Foram encontradas 50 questões.
Considerando que o pararaios tipo Franklin oferece uma proteção dada por um cone de revolução, cuja geratriz forma um ângulo de 30º com a haste do captor, determine qual deverá ser a altura do captor para proteger uma determinada área cujo raio é de 30,0m.
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Considerando-se que a indutância média de cabos utilizados em aterramentos é de 1.50?H (microHenrys), a mais adequada medida de proteção para equipamentos conectados a uma determinada rede de aterramento é
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Para a proteção das linhas de alimentação de uma central PABX digital, contra possíveis danos causados por descargas atmosféricas, a opção mais adequada é:
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Considerando um dipolo elétrico no sistema de coordenadas esféricas, e a expressão do campo elétrico com módulo dado por: na direção radial, a diferença de potencial entre os pontos e , em módulo é:
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Os dispositivos a corrente diferencial residual ou simplesmente dispositivos DR não podem ser utilizados em instalações que utilizam o esquema de aterramento:
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No Brasil, a certificação de produtos de telecomunicações segundo aspectos de compatibilidade eletromagnética e segurança elétrica devem seguir os requisitos estabelecidos pelas seguintes resoluções técnicas:
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Um motor C.A. de indução de 15 HP (=16,65KVA de potência absorvida da rede) alimentado em 380V, 60Hz, 4 polos, será utilizado para alimentar uma bomba centrífuga. Sabendo-se que a corrente de partida desse motor chega a 196,6 A e que é utilizado uma chave estrela-triângulo para a redução dessa corrente de partida, é ERRADO afirmar:
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O ítem "10.2.9 MEDIDAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL" da NR10, em seu subitem 10.2.9.1 determina que "nos trabalhos em instalações elétricas, quando as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou insuficientes para controlar os riscos, devem ser adotados equipamentos de proteção individual específicos e adequados às atividades desenvolvidas...". Estas disposições devem estar em conformidade com qual das normas abaixo?
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O texto a seguir foi publicado pelo jornalista David Coimbra, no jornal Zero Hora, em 02 de maio de 2009 e é referência para a questão.
No filme “Che” há uma cena sutil, breve, porém deliciosa, para mim a melhor de todas as duas horas e 10 minutos de ação, que é a seguinte: o Che está sentado em um sofá, esperando para ser entrevistado por uma TV norte-americana. Trata-se de uma figura imponente, a imagem da virilidade: o guerrilheiro latino, já tornado célebre, metido em seu uniforme militar, calçado de coturnos duros, os cabelos longos ondulando boina afora, a barba revolucionária a emoldurar o rosto expressivo. É deste personagem que uma jovem americana se aproxima, vacilante. Estaca a um metro do sofá. Balbucia em um inglês traduzido pelo intérprete acomodado ao lado do grande argentino:
— O comandante permite que lhe faça maquiagem?
O Che sorri. Balança a cabeça, entre divertido e irônico.
— Não, não... recusa.
E dispensa a maquiadora. Mas, vendo-a se afastar, vira-se para o intérprete e especula:
— Talvez um pouco de pó...
A frase é tão surpreendente que o intérprete não entende. Ele repete:
— Pode ser um pouco de pó...
Um pouco de pó. No Che Guevara! O Che, que não gostava nem de tomar banho. Seus contemporâneos relatavam que ele exalava um cheiro azedo e que, certa feita, despiu as cuecas, equilibrou-as de pé sobre uma pedra e ali elas se quedaram, em posição de sentido no meio da selva inóspita, testemunhas eloquentes dos sacrifícios que um idealista era capaz de fazer pela Revolução.
O Che, que, detido pelo exército boliviano no alto dos Andes, manietado, ferido, sujo e desgrenhado feito um urso, foi colocado diante do fuzil que lhe tiraria a vida, e então olhou nos olhos do homem que portava a arma assassina, e ergueu o queixo e, percebendo que o carrasco tremia, disse-lhe sem um agá de hesitação:
— Atira, covarde. Vais matar um homem.
Foi esse guerreiro indomável que conjeturou:
— Talvez um pouco de pó...
Che Guevara passou ruge para aparecer na televisão. Ruge! Mas a pequena vaidade, em vez de rebaixá-lo, humaniza-o. Também o Che Guevara queria parecer atraente diante das câmeras, afinal.
O sentido de uma palavra depende, em grande parte, do contexto em que ela está inserida. Os itens a seguir apresentam sinônimos para os termos fornecidos, respectivamente. Assinale a opção em que a substituição não apresenta um sinônimo pertinente.
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O texto a seguir foi publicado pelo jornalista David Coimbra, no jornal Zero Hora, em 02 de maio de 2009 e é referência para a questão.
No filme “Che” há uma cena sutil, breve, porém deliciosa, para mim a melhor de todas as duas horas e 10 minutos de ação, que é a seguinte: o Che está sentado em um sofá, esperando para ser entrevistado por uma TV norte-americana. Trata-se de uma figura imponente, a imagem da virilidade: o guerrilheiro latino, já tornado célebre, metido em seu uniforme militar, calçado de coturnos duros, os cabelos longos ondulando boina afora, a barba revolucionária a emoldurar o rosto expressivo. É deste personagem que uma jovem americana se aproxima, vacilante. Estaca a um metro do sofá. Balbucia em um inglês traduzido pelo intérprete acomodado ao lado do grande argentino:
— O comandante permite que lhe faça maquiagem?
O Che sorri. Balança a cabeça, entre divertido e irônico.
— Não, não... recusa.
E dispensa a maquiadora. Mas, vendo-a se afastar, vira-se para o intérprete e especula:
— Talvez um pouco de pó...
A frase é tão surpreendente que o intérprete não entende. Ele repete:
— Pode ser um pouco de pó...
Um pouco de pó. No Che Guevara! O Che, que não gostava nem de tomar banho. Seus contemporâneos relatavam que ele exalava um cheiro azedo e que, certa feita, despiu as cuecas, equilibrou-as de pé sobre uma pedra e ali elas se quedaram, em posição de sentido no meio da selva inóspita, testemunhas eloquentes dos sacrifícios que um idealista era capaz de fazer pela Revolução.
O Che, que, detido pelo exército boliviano no alto dos Andes, manietado, ferido, sujo e desgrenhado feito um urso, foi colocado diante do fuzil que lhe tiraria a vida, e então olhou nos olhos do homem que portava a arma assassina, e ergueu o queixo e, percebendo que o carrasco tremia, disse-lhe sem um agá de hesitação:
— Atira, covarde. Vais matar um homem.
Foi esse guerreiro indomável que conjeturou:
— Talvez um pouco de pó...
Che Guevara passou ruge para aparecer na televisão. Ruge! Mas a pequena vaidade, em vez de rebaixá-lo, humaniza-o. Também o Che Guevara queria parecer atraente diante das câmeras, afinal.
Assinale a opção errada a respeito dos aspectos morfossintáticos do texto.
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