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Com o desenvolvimento atual da capacidade de processamento dos computadores, a modelagem matemática e a simulação tornaram-se, em muitas áreas, substitutos virtuais da teorização e da experimentação da ciência tradicional. Na pesquisa científica sobre sistemas de alta complexidade e que amplas escalas espaço-temporais, a modelagem e a simulação tornaram-se ferramentas essenciais. Modelagem é a representação por equações matemáticas das relações entre as variáveis relevantes para descrição do problema em foco, como população, tempo, etc. O estudo de epidemias ou pandemias é um desses casos: a construção de modelos matemático -computacionais extremamente complexos lidar com todos os fatores determinantes do espalhamento de uma doença. Para cada doença, diferentes fatores devem ser considerados, e o modelo precisa incluir especificidades das localidades e das populações por onde a doença se espalha.
Doenças infecciosas, como a gripe, se pelas mesmas vias por que as pessoas transitam. Para entender seu espalhamento, precisamos compreender a movimentação das populações humanas. Cada indivíduo realiza rotineiramente uma série de deslocamentos associados com suas atividades principais: movimentos entre sua residência e seu local de trabalho, áreas de lazer, locais de estudo, etc. A partir do detalhamento da área geográfica de interesse e dos dados sobre fluxo populacional nessa área, podem ser construídos modelos preditivos que antecipem os cenários mais prováveis de espalhamento de uma doença.
No programa de Computação Científica da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), os autores e sua equipe desenvolveram um sistema de construção de modelos epidemiológicos que visa a reduzir o tempo entre a constatação de uma nova situação epidemiológica no Brasil e a geração e análise de cenários de espalhamento para a doença em questão. Esse programa permite que a FIOCRUZ desenvolva atualmente simulações de possíveis cenários futuros em uma pandemia de gripe.
Adaptado de: CODEÇO, Claudia Torres; COELHO, Flávio Codeço. Modelando epidemias. Ciência Hoje, v. 38, n. 224, p. 30.
Considere as três propostas de substituição de expressões do texto.
1 – com por em
2 – por onde por aonde
3 – por que por por onde
2 – por onde por aonde
3 – por que por por onde
Quais mantêm a correção gramatical e o significado contextual?
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Considere as afirmações sobre a auditoria do imobilizado e seus objetivos.
I - Verificar se as depreciações observam as cláusulas contratuais e o prazo máximo para que sejam apropriadas no resultado.
II - Verificar se os valores registrados estão contabilizados pelo custo de aquisição (com base nos documentos fiscais) ou foram reavaliados (acompanhados dos respectivos laudos).
III - Verificar se as amortizações foram corretamente calculadas e apropriadas por critérios e taxas consistentes com a legislação vigente.
IV - Verificar se os bens registrados pela Contabilidade possuem existência física real e pertencem à entidade.
Quais estão corretas?
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Com o desenvolvimento atual da capacidade de processamento dos computadores, a modelagem matemática e a simulação tornaram-se, em muitas áreas, substitutos virtuais da teorização e da experimentação da ciência tradicional. Na pesquisa científica sobre sistemas de alta complexidade e que amplas escalas espaço-temporais, a modelagem e a simulação tornaram-se ferramentas essenciais. Modelagem é a representação por equações matemáticas das relações entre as variáveis relevantes para descrição do problema em foco, como população, tempo, etc. O estudo de epidemias ou pandemias é um desses casos: a construção de modelos matemático -computacionais extremamente complexos lidar com todos os fatores determinantes do espalhamento de uma doença. Para cada doença, diferentes fatores devem ser considerados, e o modelo precisa incluir especificidades das localidades e das populações por onde a doença se espalha.
Doenças infecciosas, como a gripe, se pelas mesmas vias por que as pessoas transitam. Para entender seu espalhamento, precisamos compreender a movimentação das populações humanas. Cada indivíduo realiza rotineiramente uma série de deslocamentos associados com suas atividades principais: movimentos entre sua residência e seu local de trabalho, áreas de lazer, locais de estudo, etc. A partir do detalhamento da área geográfica de interesse e dos dados sobre fluxo populacional nessa área, podem ser construídos modelos preditivos que antecipem os cenários mais prováveis de espalhamento de uma doença.
No programa de Computação Científica da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), os autores e sua equipe desenvolveram um sistema de construção de modelos epidemiológicos que visa a reduzir o tempo entre a constatação de uma nova situação epidemiológica no Brasil e a geração e análise de cenários de espalhamento para a doença em questão. Esse programa permite que a FIOCRUZ desenvolva atualmente simulações de possíveis cenários futuros em uma pandemia de gripe.
Adaptado de: CODEÇO, Claudia Torres; COELHO, Flávio Codeço. Modelando epidemias. Ciência Hoje, v. 38, n. 224, p. 30.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das linhas 06, 14 e 20, respectivamente.
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Mentira e conseqüência
O revolucionário russo Alexander Herzen costumava dizer que o problema central dos povos eslavos estava num excesso de geografia e num déficit de história. Um século depois, o filósofo britânico Isaiah Berlin resolvia inverter essa máxima para ilustrar o “problema judaico”. Para Berlin, o problema dos judeus era um excesso de história e uma dramática falta de geografia: dois milênios de tragédias e vilanias que só uma casa – no sentido físico e até espiritual – poderia resolver completamente.
Essa é, numa simplificação necessária, a visão primeira do primeiro sionista, Theodor Herzl. Mas se Herzl estabeleceu as bases do sionismo moderno, um fato acabaria por tornar Israel uma inevitabilidade prática, e não apenas teórica. Na Segunda Guerra Mundial, um dos mais sistemáticos e radicais programas de extermínio mostrava como a longa história do anti-semitismo só seria travada se os judeus tivessem essa casa sem mais demoras: um espaço de reconciliação que pudessem chamar de seu. Mesmo que não desejassem, como, efetivamente, muitos não desejaram, regressar a ele.
Israel só existe porque o Holocausto existiu. Ou, inversamente e na lógica do anti-semitismo, Israel não tem direito à existência se o Holocausto foi uma farsa. Não adianta lembrar a um fanático que cinco décadas de historiografia séria, com testemunhos pessoais, físicos e documentais, estabeleceram os contornos do inominável. Na mentalidade de revisionistas e negacionistas, se o Holocausto não existiu, o Estado Judaico não tem direito a existir.
A legitimação de uma mentira é um primeiro passo para deslegitimar Israel. Trata-se, no fundo, de uma velha técnica de desumanização progressiva que o Terceiro Reich cultivou com sucesso: se retirarmos de um ser humano a sua basilar humanidade, nada impede que possa ser humilhado e destruído.
É esse filme de mentira e conseqüência que atualmente está em cena no Irã. No momento em que escrevo, trinta países estão representados numa “conferência internacional” em Teerã, com o nobre propósito de indagar veracidade do Holocausto. Os promotores garantem pluralismo, ou seja, rédea livre revisionistas e negacionistas para questionar os campos de concentração, as câmaras de gás e o “mito” dos seis milhões.
Um representante do governo iraniano defende o circo como crítica necessária censura que reina no Ocidente (infelizmente, uma estupidez sem defesa, que só confere trunfos aos fanáticos), onde revisionistas e negacionistas são silenciados e presos. Mas é preciso ouvir um negacionista verdadeiro para encontrar a resposta ironicamente verdadeira. Convidado a pronunciar-se sobre o encontro, Frederick Toben, que apresenta aos congressistas a comunicação As alegadas câmaras de gás de Auschwitz - Uma análise técnica e química, afirma sem hesitar: “O Holocausto equivale a uma mentira.
Conseqüentemente, Israel é uma mentira”. Estão enganados os que pensam nessa conferência como um simpático encontro de lunáticos. Enquanto os “especialistas” negam o Holocausto, o Irã inicia a expansão do seu programa de enriquecimento de urânio. O Conselho de Segurança das Nações Unidas persiste na sua farsa diplomática e numa absoluta, e já lendária, incapacidade punitiva. E os Estados Unidos, tradicionalmente aliados de Israel, aceitam um Irã com capacidade nuclear, capitulação evidente, que pode implicar, em linguagem bem prosaica, a simples venda de Israel a Teerã.
Adaptado de: COUTINHO, João Pereira. Mentira e conseqüência. Folha Online, São Paulo, 11 dez 2006. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult2707u52.shtml. Acesso em: 12 jan. 2007.
Sobre a utilização de aspas no texto, considere as afirmações abaixo.
I - O uso de aspas em “problema judaico” serve para indicar que é expressão já consagrada no debate sobre a constituição do Estado de Israel.
II - O uso de aspas em “conferência internacional” e em “especialistas” tem a função de fazer uma ironia.
III - O uso de aspas em “O Holocausto equivale a uma mentira. Conseqüentemente, Israel é uma mentira” tem a função de colocar sob suspeição a comunicação realizada por Frederick Toben, mencionada nas linhas 53 e 54.
Quais estão corretas?
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Quais são as normas relativas à execução dos trabalhos de auditoria?
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Segundo a Lei nº 6404/76, as Demonstrações Contábeis deverão ser complementadas por Notas Explicativas.
Considere as alternativas de Notas Explicativas abaixo.
1. Transações entre Partes Relacionadas
2. Cálculos de Depreciação, Amortização e Exaustão
3. Provisões para Encargos ou Riscos (conhecidos ou prováveis)
4. Ações em Tesouraria
5. Critérios de Avaliação dos Estoques
6. Opções de compra de ações outorgadas ou exercidas no período
2. Cálculos de Depreciação, Amortização e Exaustão
3. Provisões para Encargos ou Riscos (conhecidos ou prováveis)
4. Ações em Tesouraria
5. Critérios de Avaliação dos Estoques
6. Opções de compra de ações outorgadas ou exercidas no período
Segundo a legislação citada, são obrigatórias as de número
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Mentira e conseqüência
O revolucionário russo Alexander Herzen costumava dizer que o problema central dos povos eslavos estava num excesso de geografia e num déficit de história. Um século depois, o filósofo britânico Isaiah Berlin resolvia inverter essa máxima para ilustrar o “problema judaico”. Para Berlin, o problema dos judeus era um excesso de história e uma dramática falta de geografia: dois milênios de tragédias e vilanias que só uma casa – no sentido físico e até espiritual – poderia resolver completamente.
Essa é, numa simplificação necessária, a visão primeira do primeiro sionista, Theodor Herzl. Mas se Herzl estabeleceu as bases do sionismo moderno, um fato acabaria por tornar Israel uma inevitabilidade prática, e não apenas teórica. Na Segunda Guerra Mundial, um dos mais sistemáticos e radicais programas de extermínio mostrava como a longa história do anti-semitismo só seria travada se os judeus tivessem essa casa sem mais demoras: um espaço de reconciliação que pudessem chamar de seu. Mesmo que não desejassem, como, efetivamente, muitos não desejaram, regressar a ele.
Israel só existe porque o Holocausto existiu. Ou, inversamente e na lógica do anti-semitismo, Israel não tem direito à existência se o Holocausto foi uma farsa. Não adianta lembrar a um fanático que cinco décadas de historiografia séria, com testemunhos pessoais, físicos e documentais, estabeleceram os contornos do inominável. Na mentalidade de revisionistas e negacionistas, se o Holocausto não existiu, o Estado Judaico não tem direito a existir.
A legitimação de uma mentira é um primeiro passo para deslegitimar Israel. Trata-se, no fundo, de uma velha técnica de desumanização progressiva que o Terceiro Reich cultivou com sucesso: se retirarmos de um ser humano a sua basilar humanidade, nada impede que possa ser humilhado e destruído.
É esse filme de mentira e conseqüência que atualmente está em cena no Irã. No momento em que escrevo, trinta países estão representados numa “conferência internacional” em Teerã, com o nobre propósito de indagar veracidade do Holocausto. Os promotores garantem pluralismo, ou seja, rédea livre revisionistas e negacionistas para questionar os campos de concentração, as câmaras de gás e o “mito” dos seis milhões.
Um representante do governo iraniano defende o circo como crítica necessária censura que reina no Ocidente (infelizmente, uma estupidez sem defesa, que só confere trunfos aos fanáticos), onde revisionistas e negacionistas são silenciados e presos. Mas é preciso ouvir um negacionista verdadeiro para encontrar a resposta ironicamente verdadeira. Convidado a pronunciar-se sobre o encontro, Frederick Toben, que apresenta aos congressistas a comunicação As alegadas câmaras de gás de Auschwitz - Uma análise técnica e química, afirma sem hesitar: “O Holocausto equivale a uma mentira.
Conseqüentemente, Israel é uma mentira”. Estão enganados os que pensam nessa conferência como um simpático encontro de lunáticos. Enquanto os “especialistas” negam o Holocausto, o Irã inicia a expansão do seu programa de enriquecimento de urânio. O Conselho de Segurança das Nações Unidas persiste na sua farsa diplomática e numa absoluta, e já lendária, incapacidade punitiva. E os Estados Unidos, tradicionalmente aliados de Israel, aceitam um Irã com capacidade nuclear, capitulação evidente, que pode implicar, em linguagem bem prosaica, a simples venda de Israel a Teerã.
Adaptado de: COUTINHO, João Pereira. Mentira e conseqüência. Folha Online, São Paulo, 11 dez 2006. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult2707u52.shtml. Acesso em: 12 jan. 2007.
Sobre a expressão mentira e conseqüência, presente no título e no corpo do texto, é correto afirmar que
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Mentira e conseqüência
O revolucionário russo Alexander Herzen costumava dizer que o problema central dos povos eslavos estava num excesso de geografia e num déficit de história. Um século depois, o filósofo britânico Isaiah Berlin resolvia inverter essa máxima para ilustrar o “problema judaico”. Para Berlin, o problema dos judeus era um excesso de história e uma dramática falta de geografia: dois milênios de tragédias e vilanias que só uma casa – no sentido físico e até espiritual – poderia resolver completamente.
Essa é, numa simplificação necessária, a visão primeira do primeiro sionista, Theodor Herzl. Mas se Herzl estabeleceu as bases do sionismo moderno, um fato acabaria por tornar Israel uma inevitabilidade prática, e não apenas teórica. Na Segunda Guerra Mundial, um dos mais sistemáticos e radicais programas de extermínio mostrava como a longa história do anti-semitismo só seria travada se os judeus tivessem essa casa sem mais demoras: um espaço de reconciliação que pudessem chamar de seu. Mesmo que não desejassem, como, efetivamente, muitos não desejaram, regressar a ele.
Israel só existe porque o Holocausto existiu. Ou, inversamente e na lógica do anti-semitismo, Israel não tem direito à existência se o Holocausto foi uma farsa. Não adianta lembrar a um fanático que cinco décadas de historiografia séria, com testemunhos pessoais, físicos e documentais, estabeleceram os contornos do inominável. Na mentalidade de revisionistas e negacionistas, se o Holocausto não existiu, o Estado Judaico não tem direito a existir.
A legitimação de uma mentira é um primeiro passo para deslegitimar Israel. Trata-se, no fundo, de uma velha técnica de desumanização progressiva que o Terceiro Reich cultivou com sucesso: se retirarmos de um ser humano a sua basilar humanidade, nada impede que possa ser humilhado e destruído.
É esse filme de mentira e conseqüência que atualmente está em cena no Irã. No momento em que escrevo, trinta países estão representados numa “conferência internacional” em Teerã, com o nobre propósito de indagar veracidade do Holocausto. Os promotores garantem pluralismo, ou seja, rédea livre revisionistas e negacionistas para questionar os campos de concentração, as câmaras de gás e o “mito” dos seis milhões.
Um representante do governo iraniano defende o circo como crítica necessária censura que reina no Ocidente (infelizmente, uma estupidez sem defesa, que só confere trunfos aos fanáticos), onde revisionistas e negacionistas são silenciados e presos. Mas é preciso ouvir um negacionista verdadeiro para encontrar a resposta ironicamente verdadeira. Convidado a pronunciar-se sobre o encontro, Frederick Toben, que apresenta aos congressistas a comunicação As alegadas câmaras de gás de Auschwitz - Uma análise técnica e química, afirma sem hesitar: “O Holocausto equivale a uma mentira.
Conseqüentemente, Israel é uma mentira”. Estão enganados os que pensam nessa conferência como um simpático encontro de lunáticos. Enquanto os “especialistas” negam o Holocausto, o Irã inicia a expansão do seu programa de enriquecimento de urânio. O Conselho de Segurança das Nações Unidas persiste na sua farsa diplomática e numa absoluta, e já lendária, incapacidade punitiva. E os Estados Unidos, tradicionalmente aliados de Israel, aceitam um Irã com capacidade nuclear, capitulação evidente, que pode implicar, em linguagem bem prosaica, a simples venda de Israel a Teerã.
Adaptado de: COUTINHO, João Pereira. Mentira e conseqüência. Folha Online, São Paulo, 11 dez 2006. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/ult2707u52.shtml. Acesso em: 12 jan. 2007.
Assinale a alternativa que contém sinônimos adequados para as expressões travada, lendária e prosaica.
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Instrução: A questão terá como base as demonstrações contábeis abaixo. As siglas AH e AV significam Análise Horizontal e Análise Vertical, respectivamente, e as colunas correspondentes podem ser preenchidas como suporte para suas respostas às questões.
DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO
| DISCRIMINAÇÃO | ANO | AH | AV | ANO | AH | AV | ANO | A H | A V |
| 2.004 | 2.005 | 2.006 | |||||||
| RECEITA LÍQUIDA DE VENDAS | 229.000,00 | 290.000,00 | 310.000,00 | ||||||
| CUSTO DAS VENDAS | 91.600,00 | 116.000,00 | 186.000,00 | ||||||
| LUCRO OPERACIONAL BRUTO | 137.400,00 | 174.000,00 | 124.000,00 | ||||||
| DESPESAS OPERACIONAIS | 54.960,00 | 69.600,00 | 49.600,00 | ||||||
| OUTRAS RECEITAS OPERACIONAIS | 1.400,00 | 1.700,00 | 19.000,00 | ||||||
| LUCRO OPERACIONAL LÍQUIDO | 83.840,00 | 106.100,00 | 93.400,00 | ||||||
| RESULTADO NÃO OPERACIONAL | 1.100,00 | (2.200,00) | (3.200,00) | ||||||
| LUCRO ANTES DE IMPOSTO DE RENDA E DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL | 84.940,00 | 103.900,00 | 90.200,00 | ||||||
| PROVISÃO PARA IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL | 19.536,20 | 25.975,00 | 27.060,00 | ||||||
| LUCRO LÍQUIDO | 65.403,80 | 77.925,00 | 63.140,00 |
BALANÇO PATRIMONIAL
| A T I V O | ANO | AH | AV | ANO | AH | AV | ANO | AH | AV |
| 2.004 | 2.005 | 2.006 | |||||||
| CIRCULANTE | 33.400,00 | 29.200,00 | 36.480,00 | ||||||
| DISPONIBILIDADES | 3.500,00 | 2.800,00 | 5.480,00 | ||||||
| CRÉDITOS | 23.200,00 | 19.100,00 | 26.100,00 | ||||||
| ESTOQUES | 4.600,00 | 5.100,00 | 2.300,00 | ||||||
| OUTROS CRÉDITOS | 2.100,00 | 2.200,00 | 2.600,00 | ||||||
| REALIZÁVEL A LONGO PRAZO | 4.300,00 | 3.800,00 | 5.600,00 | ||||||
| CRÉDITOS | 4.300,00 | 3.800,00 | 5.600,00 | ||||||
| PERMANENTE | 14.390,00 | 16.380,00 | 26.700,00 | ||||||
| INVESTIMENTOS | 5.600,00 | 5.600,00 | 6.900,00 | ||||||
| IMOBILIZADO | 8.790,00 | 10.780,00 | 19.800,00 | ||||||
| T O T A L | 52.090,00 | 49.380,00 | 68.780,00 | ||||||
| P A S S I V O | |||||||||
| CIRCULANTE | 25.800,00 | 20.990,00 | 29.880,00 | ||||||
| FORNECEDORES | 19.000,00 | 15.490,00 | 23.400,00 | ||||||
| OBRIGAÇÕES SOCIAIS | 1.200,00 | 1.100,00 | 980,00 | ||||||
| OBRIGAÇÕES FISCAIS | 3.700,00 | 4.300,00 | 2.900,00 | ||||||
| OUTRAS CONTAS A PAGAR | 1.900,00 | 100,00 | 2.600,00 | ||||||
| EXIGÍVEL A LONGO PRAZO | 11.090,00 | 12.090,00 | 22.500,00 | ||||||
| FORNECEDORES | 9.500,00 | 10.500,00 | 16.000,00 | ||||||
| FINANCIAMENTOS | 1.590,00 | 1.590,00 | 6.500,00 | ||||||
| PATRIMÔNIO LÍQUIDO | 15.200,00 | 16.300,00 | 16.400,00 | ||||||
| CAPITAL SOCIAL | 15.000,00 | 15.000,00 | 15.000,00 | ||||||
| RESERVAS DE LUCRO | 200,00 | 1.300,00 | 1.400,00 | ||||||
| T O T A L | 52.090,00 | 49.380,00 | 68.780,00 |
O índice de giro do ativo nos anos de 2004, 2005 e 2006, respectivamente, representou
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Com o desenvolvimento atual da capacidade de processamento dos computadores, a modelagem matemática e a simulação tornaram-se, em muitas áreas, substitutos virtuais da teorização e da experimentação da ciência tradicional. Na pesquisa científica sobre sistemas de alta complexidade e que amplas escalas espaço-temporais, a modelagem e a simulação tornaram-se ferramentas essenciais. Modelagem é a representação por equações matemáticas das relações entre as variáveis relevantes para descrição do problema em foco, como população, tempo, etc. O estudo de epidemias ou pandemias é um desses casos: a construção de modelos matemático -computacionais extremamente complexos lidar com todos os fatores determinantes do espalhamento de uma doença. Para cada doença, diferentes fatores devem ser considerados, e o modelo precisa incluir especificidades das localidades e das populações por onde a doença se espalha.
Doenças infecciosas, como a gripe, se pelas mesmas vias por que as pessoas transitam. Para entender seu espalhamento, precisamos compreender a movimentação das populações humanas. Cada indivíduo realiza rotineiramente uma série de deslocamentos associados com suas atividades principais: movimentos entre sua residência e seu local de trabalho, áreas de lazer, locais de estudo, etc. A partir do detalhamento da área geográfica de interesse e dos dados sobre fluxo populacional nessa área, podem ser construídos modelos preditivos que antecipem os cenários mais prováveis de espalhamento de uma doença.
No programa de Computação Científica da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), os autores e sua equipe desenvolveram um sistema de construção de modelos epidemiológicos que visa a reduzir o tempo entre a constatação de uma nova situação epidemiológica no Brasil e a geração e análise de cenários de espalhamento para a doença em questão. Esse programa permite que a FIOCRUZ desenvolva atualmente simulações de possíveis cenários futuros em uma pandemia de gripe.
Adaptado de: CODEÇO, Claudia Torres; COELHO, Flávio Codeço. Modelando epidemias. Ciência Hoje, v. 38, n. 224, p. 30.
Considere as seguintes afirmações sobre a formação de palavras do texto.
I - As palavras epidemias e pandemias têm o mesmo significado, como revela a semelhança de sentido dos prefixos que as compõem.
II - Os sufixos das palavras determinantes e preditivos têm o sentido de ‘agente’; portanto, as palavras de que fazem parte significam ‘que determinam’ e ‘que predizem’, respectivamente.
III - O sufixo de populacional tem o sentido de ‘relação, pertinência’.
Quais estão corretas?
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