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- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
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Ao me visitar, uma amiga trouxe um vinho e o livro
“A minha mãe é a minha filha”, de Valter Hugo
Mãe. Uma edição minúscula, menos de
páginas, que trata sobre a relação do autor com
sua progenitora. Minúscula no tamanho, claro,
pois o assunto é da maior grandeza.
Minha amiga e eu estamos passando pela mesma
situação: nossas mães, que tão bem nos cuidaram
na infância e na adolescência, agora precisam
segurar na nossa mão para atravessar essa rua
assustadora chamada velhice. Valter Hugo Mãe é
só doçura em seu texto e faz tudo parecer um
piquenique no parque com a matriarca. De fato,
que oportunidade fabulosa de ficarmos mais
próximos delas e retribuir o tanto que fizeram por
nós.
Na prática, porém, é um tsunami, que o digam as
mulheres na faixa dos 50 e 60 que tinham outros
planos.
Em tese, perfeito: os papéis se invertem, o ciclo se
fecha e o amor vence no final.
Ninguém deseja, aos 60 anos, já ter perdido os
pais. Quem tem a sorte de ainda tê-los, sabe que
eles, depois dos 80, correm riscos atrás de um
volante, mal conseguem caminhar sozinhos e a
ida ao mercado vira um passeio na selva. Não
todos: muitos mantêm-se autônomos, mesmo em
idade avançada. Cada pessoa tem seu próprio
prazo de validade, e é um privilégio quando se
consegue chegar tão longe sem depender dos
outros. Mas não é a norma.
Dezenas de perguntas nos invadem. Terapeutas,
acudam. Amor existe de sobra, mas com pitadas
de impaciência, tempero que não é bem-vindo
nesta receita. Por enquanto, um elemento tem
facilitado a jornada dos Medeiros: o bom humor.
Minha família nunca foi de fazer drama. Vamos
rindo enquanto dá para rir, e assim todos se
ajudam. Talvez esteja aí a beleza do caos:
reconhecer que todos os envolvidos precisam de
ajuda, e vivenciar a troca de papéis com a leveza
necessária, sem ficar apostando em quem vai pirar
primeiro.
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Ao me visitar, uma amiga trouxe um vinho e o livro
“A minha mãe é a minha filha”, de Valter Hugo
Mãe. Uma edição minúscula, menos de
páginas, que trata sobre a relação do autor com
sua progenitora. Minúscula no tamanho, claro,
pois o assunto é da maior grandeza.
Minha amiga e eu estamos passando pela mesma
situação: nossas mães, que tão bem nos cuidaram
na infância e na adolescência, agora precisam
segurar na nossa mão para atravessar essa rua
assustadora chamada velhice. Valter Hugo Mãe é
só doçura em seu texto e faz tudo parecer um
piquenique no parque com a matriarca. De fato,
que oportunidade fabulosa de ficarmos mais
próximos delas e retribuir o tanto que fizeram por
nós.
Na prática, porém, é um tsunami, que o digam as
mulheres na faixa dos 50 e 60 que tinham outros
planos.
Em tese, perfeito: os papéis se invertem, o ciclo se
fecha e o amor vence no final.
Ninguém deseja, aos 60 anos, já ter perdido os
pais. Quem tem a sorte de ainda tê-los, sabe que
eles, depois dos 80, correm riscos atrás de um
volante, mal conseguem caminhar sozinhos e a
ida ao mercado vira um passeio na selva. Não
todos: muitos mantêm-se autônomos, mesmo em
idade avançada. Cada pessoa tem seu próprio
prazo de validade, e é um privilégio quando se
consegue chegar tão longe sem depender dos
outros. Mas não é a norma.
Dezenas de perguntas nos invadem. Terapeutas,
acudam. Amor existe de sobra, mas com pitadas
de impaciência, tempero que não é bem-vindo
nesta receita. Por enquanto, um elemento tem
facilitado a jornada dos Medeiros: o bom humor.
Minha família nunca foi de fazer drama. Vamos
rindo enquanto dá para rir, e assim todos se
ajudam. Talvez esteja aí a beleza do caos:
reconhecer que todos os envolvidos precisam de
ajuda, e vivenciar a troca de papéis com a leveza
necessária, sem ficar apostando em quem vai pirar
primeiro.
“Cada pessoa tem seu próprio prazo de validade, e é um privilégio quando se consegue chegar tão longe sem depender dos outros. Mas não é a norma.” (Linhas 28-31)
No enunciado “e é um privilégio quando se consegue chegar tão longe sem depender dos outros” (Linhas 29-31), o emprego do “se” indica:
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Ao me visitar, uma amiga trouxe um vinho e o livro
“A minha mãe é a minha filha”, de Valter Hugo
Mãe. Uma edição minúscula, menos de
páginas, que trata sobre a relação do autor com
sua progenitora. Minúscula no tamanho, claro,
pois o assunto é da maior grandeza.
Minha amiga e eu estamos passando pela mesma
situação: nossas mães, que tão bem nos cuidaram
na infância e na adolescência, agora precisam
segurar na nossa mão para atravessar essa rua
assustadora chamada velhice. Valter Hugo Mãe é
só doçura em seu texto e faz tudo parecer um
piquenique no parque com a matriarca. De fato,
que oportunidade fabulosa de ficarmos mais
próximos delas e retribuir o tanto que fizeram por
nós.
Na prática, porém, é um tsunami, que o digam as
mulheres na faixa dos 50 e 60 que tinham outros
planos.
Em tese, perfeito: os papéis se invertem, o ciclo se
fecha e o amor vence no final.
Ninguém deseja, aos 60 anos, já ter perdido os
pais. Quem tem a sorte de ainda tê-los, sabe que
eles, depois dos 80, correm riscos atrás de um
volante, mal conseguem caminhar sozinhos e a
ida ao mercado vira um passeio na selva. Não
todos: muitos mantêm-se autônomos, mesmo em
idade avançada. Cada pessoa tem seu próprio
prazo de validade, e é um privilégio quando se
consegue chegar tão longe sem depender dos
outros. Mas não é a norma.
Dezenas de perguntas nos invadem. Terapeutas,
acudam. Amor existe de sobra, mas com pitadas
de impaciência, tempero que não é bem-vindo
nesta receita. Por enquanto, um elemento tem
facilitado a jornada dos Medeiros: o bom humor.
Minha família nunca foi de fazer drama. Vamos
rindo enquanto dá para rir, e assim todos se
ajudam. Talvez esteja aí a beleza do caos:
reconhecer que todos os envolvidos precisam de
ajuda, e vivenciar a troca de papéis com a leveza
necessária, sem ficar apostando em quem vai pirar
primeiro.
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Ao me visitar, uma amiga trouxe um vinho e o livro
“A minha mãe é a minha filha”, de Valter Hugo
Mãe. Uma edição minúscula, menos de
páginas, que trata sobre a relação do autor com
sua progenitora. Minúscula no tamanho, claro,
pois o assunto é da maior grandeza.
Minha amiga e eu estamos passando pela mesma
situação: nossas mães, que tão bem nos cuidaram
na infância e na adolescência, agora precisam
segurar na nossa mão para atravessar essa rua
assustadora chamada velhice. Valter Hugo Mãe é
só doçura em seu texto e faz tudo parecer um
piquenique no parque com a matriarca. De fato,
que oportunidade fabulosa de ficarmos mais
próximos delas e retribuir o tanto que fizeram por
nós.
Na prática, porém, é um tsunami, que o digam as
mulheres na faixa dos 50 e 60 que tinham outros
planos.
Em tese, perfeito: os papéis se invertem, o ciclo se
fecha e o amor vence no final.
Ninguém deseja, aos 60 anos, já ter perdido os
pais. Quem tem a sorte de ainda tê-los, sabe que
eles, depois dos 80, correm riscos atrás de um
volante, mal conseguem caminhar sozinhos e a
ida ao mercado vira um passeio na selva. Não
todos: muitos mantêm-se autônomos, mesmo em
idade avançada. Cada pessoa tem seu próprio
prazo de validade, e é um privilégio quando se
consegue chegar tão longe sem depender dos
outros. Mas não é a norma.
Dezenas de perguntas nos invadem. Terapeutas,
acudam. Amor existe de sobra, mas com pitadas
de impaciência, tempero que não é bem-vindo
nesta receita. Por enquanto, um elemento tem
facilitado a jornada dos Medeiros: o bom humor.
Minha família nunca foi de fazer drama. Vamos
rindo enquanto dá para rir, e assim todos se
ajudam. Talvez esteja aí a beleza do caos:
reconhecer que todos os envolvidos precisam de
ajuda, e vivenciar a troca de papéis com a leveza
necessária, sem ficar apostando em quem vai pirar
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Texto 3
VEJA O MANUAL PRÁTICO DE VIRAR 'MÃE DA SUA MÃE'
Martha Medeiros
Ao me visitar, uma amiga trouxe um vinho e o livro
“A minha mãe é a minha filha”, de Valter Hugo
Mãe. Uma edição minúscula, menos de
páginas, que trata sobre a relação do autor com
sua progenitora. Minúscula no tamanho, claro,
pois o assunto é da maior grandeza.
Minha amiga e eu estamos passando pela mesma
situação: nossas mães, que tão bem nos cuidaram
na infância e na adolescência, agora precisam
segurar na nossa mão para atravessar essa rua
assustadora chamada velhice. Valter Hugo Mãe é
só doçura em seu texto e faz tudo parecer um
piquenique no parque com a matriarca. De fato,
que oportunidade fabulosa de ficarmos mais
próximos delas e retribuir o tanto que fizeram por
nós.
Na prática, porém, é um tsunami, que o digam as
mulheres na faixa dos 50 e 60 que tinham outros
planos.
Em tese, perfeito: os papéis se invertem, o ciclo se
fecha e o amor vence no final.
Ninguém deseja, aos 60 anos, já ter perdido os
pais. Quem tem a sorte de ainda tê-los, sabe que
eles, depois dos 80, correm riscos atrás de um
volante, mal conseguem caminhar sozinhos e a
ida ao mercado vira um passeio na selva. Não
todos: muitos mantêm-se autônomos, mesmo em
idade avançada. Cada pessoa tem seu próprio
prazo de validade, e é um privilégio quando se
consegue chegar tão longe sem depender dos
outros. Mas não é a norma.
Dezenas de perguntas nos invadem. Terapeutas,
acudam. Amor existe de sobra, mas com pitadas
de impaciência, tempero que não é bem-vindo
nesta receita. Por enquanto, um elemento tem
facilitado a jornada dos Medeiros: o bom humor.
Minha família nunca foi de fazer drama. Vamos
rindo enquanto dá para rir, e assim todos se
ajudam. Talvez esteja aí a beleza do caos:
reconhecer que todos os envolvidos precisam de
ajuda, e vivenciar a troca de papéis com a leveza
necessária, sem ficar apostando em quem vai pirar
primeiro.
Disponível em https://oglobo.globo.com/ela/marthamedeiros/coluna/2025/04/veja-o-manual-pratico-de-virar-mae-dasua-mae.ghtml.Acesso em: 07 maio 2025. Fragmento adaptado.
“Ao me visitar, uma amiga trouxe um vinho e o livro ‘A minha mãe é a minha filha’, de Valter Hugo Mãe. Uma edição minúscula, menos de 50 páginas, que trata sobre a relação do autor com sua progenitora. Minúscula no tamanho, claro, pois o assunto é da maior grandeza.” (Linhas 1-6)
No trecho, é exemplo de recurso linguístico próprio de retomada coesiva o emprego de
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