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Foram encontradas 397 questões.

Ricardo, deficiente físico, portador de paraplegia, resolve ir a um restaurante situado em um pequeno Shopping na cidade de Fortaleza com seus familiares, e para tanto ingressa no estacionamento privado local, aberto ao público e de uso coletivo, com um veículo devidamente identificado, e não encontra vaga sinalizada e específica para estacionar, acionando um segurança e o gerente geral do estabelecimento de compras, questionando o efetivo cumprimento do Estatuto da Pessoa com Deficiência. Neste caso, o shopping estará cumprindo o que estabelece a Lei nº 13.146/2015 se reservar vagas próximas aos acessos de circulação de pedestres, devidamente sinalizadas e com as especificações de desenho e traçado de acordo com as normas técnicas vigentes de acessibilidade, para veículos que transportem pessoas com deficiência com comprometimento de mobilidade, desde que devidamente identificados, equivalentes a
 

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Sobre a Lei nº 13.146/2015, que instituiu o Estatuto da Pessoa com Deficiência,
 

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4227939 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: TJ-CE
Para homenagear a primeira viagem tripulada a Marte, uma agência espacial decidiu criar uma estátua de um astronauta usando uma impressora 3D de alta precisão. A razão entre o tamanho do capacete da estátua e o tamanho real do capacete de um astronauta é de 10:3. Sabendo que um astronauta real, vestindo o traje completo, tem 195 cm de altura, a altura total da estátua para que todo o corpo mantenha a mesma razão deve ser, em metros, de
 

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4227938 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: TJ-CE
Laura e Mônica partem de um mesmo ponto. Laura caminha 100 m em direção ao Sul, 200 m em direção ao Oeste, 300 m em direção ao Norte e 400 m em direção ao Leste. Mônica caminha 100 m em direção ao Oeste, 200 m em direção ao Sul, 400 m em direção ao Leste e 400 m em direção ao Norte.

Enunciado 4597289-1

Ao final das caminhadas, a distância que separa Laura de Mônica é
 

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4227937 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: FCC
Orgão: TJ-CE
Em uma prova, para cada questão respondida corretamente, o estudante recebe 3 pontos e para cada questão errada ele perde 2 pontos. Após responder a 26 questões, um estudante acumulou 38 pontos. O algarismo das unidades do número de questões corretas respondidas por esse estudante é
 

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4227936 Ano: 2026
Disciplina: Estatística
Banca: FCC
Orgão: TJ-CE

O lucro mensal de uma microempresa ao longo do primeiro semestre de um ano encontra-se na tabela.

Mês Lucro (R$)
Janeiro 10.000,00
Fevereiro 15.000,00
Março 12.000,00
Abril 18.000,00
Maio 20.000,00
Junho 15.000,00

O desvio médio do lucro nesse semestre foi de, aproximadamente,

 

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4227935 Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FCC
Orgão: TJ-CE
Abel, Bruno, Carlos e Diego foram, com suas esposas, jantar. No restaurante, sentaram-se em uma mesa redonda, de forma que nenhuma mulher se sentou ao lado do seu marido; Diego sentou-se em frente a Bruno, Carlos sentou-se à esquerda da esposa de Bruno, duas mulheres não se sentaram juntas. A pessoa que se sentou entre Bruno e Abel foi
 

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4227934 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TJ-CE

Atenção: Para responder à questão, leia o poema "Vela" de Sophia de Mello Andresen.

Em redor da luz
A casa sai da sombra
Intensamente atenta
Levemente espantada

Em redor da luz
A casa se concentra
Numa espera densa
E quase silabada

Em redor da chama
Que a menor brisa doma
E que um suspiro apaga
A casa fica muda

Enquanto a noite antiga
Imensa e exterior
Tece seus prodígios
E ordena seus milênios
De espaço e de silêncio
De treva e de esplendor

Nos versos A casa sai da sombra / Intensamente atenta (1º estrofe) observa-se a figura de linguagem conhecida como

 

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4227933 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TJ-CE

Atenção: Para responder à questão, leia o poema "Vela" de Sophia de Mello Andresen.

Em redor da luz
A casa sai da sombra
Intensamente atenta
Levemente espantada

Em redor da luz
A casa se concentra
Numa espera densa
E quase silabada

Em redor da chama
Que a menor brisa doma
E que um suspiro apaga
A casa fica muda

Enquanto a noite antiga
Imensa e exterior
Tece seus prodígios
E ordena seus milênios
De espaço e de silêncio
De treva e de esplendor

No contexto da terceira estrofe, a "chama" pode ser descrita como

 

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4227932 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: TJ-CE
Atenção: Para responder à questão, leia a crônica de Rachel de Queiroz.
    Uma simples folha de papel... Ontem, num programa de TV, discutíamos entre escritores e jornalistas o drama do papel em e branco na máquina e, diante dele, o pobre de nós que espreme o juízo até produzir qualquer coisa que encha as laudas necessárias possa ir para a impressão. Acho que essa angústia existe desde que o primeiro escriba de cuneiforme, na Mesopotâmia, ficava aflito por uma ideia a gravar no tijolinho fresco, e depressa, antes que o barro secasse. Ou o emissário real, no Egito, diante do papiro virgem, rabiscando tentativamente um começo de hieróglifo sem saber o que contar na mensagem para o Faraó.

    O curioso é que nem sempre, desse esforço de última hora, sai um resultado pífio. Às vezes, depois de minutos e minutos de indecisão e bloqueio, brota de repente uma ideia que é um clarão, o escriba bate freneticamente na máquina, tentando forçar os dedos a uma marcha mais veloz que a dos miolos; e eт poисo ele entrega à oficina a sua melhor matéria do mês. Quando esse branco se dá na produção de livro, não tem tanta importância. O romance espera, o conto espera. E o poema só nasce na hora que quer. O jornal - que vive à custa do cotidiano e é voraz por fatos atuais e comentários sobre esses fatos, mal se consolando com projeções sobre o futuro ou meditações sobre o passado -, o jornal é que é o grande tirano. Ele é como um alto forno de usina siderúrgica que não pode se apagar nunca e exige, dia e noite, combustível, minério, e a atenção infatigável dos seus alimentadores e manobreiros.

    Aliás, para fazer justiça, não é propriamente o jornal o nosso tirano. O déspota implacável é mesmo o público, de quem o jornal é apenas o humilde, solícito, serviçal. O público é quem dá sentença de vida e morte, o público é quem boceja ou aplaude. Ele é quem recorta com amor o tópico feliz, ele quem amarrota a folha enfadonha a caminho da cesta. Nessa trêmula serventia vivemos todos os que dependemos da fera, e por isso a bajulamos, hesitamos num fraseado, trocamos um verbo mais incisivo por outro mais ameno, polvilhamos com um sal de malícia qualquer flagrante inocente, descobrimos interpretações sutis ou sibilinas para o que seria apenas massudo e incolor, sem o nosso intempestivo inuendo. Mas quanto equilíbrio e cuidados são necessários para não transpor o frágil limite da verdade dos fatos e não cair no perigoso terreno da invenção! Às vezes, basta insinuar que o figurão sorriu antes da sua resposta e se derruba todo um laborioso esforço de credibilidade, em hora de crise política. 


(Adaptado de: RACHEL de Queiroz, 1990)
Um termo usado pela cronista para se referir ao "público” é:
 

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