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Relação é uma coisa que não pode existir, que não pode ser, sem que haja uma outra coisa para completá-la. Mas essa “outra coisa” fica sendo essencial dela. Passa a pertencer à sua definição específica.
Muitas vezes ficamos com a impressão, principalmente devido aos exemplos que são dados, de que relação seja algo que “une”, que “liga” duas coisas. Nem sempre é assim. O conflito, por exemplo, é uma relação, como a rejeição, a exclusão. Relação existe sempre que uma coisa não pode, sozinha, dar conta de sua existência, de seu ser. O conflito, a exclusão são relações, pois ninguém pode brigar sozinho, e se há exclusão, há alguém que exclui e alguém que é excluído. A percepção da exclusão é, pois, uma relação dialética, percepção de que algumas coisas “necessitam” de outras para serem elas mesmas.
Pedrinho Guareschi. Relações comunitárias. Relações de dominação. In:
Psicologia social comunitária. Petrópolis: Vozes, 2002, p. 83 (com adaptações).
Acerca das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o seguinte item.
No contexto em que ocorre, o emprego da flexão de plural em “serem” é opcional segundo as regras gramaticais, podendo, portanto, a forma “serem” ser substituída pelo singular correspondente: ser.
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Relação é uma coisa que não pode existir, que não pode ser, sem que haja uma outra coisa para completá-la. Mas essa “outra coisa” fica sendo essencial dela. Passa a pertencer à sua definição específica.
Muitas vezes ficamos com a impressão, principalmente devido aos exemplos que são dados, de que relação seja algo que “une”, que “liga” duas coisas. Nem sempre é assim. O conflito, por exemplo, é uma relação, como a rejeição, a exclusão. Relação existe sempre que uma coisa não pode, sozinha, dar conta de sua existência, de seu ser. O conflito, a exclusão são relações, pois ninguém pode brigar sozinho, e se há exclusão, há alguém que exclui e alguém que é excluído. A percepção da exclusão é, pois, uma relação dialética, percepção de que algumas coisas “necessitam” de outras para serem elas mesmas.
Pedrinho Guareschi. Relações comunitárias. Relações de dominação. In:
Psicologia social comunitária. Petrópolis: Vozes, 2002, p. 83 (com adaptações).
Acerca das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o seguinte item.
Em “a rejeição, a exclusão”, a substituição da vírgula pela conjunção e preserva a coerência e a correção gramatical do texto.
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Relação é uma coisa que não pode existir, que não pode ser, sem que haja uma outra coisa para completá-la. Mas essa “outra coisa” fica sendo essencial dela. Passa a pertencer à sua definição específica.
Muitas vezes ficamos com a impressão, principalmente devido aos exemplos que são dados, de que relação seja algo que “une”, que “liga” duas coisas. Nem sempre é assim. O conflito, por exemplo, é uma relação, como a rejeição, a exclusão. Relação existe sempre que uma coisa não pode, sozinha, dar conta de sua existência, de seu ser. O conflito, a exclusão são relações, pois ninguém pode brigar sozinho, e se há exclusão, há alguém que exclui e alguém que é excluído. A percepção da exclusão é, pois, uma relação dialética, percepção de que algumas coisas “necessitam” de outras para serem elas mesmas.
Pedrinho Guareschi. Relações comunitárias. Relações de dominação. In:
Psicologia social comunitária. Petrópolis: Vozes, 2002, p. 83 (com adaptações).
Acerca das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o seguinte item.
Preservam-se a correção gramatical e a coerência textual, ao se retirar do texto a expressão “que são”.
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Relação é uma coisa que não pode existir, que não pode ser, sem que haja uma outra coisa para completá-la. Mas essa “outra coisa” fica sendo essencial dela. Passa a pertencer à sua definição específica.
Muitas vezes ficamos com a impressão, principalmente devido aos exemplos que são dados, de que relação seja algo que “une”, que “liga” duas coisas. Nem sempre é assim. O conflito, por exemplo, é uma relação, como a rejeição, a exclusão. Relação existe sempre que uma coisa não pode, sozinha, dar conta de sua existência, de seu ser. O conflito, a exclusão são relações, pois ninguém pode brigar sozinho, e se há exclusão, há alguém que exclui e alguém que é excluído. A percepção da exclusão é, pois, uma relação dialética, percepção de que algumas coisas “necessitam” de outras para serem elas mesmas.
Pedrinho Guareschi. Relações comunitárias. Relações de dominação. In:
Psicologia social comunitária. Petrópolis: Vozes, 2002, p. 83 (com adaptações).
Acerca das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o seguinte item.
Os pronomes “essa” e “dela” são flexionados no feminino porque remetem ao mesmo referente do pronome em “completá-la”.
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Relação é uma coisa que não pode existir, que não pode ser, sem que haja uma outra coisa para completá-la. Mas essa “outra coisa” fica sendo essencial dela. Passa a pertencer à sua definição específica.
Muitas vezes ficamos com a impressão, principalmente devido aos exemplos que são dados, de que relação seja algo que “une”, que “liga” duas coisas. Nem sempre é assim. O conflito, por exemplo, é uma relação, como a rejeição, a exclusão. Relação existe sempre que uma coisa não pode, sozinha, dar conta de sua existência, de seu ser. O conflito, a exclusão são relações, pois ninguém pode brigar sozinho, e se há exclusão, há alguém que exclui e alguém que é excluído. A percepção da exclusão é, pois, uma relação dialética, percepção de que algumas coisas “necessitam” de outras para serem elas mesmas.
Pedrinho Guareschi. Relações comunitárias. Relações de dominação. In:
Psicologia social comunitária. Petrópolis: Vozes, 2002, p. 83 (com adaptações).
Acerca das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o seguinte item.
O emprego do modo subjuntivo em “haja”, além de ser exigido sintaticamente, indica que a existência de “uma outra coisa” é uma hipótese ou uma conjectura.
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Relação é uma coisa que não pode existir, que não pode ser, sem que haja uma outra coisa para completá-la. Mas essa “outra coisa” fica sendo essencial dela. Passa a pertencer à sua definição específica.
Muitas vezes ficamos com a impressão, principalmente devido aos exemplos que são dados, de que relação seja algo que “une”, que “liga” duas coisas. Nem sempre é assim. O conflito, por exemplo, é uma relação, como a rejeição, a exclusão. Relação existe sempre que uma coisa não pode, sozinha, dar conta de sua existência, de seu ser. O conflito, a exclusão são relações, pois ninguém pode brigar sozinho, e se há exclusão, há alguém que exclui e alguém que é excluído. A percepção da exclusão é, pois, uma relação dialética, percepção de que algumas coisas “necessitam” de outras para serem elas mesmas.
Pedrinho Guareschi. Relações comunitárias. Relações de dominação. In:
Psicologia social comunitária. Petrópolis: Vozes, 2002, p. 83 (com adaptações).
Acerca das idéias e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue o seguinte item.
Depreende-se do conjunto das idéias do texto que a definição de “Relação” é diferente da definição de ligação, pois as partes que integram uma relação não precisam estar unidas ou ligadas.
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- Atos, termos e prazos processuais. Vícios dos atos processuais. Provas no processo do trabalhoCustas e emolumentos
A respeito da sucumbência processual, julgue os itens a seguir.
As custas devidas no processo do trabalho, cobradas ao final
do processo ou quando da interposição de recurso, são
calculadas: sobre o valor dado à causa, quando improcedente
o pedido; ou sobre o valor da condenação, quando
procedente, no todo ou em parte; ou sobre o valor do acordo;
sendo delas dispensadas o trabalhador beneficiário de
gratuidade judiciária, quando houver requerido a dispensa
mediante declaração acostada aos autos, estando delas
isentos o Poder Público e o Ministério Público do Trabalho.Provas
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- Os Órgãos da Justiça do Trabalho
- Organização da Justiça do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho - MPT
Acerca da organização, da jurisdição e da competência da Justiça
do Trabalho, julgue os seguintes itens.
Junto ao TST, funcionam o Conselho Superior da Justiça do
Trabalho e a Escola Nacional da Magistratura do Trabalho.Provas
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- Competência da Justiça do Trabalho
- Partes, Procuradores, Representação, Substituição Processual e Litisconsórcio.
- Partes, Procuradores, Representação, Substituição Processual e LitisconsórcioProcuradores e jus postulandi
- Jurisdição e Competência da Justiça do TrabalhoCompetência em razão da matéria
A respeito da sucumbência processual, julgue os itens a seguir.
Após a Emenda Constitucional n.º 45/2004 — que alterou a competência da Justiça do Trabalho —, todas as causas de sua competência envolvem a condenação em honorários advocatícios pela sucumbência, dispensados apenas no caso de gratuidade judiciária deferida.Provas
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A respeito da sentença e da atuação do Ministério Público no
processo civil, julgue os itens a seguir.
Poderá ser proferida sentença de improcedência da ação, independentemente da citação do réu, quando existirem casos idênticos ao proposto pelo autor nos quais não haja controvérsia sobre matéria de fato e para os quais o mesmo juízo já tiver proferido sentença de improcedência total da ação.processo civil, julgue os itens a seguir.
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