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Foram encontradas 291 questões.

957782 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
Sobre os efeitos de alguns fármacos, analise as afirmações abaixo.
I. Os ADTs, os IMAOs, a clozapina e os ISRSs podem provocar pesadelos e sonhos bizarros.
II. As tonturas podem aparecer em consequência da hipotensão ostostática em pacientes que fazem uso de ADT, tetracíclicos e IMAO por bloqueio -1-adrenérgico.
III. O uso de carbamazepina pode, raramente, levar à diminuição do número de plaquetas e ao aumento do tempo de coagulação.
Quais estão corretas?
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Avareza na ficção

Moacyr Scliar

Embora muitos já tenham esquecido, o Brasil viveu períodos de grandes surtos inflacionários, nos quais o dinheiro perdia rapidamente o seu valor. Era muito comum ver moedas nas sarjetas das ruas; ali ficavam porque valiam tão pouco que ninguém se dava ao trabalho de abaixar-se para apanhá-las. Isso nos remete a um fato básico da economia e da vida social: a rigor, o dinheiro é uma ficção. Mas exatamente por causa desse ângulo, digamos, ficcional, ele assume também caráter altamente simbólico. E não muito agradável, segundo Freud. Observando que ao longo da história o dinheiro foi frequentemente (e ainda é) associado à sujeira, o pai da psicanálise postulou que a proposital retenção de fezes, característica da chamada fase anal do desenvolvimento infantil, teria continuidade, no adulto, com a preocupação com o dinheiro. O avarento é um exemplo caricatural disso.

Aos escritores essas coisas não poderiam passar despercebidas, mesmo porque muitos deles tinham, e têm, problemas com dinheiro; Honoré de Balzac (1799 -1850) e Fiódor Dostoievski (1821 - 1881) viviam atolados em dívidas, sobretudo o escritor russo, que era um jogador compulsivo. Não é de admirar que avarentos tenham dado grandes personagens da ficção. O primeiro exemplo é, naturalmente, o Shylock, de William Shakespeare (1564 -1616) na comédia O mercador de Veneza, do fim do século XVI. Shylock era um agiota. Na Idade Média, o empréstimo a juros era proibido aos cristãos e reservado ao desprezado e marginal grupo dos judeus. Um arranjo perfeito: quando o senhor feudal não queria ou não podia pagar dívidas contraídas com os agiotas, desencadeava um massacre de judeus, um grupo desprezado e marginalizado, e resolvia o problema. Shylock sente-se desprezado e quando empresta dinheiro a Antonio, um mercador cristão, pede em garantia uma libra da carne do devedor: ele quer que este se revele inadimplente e pague a dívida com a matéria de seu próprio corpo: um esforço desesperado e grotesco para ser respeitado.

Outro usurário que aparece na peça O avarento (1668), de Jean-Baptiste Molière (1622 - 1673), é Harpagon. Quanto mais rico fica, mais mesquinho se torna, e mais faz sofrer os filhos, o jovem Cléante, apaixonado por Mariane, moça pobre – Harpagon obviamente se opõe ao namoro – e a filha Élise, que ele quer casar com o velho Anselme. Além das brigas com os filhos, Harpagon tem outros motivos para se inquietar: enterrou em seu jardim uma caixa com dez mil escudos de ouro e é constantemente perseguido pela ideia de que sua fortuna será roubada. No fim, a avareza é castigada, e Cléante e Élise podem se unir às pessoas que amam.

Avarentos também não faltam nos romances de Charles Dickens (1812-1870), um dos mais conhecidos é o personagem Ebenezer Scrooge de Um conto de Natal (1843), um homem velho, egoísta, insensível, que odeia tudo – até o Natal – uma festa que evoca bondade e generosidade. Scrooge maltrata seu empregado Bob Cratchit, que tem um filho deficiente físico, o Pequeno Tim, mas na noite de Natal é visitado por misteriosas entidades, os Espíritos do Natal, e muda por completo, tornando-se generoso, ajudando Cratchit e sua família. Em Silas Marner, novela de George Eliot (1819-1880) que usava o pseudônimo de Mary Ann Evans, o personagem, um misantropo que prefere o ouro às pessoas, aprenderá, assim como Scrooge, a sua lição. Ele é roubado, mas, ao tomar sob seus cuidados o menino Eppie, mudará, tornando-se um homem melhor. Em Eugénie Grandet (1900), de Balzac, somos apresentados a Félix Grandet, um rico e sovina mercador de vinhos, que se opõe à paixão da filha pelo sobrinho pobre.

Como se pode ver em todas essas obras, a obsessão pelo dinheiro resulta de uma personalidade repulsiva ou patética. Freud tinha razão: o poder simbólico do vil metal não é pequeno e tem atravessado os séculos incólume.

Texto adaptado de: http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos - Acesso em 04/06/2009

Assinale a alternativa que propõe uma substituição para as expressões Embora (linha 01) e mesmo porque (linha 08), respectivamente, sem provocar alterações sintáticas nem semânticas no texto.

 

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955827 Ano: 2009
Disciplina: Psiquiatria
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
Em relação à Demência Frontotemporal, é incorreto afirmar que:
 

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955754 Ano: 2009
Disciplina: Psicologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
Conforme Resolução CFP N.º 07/2003 que institui o Manual de elaboração de documentos decorrentes de avaliações psicológicas, o psicólogo deverá adotar como princípios norteadores para elaboração de documentos:
 

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946088 Ano: 2009
Disciplina: Psicologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
Em relação à Guarda Compartilhada, são feitas as seguintes afirmações.
I - O melhor interesse do menor deve nortear qualquer decisão a respeito de sua vida, principalmente àquelas relativas à educação, à saúde, à segurança, ao lazer e ao convívio no seio da família.
II - O ordenamento jurídico pátrio se mostra amplamente receptivo à guarda conjunta, não se justificando qualquer resistência à sua regulamentação.
III - Conforme consta da própria Constituição Federal e do Estatuto da Criança e do Adolescente, trata-se de uma responsabilidade de toda a sociedade, e não apenas da família, a efetiva proteção da criança e do adolescente.
Quais estão corretas?
 

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938501 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS

INSTRUÇÃO – A questão refere-se ao texto a seguir.

Pacientes internautas

Você já procurou na internet a solução para algum problema de saúde? Se a resposta for “sim”, você pode fazer parte do grupo dos “pacientes experts”, que usam a rede para se informar sobre doenças. Para descobrir como o acesso a tanta informação está influenciando as relações entre médicos e pacientes, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) analisaram diversos artigos estrangeiros que tratam do tema e concluíram que, para os profissionais de medicina, é hora de se atualizar.

O estudo, desenvolvido por Helena Beatriz da Rocha Garbin, Maria Cristina Rodrigues Guilam e André de Faria Pereira Neto, comparou 15 artigos publicados entre 1997 e 2006 nos periódicos britânicos Social Science and Medicine e Sociology of Health & Illness. O período de publicação dos artigos foi definido pelo início da democratização da internet, motivo pelo qual teria surgido esse fenômeno, ainda muito recente e pouco estudado no Brasil. Os pesquisadores se depararam com três interpretações bastante distintas do fenômeno dos “pacientes experts”: enquanto alguns artigos defendem que pacientes mais informados valorizam o papel do médico, outros dizem que o livre acesso à informação leva a uma “desprofissionalização” do médico. Já um terceiro ponto de vista sustenta que, mesmo questionando certas posições dos médicos, pacientes mais interessados possibilitariam um diálogo mais profundo sobre os temas.

Para a equipe, o novo panorama exige que os profissionais da saúde se mantenham atualizados. Isso é possível pesquisando e conhecendo melhor esse universo em que se insere o paciente. “Tradicionalmente existe uma relação patriarcal entre médicos e pacientes. É preciso compreender que esse poder está se equilibrando: os profissionais devem trabalhar com o paciente, em vez de para ele”, afirma a médica Helena Garbin, coautora do estudo.

Mas é preciso tomar cuidado com o que se encontra na rede. “Muitas páginas podem ser escritas sem nenhum embasamento, ou serem simplesmente veículos de empresas comerciais, interessadas na divulgação de medicamentos”, afirma Garbin, que alerta para as possíveis más interpretações da linguagem médica por leigos e a questão da automedicação, hoje considerada um problema de saúde pública.

Texto adaptado de: http://cienciahoje.uol.com.br – Acesso em 05/06/2009

Das palavras a seguir (todas retiradas do texto) assinale aquela cuja acentuação pode ser explicada por duas regras diferentes.

 

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907552 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
Na fratura do tálus o sinal de “Hawkins”:
I. aparece na radiografia na incidência ânteroposterior do tornozelo.
II. é uma zona de diminuição de densidade óssea e indica isquemia no corpo do tálus.
III. aparece entre 6 (seis) a 8 (oito) semanas após o trauma.
IV. é uma zona de aumento de densidade óssea e indica que está ocorrendo consolidação no corpo do tálus.
Quais estão corretas?
 

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873307 Ano: 2009
Disciplina: Psicologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
Segundo as Regras Mínimas das Nações Unidas para a Proteção dos Jovens Privados de Liberdade (Volpi), em todos os lugares onde haja jovens detidos, deverá ser mantido em registro completo e confiável da(s) seguinte(s) informação(ões) relativa a cada um dos jovens admitidos:
I. A causa da reclusão, assim como seus motivos e a autoridade que ordenou.
II. O dia e a hora do ingresso, da mudança e da liberação.
III. Detalhes sobre os problemas de saúde física e mental conhecidos, incluído o uso indevido de drogas e álcool.
Quais estão corretas?
 

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873265 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
No que diz respeito aos acidentes vasculares cerebrais isquêmicos (AVCI) podemos afirmar:
 

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873209 Ano: 2009
Disciplina: Medicina
Banca: FUNDATEC
Orgão: TJ-RS
As afecções desmielinizantes caracterizam-se pela destruição da mielina que foi normalmente produzida.
I - É possível o diagnóstico diferencial pela imagem entre as principais causas das doenças desmielinizantes.
II - A TC apesar de ser o método mais disponível e menos caro de demonstração nãoinvasiva do tecido encefálico, não tem aplicação prática no contexto das desmielinizações.
III - A RM é o método de maior conspicuidade e que permite a melhor caracterização dos danos secundários na substância branca.
Quais estão corretas?
 

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