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O acesso à educação é o ponto de partida
A Educação tem resultados profundos e
abrangentes no desenvolvimento de uma sociedade:
contribui para o crescimento econômico do país, para a
promoção da igualdade e para o bem-estar social, além de
impactar decisivamente na vida de cada um. Um dos
impactos, por exemplo, é na própria renda do trabalhador.
Uma análise feita há alguns anos pelo economista Marcelo
Neri mostrou que, a cada ano a mais de estudo, o brasileiro
ganha 15% a mais de salário. Ademais, o estudo mostrou
que quem completou o Ensino Fundamental tem 35% a
mais de chances de ocupação que um analfabeto. Esse
número sobe para 122% na comparação com alguém que
tenha o Ensino Médio e 387%) com Ensino Superior.
Diante disso, o direito do acesso à Educação é o
ponto de partida na formação de uma pessoa e,
consequentemente, no desenvolvimento e prosperidade de
uma nação. Não obstante os avanços alcançados pelo Brasil
nas duas últimas décadas, ainda há importantes desafios a
superarmos no que tange a esse direito. Se, por um lado,
conseguimos universalizar o atendimento escolar no Ensino
Fundamental, temos ainda, por outro lado, 2,8 milhões de
crianças e jovens de 4 a 17 anos fora da escola. Isso
corresponde a um país do tamanho do Uruguai. O desafio,
em termos de acesso, é a universalização da Pré-Escola
(crianças de 4 e 5 anos) e do Ensino Médio (jovens de 15 a
17 anos).
Há outro desafio em jogo: o de como motivar 5,3
milhões de jovens de 18 a 25 anos que nem estudam e nem
trabalham, a chamada “geração nem-nem”, para trazê-los de
volta à escola e, posteriormente, incluí-los no mundo do
trabalho. Isso é essencial para um país que passa por um
bônus demográfico que se completará, segundo os
especialistas, em 2025. O país. para seu crescimento
econômico e sua sustentabilidade, não poderá abrir mão de
nenhum de seus jovens.
No Ensino Superior, o desafio não é menor. O
Brasil tem apenas 17% de jovens de 18 a 24 anos
matriculados nesse nível de ensino. Em conformidade com
o Plano Nacional de Educação (PNE), o país precisará
dobrar esse percentual nos próximos dez anos, ou seja,
chegar a 33%. Para se ter uma ideia da complexidade dessa
meta, esse era o percentual previsto no PNE que se concluiu
em 2010. Isso exige — sem que haja perda de qualidade com
essa expansão — que a educação básica melhore
significativamente, tanto em acesso como em qualidade,
tomando como referência os atuais índices de aprendizagem
escolar.
O acesso à Educação é, portanto, ainda um desafio
e, caso seja efetivado com qualidade, poderá contribuir
decisivamente para que o país reduza o enorme hiato que
separa o seu desenvolvimento econômico, medido pelo seu
Produto Interno Bruto — PIB (o Brasil é o 7º PIB mundial) e
o seu desenvolvimento social, medido pelo seu Índice de
Desenvolvimento Humano — IDH (o Brasil ocupa a 75ª
posição no ranking mundial). Somente quando o país
alinhar esses índices nas melhores posições do ranking
mundial, teremos de fato um Brasil com menos
desigualdade e menos pobreza. Para que isso aconteça, não
se conhece nada melhor do que a Educação.
Disponível: https: //istoe. com.br/o-acesso-educacao-e-o-ponto-de-partida/, acessado em 19 de novembro de 2017. (Adaptado)
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto ao lado:
Se substituíssemos “um país” por “países”, na frase “Isso é essencial para um país que passa por um bónus demográfico que se completará, segundo os especialistas, em 2025.”, quantos termos, além dos sublinhados, deveriam ser modificados para fins de correção gramatical?
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O acesso à educação é o ponto de partida
A Educação tem resultados profundos e
abrangentes no desenvolvimento de uma sociedade:
contribui para o crescimento econômico do país, para a
promoção da igualdade e para o bem-estar social, além de
impactar decisivamente na vida de cada um. Um dos
impactos, por exemplo, é na própria renda do trabalhador.
Uma análise feita há alguns anos pelo economista Marcelo
Neri mostrou que, a cada ano a mais de estudo, o brasileiro
ganha 15% a mais de salário. Ademais, o estudo mostrou
que quem completou o Ensino Fundamental tem 35% a
mais de chances de ocupação que um analfabeto. Esse
número sobe para 122% na comparação com alguém que
tenha o Ensino Médio e 387%) com Ensino Superior.
Diante disso, o direito do acesso à Educação é o
ponto de partida na formação de uma pessoa e,
consequentemente, no desenvolvimento e prosperidade de
uma nação. Não obstante os avanços alcançados pelo Brasil
nas duas últimas décadas, ainda há importantes desafios a
superarmos no que tange a esse direito. Se, por um lado,
conseguimos universalizar o atendimento escolar no Ensino
Fundamental, temos ainda, por outro lado, 2,8 milhões de
crianças e jovens de 4 a 17 anos fora da escola. Isso
corresponde a um país do tamanho do Uruguai. O desafio,
em termos de acesso, é a universalização da Pré-Escola
(crianças de 4 e 5 anos) e do Ensino Médio (jovens de 15 a
17 anos).
Há outro desafio em jogo: o de como motivar 5,3
milhões de jovens de 18 a 25 anos que nem estudam e nem
trabalham, a chamada “geração nem-nem”, para trazê-los de
volta à escola e, posteriormente, incluí-los no mundo do
trabalho. Isso é essencial para um país que passa por um
bônus demográfico que se completará, segundo os
especialistas, em 2025. O país. para seu crescimento
econômico e sua sustentabilidade, não poderá abrir mão de
nenhum de seus jovens.
No Ensino Superior, o desafio não é menor. O
Brasil tem apenas 17% de jovens de 18 a 24 anos
matriculados nesse nível de ensino. Em conformidade com
o Plano Nacional de Educação (PNE), o país precisará
dobrar esse percentual nos próximos dez anos, ou seja,
chegar a 33%. Para se ter uma ideia da complexidade dessa
meta, esse era o percentual previsto no PNE que se concluiu
em 2010. Isso exige — sem que haja perda de qualidade com
essa expansão — que a educação básica melhore
significativamente, tanto em acesso como em qualidade,
tomando como referência os atuais índices de aprendizagem
escolar.
O acesso à Educação é, portanto, ainda um desafio
e, caso seja efetivado com qualidade, poderá contribuir
decisivamente para que o país reduza o enorme hiato que
separa o seu desenvolvimento econômico, medido pelo seu
Produto Interno Bruto — PIB (o Brasil é o 7º PIB mundial) e
o seu desenvolvimento social, medido pelo seu Índice de
Desenvolvimento Humano — IDH (o Brasil ocupa a 75ª
posição no ranking mundial). Somente quando o país
alinhar esses índices nas melhores posições do ranking
mundial, teremos de fato um Brasil com menos
desigualdade e menos pobreza. Para que isso aconteça, não
se conhece nada melhor do que a Educação.
Disponível: https: //istoe. com.br/o-acesso-educacao-e-o-ponto-de-partida/, acessado em 19 de novembro de 2017. (Adaptado)
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto ao lado:
Com relação ao uso do “que” no texto, analise as afirmativas e assinale V para a(s) verdadeira(s) ou F para a(s) falsa(s).
( ) No fragmento “5,3 milhões de jovens de 18 a 25 anos que nem estudam nem trabalham” a palavra “que” retoma “de 18 a 25 anos”.
( ) No fragmento “Isso é essencial para um pais que passa por um bônus demográfico...” a palavra “que” retoma a palavra “país”.
( ) No fragmento “ Isso exige — sem que haja perda da qualidade com essa expansão — que a educação básica melhore...” a palavra “que” (ultima ocorrência) retoma a palavra “expansão”.
Qual é a sequência correta?
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O acesso à educação é o ponto de partida
A Educação tem resultados profundos e
abrangentes no desenvolvimento de uma sociedade:
contribui para o crescimento econômico do país, para a
promoção da igualdade e para o bem-estar social, além de
impactar decisivamente na vida de cada um. Um dos
impactos, por exemplo, é na própria renda do trabalhador.
Uma análise feita há alguns anos pelo economista Marcelo
Neri mostrou que, a cada ano a mais de estudo, o brasileiro
ganha 15% a mais de salário. Ademais, o estudo mostrou
que quem completou o Ensino Fundamental tem 35% a
mais de chances de ocupação que um analfabeto. Esse
número sobe para 122% na comparação com alguém que
tenha o Ensino Médio e 387%) com Ensino Superior.
Diante disso, o direito do acesso à Educação é o
ponto de partida na formação de uma pessoa e,
consequentemente, no desenvolvimento e prosperidade de
uma nação. Não obstante os avanços alcançados pelo Brasil
nas duas últimas décadas, ainda há importantes desafios a
superarmos no que tange a esse direito. Se, por um lado,
conseguimos universalizar o atendimento escolar no Ensino
Fundamental, temos ainda, por outro lado, 2,8 milhões de
crianças e jovens de 4 a 17 anos fora da escola. Isso
corresponde a um país do tamanho do Uruguai. O desafio,
em termos de acesso, é a universalização da Pré-Escola
(crianças de 4 e 5 anos) e do Ensino Médio (jovens de 15 a
17 anos).
Há outro desafio em jogo: o de como motivar 5,3
milhões de jovens de 18 a 25 anos que nem estudam e nem
trabalham, a chamada “geração nem-nem”, para trazê-los de
volta à escola e, posteriormente, incluí-los no mundo do
trabalho. Isso é essencial para um país que passa por um
bônus demográfico que se completará, segundo os
especialistas, em 2025. O país. para seu crescimento
econômico e sua sustentabilidade, não poderá abrir mão de
nenhum de seus jovens.
No Ensino Superior, o desafio não é menor. O
Brasil tem apenas 17% de jovens de 18 a 24 anos
matriculados nesse nível de ensino. Em conformidade com
o Plano Nacional de Educação (PNE), o país precisará
dobrar esse percentual nos próximos dez anos, ou seja,
chegar a 33%. Para se ter uma ideia da complexidade dessa
meta, esse era o percentual previsto no PNE que se concluiu
em 2010. Isso exige — sem que haja perda de qualidade com
essa expansão — que a educação básica melhore
significativamente, tanto em acesso como em qualidade,
tomando como referência os atuais índices de aprendizagem
escolar.
O acesso à Educação é, portanto, ainda um desafio
e, caso seja efetivado com qualidade, poderá contribuir
decisivamente para que o país reduza o enorme hiato que
separa o seu desenvolvimento econômico, medido pelo seu
Produto Interno Bruto — PIB (o Brasil é o 7º PIB mundial) e
o seu desenvolvimento social, medido pelo seu Índice de
Desenvolvimento Humano — IDH (o Brasil ocupa a 75ª
posição no ranking mundial). Somente quando o país
alinhar esses índices nas melhores posições do ranking
mundial, teremos de fato um Brasil com menos
desigualdade e menos pobreza. Para que isso aconteça, não
se conhece nada melhor do que a Educação.
Disponível: https: //istoe. com.br/o-acesso-educacao-e-o-ponto-de-partida/, acessado em 19 de novembro de 2017. (Adaptado)
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto ao lado:
Considere a seguinte passagem: “...incluí-los no mundo do trabalho.”. O termo sublinhado foi acentuado pelo mesmo motivo de:
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O acesso à educação é o ponto de partida
A Educação tem resultados profundos e
abrangentes no desenvolvimento de uma sociedade:
contribui para o crescimento econômico do país, para a
promoção da igualdade e para o bem-estar social, além de
impactar decisivamente na vida de cada um. Um dos
impactos, por exemplo, é na própria renda do trabalhador.
Uma análise feita há alguns anos pelo economista Marcelo
Neri mostrou que, a cada ano a mais de estudo, o brasileiro
ganha 15% a mais de salário. Ademais, o estudo mostrou
que quem completou o Ensino Fundamental tem 35% a
mais de chances de ocupação que um analfabeto. Esse
número sobe para 122% na comparação com alguém que
tenha o Ensino Médio e 387%) com Ensino Superior.
Diante disso, o direito do acesso à Educação é o
ponto de partida na formação de uma pessoa e,
consequentemente, no desenvolvimento e prosperidade de
uma nação. Não obstante os avanços alcançados pelo Brasil
nas duas últimas décadas, ainda há importantes desafios a
superarmos no que tange a esse direito. Se, por um lado,
conseguimos universalizar o atendimento escolar no Ensino
Fundamental, temos ainda, por outro lado, 2,8 milhões de
crianças e jovens de 4 a 17 anos fora da escola. Isso
corresponde a um país do tamanho do Uruguai. O desafio,
em termos de acesso, é a universalização da Pré-Escola
(crianças de 4 e 5 anos) e do Ensino Médio (jovens de 15 a
17 anos).
Há outro desafio em jogo: o de como motivar 5,3
milhões de jovens de 18 a 25 anos que nem estudam e nem
trabalham, a chamada “geração nem-nem”, para trazê-los de
volta à escola e, posteriormente, incluí-los no mundo do
trabalho. Isso é essencial para um país que passa por um
bônus demográfico que se completará, segundo os
especialistas, em 2025. O país. para seu crescimento
econômico e sua sustentabilidade, não poderá abrir mão de
nenhum de seus jovens.
No Ensino Superior, o desafio não é menor. O
Brasil tem apenas 17% de jovens de 18 a 24 anos
matriculados nesse nível de ensino. Em conformidade com
o Plano Nacional de Educação (PNE), o país precisará
dobrar esse percentual nos próximos dez anos, ou seja,
chegar a 33%. Para se ter uma ideia da complexidade dessa
meta, esse era o percentual previsto no PNE que se concluiu
em 2010. Isso exige — sem que haja perda de qualidade com
essa expansão — que a educação básica melhore
significativamente, tanto em acesso como em qualidade,
tomando como referência os atuais índices de aprendizagem
escolar.
O acesso à Educação é, portanto, ainda um desafio
e, caso seja efetivado com qualidade, poderá contribuir
decisivamente para que o país reduza o enorme hiato que
separa o seu desenvolvimento econômico, medido pelo seu
Produto Interno Bruto — PIB (o Brasil é o 7º PIB mundial) e
o seu desenvolvimento social, medido pelo seu Índice de
Desenvolvimento Humano — IDH (o Brasil ocupa a 75ª
posição no ranking mundial). Somente quando o país
alinhar esses índices nas melhores posições do ranking
mundial, teremos de fato um Brasil com menos
desigualdade e menos pobreza. Para que isso aconteça, não
se conhece nada melhor do que a Educação.
Disponível: https: //istoe. com.br/o-acesso-educacao-e-o-ponto-de-partida/, acessado em 19 de novembro de 2017. (Adaptado)
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto ao lado:
Analise as assertivas abaixo sobre o processo de coesão do texto:
I. Os pronomes “que” (linha 28) e “los” (linhas 29 e 30) referem-se ao mesmo referente.
II. O pronome demonstrativo “isso” (linha 31) retoma uma oração da frase anterior.
III. Os pronomes “seu” (linha 33) e “sua” (linha 34) concordam em gênero e número com seus possuidores.
Está(ão) correta(s):
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A Educação tem resultados profundos e
abrangentes no desenvolvimento de uma sociedade:
contribui para o crescimento econômico do país, para a
promoção da igualdade e para o bem-estar social, além de
impactar decisivamente na vida de cada um. Um dos
impactos, por exemplo, é na própria renda do trabalhador.
Uma análise feita há alguns anos pelo economista Marcelo
Neri mostrou que, a cada ano a mais de estudo, o brasileiro
ganha 15% a mais de salário. Ademais, o estudo mostrou
que quem completou o Ensino Fundamental tem 35% a
mais de chances de ocupação que um analfabeto. Esse
número sobe para 122% na comparação com alguém que
tenha o Ensino Médio e 387%) com Ensino Superior.
Diante disso, o direito do acesso à Educação é o
ponto de partida na formação de uma pessoa e,
consequentemente, no desenvolvimento e prosperidade de
uma nação. Não obstante os avanços alcançados pelo Brasil
nas duas últimas décadas, ainda há importantes desafios a
superarmos no que tange a esse direito. Se, por um lado,
conseguimos universalizar o atendimento escolar no Ensino
Fundamental, temos ainda, por outro lado, 2,8 milhões de
crianças e jovens de 4 a 17 anos fora da escola. Isso
corresponde a um país do tamanho do Uruguai. O desafio,
em termos de acesso, é a universalização da Pré-Escola
(crianças de 4 e 5 anos) e do Ensino Médio (jovens de 15 a
17 anos).
Há outro desafio em jogo: o de como motivar 5,3
milhões de jovens de 18 a 25 anos que nem estudam e nem
trabalham, a chamada “geração nem-nem”, para trazê-los de
volta à escola e, posteriormente, incluí-los no mundo do
trabalho. Isso é essencial para um país que passa por um
bônus demográfico que se completará, segundo os
especialistas, em 2025. O país. para seu crescimento
econômico e sua sustentabilidade, não poderá abrir mão de
nenhum de seus jovens.
No Ensino Superior, o desafio não é menor. O
Brasil tem apenas 17% de jovens de 18 a 24 anos
matriculados nesse nível de ensino. Em conformidade com
o Plano Nacional de Educação (PNE), o país precisará
dobrar esse percentual nos próximos dez anos, ou seja,
chegar a 33%. Para se ter uma ideia da complexidade dessa
meta, esse era o percentual previsto no PNE que se concluiu
em 2010. Isso exige — sem que haja perda de qualidade com
essa expansão — que a educação básica melhore
significativamente, tanto em acesso como em qualidade,
tomando como referência os atuais índices de aprendizagem
escolar.
O acesso à Educação é, portanto, ainda um desafio
e, caso seja efetivado com qualidade, poderá contribuir
decisivamente para que o país reduza o enorme hiato que
separa o seu desenvolvimento econômico, medido pelo seu
Produto Interno Bruto — PIB (o Brasil é o 7º PIB mundial) e
o seu desenvolvimento social, medido pelo seu Índice de
Desenvolvimento Humano — IDH (o Brasil ocupa a 75ª
posição no ranking mundial). Somente quando o país
alinhar esses índices nas melhores posições do ranking
mundial, teremos de fato um Brasil com menos
desigualdade e menos pobreza. Para que isso aconteça, não
se conhece nada melhor do que a Educação.
Disponível: https: //istoe. com.br/o-acesso-educacao-e-o-ponto-de-partida/, acessado em 19 de novembro de 2017. (Adaptado)
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto ao lado:
Da leitura da introdução do texto, analise as afirmativas abaixo e assinale V para a(s) verdadeiras ou F para a(s) falsa(s).
( ) Cada ano a mais de estudo o salário do brasileiro pode dobrar.
( ) A educação é capaz de transformar uma sociedade.
( ) O primeiro impacto social da educação é nos salários dos cidadãos.
( ) As pessoas graduadas têm 387% a mais de chances de arrumar um emprego em relação àquelas que têm apenas o ensino médio completo.
Qual é a sequência correta?
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O vértice da função “f(x) = x2 -3x - 4” é dado pelo ponto:
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