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Baleias

Há mais de 50 milhões de anos, os ancestrais das baleias andavam em terra. Ainda não está claro como era a aparência desses animais, mas alguns paleontologistas acreditam que eles eram mamíferos de casco (parecidos com as vacas). Outros acreditam que eram mais parecidas com os lobos.

Decorridos milhões de anos, essas criaturas antigas passaram a viver mais tempo dentro d'água e menos em terra, exatamente como os leões marinhos ou as lontras dos dias de hoje. Houve um tempo que pararam de viver em terra e, vagarosamente, foram perdendo as patas e os pelos, que já não eram úteis.

As evidências para essa hipótese são muito convincentes. Os paleontologistas descobriram criaturas fossilisadas, parecidas com baleias, e que tinham as pernas tão pequenas que não suportariam seu peso.

Fonte: http://ciencia.hsw.uol.com.br

No seu último parágrafo, o texto apresenta um ERRO de:

 

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Baleias

Há mais de 50 milhões de anos, os ancestrais das baleias andavam em terra. Ainda não está claro como era a aparência desses animais, mas alguns paleontologistas acreditam que eles eram mamíferos de casco (parecidos com as vacas). Outros acreditam que eram mais parecidas com os lobos.

Decorridos milhões de anos, essas criaturas antigas passaram a viver mais tempo dentro d'água e menos em terra, exatamente como os leões marinhos ou as lontras dos dias de hoje. Houve um tempo que pararam de viver em terra e, vagarosamente, foram perdendo as patas e os pelos, que já não eram úteis.

As evidências para essa hipótese são muito convincentes. Os paleontologistas descobriram criaturas fossilisadas, parecidas com baleias, e que tinham as pernas tão pequenas que não suportariam seu peso.

Fonte: http://ciencia.hsw.uol.com.br

Considerando o texto, analise as assertivas que seguem:

I. Subtraindo “como era” do trecho “não está claro como era a aparência” - o adjetivo “claro” deverá ser, obrigatoriamente, flexionado para o feminino, para fins de concordância nominal.

II. No trecho “Houve um tempo que” - substituindo “um tempo” por “dias”, o verbo deverá flexionar para o plural, para fins de concordância verbal.

III. Em “mais tempo dentro d'água e menos em terra” - o termo “menos” pode ser substituído por “um menor”, sem acarretar erro gramatical ou mudança no significado original do segmento.

Quais estão corretas?

 

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Corte de Haia proíbe Japão de caçar baleias na Antártida

O Tribunal Internacional de Justiça de Haia determinou que o Japão suspenda a caça às baleias no mar da Antártida, afirmando que Tóquio está desenvolvendo uma atividade comercial camuflada de investigação científica.

"O Japão deve revogar todas as autorizações e licenças no quadro do Jarpa II (programa japonês de caça à baleia na Antártida) e deixar de conceder novas autorizações em nome do programa", disse o juiz Peter Tomka, presidente do órgão judicial máximo da ONU.

Considerando que Tóquio não está respeitando uma moratória que proíbe a caça à baleia, a não ser que a prática se destine a fins científicos, os australianos pediram ao tribunal que ordenasse o fim do programa Jarpa II. O Japão, segundo argumentam, teria caçado mais de 10 mil baleias desde 1988.

A Comissão Baleeira Internacional decretou uma proibição à caça comercial à baleia em 1986. O Japão assinou a moratória, mas continuou caçando, alegando fins científicos. E nunca fez segredo de que a carne dos animais abatidos é consumida e apreciada pelos japoneses.

De acordo com a entidade ambientalista Sea Shepherd, a proibição da caça às baleias pelos japoneses na Antártida é crucial para a sobrevivência dos mamíferos marinhos na região. Além do Japão, Noruega e Islândia também defendem a prática. Eles desrespeitam a moratória alegando que a atividade faz parte de suas tradições.

O Japão se disse "profundamente desapontado" com a proibição, mas prometeu cumprir a determinação.

Adaptado. http://www.cartacapital.com.br

Considerando o significado contextual, assinale a alternativa que apresenta os sinônimos corretos de “revogar”, “argumentam” e “alegando”.

 

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Corte de Haia proíbe Japão de caçar baleias na Antártida

O Tribunal Internacional de Justiça de Haia determinou que o Japão suspenda a caça às baleias no mar da Antártida, afirmando que Tóquio está desenvolvendo uma atividade comercial camuflada de investigação científica.

"O Japão deve revogar todas as autorizações e licenças no quadro do Jarpa II (programa japonês de caça à baleia na Antártida) e deixar de conceder novas autorizações em nome do programa", disse o juiz Peter Tomka, presidente do órgão judicial máximo da ONU.

Considerando que Tóquio não está respeitando uma moratória que proíbe a caça à baleia, a não ser que a prática se destine a fins científicos, os australianos pediram ao tribunal que ordenasse o fim do programa Jarpa II. O Japão, segundo argumentam, teria caçado mais de 10 mil baleias desde 1988.

A Comissão Baleeira Internacional decretou uma proibição à caça comercial à baleia em 1986. O Japão assinou a moratória, mas continuou caçando, alegando fins científicos. E nunca fez segredo de que a carne dos animais abatidos é consumida e apreciada pelos japoneses.

De acordo com a entidade ambientalista Sea Shepherd, a proibição da caça às baleias pelos japoneses na Antártida é crucial para a sobrevivência dos mamíferos marinhos na região. Além do Japão, Noruega e Islândia também defendem a prática. Eles desrespeitam a moratória alegando que a atividade faz parte de suas tradições.

O Japão se disse "profundamente desapontado" com a proibição, mas prometeu cumprir a determinação.

Adaptado. http://www.cartacapital.com.br

Assinale a alternativa em que a regência nominal NÃO é a mesma que em “camuflada de investigação”.

 

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Corte de Haia proíbe Japão de caçar baleias na Antártida

O Tribunal Internacional de Justiça de Haia determinou que o Japão suspenda a caça às baleias no mar da Antártida, afirmando que Tóquio está desenvolvendo uma atividade comercial camuflada de investigação científica.

"O Japão deve revogar todas as autorizações e licenças no quadro do Jarpa II (programa japonês de caça à baleia na Antártida) e deixar de conceder novas autorizações em nome do programa", disse o juiz Peter Tomka, presidente do órgão judicial máximo da ONU.

Considerando que Tóquio não está respeitando uma moratória que proíbe a caça à baleia, a não ser que a prática se destine a fins científicos, os australianos pediram ao tribunal que ordenasse o fim do programa Jarpa II. O Japão, segundo argumentam, teria caçado mais de 10 mil baleias desde 1988.

A Comissão Baleeira Internacional decretou uma proibição à caça comercial à baleia em 1986. O Japão assinou a moratória, mas continuou caçando, alegando fins científicos. E nunca fez segredo de que a carne dos animais abatidos é consumida e apreciada pelos japoneses.

De acordo com a entidade ambientalista Sea Shepherd, a proibição da caça às baleias pelos japoneses na Antártida é crucial para a sobrevivência dos mamíferos marinhos na região. Além do Japão, Noruega e Islândia também defendem a prática. Eles desrespeitam a moratória alegando que a atividade faz parte de suas tradições.

O Japão se disse "profundamente desapontado" com a proibição, mas prometeu cumprir a determinação.

Adaptado. http://www.cartacapital.com.br

Assinale a alternativa em que o gerúndio expressa uma ação que está em curso, assim como em “Tóquio está desenvolvendo uma atividade comercial”.

 

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Corte de Haia proíbe Japão de caçar baleias na Antártida

O Tribunal Internacional de Justiça de Haia determinou que o Japão suspenda a caça às baleias no mar da Antártida, afirmando que Tóquio está desenvolvendo uma atividade comercial camuflada de investigação científica.

"O Japão deve revogar todas as autorizações e licenças no quadro do Jarpa II (programa japonês de caça à baleia na Antártida) e deixar de conceder novas autorizações em nome do programa", disse o juiz Peter Tomka, presidente do órgão judicial máximo da ONU.

Considerando que Tóquio não está respeitando uma moratória que proíbe a caça à baleia, a não ser que a prática se destine a fins científicos, os australianos pediram ao tribunal que ordenasse o fim do programa Jarpa II. O Japão, segundo argumentam, teria caçado mais de 10 mil baleias desde 1988.

A Comissão Baleeira Internacional decretou uma proibição à caça comercial à baleia em 1986. O Japão assinou a moratória, mas continuou caçando, alegando fins científicos. E nunca fez segredo de que a carne dos animais abatidos é consumida e apreciada pelos japoneses.

De acordo com a entidade ambientalista Sea Shepherd, a proibição da caça às baleias pelos japoneses na Antártida é crucial para a sobrevivência dos mamíferos marinhos na região. Além do Japão, Noruega e Islândia também defendem a prática. Eles desrespeitam a moratória alegando que a atividade faz parte de suas tradições.

O Japão se disse "profundamente desapontado" com a proibição, mas prometeu cumprir a determinação.

Adaptado. http://www.cartacapital.com.br

No segmento “O Japão assinou a moratória, mas continuou caçando” - o uso da vírgula é justificado por:

 

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Corte de Haia proíbe Japão de caçar baleias na Antártida

O Tribunal Internacional de Justiça de Haia determinou que o Japão suspenda a caça às baleias no mar da Antártida, afirmando que Tóquio está desenvolvendo uma atividade comercial camuflada de investigação científica.

"O Japão deve revogar todas as autorizações e licenças no quadro do Jarpa II (programa japonês de caça à baleia na Antártida) e deixar de conceder novas autorizações em nome do programa", disse o juiz Peter Tomka, presidente do órgão judicial máximo da ONU.

Considerando que Tóquio não está respeitando uma moratória que proíbe a caça à baleia, a não ser que a prática se destine a fins científicos, os australianos pediram ao tribunal que ordenasse o fim do programa Jarpa II. O Japão, segundo argumentam, teria caçado mais de 10 mil baleias desde 1988.

A Comissão Baleeira Internacional decretou uma proibição à caça comercial à baleia em 1986. O Japão assinou a moratória, mas continuou caçando, alegando fins científicos. E nunca fez segredo de que a carne dos animais abatidos é consumida e apreciada pelos japoneses.

De acordo com a entidade ambientalista Sea Shepherd, a proibição da caça às baleias pelos japoneses na Antártida é crucial para a sobrevivência dos mamíferos marinhos na região. Além do Japão, Noruega e Islândia também defendem a prática. Eles desrespeitam a moratória alegando que a atividade faz parte de suas tradições.

O Japão se disse "profundamente desapontado" com a proibição, mas prometeu cumprir a determinação.

Adaptado. http://www.cartacapital.com.br

Assinale a alternativa correta, considerando os processos de formação das palavras.

 

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O Tribunal Internacional de Justiça de Haia determinou que o Japão suspenda a caça às baleias no mar da Antártida, afirmando que Tóquio está desenvolvendo uma atividade comercial camuflada de investigação científica.

"O Japão deve revogar todas as autorizações e licenças no quadro do Jarpa II (programa japonês de caça à baleia na Antártida) e deixar de conceder novas autorizações em nome do programa", disse o juiz Peter Tomka, presidente do órgão judicial máximo da ONU.

Considerando que Tóquio não está respeitando uma moratória que proíbe a caça à baleia, a não ser que a prática se destine a fins científicos, os australianos pediram ao tribunal que ordenasse o fim do programa Jarpa II. O Japão, segundo argumentam, teria caçado mais de 10 mil baleias desde 1988.

A Comissão Baleeira Internacional decretou uma proibição à caça comercial à baleia em 1986. O Japão assinou a moratória, mas continuou caçando, alegando fins científicos. E nunca fez segredo de que a carne dos animais abatidos é consumida e apreciada pelos japoneses.

De acordo com a entidade ambientalista Sea Shepherd, a proibição da caça às baleias pelos japoneses na Antártida é crucial para a sobrevivência dos mamíferos marinhos na região. Além do Japão, Noruega e Islândia também defendem a prática. Eles desrespeitam a moratória alegando que a atividade faz parte de suas tradições.

O Japão se disse "profundamente desapontado" com a proibição, mas prometeu cumprir a determinação.

Adaptado. http://www.cartacapital.com.br

A partir do texto, analise as assertivas a seguir:

I. No trecho “uma proibição à caça comercial” - os termos sublinhados podem ser respectivamente substituídos por “a” e “da” - sem acarretar erro gramatical e/ou mudança no significado original.

II. As aspas destacadas demonstram a intolerância do autor diante do problema apresentado.

III. Passando para o plural, o trecho “disse o juiz Peter Tomka” terá, pelo menos, uma de suas palavras acentuada.

Quais estão corretas?

 

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Corte de Haia proíbe Japão de caçar baleias na Antártida

O Tribunal Internacional de Justiça de Haia determinou que o Japão suspenda a caça às baleias no mar da Antártida, afirmando que Tóquio está desenvolvendo uma atividade comercial camuflada de investigação científica.

"O Japão deve revogar todas as autorizações e licenças no quadro do Jarpa II (programa japonês de caça à baleia na Antártida) e deixar de conceder novas autorizações em nome do programa", disse o juiz Peter Tomka, presidente do órgão judicial máximo da ONU.

Considerando que Tóquio não está respeitando uma moratória que proíbe a caça à baleia, a não ser que a prática se destine a fins científicos, os australianos pediram ao tribunal que ordenasse o fim do programa Jarpa II. O Japão, segundo argumentam, teria caçado mais de 10 mil baleias desde 1988.

A Comissão Baleeira Internacional decretou uma proibição à caça comercial à baleia em 1986. O Japão assinou a moratória, mas continuou caçando, alegando fins científicos. E nunca fez segredo de que a carne dos animais abatidos é consumida e apreciada pelos japoneses.

De acordo com a entidade ambientalista Sea Shepherd, a proibição da caça às baleias pelos japoneses na Antártida é crucial para a sobrevivência dos mamíferos marinhos na região. Além do Japão, Noruega e Islândia também defendem a prática. Eles desrespeitam a moratória alegando que a atividade faz parte de suas tradições.

O Japão se disse "profundamente desapontado" com a proibição, mas prometeu cumprir a determinação.

Adaptado. http://www.cartacapital.com.br

De acordo com as informações contidas no texto, assinale V (verdadeiro) e F (falso).

( ) O Japão esconde seu real objetivo comercial sob o disfarce da pesquisa científica.

( ) Conforme o programa Jarpa II, o Japão deve cancelar todas as autorizações de caça a baleia.

( ) Outros países, tais como Noruega e Islândia, são favoráveis à proibição da caça às baleias para fins comerciais.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Corte de Haia proíbe Japão de caçar baleias na Antártida

O Tribunal Internacional de Justiça de Haia determinou que o Japão suspenda a caça às baleias no mar da Antártida, afirmando que Tóquio está desenvolvendo uma atividade comercial camuflada de investigação científica.

"O Japão deve revogar todas as autorizações e licenças no quadro do Jarpa II (programa japonês de caça à baleia na Antártida) e deixar de conceder novas autorizações em nome do programa", disse o juiz Peter Tomka, presidente do órgão judicial máximo da ONU.

Considerando _____ Tóquio não está respeitando uma moratória _____ proíbe a caça à baleia, a não ser _____ a prática se destine a fins científicos, os australianos pediram ao tribunal que ordenasse o fim do programa Jarpa II. O Japão, segundo argumentam, teria caçado mais de 10 mil baleias desde 1988.

A Comissão Baleeira Internacional decretou uma proibição à caça comercial à baleia em 1986. O Japão assinou a moratória, mas continuou caçando, alegando fins científicos. E nunca fez segredo de que a carne dos animais abatidos é consumida e apreciada pelos japoneses.

De acordo com a entidade ambientalista Sea Shepherd, a proibição da caça às baleias pelos japoneses na Antártida é crucial para a sobrevivência dos mamíferos marinhos na região. Além do Japão, Noruega e Islândia também defendem a prática. Eles desrespeitam a moratória alegando que a atividade faz parte de suas tradições.

O Japão se disse "profundamente desapontado" com a proibição, mas prometeu cumprir a determinação.

Adaptado. http://www.cartacapital.com.br

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do 3º parágrafo do texto:

 

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