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Foram encontradas 70 questões.

531949 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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Um recipiente com a forma de um cone circular reto de eixo vertical recebe água na razão constante de 1 cm3/s. A altura do cone mede 24 cm, e o raio de sua base mede 3 cm.

Conforme ilustra a imagem, a altura h do nível da água no recipiente varia em função do tempo t em que a torneira fica aberta. A medida de h corresponde à distância entre o vértice do cone e a superfície livre do líquido.

enunciado 1990209-1

Admitindo !$ \pi=3 !$, a equação que relaciona a altura h, em centímetros, e o tempo t, em segundos, é representada por:

 

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530369 Ano: 2014
Disciplina: Física
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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Considere um corpo sólido de volume V. Ao flutuar em água, o volume de sua parte submersa é igual a !$ \large{V \over 8} !$; quando colocado em óleo, esse volume passa a valer !$ \large{V \over 6} !$.

Com base nessas informações, conclui-se que a razão entre a densidade do óleo e a da água corresponde a:

 

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528269 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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enunciado 1989785-1

A pintura histórica alcançou no século XIX importante lugar no projeto político do Segundo Reinado. Esse gênero artístico mantinha intenso diálogo com a produção do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Por meio da pintura histórica, forjou-se um passado épico e monumental, em que toda a população pudesse se sentir representada nos eventos gloriosos da história nacional. O trabalho de Araújo Porto-Alegre como crítico de arte e diretor da Academia Imperial de Belas Artes possibilitou a visibilidade da pintura histórica com seus pintores oficiais, Pedro Américo e Victor Meirelles. Isis Pimentel de Castro

Adaptado de periodicos.ufsc.br.

Considerando as imagens das telas e as informações do texto, as pinturas históricas para o governo do Segundo Reinado tinham a função essencial de:

 

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528186 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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The Genre of Autobiography and Autofiction

Derived from three Greek words meaning “self”, “life” and “write”, autobiography is a style of writing that has been around nearly as long as history has been recorded. Yet, autobiography was not classified as a genre within itself until the late eighteenth century.

In his book, Inside out, E. Stuart Bates offers a functional definition of autobiography as “a narrative of the past of a person by the person concerned”. That definition, however, is too broad for some literary critics. Many, such as Philippe Lejeune, wish to define the genre more narrowly: “(a) retrospective prose narrative produced by a real person concerning his own existence, focusing on his individual life, in particular on the development of his personality”.

Despite disagreements concerning how inclusive the category of autobiography should be, there are characteristics that are common to the majority of autobiographical works. These features are the grammatical perspective of the work, the identity of the self, selfreflection and introspection.

Most autobiographies are written from the first person singular perspective. The author, the narrator and the protagonist must share a common identity for the work to be considered an autobiography. This common identity could be similar, but is not identical. The self that the author constructs becomes a character within the story that may not be a completely factual representation of the author’s actual past self.

In their book The voice within, Roger Porter and H. R. Wolf state that “truth is a highly subjective matter, and no autobiographer can represent exactly what happened back then, any more than a historian can definitively describe the real truth of the past”.

Because the author cannot describe events objectively, even the most accurate autobiographies have fictional elements. The blurring of fiction and truth characteristic of autobiography has even led to the creation of a subdivision within the genre of autobiography that deals with fictionalized self-accounts. For this style of writing that blends characteristics of both fiction and autobiography, Serge Doubrovsky coined the literary term “autofiction”.

The difference between traditional autobiography and the genre of autofiction is that autobiographers are attempting to depict their real life, while writers of autofiction are only basing their work upon real experiences. Writers of autofiction are not expected to be as historically accurate as possible as autobiographers are. According to Alex Hughes, authors of autofiction are saying “this is me and this is not me”. This sums up autofiction. Autofiction draws from the life of the writer with the addition of fictional elements to make the work more than just a life story.

Autobiography is a popular genre. Writers of memoirs and life stories never lack an audience. People are interested in the actual lives of others and want to know about others’ pasts and feelings and desires. Autobiography is a way to organize the story of a life and reflect on the past in order to better understand the present.

hubpages.com

This sums up autofiction.

The underlined pronoun refers to:

 

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509981 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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BEM NO FUNDO

no fundo, no fundo,
bem lá no fundo,
a gente gostaria
de ver nossos problemas
resolvidos por decreto

a partir desta data,
aquela mágoa sem remédio
é considerada nula
e sobre ela − silêncio perpétuo

extinto por lei todo o remorso,
maldito seja quem olhar pra trás,
lá pra trás não há nada,
e nada mais

mas problemas não se resolvem,
problemas têm família grande,
e aos domingos saem todos a passear
o problema, sua senhora
e outros pequenos probleminhas

Paulo Leminski Toda poesia. São Paulo: Cia. das Letras, 2013.

O poeta emprega dois termos diferentes para se aproximar do leitor: a gente (v. 3) e nossos (v. 4).

O emprego de tais termos produz, em relação à percepção de mundo, o sentido de:

 

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509565 Ano: 2014
Disciplina: História
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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Big Science (Grande Ciência) é um tipo de pesquisa científica realizado por grupos numerosos de cientistas e técnicos, com instrumentos e insumos em larga escala, financiados por fundos governamentais e por agências internacionais. No momento de seu surgimento, durante a Segunda Guerra Mundial e nos anos da Guerra Fria, a Big Science integrou esforços econômicos e políticos do governo dos E.U.A. visando à segurança nacional.

Adaptado de global.britannica.com.

O apoio a projetos de Big Science pelo governo dos E.U.A., no contexto da Guerra Fria, esteve diretamente relacionado ao desenvolvimento do seguinte aspecto:

 

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507480 Ano: 2014
Disciplina: Francês (Língua Francesa)
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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L’écriture autofictionnelle

Le terme d’autofiction est un néologisme apparu en 1977, sous la plume de l’écrivain Serge Doubrovsky, qui l’a employé sur la couverture de son livre Fils. Ce néologisme a connu depuis un succès grandissantA) aussi bien chez les écrivains que dans la critique. Il est intéressant de remarquer que la paternité du terme revient à quelqu’un qui a été à la fois un critique universitaire français enseignant à New York et un écrivain menant une carrière littéraire (après Fils, il a publié une suite de livres d’inspiration autobiographique).

Cette double obédience, universitaire et littéraire, me paraît significative de l’esprit dans lequel cette notion d’autofiction a été forgée. On pourrait dire qu’il s’agit d’une mise en question savante de la pratique naïve de l’autobiographie.B) La possibilité d’une sincérité ou d’une vérité de l’autobiographie s’est trouvée radicalement mise en doute à la lumière de l’analyse du récit et d’un ensemble de réflexions critiques touchant à l’autobiographie et au langage. A la suite de Doubrovsky, d’autres écrivains-professeurs, comme Alain Robbe- Grillet, ont écrit des autofictions dans lesquelles ils soumettaient leur propre biographie au crible de leur savoir critique. Encore récemment, en 1996, des réflexions théoriques sur l’autofiction ont été élaborées par Marie Darrieussecq qui est à la fois une universitaire et une romancière à succès, auteure notamment du roman Truismes.

Il faut cependant reconnaître que la notion d’autofiction est sortie des cercles intellectuelsC) et qu’elle s’est vulgarisée. Comme le mot est depuis une dizaine d’années très répandu, on se demande ce qu’il signifie exactement. On peut d’abord remarquer que c’est ce qu’on appelle un mot-valise, suggérant une synthèse de l’autobiographie et de la fiction. Mais la nature exacte de cette synthèse est sujette à des interprétations très diverses.

Dans tous les cas, l’autofiction apparaît comme un détournement fictif de l’autobiographie. Mais selon un premier type de définition, stylistique, la métamorphose de l’autobiographie en autofiction tient à certains effets découlant du type de langage employé. Selon un second type de définition, référentielle, l’autobiographie se transforme en autofiction en fonction de son contenu, et du rapport de ce contenu à la réalité.

Nombreux sont les critiques à avoir relevé le caractère impur du genre autofictionnel. Jacques Lecarme le qualifie ainsi plaisamment de mauvais genre. Gérard Genette ne lui concède une existence que du bout des lèvres.D) Et plus récemment, Marie Darrieussecq le présente comme un genre pas sérieux. Mais elle veut donner un sens précis à cette expression. Par pas sérieux, Marie Darrieussecq entend désigner le caractère contradictoire de l’autofiction: si l’auteur d’autofiction affirme que ce qu’il raconte est vrai, il met en garde le lecteur contre une adhésion à cette croyance. Dès lors, tous les éléments du récit pivotent entre valeur factuelle et valeur fictive, sans que le lecteur puisse trancher entre les deux.

Ce non sérieux veut cependant sérieusement mettre en doute la vérité naïve de l’autobiographie. Il plaide pour le caractère indécidable de la vérité d’une vie, qui se laisse peut-être mieux saisir dans les détours de la transposition fictionnelle que dans la maîtrise d’un récit ordonné et prétendument fidèle.

Laurent Jenny Adaptado de unige.ch.

La récente vulgarisation de l’autofiction favorise le débat sur ses points positifs et négatifs.

L’extrait qui présente une image négative de l’autofiction est:

 

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478501 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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BEM NO FUNDO

no fundo, no fundo,
bem lá no fundo,
a gente gostaria
de ver nossos problemas
resolvidos por decreto

a partir desta data,
aquela mágoa sem remédio
é considerada nula
e sobre ela − silêncio perpétuo

extinto por lei todo o remorso,
maldito seja quem olhar pra trás,
lá pra trás não há nada,
e nada mais

mas problemas não se resolvem,
problemas têm família grande,
e aos domingos saem todos a passear
o problema, sua senhora
e outros pequenos probleminhas

Paulo Leminski
Toda poesia. São Paulo: Cia. das Letras, 2013.

no fundo, no fundo,

bem lá no fundo, (v. 1-2)

Nesses versos iniciais do poema, a repetição de palavras e o emprego do vocábulo “bem” produzem um efeito de:

 

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473996 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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É MENINA

É menina, que coisa mais fofa, parece com o pai, parece com a mãe, parece um joelho, upa, upa, não chora, isso é choro de fome, isso é choro de sono, isso é choro de chata, choro de menina, igualzinha à mãe, achou, sumiu, achou, não faz pirraça, coitada, tem que deixar chorar, vocês fazem tudo o que ela quer, isso vai crescer mimada, eu queria essa vida pra mim, dormir e mamar, aproveita enquanto ela ainda não engatinha, isso daí quando começa a andar é um inferno, daqui a pouco começa a falar, daí não para mais, ela precisa é de um irmão, foi só falar, olha só quem vai ganhar um irmãozinho, tomara que seja menino pra formar um casal, ela tá até mais quieta depois que ele nasceu, parece que ela cuida dele, esses dois vão ser inseparáveis, ela deve morrer de ciúmes, ele já nasceu falante, menino é outra coisa, desde que ele nasceu parece que ela cresceu, já tá uma menina, quando é que vai pra creche, ela não larga dessa boneca por nada, já podia ser mãe, já sabe escrever o nomezinho, quantos dedos têm aqui, qual é a sua princesa da Disney preferida, quem você prefere, o papai ou a mamãe, quem é o seu namoradinho, quem é o seu príncipe da Disney preferido, já se maquia nessa idade, é apaixonada pelo pai, cadê o Ken, daqui a pouco vira mocinha, eu te peguei no colo, só falta ficar mais alta que eu, finalmente largou a boneca, já tava na hora, agora deve tá pensando besteira, soube que virou mocinha, ganhou corpo, tenho uma dieta boa pra você, a dieta do ovo, a dieta do tipo sanguíneo, a dieta da água gelada, essa barriga só resolve com cinta, que corpão, essa menina é um perigo, vai ter que voltar antes de meia-noite, o seu irmão é diferente, menino é outra coisa, vai pela sombra, não sorri pro porteiro, não sorri pro pedreiro, quem é esse menino, se o seu pai descobrir, ele te mata, esse menino é filho de quem, cuidado que homem não presta, não pode dar confiança, não vai pra casa dele, homem gosta é de mulher difícil, tem que se dar valor, homem é tudo igual, segura esse homem, não fuxica, não mexe nas coisas dele, tem coisa que é melhor a gente não saber, não pergunta demais que ele te abandona, o que os olhos não veem o coração não sente, quando é que vão casar, ele tá te enrolando, morar junto é casar, quando é que vão ter filho, ele tá te enrolando, barriga pontuda deve ser menina, é menina.

Gregorio Duvivier Folha de São Paulo, 16/09/2013.

vai ter que voltar antes de meia-noite, o seu irmão é diferente, menino é outra coisa,

O fragmento reproduz falas que apontam uma diferença entre meninos e meninas.

Essa diferença se verifica em relação ao seguinte aspecto:

 

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473924 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
Provas:

enunciado 1986352-1

Fernando Gonsales Folha de São Paulo, 18/07/2013

Diante do estranhamento de um dos personagens no primeiro quadrinho, o outro explica a própria fala no segundo quadrinho.

Essa explicação configura um recurso conhecido como:

 

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