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Leia o texto abaixo e responda a questão.
João, Francisco, Antônio
João, Francisco, Antônio põem-se a contar-me a sua vida. Moram tão longe, no subúrbio, precisam sair tão cedo de casa para chegar pontualmente a seu serviço. Já viveram aglomerados num quarto, com mulher, filhos, a boa sogra que os ajuda, o cão amigo à porta... A noite deixa cair sobre eles o sono tranquilo dos justos. O sono tranquilo que nunca se sabe se algum louco vem destruir, porque o noticiário dos jornais está repleto de acontecimentos inexplicáveis e amargos.
João, Francisco, Antônio vieram a este mundo, meu Deus, entre mil dificuldades. Mas cresceram, com os pés descalços pelas ruas, como os imagino, e os prováveis suspensórios - talvez de barbante - escorregando-lhes pelos ombros. É triste, eu sei, a pobreza, mas tenho visto riquezas muito mais tristes para os meus olhos, com vidas frias, sem nenhuma participação do que existe, no mundo, de humano e de circunstante. (...)
João, Francisco, Antônio amam, casam, acham que a vida é assim mesmo, que se vai melhorando aos poucos. Desejam ser pontuais, corretos, exatos no seu serviço. É dura a vida, mas aceitam-na. Desde pequenos, sozinhos sentiram sua condição humana e, acima dela, uma outra condição a que cada qual se dedica, por ver depois da vida a morte e sentir a responsabilidade de viver.
João, Francisco, Antônio conversam comigo, vestidos de macacão azul, com perneiras, lavando vidraças, passando feltros no assoalho, consertando fechos de portas. Não lhes sinto amargura. Relatam-se, descrevem as modestas construções que eles mesmos levantaram com suas mãos, graças a pequenas economias, a algum favor, a algum benefício. E não sabem com que amor os estou escutando, como penso que este Brasil imenso não é feito só do que acontece em grandes proporções, mas destas pequenas, ininterruptas, perseverantes atividades que se desenvolvem na obscuridade e de que as outras, sem as enunciar, dependem.
Por isso, as enuncio, porque sei que, na sombra, se desenvolve este trabalho humilde de Antônio, Francisco, João.
(Cecília Meireles. Janela mágica. São Paulo, Moderna, 1983.)
Sobre o trecho “este Brasil imenso não é feito só do que acontece em grandes proporções, mas destas pequenas, ininterruptas, perseverantes atividades que se desenvolvem na obscuridade e de que as outras, sem as enunciar, dependem”.
I. O antônimo de “ininterruptas” é “interruptas” assim como o sinônimo de “grande” é “colossal”.
II. O antônimo de “ininterruptas” é “interrompidas” assim como o sinônimo de “obscuridade” é “claridade”.
III. O antônimo de “perseverantes” é “umbrosas” assim como o sinônimo de “imenso” é “enorme”.
Somente é VERDADEIRO o que se afirma em
 

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Leia o texto abaixo e responda a questão.
João, Francisco, Antônio
João, Francisco, Antônio põem-se a contar-me a sua vida. Moram tão longe, no subúrbio, precisam sair tão cedo de casa para chegar pontualmente a seu serviço. Já viveram aglomerados num quarto, com mulher, filhos, a boa sogra que os ajuda, o cão amigo à porta... A noite deixa cair sobre eles o sono tranquilo dos justos. O sono tranquilo que nunca se sabe se algum louco vem destruir, porque o noticiário dos jornais está repleto de acontecimentos inexplicáveis e amargos.
João, Francisco, Antônio vieram a este mundo, meu Deus, entre mil dificuldades. Mas cresceram, com os pés descalços pelas ruas, como os imagino, e os prováveis suspensórios - talvez de barbante - escorregando-lhes pelos ombros. É triste, eu sei, a pobreza, mas tenho visto riquezas muito mais tristes para os meus olhos, com vidas frias, sem nenhuma participação do que existe, no mundo, de humano e de circunstante. (...)
João, Francisco, Antônio amam, casam, acham que a vida é assim mesmo, que se vai melhorando aos poucos. Desejam ser pontuais, corretos, exatos no seu serviço. É dura a vida, mas aceitam-na. Desde pequenos, sozinhos sentiram sua condição humana e, acima dela, uma outra condição a que cada qual se dedica, por ver depois da vida a morte e sentir a responsabilidade de viver.
João, Francisco, Antônio conversam comigo, vestidos de macacão azul, com perneiras, lavando vidraças, passando feltros no assoalho, consertando fechos de portas. Não lhes sinto amargura. Relatam-se, descrevem as modestas construções que eles mesmos levantaram com suas mãos, graças a pequenas economias, a algum favor, a algum benefício. E não sabem com que amor os estou escutando, como penso que este Brasil imenso não é feito só do que acontece em grandes proporções, mas destas pequenas, ininterruptas, perseverantes atividades que se desenvolvem na obscuridade e de que as outras, sem as enunciar, dependem.
Por isso, as enuncio, porque sei que, na sombra, se desenvolve este trabalho humilde de Antônio, Francisco, João.
(Cecília Meireles. Janela mágica. São Paulo, Moderna, 1983.)
Sobre João, Francisco, Antônio, é INCORRETO afirmar que
 

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2396525 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SUAPE
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Em se tratando do jornalismo, sutiã é:
 

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2396472 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SUAPE
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Angular significa saber onde e como colocar determinado componente no texto, de maneira que a ideia apresentada seja a mais próxima daquilo que pretende. Nesse sentido, angular é saber
 

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2396059 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SUAPE
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Para se produzir um documentário, segue-se uma sequência de fases em torno das quais se organiza a produção fílmica. A ordem é a seguinte:
 

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2394848 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SUAPE
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Também dentro da perspectiva do modelo teórico do Cultural Studies, Stuart Hall determina como o público "faz [algum] sentido" ou "decodifica" o que lhe vem da mídia. Para ele, por serem "ideologicamente codificados", os fluxos midiáticos encerram um "sentido preferencial". Hall admite certo grau de liberdade na apreensão dos "sentidos“. O público "irá reconhecer" e " interpretar" os "sentidos" à sua maneira própria, sem ortodoxia. Essa "decodificação" de que fala Hall pode ser
 

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2394459 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SUAPE
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Para o Paradigma Culturológico, na Cultura Massiva, há uma intensa circulação de imagens, símbolos, ideologias e mitos. Na opinião de Edgar Morin, esses aspectos delineiam uma mitologia, em contraste às exigências de realismo factual e distante da lei social vigente. Segundo Morin, em seu realismo próprio, a cultura massiva oferece uma visão da liberdade que é apresentada como
 

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2393800 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SUAPE
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Depois de identificar que um fato é ou pode se tornar notícia, o passo seguinte do jornalista é o de buscar as informações necessárias para redigir a matéria. Essas informações podem ser conseguidas, basicamente, de duas maneiras:
 

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2393557 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SUAPE
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Em se tratando do jornalismo, suíte é
 

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2393075 Ano: 2010
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: SUAPE
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As técnicas de redação do jornalismo empresarial são as mesmas do jornalismo diário. Assim, do ponto de vista estritamente técnico, deve o jornalismo empresarial receber as mesmas
 

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