Foram encontradas 510 questões.
A implantação do porto graneleiro de Porto Velho em 1997 facilitou o escoamento da produção através dos rios Madeira e Amazonas. É correto afirmar que o porto:
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A Câmara dos Deputados compõe-se de representantes:
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Quanto à revogação e à anulação dos atos administrativos, assinale a alternativa correta.
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
31 de maio
[...]
Itália e Bulgária empatam de um a um no primeiro dia da Copa do México. Um bilhão e meio de pessoas assistem ao jogo pela televisão de 140 países. E no estádio, nada menos de cem mil testemunhas. São muitos olhos para tão pouco futebol. Mas, por favor, sejamos compreensivos.Uma estreia, seja no amor, seja no futebol, é sempre assim: tensa e temível. A febre das estreias descompassa o coração, eriça os nervos e retesa os músculos.
O ritual da Copa do Mundo é pomposo: tem hino, tem bandeira, tem multidão. Tanta solenidade assim perturba o espírito humano. A pressão psicológica da competição soma-se à rarefação do ar a dois mil metros de altitude, e acaba o jogador privado de uma importante virtude atlética, que é a noção do próprio corpo. Sem a medida do tempo e do espaço, o rendimento físico e técnico do jogador cai sensivelmente. O sangue ferve pelas veias na guerra secreta dos hormônios. A adrenalina custa a chegar, o ácido lático chega cedo demais. É um desacerto profundo no metabolismo do atleta.
Em campo, duas equipes sitiadas de tensões. Estádio inclemente, boca de fogo clamando vitória, vitória, vitória. Copa do Mundo, delírio de muitos, sagração de tão poucos. Deitemos um sopro de indulgência na ciranda do Mundial, porque há muito mais espinhos do que mel no caminho do Olimpo.
(NOGUEIRA, Armando. 31 de maio. In: Bola de Cristal. Rio de Janeiro: Globo, 1987. p. 16. Adaptado)
A alternativa que apresenta palavra acentuada por regra diferente da adotada pelo termo FÍSICO é:
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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
13 de junho
[...]
Termina o primeiro turno do Mundial. Trinta e seis partidas. Das 24 seleções, oito são despachadas, definitivamente. Entre as que ficam na batalha do título, uma surpreende: Marrocos. Seus jogadores não tem renome, mas o que lhes falta em notoriedade sobra em dedicação. Correm o tempo todo, o campo inteiro, com uma rara volúpia de vitória.
Outros, pelo contrário, aí vão ficando por simples capricho do destino. A Bulgária é um exemplo de sorte. Com seu futebol triste, não tinha nada a fazer neste Mundial. E o Uruguai, um dos mitos da Copa, celebrada escola de bons jogadores, só faz desagradar as plateias do México. Despiu a gloriosa "celeste olímpica" e saiu por aqui soltando botinadas a torto e a direito. Por um triz, não foi expulso da Copa, acusado de violência e catimba. Foi multado em dez mil dólares. A Dinamarca, a França e a União Soviética, que jogaram bonito e sempre lealmente, chegam com mérito à fase de classificação. Nada brilhante, mas esportivamente respeitável, foi a travessia das seleções do Brasil, da Alemanha, da Argentina e da Itália. O México, com as honras de anfitrião, sobreviveu pelo fervor da sua multidão. É o tipo de equipe que tem mais coração do que futebol.
(NOGUEIRA, Armando. 13 de junho. In: Bola de Cristal. Rio de Janeiro: Globo, 1987. p.91. Adaptado)
No fragmento "Entre as que ficam na batalha do título, uma surpreende: Marrocos." ( parágrafo 1), os dois- pontos servem para anunciar:
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