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Homem de 71 anos, fototipo II, com história de
exposição solar crônica, apresenta lesão
ulcerada, infiltrativa, de crescimento progressivo
há 8 meses, localizada na asa nasal direita,
medindo 2,4 cm no maior diâmetro. A biópsia
incisional revela carcinoma espinocelular
moderadamente diferenciado. Ao exame físico,
não há linfonodos palpáveis cervicais ou
parotídeos. Exames de imagem não evidenciam
doença à distância. Considerando as
recomendações atuais e o manejo oncológico
adequado, assinale a alternativa correta.
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Durante análise anatomopatológica de rotina
após colecistectomia laparoscópica realizada por
colelitíase sintomática, identifica-se
adenocarcinoma de vesícula biliar incidental,
bem diferenciado, restrito à lâmina própria
(pT1a), com margens cirúrgicas livres e ausência
de invasão linfovascular. A paciente encontra-se
assintomática no pós-operatório e sem
alterações nos exames de imagem
complementares. De acordo com o Consenso
Brasileiro para o Manejo do Incidentaloma de
Câncer de Vesícula Biliar, a conduta mais
adequada, é:
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Paciente masculino, 52 anos, diagnosticado com
melanoma cutâneo. O principal fator prognóstico
independente, neste caso, é:
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A caquexia associada ao câncer caracteriza-se
por:
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Paciente feminina, 29 anos, nulípara, comparece
ao ambulatório de ginecologia oncológica após
resultado de biópsia confirmando carcinoma
epidermoide do colo do útero. Refere desejo
reprodutivo futuro. A ressonância magnética de
pelve evidencia lesão restrita ao colo uterino,
medindo 1,5 cm, sem sinais de invasão
parametrial. Não há linfonodomegalias
suspeitas. Estadiamento clínico: FIGO IB1
(tumor ≤ 2 cm). Em pacientes jovens com
câncer de colo do útero inicial que desejam
preservar fertilidade, pode-se indicar:
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Paciente feminina, 36 anos, com câncer de colo
do útero associado a HPV de alto risco. Os
subtipos mais frequentes, são:
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Criança de 3 anos com massa abdominal, dor e
catecolaminas urinárias elevadas. O diagnóstico
mais provável, neste caso, é:
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Paciente masculino, 47 anos, com massa
adrenal, hipercortisolismo e sinais de virilização.
O diagnóstico mais provável, é:
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Paciente feminina, 54 anos, apresenta nódulo
tireoidiano associado a diarreia e níveis elevados
de calcitonina. A Origem celular do tumor, é:
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Paciente masculino, 62 anos, com icterícia
progressiva e colangiografia mostrando tumor de
bifurcação de hepático comum e invasão do
ducto hepático direito. A classificação correta,
neste caso, é:
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