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Foram encontradas 272 questões.

2242227 Ano: 2015
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: CETAP
Orgão: TCM-PA
O framework ASP.Net Web API facilita a construção de serviços REST HTTP que alcançam uma grande variedade de clientes incluindo smartphones, tablets, browsers e aplicações locais. É, hoje, a plataforma ideal para construção de serviços REST baseados em .NET. Analise o código Seguinte e identifique qual o retorno em JSON que esse serviço vai gerar de acordo com a chamada http://localhost/api/aluno/2 ?
Enunciado 2242227-1
 

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Envelhecer é uma arte?
Nas palavras de Cícero, envelhecer é coisa boa. Dois mil anos depois, com fartura de números, o tema reaparece nas pesquisas iniciadas por R. Easterlin. Detecta-se uma "curva da fossa": entre 40 e 50 anos, bate um pessimismo, uma insegurança difusa. Mas daí para a frente voltamos a ficar de bem com a vida, cada vez mais felizes - óbvio, só até o corpo fracassar. Será?
Esse lado emocional-filosófico é nebuloso. Amadurecemos com a idade, como sugerem as pesquisas? Ou acumulamos azedumes e rabugices? Ficamos cada vez mais impacientes com a burrice humana? Ou mais bem blindados contra ela? Cada um é cada um.
Exploremos alguns temas em que o terreno parece menos pantanoso.
O psicólogo A. Maslow documentou o que significava para ele ir ficando velho. Percebia uma perda progressiva da motivação para fazer as coisas e lidar com desafios. Mais e mais empreitados deixavam de valer a pena. É o meu caso: já trabalhei no governo, mas hoje nenhum cargo me tentaria. Sinto engulho só de vislumbrar o pesadelo da burocracia pública.
Em sua última entrevista, Paulo Freire segue caminho paralelo a Maslow, afirmando que envelhecer é perder a curiosidade. Se ele tem razão, no meu caso, permaneço jovem, pois minha curiosidade sobrevive, onívora.
O acaso das faculdades mentais é bem documentado pela pesquisa. Degrada-se a memória, sobretudo a de curto prazo e a dos nomes e datas. O raciocínio matemático começa a derrapar já a partir dos 30. De fato, todos os avanços na área foram feitos por jovens.
A boa notícia é que a capacidade de julgamento, a sabedoria, o esprit de finesse, mencionado por Pascal, não apenas sobrevivem, mas progridem. Comprovou-se que os velhos precisam ler menos para decidir sobre algum assunto, com igual competência. E, nas humanidades, amadurecemos com os anos, e muito. Romancistas e historiadores? Prefiram os velhos. Aleluia! Com o passar dos anos, políticos entendem melhor a natureza humana, por isso sobrevivem na carreira.
Sabemos também que a inteligência reage como um músculo. A qualquer idade, é fortalecida com exercícios e evapora com a inação. Daí a importância de exercitar a ambos. Se encolhem os desafios mentais na aposentadoria, risco à vida! Não é o contracheque que salva vidas; mas a letargia intelectual mata. Se ficarmos esperando pela morte, ela virá mais célere. Com medo de morrer, continuo trabalhando, freneticamente.
Na minha incauta opinião, conversa de doença não faz bem à saúde. Tampouco é uma boa receita para a longevidade voltar aos lugares em que se viveu ou trabalhou, não encontrar mais conhecidos e ser tratado como um estranho.
Caminhando pelas ruas, vemos logo quem tem jeito de aposentado. Falta chispa nos olhos e o andar sugere que não quer chegar a parte alguma. Quem lê obituário, para ficar sabendo dos amigos que morreram, mostra na cara sua vocação para a morte. Cruz-credo! Aliás, a solidão é fatal! Por isso, vale o conselho de Samuel Johnson: enquanto jovem, é preciso cultivar os amigos, pois com a idade vai ficando difícil renovar o plantel.
A decadência do corpo é inexorável. Mais dias de indisposição, dói aqui, dói acolá, mais enguiços e reparos, mais remedinhos para isso ou para aquilo. Contudo, avanços na medicina e melhores estilos de vida freiam espetacularmente a degradação do corpo. Mantêm serelepes muito velhos que, faz poucas décadas estariam derrubados. Vejam nas ilustrações antigas a imagem dos avós, circunspectos e encarquilhados. Gente nas mesmas idades está hoje malhando nas academias, subindo montanhas e gabando-se de suas proezas, em todos os azimutes. Obviamente isso dá trabalho: há que buscar remédios miraculosos, próteses, mandar recauchutar o coração, fazer dietas e exercícios árduos para manter a massa muscular. No meu modesto julgamento, compensa.
Isso são teorias.
O único ganho indisputável é não ter de entrar em filas. Outro dia, estava no banco e, como a fila dos velhos não andava, um jovem me ofereceu seu lugar na outra. Relutei, mas acabei aceitando. Feita a transação, saí correndo, para que ele não me visse partir na minha moto BMW 650 GS.
(Fonte: CASTRO, Claudio de Moura. Revista Veja. 2408 ed. São Paulo: Abril. 14/01/2015.)
Não ratifica a visão que os jovens têm das pessoas idosas, segundo o texto:
 

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2242224 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: TCM-PA

TV e tablet, com moderação

Para muitos pais, é dificil resistir à tentação de deixar a criança por algum tempo em frente à TV. Em geral, elas se acalmam e permanecem quietas. Esse sucesso pode ser atribuído aos cortes rápidos e ao excesso de cores primârias-características de qualquer video infantil. "O interesse das crianças pelos eletrônicos relaciona-se com o colorido, o movimento, a sucessão de cenas e o controle que possuem sobre os aparelhos, que modificam e até encerram diante de alguma frustração", diz Saul Cypel, neuropediatra da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal. No cérebro, as imagens ativam o lobo occipital (associado à percepção da imagem) e agem nas regiões pré-frontal e límbica, responsáveis pela atenção, pela emoção, pelo prazer e pelo planejamento.

Apesar de educativos e lúdicos, esses vídeos podem, sim, interferir no desenvolvimento das crianças. A academia Ameicana de Pediatria não recomenda nenhum acesso a programas de TV antes dos 2 anos de idade. Estudos já demonstraram que bebês com idade entre 8 e 16 meses que passam mais tempo diante da TV possuem repertório de linguagem menor. Ficar duas ou mais horas em frente à tela está relacionado a um risco seis vezes maior de ter atraso de linguagem.

Há problemas também para o desenvolvimento da atenção. Antes dos 10 meses, o mecanismo de atenção voluntária do bebê não está completamente desenvolvida. Ou seja, para ele não é tão simples escolher onde focar sua atenção, e deixá-lo em frente à TV pode atrapalhar essa transição. Outra pesquisa mostrou que crianças que assistiram a programas violentos antes de 3 anos tinham duas vezes mais risco de desenvolver transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) entre os 5 e os 8 anos. Quanto ao tablet, faltam estudos específicos para avaliar seus possíveis danos. O que os médicos dizem é que nem sempre o uso de tecnologia é completamente condenável - desde que seja mediado pelos país. Dependendo da forma como foi utilizado, o tablet poderá ser uma ferramenta para ensinar as crianças e ajudar no aprendizado. Não é recomendável utilizar-se sempre dele para evitar a interação com a criança, deixando assim de ensiná-la.

(Fonte: Revista Veja. 2408 ed. São Paulo: Abril 14/01/2015.)

No terceiro parágrafo, "Ou seja, para ele não é tão simples escolher onde focar sua atenção (...)", o pronome pessoal e o possessivo fazem referência a:

 

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2242221 Ano: 2015
Disciplina: Administração Geral
Banca: CETAP
Orgão: TCM-PA
A valorização da educação, anteriormente limitada ao mundo acadêmico, passa a ser, em função das necessidades do setor produtivo, cada vez mais demandada pelas organizações. Muito embora tal temática tenha feito parte do cotidiano das organizações contemporâneas, há que se observar alguns princípios para que os investimentos em educação corporativa possam trazer resultados efetivos, como, por exemplo:
I - a competitividade, que defende o envolvimento da alta cúpula com o sistema de educação;
II - a sustentabilidade, que exige a parceria com instituições de ensino externas;
III - a cidadania, por meio da formação de cidadãos éticos e socialmente responsáveis;
IV - a conectividade, criando-se conexão entre os conhecimentos existentes em cada área.
Estão corretos:
 

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2242219 Ano: 2015
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: CETAP
Orgão: TCM-PA
Considere o seguinte código escrito na linguagem JavaScript, sendo que a variável "a" é uma string e a variável "b" é um number
<script type="textljavascript">
var a = "Concurso";
var b = 2015;
alert(a + b);
</script>
Qual das assertivas a seguir é correta?
 

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2242218 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: TCM-PA

TV e tablet, com moderação

Para muitos pais, é dificil resistir à tentação de deixar a criança por algum tempo em frente à TV. Em geral, elas se acalmam e permanecem quietas. Esse sucesso pode ser atribuído aos cortes rápidos e ao excesso de cores primârias-características de qualquer video infantil. "O interesse das crianças pelos eletrônicos relaciona-se com o colorido, o movimento, a sucessão de cenas e o controle que possuem sobre os aparelhos, que modificam e até encerram diante de alguma frustração", diz Saul Cypel, neuropediatra da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal. No cérebro, as imagens ativam o lobo occipital (associado à percepção da imagem) e agem nas regiões pré-frontal e límbica, responsáveis pela atenção, pela emoção, pelo prazer e pelo planejamento.

Apesar de educativos e lúdicos, esses vídeos podem, sim, interferir no desenvolvimento das crianças. A academia Ameicana de Pediatria não recomenda nenhum acesso a programas de TV antes dos 2 anos de idade. Estudos já demonstraram que bebês com idade entre 8 e 16 meses que passam mais tempo diante da TV possuem repertório de linguagem menor. Ficar duas ou mais horas em frente à tela está relacionado a um risco seis vezes maior de ter atraso de linguagem.

Há problemas também para o desenvolvimento da atenção. Antes dos 10 meses, o mecanismo de atenção voluntária do bebê não está completamente desenvolvida. Ou seja, para ele não é tão simples escolher onde focar sua atenção, e deixá-lo em frente à TV pode atrapalhar essa transição. Outra pesquisa mostrou que crianças que assistiram a programas violentos antes de 3 anos tinham duas vezes mais risco de desenvolver transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) entre os 5 e os 8 anos. Quanto ao tablet, faltam estudos específicos para avaliar seus possíveis danos. O que os médicos dizem é que nem sempre o uso de tecnologia é completamente condenável - desde que seja mediado pelos país. Dependendo da forma como foi utilizado, o tablet poderá ser uma ferramenta para ensinar as crianças e ajudar no aprendizado. Não é recomendável utilizar-se sempre dele para evitar a interação com a criança, deixando assim de ensiná-la.

(Fonte: Revista Veja. 2408 ed. São Paulo: Abril 14/01/2015.)

A alternativa em que se identifica o conteúdo semântico da palavra "até" no trecho: "(...) e até encerram diante de alguma frustração (...)" é:

 

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2242217 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: TCM-PA

TV e tablet, com moderação

Para muitos pais, é dificil resistir à tentação de deixar a criança por algum tempo em frente à TV. Em geral, elas se acalmam e permanecem quietas. Esse sucesso pode ser atribuído aos cortes rápidos e ao excesso de cores primârias-características de qualquer video infantil. "O interesse das crianças pelos eletrônicos relaciona-se com o colorido, o movimento, a sucessão de cenas e o controle que possuem sobre os aparelhos, que modificam e até encerram diante de alguma frustração", diz Saul Cypel, neuropediatra da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal. No cérebro, as imagens ativam o lobo occipital (associado à percepção da imagem) e agem nas regiões pré-frontal e límbica, responsáveis pela atenção, pela emoção, pelo prazer e pelo planejamento.

Apesar de educativos e lúdicos, esses vídeos podem, sim, interferir no desenvolvimento das crianças. A academia Ameicana de Pediatria não recomenda nenhum acesso a programas de TV antes dos 2 anos de idade. Estudos já demonstraram que bebês com idade entre 8 e 16 meses que passam mais tempo diante da TV possuem repertório de linguagem menor. Ficar duas ou mais horas em frente à tela está relacionado a um risco seis vezes maior de ter atraso de linguagem.

Há problemas também para o desenvolvimento da atenção. Antes dos 10 meses, o mecanismo de atenção voluntária do bebê não está completamente desenvolvida. Ou seja, para ele não é tão simples escolher onde focar sua atenção, e deixá-lo em frente à TV pode atrapalhar essa transição. Outra pesquisa mostrou que crianças que assistiram a programas violentos antes de 3 anos tinham duas vezes mais risco de desenvolver transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) entre os 5 e os 8 anos. Quanto ao tablet, faltam estudos específicos para avaliar seus possíveis danos. O que os médicos dizem é que nem sempre o uso de tecnologia é completamente condenável - desde que seja mediado pelos país. Dependendo da forma como foi utilizado, o tablet poderá ser uma ferramenta para ensinar as crianças e ajudar no aprendizado. Não é recomendável utilizar-se sempre dele para evitar a interação com a criança, deixando assim de ensiná-la.

(Fonte: Revista Veja. 2408 ed. São Paulo: Abril 14/01/2015.)

Marque a alternativa em que o verbo assistir tem equivalência semântica e a mesma regência do seguinte trecho: "Outra pesquisa mostrou que crianças que assistiram a programas violentos (...)".

 

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2242214 Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CETAP
Orgão: TCM-PA
Leia a charge seguinte:
Enunciado 2242214-1
Fonte: http://laerciojsilva.blogspot.com.br/2011/04/
Muito embora cada vez mais as organizações se preocupem com a segurança das pessoas no ambiente de trabalho, cabe ao empregado também algumas obrigações, exceto:
 

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Envelhecer é uma arte?

Nas palavras de Cícero, envelhecer é coisa boa. Dois mil anos depois, com fartura de números, o tema reaparece nas pesquisas iniciadas por R. Easterlin. Detecta-se uma "curva da fossa": entre 40 e 50 anos, bate um pessimismo, uma insegurança difusa. Mas daí para a frente voltamos a ficar de bem com a vida, cada vez mais felizes - óbvio, só até o corpo fracassar. Será?

Esse lado emocional-filosófico é nebuloso. Amadurecemos com a idade, como sugerem as pesquisas? Ou acumulamos azedumes e rabugices? Ficamos cada vez mais impacientes com a burrice humana? Ou mais bem blindados contra ela? Cada um é cada um.

Exploremos alguns temas em que o terreno parece menos pantanoso.

O psicólogo A. Maslow documentou o que significava para ele ir ficando velho. Percebia uma perda progressiva da motivação para fazer as coisas e lidar com desafios. Mais e mais empreitados deixavam de valer a pena. É o meu caso: já trabalhei no governo, mas hoje nenhum cargo me tentaria. Sinto engulho só de vislumbrar o pesadelo da burocracia pública.

Em sua última entrevista, Paulo Freire segue caminho paralelo a Maslow, afirmando que envelhecer é perder a curiosidade. Se ele tem razão, no meu caso, permaneço jovem, pois minha curiosidade sobrevive, onívora.

O acaso das faculdades mentais é bem documentado pela pesquisa. Degrada-se a memória, sobretudo a de curto prazo e a dos nomes e datas. O raciocínio matemático começa a derrapar já a partir dos 30. De fato, todos os avanços na área foram feitos por jovens.

A boa notícia é que a capacidade de julgamento, a sabedoria, o esprit de finesse, mencionado por Pascal, não apenas sobrevivem, mas progridem. Comprovou-se que os velhos precisam ler menos para decidir sobre algum assunto, com igual competência. E, nas humanidades, amadurecemos com os anos, e muito. Romancistas e historiadores? Prefiram os velhos. Aleluia! Com o passar dos anos, políticos entendem melhor a natureza humana, por isso sobrevivem na carreira.

Sabemos também que a inteligência reage como um músculo. A qualquer idade, é fortalecida com exercícios e evapora com a inação. Daí a importância de exercitar a ambos. Se encolhem os desafios mentais na aposentadoria, risco à vida! Não é o contracheque que salva vidas; mas a letargia intelectual mata. Se ficarmos esperando pela morte, ela virá mais célere. Com medo de morrer, continuo trabalhando, freneticamente.

Na minha incauta opinião, conversa de doença não faz bem à saúde. Tampouco é uma boa receita para a longevidade voltar aos lugares em que se viveu ou trabalhou, não encontrar mais conhecidos e ser tratado como um estranho.

Caminhando pelas ruas, vemos logo quem tem jeito de aposentado. Falta chispa nos olhos e o andar sugere que não quer chegar a parte alguma. Quem lê obituário, para ficar sabendo dos amigos que morreram, mostra na cara sua vocação para a morte. Cruz-credo! Aliás, a solidão é fatal! Por isso, vale o conselho de Samuel Johnson: enquanto jovem, é preciso cultivar os amigos, pois com a idade vai ficando difícil renovar o plantel.

A decadência do corpo é inexorável. Mais dias de indisposição, dói aqui, dói acolá, mais enguiços e reparos, mais remedinhos para isso ou para aquilo. Contudo, avanços na medicina e melhores estilos de vida freiam espetacularmente a degradação do corpo. Mantêm serelepes muito velhos que, faz poucas décadas estariam derrubados. Vejam nas ilustrações antigas a imagem dos avós, circunspectos e encarquilhados. Gente nas mesmas idades está hoje malhando nas academias, subindo montanhas e gabando-se de suas proezas, em todos os azimutes. Obviamente isso dá trabalho: há que buscar remédios miraculosos, próteses, mandar recauchutar o coração, fazer dietas e exercícios árduos para manter a massa muscular. No meu modesto julgamento, compensa.

Isso são teorias.

O único ganho indisputável é não ter de entrar em filas. Outro dia, estava no banco e, como a fila dos velhos não andava, um jovem me ofereceu seu lugar na outra. Relutei, mas acabei aceitando. Feita a transação, saí correndo, para que ele não me visse partir na minha moto BMW 650 GS.

(Fonte: CASTRO, Claudio de Moura. Revista Veja. 2408 ed. São Paulo: Abril. 14/01/2015.)

"Amadurecemos com a idade, como sugerem as pesquisas?". As orações presentes no período são, respectivamente:

 

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2242210 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: CETAP
Orgão: TCM-PA
O Leiaute (Layout) de um slide no Microsoft PowerPoint 2010 refere-se a:
 

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