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Estudo aponta os comportamentos mais ligados ao equilíbrio emocional
Por Arthur Almeida
A felicidade pode depender menos da conta bancária e mais da forma como as pessoas se
relacionam com o mundo e com os outros. Pelo menos, é o que sugere a pesquisa internacional
publicada no dia 22 de maio no International Journal of Happiness and Development,
que identificou uma associação consistente entre satisfação com a vida e características como
confiança, altruísmo, paciência e cooperação em indivíduos de 76 países.
Para chegar a tais conclusões, o estudo, conduzido pela Universidade de Oxford, no Reino
Unido, analisou dados de aproximadamente 80 mil pessoas coletados em 2012 por meio de
Pesquisa Global de Preferências e da Pesquisa Mundial Gallup, que analisaram seis traços
comportamentais: paciência, disposição para correr riscos, reciprocidade positiva, reciprocidade
negativa, altruísmo e confiança. O objetivo do levantamento era entender de que forma os
padrões de comportamento se relacionam com o chamado bem-estar subjetivo.
Os resultados mostraram uma tendência clara: pessoas mais pacientes, confiantes,
altruístas e cooperativas relataram níveis mais elevados de felicidade e satisfação com a vida. Já
indicadores negativos como preocupação e tristeza estavam associados em sentido oposto.
Entre os fatores analisados, confiança e altruísmo chamaram atenção pela força da
associação com satisfação pessoal. Segundo os pesquisadores, isso pode ocorrer porque
sociedades mais cooperativas favorecem conexões sociais mais sólidas e reduzem níveis de
estresse individual.
O estudo também sugere que o altruísmo pode aumentar o _____ de propósito e
pertencimento. Na prática, pessoas __________ a ajudar os outros ou contribuir para causas
coletivas tendem .... experimentar emoções positivas com maior frequência. Os autores citam
pesquisas anteriores indicando que gastos pró-sociais e atitudes cooperativas podem gerar
ganhos emocionais relevantes.
A paciência apareceu como outro elemento importante. O traço foi definido pelos
pesquisadores como a capacidade de abrir mão de recompensas imediatas em favor de benefícios
futuros. De acordo com o estudo, indivíduos mais pacientes tendem a tomar decisões mais
estáveis e associadas .... melhores resultados de longo prazo, o que pode influenciar
positivamente .... sensação de se sentir bem.
Um dos aspectos que foram considerados deveras relevantes pelos autores é a consistência
dos resultados em diferentes regiões do planeta. Apesar das diferenças econômicas, culturais e
sociais entre os países analisados, a relação entre traços comportamentais e satisfação pessoal
se manteve relativamente próxima da homogeneidade.
As associações foram observadas tanto em países ricos quanto em regiões menos
desenvolvidas, embora algumas diferenças tenham surgido. A América do Norte apresentou
correspondências mais fortes entre paciência e satisfação com a vida, enquanto países da África
Subsaariana registraram associações mais fracas em determinados indicadores.
O levantamento também reforça um movimento crescente entre pesquisadores
interessados em compreender a felicidade para além de fatores econômicos tradicionais.
Segundo os autores, boa parte da literatura sobre o sentir-se bem ainda concentra atenção em
renda, emprego e saúde, ao passo que aspectos comportamentais permanecem pouco
explorados.
Apesar dos resultados expressivos, os autores destacam uma limitação importante: o
estudo é ____________. Isso significa que os dados não permitem concluir se pessoas altruístas
e confiantes se tornam mais felizes ou se indivíduos felizes passam a desenvolver esses
comportamentos com maior frequência.
O próprio artigo cita evidências anteriores distintas: alguns sugerem que felicidade aumenta
paciência e cooperação; outros indicam que comportamentos altruístas e relações de confiança
podem melhorar o equilíbrio emocional ao longo do tempo.
Mesmo assim, os autores defendem que os resultados ajudam a ampliar o debate sobre
qualidade de vida e podem ter implicações para políticas públicas e ambientes corporativos.
“Uma possível lição para governos e empresas seria promover iniciativas que fortaleçam essas
preferências comportamentais para aumentar o estado de satisfação geral”, conclui o estudo.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/ciencia-da-felicidade-estudo-aponta-os-comportamentos-mais-ligados-ao-bem-estar.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Estudo aponta os comportamentos mais ligados ao equilíbrio emocional
Por Arthur Almeida
A felicidade pode depender menos da conta bancária e mais da forma como as pessoas se
relacionam com o mundo e com os outros. Pelo menos, é o que sugere a pesquisa internacional
publicada no dia 22 de maio no International Journal of Happiness and Development,
que identificou uma associação consistente entre satisfação com a vida e características como
confiança, altruísmo, paciência e cooperação em indivíduos de 76 países.
Para chegar a tais conclusões, o estudo, conduzido pela Universidade de Oxford, no Reino
Unido, analisou dados de aproximadamente 80 mil pessoas coletados em 2012 por meio de
Pesquisa Global de Preferências e da Pesquisa Mundial Gallup, que analisaram seis traços
comportamentais: paciência, disposição para correr riscos, reciprocidade positiva, reciprocidade
negativa, altruísmo e confiança. O objetivo do levantamento era entender de que forma os
padrões de comportamento se relacionam com o chamado bem-estar subjetivo.
Os resultados mostraram uma tendência clara: pessoas mais pacientes, confiantes,
altruístas e cooperativas relataram níveis mais elevados de felicidade e satisfação com a vida. Já
indicadores negativos como preocupação e tristeza estavam associados em sentido oposto.
Entre os fatores analisados, confiança e altruísmo chamaram atenção pela força da
associação com satisfação pessoal. Segundo os pesquisadores, isso pode ocorrer porque
sociedades mais cooperativas favorecem conexões sociais mais sólidas e reduzem níveis de
estresse individual.
O estudo também sugere que o altruísmo pode aumentar o _____ de propósito e
pertencimento. Na prática, pessoas __________ a ajudar os outros ou contribuir para causas
coletivas tendem .... experimentar emoções positivas com maior frequência. Os autores citam
pesquisas anteriores indicando que gastos pró-sociais e atitudes cooperativas podem gerar
ganhos emocionais relevantes.
A paciência apareceu como outro elemento importante. O traço foi definido pelos
pesquisadores como a capacidade de abrir mão de recompensas imediatas em favor de benefícios
futuros. De acordo com o estudo, indivíduos mais pacientes tendem a tomar decisões mais
estáveis e associadas .... melhores resultados de longo prazo, o que pode influenciar
positivamente .... sensação de se sentir bem.
Um dos aspectos que foram considerados deveras relevantes pelos autores é a consistência
dos resultados em diferentes regiões do planeta. Apesar das diferenças econômicas, culturais e
sociais entre os países analisados, a relação entre traços comportamentais e satisfação pessoal
se manteve relativamente próxima da homogeneidade.
As associações foram observadas tanto em países ricos quanto em regiões menos
desenvolvidas, embora algumas diferenças tenham surgido. A América do Norte apresentou
correspondências mais fortes entre paciência e satisfação com a vida, enquanto países da África
Subsaariana registraram associações mais fracas em determinados indicadores.
O levantamento também reforça um movimento crescente entre pesquisadores
interessados em compreender a felicidade para além de fatores econômicos tradicionais.
Segundo os autores, boa parte da literatura sobre o sentir-se bem ainda concentra atenção em
renda, emprego e saúde, ao passo que aspectos comportamentais permanecem pouco
explorados.
Apesar dos resultados expressivos, os autores destacam uma limitação importante: o
estudo é ____________. Isso significa que os dados não permitem concluir se pessoas altruístas
e confiantes se tornam mais felizes ou se indivíduos felizes passam a desenvolver esses
comportamentos com maior frequência.
O próprio artigo cita evidências anteriores distintas: alguns sugerem que felicidade aumenta
paciência e cooperação; outros indicam que comportamentos altruístas e relações de confiança
podem melhorar o equilíbrio emocional ao longo do tempo.
Mesmo assim, os autores defendem que os resultados ajudam a ampliar o debate sobre
qualidade de vida e podem ter implicações para políticas públicas e ambientes corporativos.
“Uma possível lição para governos e empresas seria promover iniciativas que fortaleçam essas
preferências comportamentais para aumentar o estado de satisfação geral”, conclui o estudo.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/ciencia-da-felicidade-estudo-aponta-os-comportamentos-mais-ligados-ao-bem-estar.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. A partir da expressão “boa parte”, é correto inferir que uma parte significativa da literatura trata de aspectos semelhantes sobre o tema.
II. A expressão “literatura”, nesse contexto, refere-se à literatura científica.
III. A perspectiva dos comportamentos humanos em relação ao bem-estar é menos abordada pela comunidade científica.
Quais estão corretas?
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
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Por Arthur Almeida
A felicidade pode depender menos da conta bancária e mais da forma como as pessoas se
relacionam com o mundo e com os outros. Pelo menos, é o que sugere a pesquisa internacional
publicada no dia 22 de maio no International Journal of Happiness and Development,
que identificou uma associação consistente entre satisfação com a vida e características como
confiança, altruísmo, paciência e cooperação em indivíduos de 76 países.
Para chegar a tais conclusões, o estudo, conduzido pela Universidade de Oxford, no Reino
Unido, analisou dados de aproximadamente 80 mil pessoas coletados em 2012 por meio de
Pesquisa Global de Preferências e da Pesquisa Mundial Gallup, que analisaram seis traços
comportamentais: paciência, disposição para correr riscos, reciprocidade positiva, reciprocidade
negativa, altruísmo e confiança. O objetivo do levantamento era entender de que forma os
padrões de comportamento se relacionam com o chamado bem-estar subjetivo.
Os resultados mostraram uma tendência clara: pessoas mais pacientes, confiantes,
altruístas e cooperativas relataram níveis mais elevados de felicidade e satisfação com a vida. Já
indicadores negativos como preocupação e tristeza estavam associados em sentido oposto.
Entre os fatores analisados, confiança e altruísmo chamaram atenção pela força da
associação com satisfação pessoal. Segundo os pesquisadores, isso pode ocorrer porque
sociedades mais cooperativas favorecem conexões sociais mais sólidas e reduzem níveis de
estresse individual.
O estudo também sugere que o altruísmo pode aumentar o _____ de propósito e
pertencimento. Na prática, pessoas __________ a ajudar os outros ou contribuir para causas
coletivas tendem .... experimentar emoções positivas com maior frequência. Os autores citam
pesquisas anteriores indicando que gastos pró-sociais e atitudes cooperativas podem gerar
ganhos emocionais relevantes.
A paciência apareceu como outro elemento importante. O traço foi definido pelos
pesquisadores como a capacidade de abrir mão de recompensas imediatas em favor de benefícios
futuros. De acordo com o estudo, indivíduos mais pacientes tendem a tomar decisões mais
estáveis e associadas .... melhores resultados de longo prazo, o que pode influenciar
positivamente .... sensação de se sentir bem.
Um dos aspectos que foram considerados deveras relevantes pelos autores é a consistência
dos resultados em diferentes regiões do planeta. Apesar das diferenças econômicas, culturais e
sociais entre os países analisados, a relação entre traços comportamentais e satisfação pessoal
se manteve relativamente próxima da homogeneidade.
As associações foram observadas tanto em países ricos quanto em regiões menos
desenvolvidas, embora algumas diferenças tenham surgido. A América do Norte apresentou
correspondências mais fortes entre paciência e satisfação com a vida, enquanto países da África
Subsaariana registraram associações mais fracas em determinados indicadores.
O levantamento também reforça um movimento crescente entre pesquisadores
interessados em compreender a felicidade para além de fatores econômicos tradicionais.
Segundo os autores, boa parte da literatura sobre o sentir-se bem ainda concentra atenção em
renda, emprego e saúde, ao passo que aspectos comportamentais permanecem pouco
explorados.
Apesar dos resultados expressivos, os autores destacam uma limitação importante: o
estudo é ____________. Isso significa que os dados não permitem concluir se pessoas altruístas
e confiantes se tornam mais felizes ou se indivíduos felizes passam a desenvolver esses
comportamentos com maior frequência.
O próprio artigo cita evidências anteriores distintas: alguns sugerem que felicidade aumenta
paciência e cooperação; outros indicam que comportamentos altruístas e relações de confiança
podem melhorar o equilíbrio emocional ao longo do tempo.
Mesmo assim, os autores defendem que os resultados ajudam a ampliar o debate sobre
qualidade de vida e podem ter implicações para políticas públicas e ambientes corporativos.
“Uma possível lição para governos e empresas seria promover iniciativas que fortaleçam essas
preferências comportamentais para aumentar o estado de satisfação geral”, conclui o estudo.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/ciencia-da-felicidade-estudo-aponta-os-comportamentos-mais-ligados-ao-bem-estar.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
1. “Uma possível lição para governos e empresas seria promover iniciativas que fortaleçam essas preferências comportamentais para aumentar o estado de satisfação geral”.
2. “Os autores citam pesquisas anteriores indicando que gastos pró-sociais e atitudes cooperativas podem gerar ganhos emocionais relevantes”.
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Estudo aponta os comportamentos mais ligados ao equilíbrio emocional
Por Arthur Almeida
A felicidade pode depender menos da conta bancária e mais da forma como as pessoas se
relacionam com o mundo e com os outros. Pelo menos, é o que sugere a pesquisa internacional
publicada no dia 22 de maio no International Journal of Happiness and Development,
que identificou uma associação consistente entre satisfação com a vida e características como
confiança, altruísmo, paciência e cooperação em indivíduos de 76 países.
Para chegar a tais conclusões, o estudo, conduzido pela Universidade de Oxford, no Reino
Unido, analisou dados de aproximadamente 80 mil pessoas coletados em 2012 por meio de
Pesquisa Global de Preferências e da Pesquisa Mundial Gallup, que analisaram seis traços
comportamentais: paciência, disposição para correr riscos, reciprocidade positiva, reciprocidade
negativa, altruísmo e confiança. O objetivo do levantamento era entender de que forma os
padrões de comportamento se relacionam com o chamado bem-estar subjetivo.
Os resultados mostraram uma tendência clara: pessoas mais pacientes, confiantes,
altruístas e cooperativas relataram níveis mais elevados de felicidade e satisfação com a vida. Já
indicadores negativos como preocupação e tristeza estavam associados em sentido oposto.
Entre os fatores analisados, confiança e altruísmo chamaram atenção pela força da
associação com satisfação pessoal. Segundo os pesquisadores, isso pode ocorrer porque
sociedades mais cooperativas favorecem conexões sociais mais sólidas e reduzem níveis de
estresse individual.
O estudo também sugere que o altruísmo pode aumentar o _____ de propósito e
pertencimento. Na prática, pessoas __________ a ajudar os outros ou contribuir para causas
coletivas tendem .... experimentar emoções positivas com maior frequência. Os autores citam
pesquisas anteriores indicando que gastos pró-sociais e atitudes cooperativas podem gerar
ganhos emocionais relevantes.
A paciência apareceu como outro elemento importante. O traço foi definido pelos
pesquisadores como a capacidade de abrir mão de recompensas imediatas em favor de benefícios
futuros. De acordo com o estudo, indivíduos mais pacientes tendem a tomar decisões mais
estáveis e associadas .... melhores resultados de longo prazo, o que pode influenciar
positivamente .... sensação de se sentir bem.
Um dos aspectos que foram considerados deveras relevantes pelos autores é a consistência
dos resultados em diferentes regiões do planeta. Apesar das diferenças econômicas, culturais e
sociais entre os países analisados, a relação entre traços comportamentais e satisfação pessoal
se manteve relativamente próxima da homogeneidade.
As associações foram observadas tanto em países ricos quanto em regiões menos
desenvolvidas, embora algumas diferenças tenham surgido. A América do Norte apresentou
correspondências mais fortes entre paciência e satisfação com a vida, enquanto países da África
Subsaariana registraram associações mais fracas em determinados indicadores.
O levantamento também reforça um movimento crescente entre pesquisadores
interessados em compreender a felicidade para além de fatores econômicos tradicionais.
Segundo os autores, boa parte da literatura sobre o sentir-se bem ainda concentra atenção em
renda, emprego e saúde, ao passo que aspectos comportamentais permanecem pouco
explorados.
Apesar dos resultados expressivos, os autores destacam uma limitação importante: o
estudo é ____________. Isso significa que os dados não permitem concluir se pessoas altruístas
e confiantes se tornam mais felizes ou se indivíduos felizes passam a desenvolver esses
comportamentos com maior frequência.
O próprio artigo cita evidências anteriores distintas: alguns sugerem que felicidade aumenta
paciência e cooperação; outros indicam que comportamentos altruístas e relações de confiança
podem melhorar o equilíbrio emocional ao longo do tempo.
Mesmo assim, os autores defendem que os resultados ajudam a ampliar o debate sobre
qualidade de vida e podem ter implicações para políticas públicas e ambientes corporativos.
“Uma possível lição para governos e empresas seria promover iniciativas que fortaleçam essas
preferências comportamentais para aumentar o estado de satisfação geral”, conclui o estudo.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/ciencia-da-felicidade-estudo-aponta-os-comportamentos-mais-ligados-ao-bem-estar.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
“O traço foi definido pelos pesquisadores como a capacidade de abrir mão de recompensas imediatas em favor de benefícios futuros”.
São palavras ou expressões que poderiam substituir corretamente a expressão “abrir mão de” nesse fragmento sem causar alterações significativas ao sentido original, EXCETO:
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Estudo aponta os comportamentos mais ligados ao equilíbrio emocional
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A felicidade pode depender menos da conta bancária e mais da forma como as pessoas se
relacionam com o mundo e com os outros. Pelo menos, é o que sugere a pesquisa internacional
publicada no dia 22 de maio no International Journal of Happiness and Development,
que identificou uma associação consistente entre satisfação com a vida e características como
confiança, altruísmo, paciência e cooperação em indivíduos de 76 países.
Para chegar a tais conclusões, o estudo, conduzido pela Universidade de Oxford, no Reino
Unido, analisou dados de aproximadamente 80 mil pessoas coletados em 2012 por meio de
Pesquisa Global de Preferências e da Pesquisa Mundial Gallup, que analisaram seis traços
comportamentais: paciência, disposição para correr riscos, reciprocidade positiva, reciprocidade
negativa, altruísmo e confiança. O objetivo do levantamento era entender de que forma os
padrões de comportamento se relacionam com o chamado bem-estar subjetivo.
Os resultados mostraram uma tendência clara: pessoas mais pacientes, confiantes,
altruístas e cooperativas relataram níveis mais elevados de felicidade e satisfação com a vida. Já
indicadores negativos como preocupação e tristeza estavam associados em sentido oposto.
Entre os fatores analisados, confiança e altruísmo chamaram atenção pela força da
associação com satisfação pessoal. Segundo os pesquisadores, isso pode ocorrer porque
sociedades mais cooperativas favorecem conexões sociais mais sólidas e reduzem níveis de
estresse individual.
O estudo também sugere que o altruísmo pode aumentar o _____ de propósito e
pertencimento. Na prática, pessoas __________ a ajudar os outros ou contribuir para causas
coletivas tendem .... experimentar emoções positivas com maior frequência. Os autores citam
pesquisas anteriores indicando que gastos pró-sociais e atitudes cooperativas podem gerar
ganhos emocionais relevantes.
A paciência apareceu como outro elemento importante. O traço foi definido pelos
pesquisadores como a capacidade de abrir mão de recompensas imediatas em favor de benefícios
futuros. De acordo com o estudo, indivíduos mais pacientes tendem a tomar decisões mais
estáveis e associadas .... melhores resultados de longo prazo, o que pode influenciar
positivamente .... sensação de se sentir bem.
Um dos aspectos que foram considerados deveras relevantes pelos autores é a consistência
dos resultados em diferentes regiões do planeta. Apesar das diferenças econômicas, culturais e
sociais entre os países analisados, a relação entre traços comportamentais e satisfação pessoal
se manteve relativamente próxima da homogeneidade.
As associações foram observadas tanto em países ricos quanto em regiões menos
desenvolvidas, embora algumas diferenças tenham surgido. A América do Norte apresentou
correspondências mais fortes entre paciência e satisfação com a vida, enquanto países da África
Subsaariana registraram associações mais fracas em determinados indicadores.
O levantamento também reforça um movimento crescente entre pesquisadores
interessados em compreender a felicidade para além de fatores econômicos tradicionais.
Segundo os autores, boa parte da literatura sobre o sentir-se bem ainda concentra atenção em
renda, emprego e saúde, ao passo que aspectos comportamentais permanecem pouco
explorados.
Apesar dos resultados expressivos, os autores destacam uma limitação importante: o
estudo é ____________. Isso significa que os dados não permitem concluir se pessoas altruístas
e confiantes se tornam mais felizes ou se indivíduos felizes passam a desenvolver esses
comportamentos com maior frequência.
O próprio artigo cita evidências anteriores distintas: alguns sugerem que felicidade aumenta
paciência e cooperação; outros indicam que comportamentos altruístas e relações de confiança
podem melhorar o equilíbrio emocional ao longo do tempo.
Mesmo assim, os autores defendem que os resultados ajudam a ampliar o debate sobre
qualidade de vida e podem ter implicações para políticas públicas e ambientes corporativos.
“Uma possível lição para governos e empresas seria promover iniciativas que fortaleçam essas
preferências comportamentais para aumentar o estado de satisfação geral”, conclui o estudo.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/ciencia-da-felicidade-estudo-aponta-os-comportamentos-mais-ligados-ao-bem-estar.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
• “Na prática, pessoas __________ a ajudar os outros ou contribuir para causas coletivas tendem .... experimentar emoções positivas com maior frequência”.
• “De acordo com o estudo, indivíduos mais pacientes tendem a tomar decisões mais estáveis e associadas .... melhores resultados de longo prazo”.
• “o que pode influenciar positivamente .... sensação de se sentir bem”.
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Estudo aponta os comportamentos mais ligados ao equilíbrio emocional
Por Arthur Almeida
A felicidade pode depender menos da conta bancária e mais da forma como as pessoas se
relacionam com o mundo e com os outros. Pelo menos, é o que sugere a pesquisa internacional
publicada no dia 22 de maio no International Journal of Happiness and Development,
que identificou uma associação consistente entre satisfação com a vida e características como
confiança, altruísmo, paciência e cooperação em indivíduos de 76 países.
Para chegar a tais conclusões, o estudo, conduzido pela Universidade de Oxford, no Reino
Unido, analisou dados de aproximadamente 80 mil pessoas coletados em 2012 por meio de
Pesquisa Global de Preferências e da Pesquisa Mundial Gallup, que analisaram seis traços
comportamentais: paciência, disposição para correr riscos, reciprocidade positiva, reciprocidade
negativa, altruísmo e confiança. O objetivo do levantamento era entender de que forma os
padrões de comportamento se relacionam com o chamado bem-estar subjetivo.
Os resultados mostraram uma tendência clara: pessoas mais pacientes, confiantes,
altruístas e cooperativas relataram níveis mais elevados de felicidade e satisfação com a vida. Já
indicadores negativos como preocupação e tristeza estavam associados em sentido oposto.
Entre os fatores analisados, confiança e altruísmo chamaram atenção pela força da
associação com satisfação pessoal. Segundo os pesquisadores, isso pode ocorrer porque
sociedades mais cooperativas favorecem conexões sociais mais sólidas e reduzem níveis de
estresse individual.
O estudo também sugere que o altruísmo pode aumentar o _____ de propósito e
pertencimento. Na prática, pessoas __________ a ajudar os outros ou contribuir para causas
coletivas tendem .... experimentar emoções positivas com maior frequência. Os autores citam
pesquisas anteriores indicando que gastos pró-sociais e atitudes cooperativas podem gerar
ganhos emocionais relevantes.
A paciência apareceu como outro elemento importante. O traço foi definido pelos
pesquisadores como a capacidade de abrir mão de recompensas imediatas em favor de benefícios
futuros. De acordo com o estudo, indivíduos mais pacientes tendem a tomar decisões mais
estáveis e associadas .... melhores resultados de longo prazo, o que pode influenciar
positivamente .... sensação de se sentir bem.
Um dos aspectos que foram considerados deveras relevantes pelos autores é a consistência
dos resultados em diferentes regiões do planeta. Apesar das diferenças econômicas, culturais e
sociais entre os países analisados, a relação entre traços comportamentais e satisfação pessoal
se manteve relativamente próxima da homogeneidade.
As associações foram observadas tanto em países ricos quanto em regiões menos
desenvolvidas, embora algumas diferenças tenham surgido. A América do Norte apresentou
correspondências mais fortes entre paciência e satisfação com a vida, enquanto países da África
Subsaariana registraram associações mais fracas em determinados indicadores.
O levantamento também reforça um movimento crescente entre pesquisadores
interessados em compreender a felicidade para além de fatores econômicos tradicionais.
Segundo os autores, boa parte da literatura sobre o sentir-se bem ainda concentra atenção em
renda, emprego e saúde, ao passo que aspectos comportamentais permanecem pouco
explorados.
Apesar dos resultados expressivos, os autores destacam uma limitação importante: o
estudo é ____________. Isso significa que os dados não permitem concluir se pessoas altruístas
e confiantes se tornam mais felizes ou se indivíduos felizes passam a desenvolver esses
comportamentos com maior frequência.
O próprio artigo cita evidências anteriores distintas: alguns sugerem que felicidade aumenta
paciência e cooperação; outros indicam que comportamentos altruístas e relações de confiança
podem melhorar o equilíbrio emocional ao longo do tempo.
Mesmo assim, os autores defendem que os resultados ajudam a ampliar o debate sobre
qualidade de vida e podem ter implicações para políticas públicas e ambientes corporativos.
“Uma possível lição para governos e empresas seria promover iniciativas que fortaleçam essas
preferências comportamentais para aumentar o estado de satisfação geral”, conclui o estudo.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/ciencia-da-felicidade-estudo-aponta-os-comportamentos-mais-ligados-ao-bem-estar.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Provas
Estudo aponta os comportamentos mais ligados ao equilíbrio emocional
Por Arthur Almeida
A felicidade pode depender menos da conta bancária e mais da forma como as pessoas se
relacionam com o mundo e com os outros. Pelo menos, é o que sugere a pesquisa internacional
publicada no dia 22 de maio no International Journal of Happiness and Development,
que identificou uma associação consistente entre satisfação com a vida e características como
confiança, altruísmo, paciência e cooperação em indivíduos de 76 países.
Para chegar a tais conclusões, o estudo, conduzido pela Universidade de Oxford, no Reino
Unido, analisou dados de aproximadamente 80 mil pessoas coletados em 2012 por meio de
Pesquisa Global de Preferências e da Pesquisa Mundial Gallup, que analisaram seis traços
comportamentais: paciência, disposição para correr riscos, reciprocidade positiva, reciprocidade
negativa, altruísmo e confiança. O objetivo do levantamento era entender de que forma os
padrões de comportamento se relacionam com o chamado bem-estar subjetivo.
Os resultados mostraram uma tendência clara: pessoas mais pacientes, confiantes,
altruístas e cooperativas relataram níveis mais elevados de felicidade e satisfação com a vida. Já
indicadores negativos como preocupação e tristeza estavam associados em sentido oposto.
Entre os fatores analisados, confiança e altruísmo chamaram atenção pela força da
associação com satisfação pessoal. Segundo os pesquisadores, isso pode ocorrer porque
sociedades mais cooperativas favorecem conexões sociais mais sólidas e reduzem níveis de
estresse individual.
O estudo também sugere que o altruísmo pode aumentar o _____ de propósito e
pertencimento. Na prática, pessoas __________ a ajudar os outros ou contribuir para causas
coletivas tendem .... experimentar emoções positivas com maior frequência. Os autores citam
pesquisas anteriores indicando que gastos pró-sociais e atitudes cooperativas podem gerar
ganhos emocionais relevantes.
A paciência apareceu como outro elemento importante. O traço foi definido pelos
pesquisadores como a capacidade de abrir mão de recompensas imediatas em favor de benefícios
futuros. De acordo com o estudo, indivíduos mais pacientes tendem a tomar decisões mais
estáveis e associadas .... melhores resultados de longo prazo, o que pode influenciar
positivamente .... sensação de se sentir bem.
Um dos aspectos que foram considerados deveras relevantes pelos autores é a consistência
dos resultados em diferentes regiões do planeta. Apesar das diferenças econômicas, culturais e
sociais entre os países analisados, a relação entre traços comportamentais e satisfação pessoal
se manteve relativamente próxima da homogeneidade.
As associações foram observadas tanto em países ricos quanto em regiões menos
desenvolvidas, embora algumas diferenças tenham surgido. A América do Norte apresentou
correspondências mais fortes entre paciência e satisfação com a vida, enquanto países da África
Subsaariana registraram associações mais fracas em determinados indicadores.
O levantamento também reforça um movimento crescente entre pesquisadores
interessados em compreender a felicidade para além de fatores econômicos tradicionais.
Segundo os autores, boa parte da literatura sobre o sentir-se bem ainda concentra atenção em
renda, emprego e saúde, ao passo que aspectos comportamentais permanecem pouco
explorados.
Apesar dos resultados expressivos, os autores destacam uma limitação importante: o
estudo é ____________. Isso significa que os dados não permitem concluir se pessoas altruístas
e confiantes se tornam mais felizes ou se indivíduos felizes passam a desenvolver esses
comportamentos com maior frequência.
O próprio artigo cita evidências anteriores distintas: alguns sugerem que felicidade aumenta
paciência e cooperação; outros indicam que comportamentos altruístas e relações de confiança
podem melhorar o equilíbrio emocional ao longo do tempo.
Mesmo assim, os autores defendem que os resultados ajudam a ampliar o debate sobre
qualidade de vida e podem ter implicações para políticas públicas e ambientes corporativos.
“Uma possível lição para governos e empresas seria promover iniciativas que fortaleçam essas
preferências comportamentais para aumentar o estado de satisfação geral”, conclui o estudo.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/ciencia-da-felicidade-estudo-aponta-os-comportamentos-mais-ligados-ao-bem-estar.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
• “O estudo também sugere que o altruísmo pode aumentar o ______ de propósito e pertencimento”.
• “Na prática, pessoas __________ a ajudar os outros ou contribuir para causas coletivas tendem .... experimentar emoções positivas com maior frequência”.
• “Apesar dos resultados expressivos, os autores destacam uma limitação importante: o estudo é ____________”.
Provas
Estudo aponta os comportamentos mais ligados ao equilíbrio emocional
Por Arthur Almeida
A felicidade pode depender menos da conta bancária e mais da forma como as pessoas se
relacionam com o mundo e com os outros. Pelo menos, é o que sugere a pesquisa internacional
publicada no dia 22 de maio no International Journal of Happiness and Development,
que identificou uma associação consistente entre satisfação com a vida e características como
confiança, altruísmo, paciência e cooperação em indivíduos de 76 países.
Para chegar a tais conclusões, o estudo, conduzido pela Universidade de Oxford, no Reino
Unido, analisou dados de aproximadamente 80 mil pessoas coletados em 2012 por meio de
Pesquisa Global de Preferências e da Pesquisa Mundial Gallup, que analisaram seis traços
comportamentais: paciência, disposição para correr riscos, reciprocidade positiva, reciprocidade
negativa, altruísmo e confiança. O objetivo do levantamento era entender de que forma os
padrões de comportamento se relacionam com o chamado bem-estar subjetivo.
Os resultados mostraram uma tendência clara: pessoas mais pacientes, confiantes,
altruístas e cooperativas relataram níveis mais elevados de felicidade e satisfação com a vida. Já
indicadores negativos como preocupação e tristeza estavam associados em sentido oposto.
Entre os fatores analisados, confiança e altruísmo chamaram atenção pela força da
associação com satisfação pessoal. Segundo os pesquisadores, isso pode ocorrer porque
sociedades mais cooperativas favorecem conexões sociais mais sólidas e reduzem níveis de
estresse individual.
O estudo também sugere que o altruísmo pode aumentar o _____ de propósito e
pertencimento. Na prática, pessoas __________ a ajudar os outros ou contribuir para causas
coletivas tendem .... experimentar emoções positivas com maior frequência. Os autores citam
pesquisas anteriores indicando que gastos pró-sociais e atitudes cooperativas podem gerar
ganhos emocionais relevantes.
A paciência apareceu como outro elemento importante. O traço foi definido pelos
pesquisadores como a capacidade de abrir mão de recompensas imediatas em favor de benefícios
futuros. De acordo com o estudo, indivíduos mais pacientes tendem a tomar decisões mais
estáveis e associadas .... melhores resultados de longo prazo, o que pode influenciar
positivamente .... sensação de se sentir bem.
Um dos aspectos que foram considerados deveras relevantes pelos autores é a consistência
dos resultados em diferentes regiões do planeta. Apesar das diferenças econômicas, culturais e
sociais entre os países analisados, a relação entre traços comportamentais e satisfação pessoal
se manteve relativamente próxima da homogeneidade.
As associações foram observadas tanto em países ricos quanto em regiões menos
desenvolvidas, embora algumas diferenças tenham surgido. A América do Norte apresentou
correspondências mais fortes entre paciência e satisfação com a vida, enquanto países da África
Subsaariana registraram associações mais fracas em determinados indicadores.
O levantamento também reforça um movimento crescente entre pesquisadores
interessados em compreender a felicidade para além de fatores econômicos tradicionais.
Segundo os autores, boa parte da literatura sobre o sentir-se bem ainda concentra atenção em
renda, emprego e saúde, ao passo que aspectos comportamentais permanecem pouco
explorados.
Apesar dos resultados expressivos, os autores destacam uma limitação importante: o
estudo é ____________. Isso significa que os dados não permitem concluir se pessoas altruístas
e confiantes se tornam mais felizes ou se indivíduos felizes passam a desenvolver esses
comportamentos com maior frequência.
O próprio artigo cita evidências anteriores distintas: alguns sugerem que felicidade aumenta
paciência e cooperação; outros indicam que comportamentos altruístas e relações de confiança
podem melhorar o equilíbrio emocional ao longo do tempo.
Mesmo assim, os autores defendem que os resultados ajudam a ampliar o debate sobre
qualidade de vida e podem ter implicações para políticas públicas e ambientes corporativos.
“Uma possível lição para governos e empresas seria promover iniciativas que fortaleçam essas
preferências comportamentais para aumentar o estado de satisfação geral”, conclui o estudo.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/ciencia-da-felicidade-estudo-aponta-os-comportamentos-mais-ligados-ao-bem-estar.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Provas
Estudo aponta os comportamentos mais ligados ao equilíbrio emocional
Por Arthur Almeida
A felicidade pode depender menos da conta bancária e mais da forma como as pessoas se
relacionam com o mundo e com os outros. Pelo menos, é o que sugere a pesquisa internacional
publicada no dia 22 de maio no International Journal of Happiness and Development,
que identificou uma associação consistente entre satisfação com a vida e características como
confiança, altruísmo, paciência e cooperação em indivíduos de 76 países.
Para chegar a tais conclusões, o estudo, conduzido pela Universidade de Oxford, no Reino
Unido, analisou dados de aproximadamente 80 mil pessoas coletados em 2012 por meio de
Pesquisa Global de Preferências e da Pesquisa Mundial Gallup, que analisaram seis traços
comportamentais: paciência, disposição para correr riscos, reciprocidade positiva, reciprocidade
negativa, altruísmo e confiança. O objetivo do levantamento era entender de que forma os
padrões de comportamento se relacionam com o chamado bem-estar subjetivo.
Os resultados mostraram uma tendência clara: pessoas mais pacientes, confiantes,
altruístas e cooperativas relataram níveis mais elevados de felicidade e satisfação com a vida. Já
indicadores negativos como preocupação e tristeza estavam associados em sentido oposto.
Entre os fatores analisados, confiança e altruísmo chamaram atenção pela força da
associação com satisfação pessoal. Segundo os pesquisadores, isso pode ocorrer porque
sociedades mais cooperativas favorecem conexões sociais mais sólidas e reduzem níveis de
estresse individual.
O estudo também sugere que o altruísmo pode aumentar o _____ de propósito e
pertencimento. Na prática, pessoas __________ a ajudar os outros ou contribuir para causas
coletivas tendem .... experimentar emoções positivas com maior frequência. Os autores citam
pesquisas anteriores indicando que gastos pró-sociais e atitudes cooperativas podem gerar
ganhos emocionais relevantes.
A paciência apareceu como outro elemento importante. O traço foi definido pelos
pesquisadores como a capacidade de abrir mão de recompensas imediatas em favor de benefícios
futuros. De acordo com o estudo, indivíduos mais pacientes tendem a tomar decisões mais
estáveis e associadas .... melhores resultados de longo prazo, o que pode influenciar
positivamente .... sensação de se sentir bem.
Um dos aspectos que foram considerados deveras relevantes pelos autores é a consistência
dos resultados em diferentes regiões do planeta. Apesar das diferenças econômicas, culturais e
sociais entre os países analisados, a relação entre traços comportamentais e satisfação pessoal
se manteve relativamente próxima da homogeneidade.
As associações foram observadas tanto em países ricos quanto em regiões menos
desenvolvidas, embora algumas diferenças tenham surgido. A América do Norte apresentou
correspondências mais fortes entre paciência e satisfação com a vida, enquanto países da África
Subsaariana registraram associações mais fracas em determinados indicadores.
O levantamento também reforça um movimento crescente entre pesquisadores
interessados em compreender a felicidade para além de fatores econômicos tradicionais.
Segundo os autores, boa parte da literatura sobre o sentir-se bem ainda concentra atenção em
renda, emprego e saúde, ao passo que aspectos comportamentais permanecem pouco
explorados.
Apesar dos resultados expressivos, os autores destacam uma limitação importante: o
estudo é ____________. Isso significa que os dados não permitem concluir se pessoas altruístas
e confiantes se tornam mais felizes ou se indivíduos felizes passam a desenvolver esses
comportamentos com maior frequência.
O próprio artigo cita evidências anteriores distintas: alguns sugerem que felicidade aumenta
paciência e cooperação; outros indicam que comportamentos altruístas e relações de confiança
podem melhorar o equilíbrio emocional ao longo do tempo.
Mesmo assim, os autores defendem que os resultados ajudam a ampliar o debate sobre
qualidade de vida e podem ter implicações para políticas públicas e ambientes corporativos.
“Uma possível lição para governos e empresas seria promover iniciativas que fortaleçam essas
preferências comportamentais para aumentar o estado de satisfação geral”, conclui o estudo.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/ciencia-da-felicidade-estudo-aponta-os-comportamentos-mais-ligados-ao-bem-estar.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Provas
Estudo aponta os comportamentos mais ligados ao equilíbrio emocional
Por Arthur Almeida
A felicidade pode depender menos da conta bancária e mais da forma como as pessoas se
relacionam com o mundo e com os outros. Pelo menos, é o que sugere a pesquisa internacional
publicada no dia 22 de maio no International Journal of Happiness and Development,
que identificou uma associação consistente entre satisfação com a vida e características como
confiança, altruísmo, paciência e cooperação em indivíduos de 76 países.
Para chegar a tais conclusões, o estudo, conduzido pela Universidade de Oxford, no Reino
Unido, analisou dados de aproximadamente 80 mil pessoas coletados em 2012 por meio de
Pesquisa Global de Preferências e da Pesquisa Mundial Gallup, que analisaram seis traços
comportamentais: paciência, disposição para correr riscos, reciprocidade positiva, reciprocidade
negativa, altruísmo e confiança. O objetivo do levantamento era entender de que forma os
padrões de comportamento se relacionam com o chamado bem-estar subjetivo.
Os resultados mostraram uma tendência clara: pessoas mais pacientes, confiantes,
altruístas e cooperativas relataram níveis mais elevados de felicidade e satisfação com a vida. Já
indicadores negativos como preocupação e tristeza estavam associados em sentido oposto.
Entre os fatores analisados, confiança e altruísmo chamaram atenção pela força da
associação com satisfação pessoal. Segundo os pesquisadores, isso pode ocorrer porque
sociedades mais cooperativas favorecem conexões sociais mais sólidas e reduzem níveis de
estresse individual.
O estudo também sugere que o altruísmo pode aumentar o _____ de propósito e
pertencimento. Na prática, pessoas __________ a ajudar os outros ou contribuir para causas
coletivas tendem .... experimentar emoções positivas com maior frequência. Os autores citam
pesquisas anteriores indicando que gastos pró-sociais e atitudes cooperativas podem gerar
ganhos emocionais relevantes.
A paciência apareceu como outro elemento importante. O traço foi definido pelos
pesquisadores como a capacidade de abrir mão de recompensas imediatas em favor de benefícios
futuros. De acordo com o estudo, indivíduos mais pacientes tendem a tomar decisões mais
estáveis e associadas .... melhores resultados de longo prazo, o que pode influenciar
positivamente .... sensação de se sentir bem.
Um dos aspectos que foram considerados deveras relevantes pelos autores é a consistência
dos resultados em diferentes regiões do planeta. Apesar das diferenças econômicas, culturais e
sociais entre os países analisados, a relação entre traços comportamentais e satisfação pessoal
se manteve relativamente próxima da homogeneidade.
As associações foram observadas tanto em países ricos quanto em regiões menos
desenvolvidas, embora algumas diferenças tenham surgido. A América do Norte apresentou
correspondências mais fortes entre paciência e satisfação com a vida, enquanto países da África
Subsaariana registraram associações mais fracas em determinados indicadores.
O levantamento também reforça um movimento crescente entre pesquisadores
interessados em compreender a felicidade para além de fatores econômicos tradicionais.
Segundo os autores, boa parte da literatura sobre o sentir-se bem ainda concentra atenção em
renda, emprego e saúde, ao passo que aspectos comportamentais permanecem pouco
explorados.
Apesar dos resultados expressivos, os autores destacam uma limitação importante: o
estudo é ____________. Isso significa que os dados não permitem concluir se pessoas altruístas
e confiantes se tornam mais felizes ou se indivíduos felizes passam a desenvolver esses
comportamentos com maior frequência.
O próprio artigo cita evidências anteriores distintas: alguns sugerem que felicidade aumenta
paciência e cooperação; outros indicam que comportamentos altruístas e relações de confiança
podem melhorar o equilíbrio emocional ao longo do tempo.
Mesmo assim, os autores defendem que os resultados ajudam a ampliar o debate sobre
qualidade de vida e podem ter implicações para políticas públicas e ambientes corporativos.
“Uma possível lição para governos e empresas seria promover iniciativas que fortaleçam essas
preferências comportamentais para aumentar o estado de satisfação geral”, conclui o estudo.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2026/05/ciencia-da-felicidade-estudo-aponta-os-comportamentos-mais-ligados-ao-bem-estar.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Um dos objetivos do texto é informar sobre o tema abordado apresentando pesquisas e perspectivas de estudiosos.
II. Para expor os fatos, o autor vale-se de alguns recursos, como citar dados levantados na pesquisa mencionada.
III. O texto pode ser classificado como literário, pois trata sobre a felicidade de forma subjetiva.
Quais estão corretas?
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