Foram encontradas 46 questões.
Com relação aos conjuntos numéricos, analise as assertivas.
I. O conjunto dos números naturais contém o conjunto dos números inteiros.
II. O conjunto dos números reais contém o conjunto dos números racionais.
III. O conjunto dos números irracionais está contido no conjunto dos números reais.
Está(ão) correta(s):
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- SintaxeTermos Essenciais da OraçãoSujeitoClassificação do Sujeito
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplementos VerbaisObjeto Direto
- SintaxeTermos Integrantes da OraçãoComplementos VerbaisObjeto Indireto
- MorfologiaVerbosConjugação
- Interpretação de Textos
Para responder às questões de 11 a 15, leia o texto abaixo, uma sinopse que estampa a contracapa do livro “O Pequeno Principe”, de Antoine de Saint-Exupéry, uma das obras mais lidas no Brasil.
Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. Com essa história mágica, sensível, comovente, ...... vezes triste, e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou ...... 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança. Trata-se da maior obra existencialista do século XX, segundo Martin Heidegger. Livro mais traduzido da história, depois do Alcorão e da Bíblia, ele agora chega ...... livrarias do Brasil em nova edição, completa, com a tradução de Frei Betto e enriquecida com um caderno ilustrado sobre a obra e a curta e trágica vida do autor.
Disponivel em http://geracaoeditorial.com.br/pequeno-principe-o-edicao- luxo/, acessado em 19 de novembro de 2017 (adaptado).
Na oração destacada do texto “os dois repensam os seus valores”, o sujeito é ...............; o verbo é ...............; e o objeto é ............... .
Qual das alternativas completa, correta e respectivamente, as lacunas do fragmento acima?
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Para responder às questões de 11 a 15, leia o texto abaixo, uma sinopse que estampa a contracapa do livro “O Pequeno Principe”, de Antoine de Saint-Exupéry, uma das obras mais lidas no Brasil.
Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. Com essa história mágica, sensível, comovente, ...... vezes triste, e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou ...... 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança. Trata-se da maior obra existencialista do século XX, segundo Martin Heidegger. Livro mais traduzido da história, depois do Alcorão e da Bíblia, ele agora chega ...... livrarias do Brasil em nova edição, completa, com a tradução de Frei Betto e enriquecida com um caderno ilustrado sobre a obra e a curta e trágica vida do autor.
Disponivel em http://geracaoeditorial.com.br/pequeno-principe-o-edicao- luxo/, acessado em 19 de novembro de 2017 (adaptado).
Analise as assertivas sobre estas passagens do texto: “loura e frágil” (linha 2) e “mágica, sensível, comovente” (linhas 5 e 6).
I. Todas as palavras qualificam um substantivo, isto é. são adjetivos.
II. Na primeira ocorrência os adjetivos são descritivos.
IlI. Na segunda ocorrência os adjetivos imprimem ao substantivo um juízo de valor.
Está(ão) correta(s):
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- OrtografiaProblemas da Norma CultaAcerca de/Há cerca de/a cerca de
- OrtografiaProblemas da Norma CultaHá/a
- SintaxeCrase
- Interpretação de Textos
Para responder às questões de 11 a 15, leia o texto abaixo, uma sinopse que estampa a contracapa do livro “O Pequeno Principe”, de Antoine de Saint-Exupéry, uma das obras mais lidas no Brasil.
Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. Com essa história mágica, sensível, comovente, ...... vezes triste, e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou ...... 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança. Trata-se da maior obra existencialista do século XX, segundo Martin Heidegger. Livro mais traduzido da história, depois do Alcorão e da Bíblia, ele agora chega ...... livrarias do Brasil em nova edição, completa, com a tradução de Frei Betto e enriquecida com um caderno ilustrado sobre a obra e a curta e trágica vida do autor.
Disponivel em http://geracaoeditorial.com.br/pequeno-principe-o-edicao- luxo/, acessado em 19 de novembro de 2017 (adaptado).
Assinale a única alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas pontilhadas do texto:
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Para responder às questões de 11 a 15, leia o texto abaixo, uma sinopse que estampa a contracapa do livro “O Pequeno Principe”, de Antoine de Saint-Exupéry, uma das obras mais lidas no Brasil.
Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. Com essa história mágica, sensível, comovente, ...... vezes triste, e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou ...... 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança. Trata-se da maior obra existencialista do século XX, segundo Martin Heidegger. Livro mais traduzido da história, depois do Alcorão e da Bíblia, ele agora chega ...... livrarias do Brasil em nova edição, completa, com a tradução de Frei Betto e enriquecida com um caderno ilustrado sobre a obra e a curta e trágica vida do autor.
Disponivel em http://geracaoeditorial.com.br/pequeno-principe-o-edicao- luxo/, acessado em 19 de novembro de 2017 (adaptado).
Com base na Sinopse do livro, conclui-se que:
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Para responder às questões de 11 a 15, leia o texto abaixo, uma sinopse que estampa a contracapa do livro “O Pequeno Principe”, de Antoine de Saint-Exupéry, uma das obras mais lidas no Brasil.
Um piloto cai com seu avião no deserto e ali encontra uma criança loura e frágil. Ela diz ter vindo de um pequeno planeta distante. E ali, na convivência com o piloto perdido, os dois repensam os seus valores e encontram o sentido da vida. Com essa história mágica, sensível, comovente, ...... vezes triste, e só aparentemente infantil, o escritor francês Antoine de Saint-Exupéry criou ...... 70 anos um dos maiores clássicos da literatura universal. Não há adulto que não se comova ao se lembrar de quando o leu quando criança. Trata-se da maior obra existencialista do século XX, segundo Martin Heidegger. Livro mais traduzido da história, depois do Alcorão e da Bíblia, ele agora chega ...... livrarias do Brasil em nova edição, completa, com a tradução de Frei Betto e enriquecida com um caderno ilustrado sobre a obra e a curta e trágica vida do autor.
Disponivel em http://geracaoeditorial.com.br/pequeno-principe-o-edicao- luxo/, acessado em 19 de novembro de 2017 (adaptado).
Levando em consideração o gênero textual do texto, analise as assertivas abaixo:
I. O texto objetiva a venda do livro, por isso o emprego de uma linguagem apelativa, emotiva e comercial.
II. Os períodos, relativamente curtos, funcionam como uma estratégia para resumir o conteúdo do livro.
III. O texto é de curta extensão para atingir o seu objetivo: uma redação de leitura rápida e informativa sobre o livro em questão.
Está(ão) correta(s):
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O acesso à educação é o ponto de partida
A Educação tem resultados profundos e
abrangentes no desenvolvimento de uma sociedade:
contribui para o crescimento econômico do país, para a
promoção da igualdade e para o bem-estar social, além de
impactar decisivamente na vida de cada um. Um dos
impactos, por exemplo, é na própria renda do trabalhador.
Uma análise feita há alguns anos pelo economista Marcelo
Neri mostrou que, a cada ano a mais de estudo, o brasileiro
ganha 15% a mais de salário. Ademais, o estudo mostrou
que quem completou o Ensino Fundamental tem 35% a
mais de chances de ocupação que um analfabeto. Esse
número sobe para 122% na comparação com alguém que
tenha o Ensino Médio e 387%) com Ensino Superior.
Diante disso, o direito do acesso à Educação é o
ponto de partida na formação de uma pessoa e,
consequentemente, no desenvolvimento e prosperidade de
uma nação. Não obstante os avanços alcançados pelo Brasil
nas duas últimas décadas, ainda há importantes desafios a
superarmos no que tange a esse direito. Se, por um lado,
conseguimos universalizar o atendimento escolar no Ensino
Fundamental, temos ainda, por outro lado, 2,8 milhões de
crianças e jovens de 4 a 17 anos fora da escola. Isso
corresponde a um país do tamanho do Uruguai. O desafio,
em termos de acesso, é a universalização da Pré-Escola
(crianças de 4 e 5 anos) e do Ensino Médio (jovens de 15 a
17 anos).
Há outro desafio em jogo: o de como motivar 5,3
milhões de jovens de 18 a 25 anos que nem estudam e nem
trabalham, a chamada “geração nem-nem”, para trazê-los de
volta à escola e, posteriormente, incluí-los no mundo do
trabalho. Isso é essencial para um país que passa por um
bônus demográfico que se completará, segundo os
especialistas, em 2025. O país. para seu crescimento
econômico e sua sustentabilidade, não poderá abrir mão de
nenhum de seus jovens.
No Ensino Superior, o desafio não é menor. O
Brasil tem apenas 17% de jovens de 18 a 24 anos
matriculados nesse nível de ensino. Em conformidade com
o Plano Nacional de Educação (PNE), o país precisará
dobrar esse percentual nos próximos dez anos, ou seja,
chegar a 33%. Para se ter uma ideia da complexidade dessa
meta, esse era o percentual previsto no PNE que se concluiu
em 2010. Isso exige — sem que haja perda de qualidade com
essa expansão — que a educação básica melhore
significativamente, tanto em acesso como em qualidade,
tomando como referência os atuais índices de aprendizagem
escolar.
O acesso à Educação é, portanto, ainda um desafio
e, caso seja efetivado com qualidade, poderá contribuir
decisivamente para que o país reduza o enorme hiato que
separa o seu desenvolvimento econômico, medido pelo seu
Produto Interno Bruto — PIB (o Brasil é o 7º PIB mundial) e
o seu desenvolvimento social, medido pelo seu Índice de
Desenvolvimento Humano — IDH (o Brasil ocupa a 75ª
posição no ranking mundial). Somente quando o país
alinhar esses índices nas melhores posições do ranking
mundial, teremos de fato um Brasil com menos
desigualdade e menos pobreza. Para que isso aconteça, não
se conhece nada melhor do que a Educação.
Disponível: https: //istoe. com.br/o-acesso-educacao-e-o-ponto-de-partida/, acessado em 19 de novembro de 2017. (Adaptado)
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto ao lado:
Quanto ao processo de formação das palavras “consequentemente” e “desigualdade”, é correto afirmar:
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O acesso à educação é o ponto de partida
A Educação tem resultados profundos e
abrangentes no desenvolvimento de uma sociedade:
contribui para o crescimento econômico do país, para a
promoção da igualdade e para o bem-estar social, além de
impactar decisivamente na vida de cada um. Um dos
impactos, por exemplo, é na própria renda do trabalhador.
Uma análise feita há alguns anos pelo economista Marcelo
Neri mostrou que, a cada ano a mais de estudo, o brasileiro
ganha 15% a mais de salário. Ademais, o estudo mostrou
que quem completou o Ensino Fundamental tem 35% a
mais de chances de ocupação que um analfabeto. Esse
número sobe para 122% na comparação com alguém que
tenha o Ensino Médio e 387%) com Ensino Superior.
Diante disso, o direito do acesso à Educação é o
ponto de partida na formação de uma pessoa e,
consequentemente, no desenvolvimento e prosperidade de
uma nação. Não obstante os avanços alcançados pelo Brasil
nas duas últimas décadas, ainda há importantes desafios a
superarmos no que tange a esse direito. Se, por um lado,
conseguimos universalizar o atendimento escolar no Ensino
Fundamental, temos ainda, por outro lado, 2,8 milhões de
crianças e jovens de 4 a 17 anos fora da escola. Isso
corresponde a um país do tamanho do Uruguai. O desafio,
em termos de acesso, é a universalização da Pré-Escola
(crianças de 4 e 5 anos) e do Ensino Médio (jovens de 15 a
17 anos).
Há outro desafio em jogo: o de como motivar 5,3
milhões de jovens de 18 a 25 anos que nem estudam e nem
trabalham, a chamada “geração nem-nem”, para trazê-los de
volta à escola e, posteriormente, incluí-los no mundo do
trabalho. Isso é essencial para um país que passa por um
bônus demográfico que se completará, segundo os
especialistas, em 2025. O país. para seu crescimento
econômico e sua sustentabilidade, não poderá abrir mão de
nenhum de seus jovens.
No Ensino Superior, o desafio não é menor. O
Brasil tem apenas 17% de jovens de 18 a 24 anos
matriculados nesse nível de ensino. Em conformidade com
o Plano Nacional de Educação (PNE), o país precisará
dobrar esse percentual nos próximos dez anos, ou seja,
chegar a 33%. Para se ter uma ideia da complexidade dessa
meta, esse era o percentual previsto no PNE que se concluiu
em 2010. Isso exige — sem que haja perda de qualidade com
essa expansão — que a educação básica melhore
significativamente, tanto em acesso como em qualidade,
tomando como referência os atuais índices de aprendizagem
escolar.
O acesso à Educação é, portanto, ainda um desafio
e, caso seja efetivado com qualidade, poderá contribuir
decisivamente para que o país reduza o enorme hiato que
separa o seu desenvolvimento econômico, medido pelo seu
Produto Interno Bruto — PIB (o Brasil é o 7º PIB mundial) e
o seu desenvolvimento social, medido pelo seu Índice de
Desenvolvimento Humano — IDH (o Brasil ocupa a 75ª
posição no ranking mundial). Somente quando o país
alinhar esses índices nas melhores posições do ranking
mundial, teremos de fato um Brasil com menos
desigualdade e menos pobreza. Para que isso aconteça, não
se conhece nada melhor do que a Educação.
Disponível: https: //istoe. com.br/o-acesso-educacao-e-o-ponto-de-partida/, acessado em 19 de novembro de 2017. (Adaptado)
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto ao lado:
A única das palavras abaixo que não apresenta dígrafo é:
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O acesso à educação é o ponto de partida
A Educação tem resultados profundos e
abrangentes no desenvolvimento de uma sociedade:
contribui para o crescimento econômico do país, para a
promoção da igualdade e para o bem-estar social, além de
impactar decisivamente na vida de cada um. Um dos
impactos, por exemplo, é na própria renda do trabalhador.
Uma análise feita há alguns anos pelo economista Marcelo
Neri mostrou que, a cada ano a mais de estudo, o brasileiro
ganha 15% a mais de salário. Ademais, o estudo mostrou
que quem completou o Ensino Fundamental tem 35% a
mais de chances de ocupação que um analfabeto. Esse
número sobe para 122% na comparação com alguém que
tenha o Ensino Médio e 387%) com Ensino Superior.
Diante disso, o direito do acesso à Educação é o
ponto de partida na formação de uma pessoa e,
consequentemente, no desenvolvimento e prosperidade de
uma nação. Não obstante os avanços alcançados pelo Brasil
nas duas últimas décadas, ainda há importantes desafios a
superarmos no que tange a esse direito. Se, por um lado,
conseguimos universalizar o atendimento escolar no Ensino
Fundamental, temos ainda, por outro lado, 2,8 milhões de
crianças e jovens de 4 a 17 anos fora da escola. Isso
corresponde a um país do tamanho do Uruguai. O desafio,
em termos de acesso, é a universalização da Pré-Escola
(crianças de 4 e 5 anos) e do Ensino Médio (jovens de 15 a
17 anos).
Há outro desafio em jogo: o de como motivar 5,3
milhões de jovens de 18 a 25 anos que nem estudam e nem
trabalham, a chamada “geração nem-nem”, para trazê-los de
volta à escola e, posteriormente, incluí-los no mundo do
trabalho. Isso é essencial para um país que passa por um
bônus demográfico que se completará, segundo os
especialistas, em 2025. O país. para seu crescimento
econômico e sua sustentabilidade, não poderá abrir mão de
nenhum de seus jovens.
No Ensino Superior, o desafio não é menor. O
Brasil tem apenas 17% de jovens de 18 a 24 anos
matriculados nesse nível de ensino. Em conformidade com
o Plano Nacional de Educação (PNE), o país precisará
dobrar esse percentual nos próximos dez anos, ou seja,
chegar a 33%. Para se ter uma ideia da complexidade dessa
meta, esse era o percentual previsto no PNE que se concluiu
em 2010. Isso exige — sem que haja perda de qualidade com
essa expansão — que a educação básica melhore
significativamente, tanto em acesso como em qualidade,
tomando como referência os atuais índices de aprendizagem
escolar.
O acesso à Educação é, portanto, ainda um desafio
e, caso seja efetivado com qualidade, poderá contribuir
decisivamente para que o país reduza o enorme hiato que
separa o seu desenvolvimento econômico, medido pelo seu
Produto Interno Bruto — PIB (o Brasil é o 7º PIB mundial) e
o seu desenvolvimento social, medido pelo seu Índice de
Desenvolvimento Humano — IDH (o Brasil ocupa a 75ª
posição no ranking mundial). Somente quando o país
alinhar esses índices nas melhores posições do ranking
mundial, teremos de fato um Brasil com menos
desigualdade e menos pobreza. Para que isso aconteça, não
se conhece nada melhor do que a Educação.
Disponível: https: //istoe. com.br/o-acesso-educacao-e-o-ponto-de-partida/, acessado em 19 de novembro de 2017. (Adaptado)
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto ao lado:
Considere as assertivas a seguir sobre os verbos “precisará (linha 39), melhore (linha 44), poderá (linha 49) e teremos (linha 57):
I. Os verbos “precisará” e “melhore”, embora estejam no mesmo tempo verbal, estão em modos diferentes.
II. Os verbos “precisará” e “teremos” estão no mesmo tempo e no mesmo modo verbal.
III. Os verbos “precisará” e “poderá” estão no mesmo modo verbal, mas em tempos diferentes.
Assinale a única alternativa correta:
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O acesso à educação é o ponto de partida
A Educação tem resultados profundos e
abrangentes no desenvolvimento de uma sociedade:
contribui para o crescimento econômico do país, para a
promoção da igualdade e para o bem-estar social, além de
impactar decisivamente na vida de cada um. Um dos
impactos, por exemplo, é na própria renda do trabalhador.
Uma análise feita há alguns anos pelo economista Marcelo
Neri mostrou que, a cada ano a mais de estudo, o brasileiro
ganha 15% a mais de salário. Ademais, o estudo mostrou
que quem completou o Ensino Fundamental tem 35% a
mais de chances de ocupação que um analfabeto. Esse
número sobe para 122% na comparação com alguém que
tenha o Ensino Médio e 387%) com Ensino Superior.
Diante disso, o direito do acesso à Educação é o
ponto de partida na formação de uma pessoa e,
consequentemente, no desenvolvimento e prosperidade de
uma nação. Não obstante os avanços alcançados pelo Brasil
nas duas últimas décadas, ainda há importantes desafios a
superarmos no que tange a esse direito. Se, por um lado,
conseguimos universalizar o atendimento escolar no Ensino
Fundamental, temos ainda, por outro lado, 2,8 milhões de
crianças e jovens de 4 a 17 anos fora da escola. Isso
corresponde a um país do tamanho do Uruguai. O desafio,
em termos de acesso, é a universalização da Pré-Escola
(crianças de 4 e 5 anos) e do Ensino Médio (jovens de 15 a
17 anos).
Há outro desafio em jogo: o de como motivar 5,3
milhões de jovens de 18 a 25 anos que nem estudam e nem
trabalham, a chamada “geração nem-nem”, para trazê-los de
volta à escola e, posteriormente, incluí-los no mundo do
trabalho. Isso é essencial para um país que passa por um
bônus demográfico que se completará, segundo os
especialistas, em 2025. O país. para seu crescimento
econômico e sua sustentabilidade, não poderá abrir mão de
nenhum de seus jovens.
No Ensino Superior, o desafio não é menor. O
Brasil tem apenas 17% de jovens de 18 a 24 anos
matriculados nesse nível de ensino. Em conformidade com
o Plano Nacional de Educação (PNE), o país precisará
dobrar esse percentual nos próximos dez anos, ou seja,
chegar a 33%. Para se ter uma ideia da complexidade dessa
meta, esse era o percentual previsto no PNE que se concluiu
em 2010. Isso exige — sem que haja perda de qualidade com
essa expansão — que a educação básica melhore
significativamente, tanto em acesso como em qualidade,
tomando como referência os atuais índices de aprendizagem
escolar.
O acesso à Educação é, portanto, ainda um desafio
e, caso seja efetivado com qualidade, poderá contribuir
decisivamente para que o país reduza o enorme hiato que
separa o seu desenvolvimento econômico, medido pelo seu
Produto Interno Bruto — PIB (o Brasil é o 7º PIB mundial) e
o seu desenvolvimento social, medido pelo seu Índice de
Desenvolvimento Humano — IDH (o Brasil ocupa a 75ª
posição no ranking mundial). Somente quando o país
alinhar esses índices nas melhores posições do ranking
mundial, teremos de fato um Brasil com menos
desigualdade e menos pobreza. Para que isso aconteça, não
se conhece nada melhor do que a Educação.
Disponível: https: //istoe. com.br/o-acesso-educacao-e-o-ponto-de-partida/, acessado em 19 de novembro de 2017. (Adaptado)
As questões de 01 a 10 referem-se ao texto ao lado:
A conjunção “portanto” (linha 48), no contexto, expressa uma ideia de:
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