Foram encontradas 54 questões.
Considerando que o conjunto A possui 5 elementos e o conjunto B, 8 elementos, podemos afirmar que a quantidade de funções injetoras f:A → B que podemos formar é:
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Sejam \( a \) e \( β \), respectivamente, os determinantes das matrizes não singulares:
\( \begin{bmatrix} x & y \\ z & w \end{bmatrix} e \begin{bmatrix} -4x & -3z \\ 4y & 3w \end{bmatrix} \)
Logo, a razão \( β/a \) é igual a:
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Considere a figura a seguir para responder à questão

Disponível em: https://www.facebook.com/PequenasDicasDePortugues/posts/pfbid0n2bvMJgTXra
DmW8LTzJsGGYpqCJnfwP3uP8SDBbBJPo255nHc7dDBdTSXT65HvdWl.
Acesso em: 17/06/2023.
Quanto aos aspectos do sistema sonoro do português, é INCORRETO afirmar que:
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Considere a figura a seguir para responder à questão

Disponível em: https://www.facebook.com/PequenasDicasDePortugues/posts/pfbid0n2bvMJgTXra
DmW8LTzJsGGYpqCJnfwP3uP8SDBbBJPo255nHc7dDBdTSXT65HvdWl.
Acesso em: 17/06/2023.
Em relação à figura, é CORRETO dizer que nela:
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Em relação ao período "Os Tarzãs modernos estudaram em Oxford, falam português escorreito, castiço, clássico", é INCORRETO afirmar que:
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Considere o excerto do texto a seguir, da autoria de Rubem Alves, para responder à questão:
TREM
[...] Tem um erro de gramática que me dá arrepios. Quando eu ouço as pessoas dizendo: “Ele pediu pra mim ir lá...”; ou: “Quero silêncio pra mim dormir”, eu penso que o Tarzã se intrometeu demais no português, porque era o Tarzã que não falava “eu”: “Mim ama Jane, mim vai pescar...” Claro, esse era o Tarzã antigo, da roça. Os Tarzãs modernos estudaram em Oxford, falam português escorreito, castiço, clássico. Mas não tem jeito, e já me conformei. Onde já se viu “mim” fazer coisas? “Mim” não faz nada. Errado. “Mim” faz coisas. O povo decretou. É o jeito do povo falar que faz a língua. Eu mesmo me revolto contra o Aurélio. Escrevi: “os anús fazendo seus ruídos característicos...” A revisora me informou que a grafia certa da ave negra é anus, sem acento. Pode ser. Mas não quero que meu leitor se confunda. Por via das dúvidas e a bem da clareza, eu continuo a escrever anús, para que ninguém confunda o passarinho com o orifício terminal dos intestinos.
[...] Fonte: Rubem ALVES: Se eu pudesse viver minha vida novamente [recurso eletrônico]. Campinas, SP: Verus Editora, 2016, p. 64-66. [Edição eletrônica do Kindle].
No período "Eu mesmo me revolto contra o Aurélio", o autor se utilizou da seguinte figura de linguagem:
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Considere o excerto do texto a seguir, da autoria de Rubem Alves, para responder à questão:
TREM
[...] Tem um erro de gramática que me dá arrepios. Quando eu ouço as pessoas dizendo: “Ele pediu pra mim ir lá...”; ou: “Quero silêncio pra mim dormir”, eu penso que o Tarzã se intrometeu demais no português, porque era o Tarzã que não falava “eu”: “Mim ama Jane, mim vai pescar...” Claro, esse era o Tarzã antigo, da roça. Os Tarzãs modernos estudaram em Oxford, falam português escorreito, castiço, clássico. Mas não tem jeito, e já me conformei. Onde já se viu “mim” fazer coisas? “Mim” não faz nada. Errado. “Mim” faz coisas. O povo decretou. É o jeito do povo falar que faz a língua. Eu mesmo me revolto contra o Aurélio. Escrevi: “os anús fazendo seus ruídos característicos...” A revisora me informou que a grafia certa da ave negra é anus, sem acento. Pode ser. Mas não quero que meu leitor se confunda. Por via das dúvidas e a bem da clareza, eu continuo a escrever anús, para que ninguém confunda o passarinho com o orifício terminal dos intestinos.
[...] Fonte: Rubem ALVES: Se eu pudesse viver minha vida novamente [recurso eletrônico]. Campinas, SP: Verus Editora, 2016, p. 64-66. [Edição eletrônica do Kindle].
Em relação aos períodos “Mim” não faz nada e “Mim” faz coisas, é CORRETO afirmar que:
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Considere o excerto do texto a seguir, da autoria de Rubem Alves, para responder à questão:
TREM
[...] Tem um erro de gramática que me dá arrepios. Quando eu ouço as pessoas dizendo: “Ele pediu pra mim ir lá...”; ou: “Quero silêncio pra mim dormir”, eu penso que o Tarzã se intrometeu demais no português, porque era o Tarzã que não falava “eu”: “Mim ama Jane, mim vai pescar...” Claro, esse era o Tarzã antigo, da roça. Os Tarzãs modernos estudaram em Oxford, falam português escorreito, castiço, clássico. Mas não tem jeito, e já me conformei. Onde já se viu “mim” fazer coisas? “Mim” não faz nada. Errado. “Mim” faz coisas. O povo decretou. É o jeito do povo falar que faz a língua. Eu mesmo me revolto contra o Aurélio. Escrevi: “os anús fazendo seus ruídos característicos...” A revisora me informou que a grafia certa da ave negra é anus, sem acento. Pode ser. Mas não quero que meu leitor se confunda. Por via das dúvidas e a bem da clareza, eu continuo a escrever anús, para que ninguém confunda o passarinho com o orifício terminal dos intestinos.
[...] Fonte: Rubem ALVES: Se eu pudesse viver minha vida novamente [recurso eletrônico]. Campinas, SP: Verus Editora, 2016, p. 64-66. [Edição eletrônica do Kindle].
Em relação ao período "Tem um erro de gramática que me dá arrepios", é CORRETO afirmar que:
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Leia o excerto a seguir, extraído do livro “Cem dias entre céu e mar”, de autoria de Amyr Klink, antes de responder à questão, elaboradas a partir dele:
QUERER
Rosa era seu nome e – como a mulher dos meus sonhos, aquela de quem nunca saberei todos os segredos e para quem sempre terei uma história nova – era misteriosa, elegante, cheia de enigmas. Suas linhas perfeitas escondiam-lhe muito bem a idade. Muito se contava a seu respeito. Grandes aventuras, viagens perigosas. Todos na ilha a conheciam.
Não resisti, e fui ter com ela. E, desde a hora em que deitei os olhos em suas doces curvas, não descansei mais até que fosse minha. Pertencia a um velho pescador, e não foi fácil fazê-lo entender essa súbita paixão.
Rosa IX, linda e encantadora canoa de nobre madeira, o caubi, nove metros talhados de uma única tora, linhas perfeitas, traço fino, estilo apurado, um verdadeiro caso de amor. Foi no Natal de 1977, na ilha de Santo Amaro, e, fechado o negócio, eu nem pensara em como levá-la até Paraty. Fomos juntos, por mar, e vivi então a minha primeira travessia, a sós, por dois dias e uma noite.
Não mudei o seu nome quando fui registrá-la porque creio que todo barco adquire uma certa personalidade com o nome de batismo, especialmente uma canoa. [...]
Fonte: KLINK, Amyr. Cem dias entre céu e mar. Companhia de Bolso, 2005.
No trecho "Não mudei o seu nome quando fui registrá-la porque creio que todo barco adquire uma certa personalidade com o nome de batismo", é CORRETO afirmar que o autor:
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Leia o excerto a seguir, extraído do livro “Cem dias entre céu e mar”, de autoria de Amyr Klink, antes de responder à questão, elaboradas a partir dele:
QUERER
Rosa era seu nome e – como a mulher dos meus sonhos, aquela de quem nunca saberei todos os segredos e para quem sempre terei uma história nova – era misteriosa, elegante, cheia de enigmas. Suas linhas perfeitas escondiam-lhe muito bem a idade. Muito se contava a seu respeito. Grandes aventuras, viagens perigosas. Todos na ilha a conheciam.
Não resisti, e fui ter com ela. E, desde a hora em que deitei os olhos em suas doces curvas, não descansei mais até que fosse minha. Pertencia a um velho pescador, e não foi fácil fazê-lo entender essa súbita paixão.
Rosa IX, linda e encantadora canoa de nobre madeira, o caubi, nove metros talhados de uma única tora, linhas perfeitas, traço fino, estilo apurado, um verdadeiro caso de amor. Foi no Natal de 1977, na ilha de Santo Amaro, e, fechado o negócio, eu nem pensara em como levá-la até Paraty. Fomos juntos, por mar, e vivi então a minha primeira travessia, a sós, por dois dias e uma noite.
Não mudei o seu nome quando fui registrá-la porque creio que todo barco adquire uma certa personalidade com o nome de batismo, especialmente uma canoa. [...]
Fonte: KLINK, Amyr. Cem dias entre céu e mar. Companhia de Bolso, 2005.
Quanto aos aspectos linguísticos morfossintáticos, é INCORRETO afirmar que:
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