústrias de médio e de grande porte, especialmente a expressão “Tá tudo parado”. No contexto do texto, essa fala contribui para:
 

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4137778 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fênix
Orgão: SIMAE-SC

TEXTO PARA A QUESTÃO.



A calmaria antes da tempestade

Acho que uma das metáforas da sabedoria popular que mais se enraizou na nossa cultura é a da “calmaria antes da tempestade”. Segundo cientistas e meteorologistas, a expressão tem sim um fundo de verdade por diversos fatores. Por exemplo, na aproximação de frentes frias mais intensas, a pressão atmosférica começa a cair, o ar fica mais quente e abafado e assim o vento pode diminuir temporariamente, como se fizesse uma pausa. Isso se deve ao fato de existir uma espécie de zona de transição entre massas de ar, com gradiente de pressão relativamente pequeno e energia acumulada na atmosfera.

Conversando com alguns conhecidos que trabalham em indústrias de médio e de grande porte, uma das frases que mais ouvi desde dezembro é a seguinte: “Tá tudo parado”. Poucos pedidos, poucas entregas, férias coletivas, férias antecipadas. O olhar preocupado deles denuncia aquela apreensão de quem sabe que a pouca movimentação, o silêncio, a “calmaria” – ainda mais em ano eleitoral – é motivo de apreensão, não de tranquilidade.

Sem dúvida estamos presos numa zona de transição em que o Brasil, como nação, vai ter que decidir que rumo irá tomar. Vamos analisar um único exemplo que no mínimo gera alguns questionamentos pertinentes. Dados fundamentais para compreender o desempenho da economia brasileira, como o Produto Interno Bruto (PIB), a taxa de desemprego, a inflação por meio do IPCA, além de indicadores sobre produção industrial, comércio e serviços funcionam como um termômetro da atividade econômica, permitindo identificar se o país está em crescimento, estagnado ou enfrentando uma crise.

O problema é que não dá para entender como pode o desemprego ser tão baixo se 50 milhões de brasileiros ainda precisam viver de Bolsa Família? Como a economia pode estar “bem” se o número de inadimplentes e de famílias endividadas chega a 70% da população? Parece que teremos em breve o choque violento de duas “frentes”: um Brasil desejado e um Brasil real. Essa calmaria angustiante é só o prenúncio de algo devastador. Talvez não seja apenas por causa da apreensão natural em ano eleitoral, talvez seja a espera de um futuro próspero que parece nunca se concretizar. E nada é pior do que ter pouca ou nenhuma esperança de que estaremos seguros e abrigados quando a tempestade chegar.

Autora: Candice Soldatelli- GZH (adaptado).

A autora inicia o texto com a metáfora da “calmaria antes da tempestade” e, em seguida, aproxima esse fenômeno de uma situação social e econômica. Considerando a construção argumentativa do texto, a metáfora é utilizada principalmente para indicar que:
 

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