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| TbCliente | |
| IdCliente | NomeCliente |
| 1 | Paulo |
| 2 | Fatima |
| 3 | Cynara |
| 4 | Ana |
| 5 | Cris |
| 6 | João |
| TbClienteCurso | ||
| IdCliente | idCurso | ValorCurso |
| 1 | 2 | 30,00 |
| 1 | 3 | 50,00 |
| 2 | 1 | 20,00 |
| 3 | 4 | 10,00 |
| 3 | 1 | 20,00 |
| 3 | 2 | 30,00 |
| TbCurso | |
| 1 | Banco de Dados |
| 2 | Estatística |
| 3 | Hardware Básico |
| 4 | Operação de Microcomputador |
Considerando as tabelas acima e seus relacionamentos, julgue o item seguinte.
Na versão do SQL Server 2008, a execução do código SQL abaixo produzirá o resultado mostrado na tabela seguinte.
SELECT a.nomecliente Cliente, b.Descricaocurso
FROM tbcliente a
LEFT OUTER JOIN tbClienteCurso c
ON a.idcliente = c.idcliente
LEFT OUTER JOIN tbcurso b
ON b.idcurso = c.idcurso
WHERE a.nomecliente like '%a%'
ORDER BY 1
| Cliente | DescriçãoCurso |
| Cynara | Operação de Microcomputador |
| Cynara | Banco de Dados |
| Cynara | Estatística |
| Fatima | Banco de Dados |
| Paulo | Estatística |
| Paulo | Hardware Básico |
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| TbCliente | |
| IdCliente | NomeCliente |
| 1 | Paulo |
| 2 | Fatima |
| 3 | Cynara |
| 4 | Ana |
| 5 | Cris |
| 6 | João |
| TbClienteCurso | ||
| IdCliente | idCurso | ValorCurso |
| 1 | 2 | 30,00 |
| 1 | 3 | 50,00 |
| 2 | 1 | 20,00 |
| 3 | 4 | 10,00 |
| 3 | 1 | 20,00 |
| 3 | 2 | 30,00 |
| TbCurso | |
| 1 | Banco de Dados |
| 2 | Estatística |
| 3 | Hardware Básico |
| 4 | Operação de Microcomputador |
Considerando as tabelas acima e seus relacionamentos, julgue o item seguinte.
Considerando o SQL Server 2008, a execução do código SQL abaixo terá como resposta o resultado mostrado na tabela que relaciona cliente e valor do curso.
SELECT a.nomecliente Cliente, SUM(c.valorcurso) Valor
FROM tbcliente a
LEFT JOIN tbClienteCurso c
ON a.idcliente = c.idcliente
RIGHT JOIN tbcurso b
ON b.idcurso = c.idcurso
GROUP BY a.nomecliente
WITH CUBE
ORDER BY 2
| Cliente | Valor |
| Fatima | 20,00 |
| Cynara | 60,00 |
| Paulo | 80,00 |
| NULL | 160,00 |
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No que se refere às técnicas de programação utilizando banco de dados.
CREATE TABLE estados
(
ibge numeric(7,0),
sigla character varying(2) NOT NULL,
nome character varying(50),
area numeric(15,5),
CONSTRAINT pk_estados PRIMARY KEY (sigla),
CONSTRAINT uq_estado_ibge UNIQUE (ibge)
)
CREATE TABLE municipios
(
ibge numeric(7,0) NOT NULL,
uf numeric(2,0),
nome character varying(50),
area numeric(15,5),
CONSTRAINT pk_municipio PRIMARY KEY (ibge),
CONSTRAINT fk_municipio_estado FOREIGN KEY (uf)
REFERENCES estados (ibge)
)
Considerando a linguagem de definição de dados e o código acima, que tem como objetivo criar duas relações estados e municípios, julgue o item.
A expressão SQL abaixo terá como resultado nome do município, área do município e sigla do estado que tem o menor município em tamanho (menor área).
select foo1.area, foo1.sigla, foo2.nome
from estados as foo1,
(
select uf, nome, area
from municipios as foo1
where area =
(select min(area)
from municipios as foo2
where area>0)
) as foo2
where foo2.uf=foo1.ibge
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Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TRT-21
No que se refere às técnicas de programação utilizando banco de dados.
CREATE TABLE estados
(
ibge numeric(7,0),
sigla character varying(2) NOT NULL,
nome character varying(50),
area numeric(15,5),
CONSTRAINT pk_estados PRIMARY KEY (sigla),
CONSTRAINT uq_estado_ibge UNIQUE (ibge)
)
CREATE TABLE municipios
(
ibge numeric(7,0) NOT NULL,
uf numeric(2,0),
nome character varying(50),
area numeric(15,5),
CONSTRAINT pk_municipio PRIMARY KEY (ibge),
CONSTRAINT fk_municipio_estado FOREIGN KEY (uf)
REFERENCES estados (ibge)
)
Considerando a linguagem de definição de dados e o código acima, que tem como objetivo criar duas relações estados e municípios, julgue o item.
O código Java abaixo faz corretamente um mapeamento da classe Municipio com a tabela municipios, utilizando biblioteca de persistência, sem mapear o atributo area.

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No que se refere às técnicas de programação utilizando banco de dados.
CREATE TABLE estados
(
ibge numeric(7,0),
sigla character varying(2) NOT NULL,
nome character varying(50),
area numeric(15,5),
CONSTRAINT pk_estados PRIMARY KEY (sigla),
CONSTRAINT uq_estado_ibge UNIQUE (ibge)
)
CREATE TABLE municipios
(
ibge numeric(7,0) NOT NULL,
uf numeric(2,0),
nome character varying(50),
area numeric(15,5),
CONSTRAINT pk_municipio PRIMARY KEY (ibge),
CONSTRAINT fk_municipio_estado FOREIGN KEY (uf)
REFERENCES estados (ibge)
)
Considerando a linguagem de definição de dados e o código acima, que tem como objetivo criar duas relações estados e municípios, julgue o item.
Considere a visão do banco de dados (view), resultante do código abaixo, que cria uma lista com nome de município, área do município, sigla do estado e área do estado. Nesse caso, essa lista é atualizada automaticamente sempre que for atualizada a relação estados e(ou) municípios.
Create view area_municipios_estados_view as
select estados.sigla, municipios.nome,
municipios.area area_municipio, estados.area area_estado
from estados,municipios
where estados.ibge=municipios.ibge
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No século XIX, enfatizou-se, nos mais diversos domínios, a busca de explicações sobre as origens — dos homens, das sociedades, das nações. Foi dentro desse quadro que se procurou conhecer e dar sentido explicativo ao Brasil, enfatizando-se ora aspectos selvagens e naturais, ora aspectos civilizados — civilização versus barbárie.
À natureza se conferiu papel importante nas representações que foram sendo elaboradas ao longo de sua história — natureza em grande parte tropical, que, ao mesmo tempo em que seduz, desconcerta. Ora, se o mundo civilizado é visto como distante e pensado como contraponto ao mundo natural, o Brasil, consideradas a sua natureza e a sua população em meio a essa natureza, encontrava-se perigosamente afastado da civilização.
O ponto de partida desse enfoque tomou como contraposição dominante os polos estabelecidos a partir de cidade e campo — luz e treva, civilização e barbárie, oposição que faz parte, também, de um contexto mais amplo, com a identificação da cidade com técnica e artificialidade —, a cidade como expressão do maior domínio da natureza pelo homem, espaço diferenciado, destinado ao exercício da civilidade; o campo como símbolo da rusticidade, do não inteiramente civilizado, espaço intermediário entre a civilização e o mundo natural propriamente dito.
Ora, se o campo se encontra mais perto do natural, pode ser associado à paz, à inocência, à virtude, a cidade, então, por sua vez, seria a expressão de “barbárie” — e isso deriva do entrelaçamento de significados que podem ser atribuídos aos qualificativos, ou seja, aos polos, a depender do sentido que se lhes atribui ou ao sentimento a eles associado, ou, ainda, ao que está, momentaneamente, sendo entrevisto. As formas de representação realizam outras mediações, constituem outras projeções e, carregadas de dubiedade e ambivalência, podem alcançar o homem (cidade versus campo; intelecto versus coração; razão versus sensibilidade), o povo, a Nação. No século XIX, o Brasil foi representado como um verdadeiro caleidoscópio.
Márcia Regina Capelar Naxara. Cientificismo e sensibilidade romântica.
Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 2004, p. 24-35 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item.
Acarretaria alteração de sentido e prejuízo para a correção gramatical do texto o emprego da vírgula antes da palavra “que” no trecho “oposição que faz parte”.
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No século XIX, enfatizou-se, nos mais diversos domínios, a busca de explicações sobre as origens — dos homens, das sociedades, das nações. Foi dentro desse quadro que se procurou conhecer e dar sentido explicativo ao Brasil, enfatizando-se ora aspectos selvagens e naturais, ora aspectos civilizados — civilização versus barbárie.
À natureza se conferiu papel importante nas representações que foram sendo elaboradas ao longo de sua história — natureza em grande parte tropical, que, ao mesmo tempo em que seduz, desconcerta. Ora, se o mundo civilizado é visto como distante e pensado como contraponto ao mundo natural, o Brasil, consideradas a sua natureza e a sua população em meio a essa natureza, encontrava-se perigosamente afastado da civilização.
O ponto de partida desse enfoque tomou como contraposição dominante os polos estabelecidos a partir de cidade e campo — luz e treva, civilização e barbárie, oposição que faz parte, também, de um contexto mais amplo, com a identificação da cidade com técnica e artificialidade —, a cidade como expressão do maior domínio da natureza pelo homem, espaço diferenciado, destinado ao exercício da civilidade; o campo como símbolo da rusticidade, do não inteiramente civilizado, espaço intermediário entre a civilização e o mundo natural propriamente dito.
Ora, se o campo se encontra mais perto do natural, pode ser associado à paz, à inocência, à virtude, a cidade, então, por sua vez, seria a expressão de “barbárie” — e isso deriva do entrelaçamento de significados que podem ser atribuídos aos qualificativos, ou seja, aos polos, a depender do sentido que se lhes atribui ou ao sentimento a eles associado, ou, ainda, ao que está, momentaneamente, sendo entrevisto. As formas de representação realizam outras mediações, constituem outras projeções e, carregadas de dubiedade e ambivalência, podem alcançar o homem (cidade versus campo; intelecto versus coração; razão versus sensibilidade), o povo, a Nação. No século XIX, o Brasil foi representado como um verdadeiro caleidoscópio.
Márcia Regina Capelar Naxara. Cientificismo e sensibilidade romântica.
Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 2004, p. 24-35 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item.
No período iniciado em "Ora, se o mundo..." e no iniciado em "Ora, se o campo...", são usados elementos que introduzem implicação lógica para falsear o conteúdo das proposições.
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No século XIX, enfatizou-se, nos mais diversos domínios, a busca de explicações sobre as origens — dos homens, das sociedades, das nações. Foi dentro desse quadro que se procurou conhecer e dar sentido explicativo ao Brasil, enfatizando-se ora aspectos selvagens e naturais, ora aspectos civilizados — civilização versus barbárie.
À natureza se conferiu papel importante nas representações que foram sendo elaboradas ao longo de sua história — natureza em grande parte tropical, que, ao mesmo tempo em que seduz, desconcerta. Ora, se o mundo civilizado é visto como distante e pensado como contraponto ao mundo natural, o Brasil, consideradas a sua natureza e a sua população em meio a essa natureza, encontrava-se perigosamente afastado da civilização.
O ponto de partida desse enfoque tomou como contraposição dominante os polos estabelecidos a partir de cidade e campo — luz e treva, civilização e barbárie, oposição que faz parte, também, de um contexto mais amplo, com a identificação da cidade com técnica e artificialidade —, a cidade como expressão do maior domínio da natureza pelo homem, espaço diferenciado, destinado ao exercício da civilidade; o campo como símbolo da rusticidade, do não inteiramente civilizado, espaço intermediário entre a civilização e o mundo natural propriamente dito.
Ora, se o campo se encontra mais perto do natural, pode ser associado à paz, à inocência, à virtude, a cidade, então, por sua vez, seria a expressão de “barbárie” — e isso deriva do entrelaçamento de significados que podem ser atribuídos aos qualificativos, ou seja, aos polos, a depender do sentido que se lhes atribui ou ao sentimento a eles associado, ou, ainda, ao que está, momentaneamente, sendo entrevisto. As formas de representação realizam outras mediações, constituem outras projeções e, carregadas de dubiedade e ambivalência, podem alcançar o homem (cidade versus campo; intelecto versus coração; razão versus sensibilidade), o povo, a Nação. No século XIX, o Brasil foi representado como um verdadeiro caleidoscópio.
Márcia Regina Capelar Naxara. Cientificismo e sensibilidade romântica.
Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 2004, p. 24-35 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item.
O emprego de acento gráfico no vocábulo “barbárie” deve-se à mesma regra que se observa no emprego de acento em “caleidoscópio”.
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No século XIX, enfatizou-se, nos mais diversos domínios, a busca de explicações sobre as origens — dos homens, das sociedades, das nações. Foi dentro desse quadro que se procurou conhecer e dar sentido explicativo ao Brasil, enfatizando-se ora aspectos selvagens e naturais, ora aspectos civilizados — civilização versus barbárie.
À natureza se conferiu papel importante nas representações que foram sendo elaboradas ao longo de sua história — natureza em grande parte tropical, que, ao mesmo tempo em que seduz, desconcerta. Ora, se o mundo civilizado é visto como distante e pensado como contraponto ao mundo natural, o Brasil, consideradas a sua natureza e a sua população em meio a essa natureza, encontrava-se perigosamente afastado da civilização.
O ponto de partida desse enfoque tomou como contraposição dominante os polos estabelecidos a partir de cidade e campo — luz e treva, civilização e barbárie, oposição que faz parte, também, de um contexto mais amplo, com a identificação da cidade com técnica e artificialidade —, a cidade como expressão do maior domínio da natureza pelo homem, espaço diferenciado, destinado ao exercício da civilidade; o campo como símbolo da rusticidade, do não inteiramente civilizado, espaço intermediário entre a civilização e o mundo natural propriamente dito.
Ora, se o campo se encontra mais perto do natural, pode ser associado à paz, à inocência, à virtude, a cidade, então, por sua vez, seria a expressão de “barbárie” — e isso deriva do entrelaçamento de significados que podem ser atribuídos aos qualificativos, ou seja, aos polos, a depender do sentido que se lhes atribui ou ao sentimento a eles associado, ou, ainda, ao que está, momentaneamente, sendo entrevisto. As formas de representação realizam outras mediações, constituem outras projeções e, carregadas de dubiedade e ambivalência, podem alcançar o homem (cidade versus campo; intelecto versus coração; razão versus sensibilidade), o povo, a Nação. No século XIX, o Brasil foi representado como um verdadeiro caleidoscópio.
Márcia Regina Capelar Naxara. Cientificismo e sensibilidade romântica.
Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 2004, p. 24-35 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item.
A estrutura sintática “constituem outras projeções” pode ser substituída, mantendo-se a correção gramatical e o sentido original do texto, por constituindo projeções.
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No século XIX, enfatizou-se, nos mais diversos domínios, a busca de explicações sobre as origens — dos homens, das sociedades, das nações. Foi dentro desse quadro que se procurou conhecer e dar sentido explicativo ao Brasil, enfatizando-se ora aspectos selvagens e naturais, ora aspectos civilizados — civilização versus barbárie.
À natureza se conferiu papel importante nas representações que foram sendo elaboradas ao longo de sua história — natureza em grande parte tropical, que, ao mesmo tempo em que seduz, desconcerta. Ora, se o mundo civilizado é visto como distante e pensado como contraponto ao mundo natural, o Brasil, consideradas a sua natureza e a sua população em meio a essa natureza, encontrava-se perigosamente afastado da civilização.
O ponto de partida desse enfoque tomou como contraposição dominante os polos estabelecidos a partir de cidade e campo — luz e treva, civilização e barbárie, oposição que faz parte, também, de um contexto mais amplo, com a identificação da cidade com técnica e artificialidade —, a cidade como expressão do maior domínio da natureza pelo homem, espaço diferenciado, destinado ao exercício da civilidade; o campo como símbolo da rusticidade, do não inteiramente civilizado, espaço intermediário entre a civilização e o mundo natural propriamente dito.
Ora, se o campo se encontra mais perto do natural, pode ser associado à paz, à inocência, à virtude, a cidade, então, por sua vez, seria a expressão de “barbárie” — e isso deriva do entrelaçamento de significados que podem ser atribuídos aos qualificativos, ou seja, aos polos, a depender do sentido que se lhes atribui ou ao sentimento a eles associado, ou, ainda, ao que está, momentaneamente, sendo entrevisto. As formas de representação realizam outras mediações, constituem outras projeções e, carregadas de dubiedade e ambivalência, podem alcançar o homem (cidade versus campo; intelecto versus coração; razão versus sensibilidade), o povo, a Nação. No século XIX, o Brasil foi representado como um verdadeiro caleidoscópio.
Márcia Regina Capelar Naxara. Cientificismo e sensibilidade romântica.
Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 2004, p. 24-35 (com adaptações).
Com relação ao texto acima, julgue o item.
Mantêm-se a correção gramatical e o sentido original do texto ao se substituir “podem ser atribuídos aos qualificativos” por atribuem aos qualificativos.
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