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Texto CB1A1-III
Aprendemos desde cedo que a linguagem verbal serve
para comunicar e frequentemente dizemos que o importante é a
comunicação. Quando se fala em comunicação, muitas vezes,
pensamos que se está falando na transmissão de informações.
Comunicar não se limita, entretanto, a transmitir informações.
Realmente, há momentos em que desejamos apenas fornecer uma
informação, mas, muito frequentemente, temos outros objetivos,
como: dar uma ordem, expressar um sentimento, fazer um
pedido, exercer algum tipo de influência, fazer o outro mudar de
opinião...
O ser humano vive em sociedade, isto é, fazemos parte de
grupos sociais e agimos em conjunto com nossos semelhantes;
interagimos. Na verdade, é para interagir que nos comunicamos,
falamos e escrevemos. Por isso, não podemos nos esquecer de
que a comunicação, ou a interação, envolve mais do que
simplesmente informação; envolve, sobretudo, alguma forma de
ação sobre o outro.
Ana Lúcia Tinoco Cabral. A força das palavras.
São Paulo: Editora Contexto, 2010, p. 10-11 (com adaptações).
No segundo período do primeiro parágrafo, as duas ocorrências do pronome “se” têm o papel de indeterminar os agentes responsáveis pela ação de falar.
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Texto CB1A1-III
Aprendemos desde cedo que a linguagem verbal serve
para comunicar e frequentemente dizemos que o importante é a
comunicação. Quando se fala em comunicação, muitas vezes,
pensamos que se está falando na transmissão de informações.
Comunicar não se limita, entretanto, a transmitir informações.
Realmente, há momentos em que desejamos apenas fornecer uma
informação, mas, muito frequentemente, temos outros objetivos,
como: dar uma ordem, expressar um sentimento, fazer um
pedido, exercer algum tipo de influência, fazer o outro mudar de
opinião...
O ser humano vive em sociedade, isto é, fazemos parte de
grupos sociais e agimos em conjunto com nossos semelhantes;
interagimos. Na verdade, é para interagir que nos comunicamos,
falamos e escrevemos. Por isso, não podemos nos esquecer de
que a comunicação, ou a interação, envolve mais do que
simplesmente informação; envolve, sobretudo, alguma forma de
ação sobre o outro.
Ana Lúcia Tinoco Cabral. A força das palavras.
São Paulo: Editora Contexto, 2010, p. 10-11 (com adaptações).
Para atingir o seu propósito comunicativo, a autora constrói seu texto combinando as tipologias expositiva e narrativa.
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Texto CB1A1-III
Aprendemos desde cedo que a linguagem verbal serve
para comunicar e frequentemente dizemos que o importante é a
comunicação. Quando se fala em comunicação, muitas vezes,
pensamos que se está falando na transmissão de informações.
Comunicar não se limita, entretanto, a transmitir informações.
Realmente, há momentos em que desejamos apenas fornecer uma
informação, mas, muito frequentemente, temos outros objetivos,
como: dar uma ordem, expressar um sentimento, fazer um
pedido, exercer algum tipo de influência, fazer o outro mudar de
opinião...
O ser humano vive em sociedade, isto é, fazemos parte de
grupos sociais e agimos em conjunto com nossos semelhantes;
interagimos. Na verdade, é para interagir que nos comunicamos,
falamos e escrevemos. Por isso, não podemos nos esquecer de
que a comunicação, ou a interação, envolve mais do que
simplesmente informação; envolve, sobretudo, alguma forma de
ação sobre o outro.
Ana Lúcia Tinoco Cabral. A força das palavras.
São Paulo: Editora Contexto, 2010, p. 10-11 (com adaptações).
No texto, rejeita-se a ideia comum de que o ato de comunicar, interagir, corresponde unicamente à transmissão pura e simples de informações.
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Texto CB1A1-III
Aprendemos desde cedo que a linguagem verbal serve
para comunicar e frequentemente dizemos que o importante é a
comunicação. Quando se fala em comunicação, muitas vezes,
pensamos que se está falando na transmissão de informações.
Comunicar não se limita, entretanto, a transmitir informações.
Realmente, há momentos em que desejamos apenas fornecer uma
informação, mas, muito frequentemente, temos outros objetivos,
como: dar uma ordem, expressar um sentimento, fazer um
pedido, exercer algum tipo de influência, fazer o outro mudar de
opinião...
O ser humano vive em sociedade, isto é, fazemos parte de
grupos sociais e agimos em conjunto com nossos semelhantes;
interagimos. Na verdade, é para interagir que nos comunicamos,
falamos e escrevemos. Por isso, não podemos nos esquecer de
que a comunicação, ou a interação, envolve mais do que
simplesmente informação; envolve, sobretudo, alguma forma de
ação sobre o outro.
Ana Lúcia Tinoco Cabral. A força das palavras.
São Paulo: Editora Contexto, 2010, p. 10-11 (com adaptações).
Seria mantida a correção gramatical do texto se o trecho “nos esquecer” (último período) fosse reescrito como esquecer.
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Texto CB1A1-II
A palavra ficção nos remete a histórias inventadas (total
ou parcialmente). Pode ser uma fantasia, que envolva monstros,
heróis ou fantasmas, pode ser uma ficção científica, que envolva
tecnologias que vão muito além daquelas que existem hoje, e
também pode ser um romance comum, totalmente realista, mas
com enredo, personagens ou ambientes inventados.
Dessa forma, uma matéria jornalística jamais poderia ser
considerada ficcional, já que um dos pilares do jornalismo é a
busca pela verdade e a publicização das informações com
precisão e veracidade. Um jornal que noticiasse ficções estaria
ferindo um de seus princípios mais fundamentais.
Apesar de essa definição de ficção ser bem popular, os
críticos e teóricos de cinema franceses Jacques Aumont e Michel
Marie afirmam que a ficção é uma forma de discurso que faz
referência a personagens ou a ações que só existem na
imaginação daquele que a escreve ou lê. Segundo eles, a ficção
não é uma mentira, mas um simulacro da realidade, uma das
possíveis maneiras de se representar o real.
Assim, podemos dizer que todo relato é uma tentativa de
representar a realidade por meio de palavras. Um relato de um
acontecimento não é o próprio acontecimento em si. Os fatos
ficam no passado, depois que acontecem. Qualquer tentativa de
retomá-los no presente, por meio de uma história, será uma
representação, será uma construção da mente de uma pessoa.
Logo, será uma ficção.
Lucia Mascarenhas de Miranda. A fronteira entre fato e ficção.
In: Ciência Hoje, outubro de 2024.
Internet: <cienciahoje.org.br> (com adaptações).
FimDoTexto
Dada sua função na oração, o termo “da mente” (quarto período do quarto parágrafo) pode ser substituído pelo adjetivo mental, sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do trecho.
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Texto CB1A1-II
A palavra ficção nos remete a histórias inventadas (total
ou parcialmente). Pode ser uma fantasia, que envolva monstros,
heróis ou fantasmas, pode ser uma ficção científica, que envolva
tecnologias que vão muito além daquelas que existem hoje, e
também pode ser um romance comum, totalmente realista, mas
com enredo, personagens ou ambientes inventados.
Dessa forma, uma matéria jornalística jamais poderia ser
considerada ficcional, já que um dos pilares do jornalismo é a
busca pela verdade e a publicização das informações com
precisão e veracidade. Um jornal que noticiasse ficções estaria
ferindo um de seus princípios mais fundamentais.
Apesar de essa definição de ficção ser bem popular, os
críticos e teóricos de cinema franceses Jacques Aumont e Michel
Marie afirmam que a ficção é uma forma de discurso que faz
referência a personagens ou a ações que só existem na
imaginação daquele que a escreve ou lê. Segundo eles, a ficção
não é uma mentira, mas um simulacro da realidade, uma das
possíveis maneiras de se representar o real.
Assim, podemos dizer que todo relato é uma tentativa de
representar a realidade por meio de palavras. Um relato de um
acontecimento não é o próprio acontecimento em si. Os fatos
ficam no passado, depois que acontecem. Qualquer tentativa de
retomá-los no presente, por meio de uma história, será uma
representação, será uma construção da mente de uma pessoa.
Logo, será uma ficção.
Lucia Mascarenhas de Miranda. A fronteira entre fato e ficção.
In: Ciência Hoje, outubro de 2024.
Internet: <cienciahoje.org.br> (com adaptações).
FimDoTexto
Mantendo-se o sentido original e a correção gramatical do texto, o primeiro período do quarto parágrafo poderia ser reescrito da seguinte maneira: Pode-se afirmar que, dessa forma, todo o relato trata-se de uma tentativa de representar a realidade por meio do uso de palavras.
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Texto CB1A1-II
A palavra ficção nos remete a histórias inventadas (total
ou parcialmente). Pode ser uma fantasia, que envolva monstros,
heróis ou fantasmas, pode ser uma ficção científica, que envolva
tecnologias que vão muito além daquelas que existem hoje, e
também pode ser um romance comum, totalmente realista, mas
com enredo, personagens ou ambientes inventados.
Dessa forma, uma matéria jornalística jamais poderia ser
considerada ficcional, já que um dos pilares do jornalismo é a
busca pela verdade e a publicização das informações com
precisão e veracidade. Um jornal que noticiasse ficções estaria
ferindo um de seus princípios mais fundamentais.
Apesar de essa definição de ficção ser bem popular, os
críticos e teóricos de cinema franceses Jacques Aumont e Michel
Marie afirmam que a ficção é uma forma de discurso que faz
referência a personagens ou a ações que só existem na
imaginação daquele que a escreve ou lê. Segundo eles, a ficção
não é uma mentira, mas um simulacro da realidade, uma das
possíveis maneiras de se representar o real.
Assim, podemos dizer que todo relato é uma tentativa de
representar a realidade por meio de palavras. Um relato de um
acontecimento não é o próprio acontecimento em si. Os fatos
ficam no passado, depois que acontecem. Qualquer tentativa de
retomá-los no presente, por meio de uma história, será uma
representação, será uma construção da mente de uma pessoa.
Logo, será uma ficção.
Lucia Mascarenhas de Miranda. A fronteira entre fato e ficção.
In: Ciência Hoje, outubro de 2024.
Internet: <cienciahoje.org.br> (com adaptações).
FimDoTexto
A locução “já que” (primeiro período do segundo parágrafo) introduz, na oração em que se insere, valor de causa, podendo ser corretamente substituída por uma vez que.
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Texto CB1A1-II
A palavra ficção nos remete a histórias inventadas (total
ou parcialmente). Pode ser uma fantasia, que envolva monstros,
heróis ou fantasmas, pode ser uma ficção científica, que envolva
tecnologias que vão muito além daquelas que existem hoje, e
também pode ser um romance comum, totalmente realista, mas
com enredo, personagens ou ambientes inventados.
Dessa forma, uma matéria jornalística jamais poderia ser
considerada ficcional, já que um dos pilares do jornalismo é a
busca pela verdade e a publicização das informações com
precisão e veracidade. Um jornal que noticiasse ficções estaria
ferindo um de seus princípios mais fundamentais.
Apesar de essa definição de ficção ser bem popular, os
críticos e teóricos de cinema franceses Jacques Aumont e Michel
Marie afirmam que a ficção é uma forma de discurso que faz
referência a personagens ou a ações que só existem na
imaginação daquele que a escreve ou lê. Segundo eles, a ficção
não é uma mentira, mas um simulacro da realidade, uma das
possíveis maneiras de se representar o real.
Assim, podemos dizer que todo relato é uma tentativa de
representar a realidade por meio de palavras. Um relato de um
acontecimento não é o próprio acontecimento em si. Os fatos
ficam no passado, depois que acontecem. Qualquer tentativa de
retomá-los no presente, por meio de uma história, será uma
representação, será uma construção da mente de uma pessoa.
Logo, será uma ficção.
Lucia Mascarenhas de Miranda. A fronteira entre fato e ficção.
In: Ciência Hoje, outubro de 2024.
Internet: <cienciahoje.org.br> (com adaptações).
FimDoTexto
No primeiro período do terceiro parágrafo, a substituição do vocábulo “franceses” por francês preservaria a correção gramatical do texto, embora alterasse o seu sentido e as relações sintáticas do período.
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A palavra ficção nos remete a histórias inventadas (total
ou parcialmente). Pode ser uma fantasia, que envolva monstros,
heróis ou fantasmas, pode ser uma ficção científica, que envolva
tecnologias que vão muito além daquelas que existem hoje, e
também pode ser um romance comum, totalmente realista, mas
com enredo, personagens ou ambientes inventados.
Dessa forma, uma matéria jornalística jamais poderia ser
considerada ficcional, já que um dos pilares do jornalismo é a
busca pela verdade e a publicização das informações com
precisão e veracidade. Um jornal que noticiasse ficções estaria
ferindo um de seus princípios mais fundamentais.
Apesar de essa definição de ficção ser bem popular, os
críticos e teóricos de cinema franceses Jacques Aumont e Michel
Marie afirmam que a ficção é uma forma de discurso que faz
referência a personagens ou a ações que só existem na
imaginação daquele que a escreve ou lê. Segundo eles, a ficção
não é uma mentira, mas um simulacro da realidade, uma das
possíveis maneiras de se representar o real.
Assim, podemos dizer que todo relato é uma tentativa de
representar a realidade por meio de palavras. Um relato de um
acontecimento não é o próprio acontecimento em si. Os fatos
ficam no passado, depois que acontecem. Qualquer tentativa de
retomá-los no presente, por meio de uma história, será uma
representação, será uma construção da mente de uma pessoa.
Logo, será uma ficção.
Lucia Mascarenhas de Miranda. A fronteira entre fato e ficção.
In: Ciência Hoje, outubro de 2024.
Internet: <cienciahoje.org.br> (com adaptações).
FimDoTexto
Na organização das ideias do primeiro parágrafo do texto, o conteúdo do segmento “mas com enredo, personagens ou ambientes inventados” se opõe à informação anterior segundo a qual a ficção pode ser representada por uma fantasia, uma ficção científica, ou um romance comum.
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Texto CB1A1-II
A palavra ficção nos remete a histórias inventadas (total
ou parcialmente). Pode ser uma fantasia, que envolva monstros,
heróis ou fantasmas, pode ser uma ficção científica, que envolva
tecnologias que vão muito além daquelas que existem hoje, e
também pode ser um romance comum, totalmente realista, mas
com enredo, personagens ou ambientes inventados.
Dessa forma, uma matéria jornalística jamais poderia ser
considerada ficcional, já que um dos pilares do jornalismo é a
busca pela verdade e a publicização das informações com
precisão e veracidade. Um jornal que noticiasse ficções estaria
ferindo um de seus princípios mais fundamentais.
Apesar de essa definição de ficção ser bem popular, os
críticos e teóricos de cinema franceses Jacques Aumont e Michel
Marie afirmam que a ficção é uma forma de discurso que faz
referência a personagens ou a ações que só existem na
imaginação daquele que a escreve ou lê. Segundo eles, a ficção
não é uma mentira, mas um simulacro da realidade, uma das
possíveis maneiras de se representar o real.
Assim, podemos dizer que todo relato é uma tentativa de
representar a realidade por meio de palavras. Um relato de um
acontecimento não é o próprio acontecimento em si. Os fatos
ficam no passado, depois que acontecem. Qualquer tentativa de
retomá-los no presente, por meio de uma história, será uma
representação, será uma construção da mente de uma pessoa.
Logo, será uma ficção.
Lucia Mascarenhas de Miranda. A fronteira entre fato e ficção.
In: Ciência Hoje, outubro de 2024.
Internet: <cienciahoje.org.br> (com adaptações).
FimDoTexto
No primeiro parágrafo, as três ocorrências da forma verbal “pode” expressam sentido de possibilidade.
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