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Foram encontradas 55 questões.

Considerando o que prevê a Constituição Federal acerca dos princípios fundamentais, é correto afirmar que um dos fundamentos da República Federativa do Brasil é
 

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Considere que um servidor público da administração autárquica federal, ocupante de cargo público efetivo, tenha sido eleito para um mandato eletivo federal. Nesse caso, de acordo com o que dispõe a Constituição Federal, no exercício do mandato o referido servidor:
 

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Segundo as Regras Deontológicas contidas no Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto nº 1.171/1994), o servidor público não poderá jamais desprezar o elemento ético de sua conduta. Assim, ele terá que decidir, principalmente, entre
 

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A pluralidade de ideias, o respeito às divergências, a publicidade do exercício do poder e a certeza de que o poder será acessível a todos e exercido de forma precária e transitória, são características do(a)
 

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Visando a um atendimento de excelência, o ordenamento jurídico brasileiro dispõe de diversos mecanismos para garantir a eficiência e o controle da qualidade do serviço público prestado. Assim, para evitar a morosidade e a ineficiência nos processos, é assegurado ao administrado
 

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Texto 2
VEJA O MANUAL PRÁTICO DE VIRAR 'MÃE DA SUA MÃE'
Martha Medeiros

Ao me visitar, uma amiga trouxe um vinho e o livro

“A minha mãe é a minha filha”, de Valter Hugo

Mãe. Uma edição minúscula, menos de

páginas, que trata sobre a relação do autor com

sua progenitora. Minúscula no tamanho, claro,

pois o assunto é da maior grandeza.

Minha amiga e eu estamos passando pela mesma

situação: nossas mães, que tão bem nos cuidaram

na infância e na adolescência, agora precisam

segurar na nossa mão para atravessar essa rua

assustadora chamada velhice. Valter Hugo Mãe é

só doçura em seu texto e faz tudo parecer um

piquenique no parque com a matriarca. De fato,

que oportunidade fabulosa de ficarmos mais

próximos delas e retribuir o tanto que fizeram por

nós.

Na prática, porém, é um tsunami, que o digam as

mulheres na faixa dos 50 e 60 que tinham outros

planos.

Em tese, perfeito: os papéis se invertem, o ciclo se

fecha e o amor vence no final.

Ninguém deseja, aos 60 anos, já ter perdido os

pais. Quem tem a sorte de ainda tê-los, sabe que

eles, depois dos 80, correm riscos atrás de um

volante, mal conseguem caminhar sozinhos e a

ida ao mercado vira um passeio na selva. Não

todos: muitos mantêm-se autônomos, mesmo em

idade avançada. Cada pessoa tem seu próprio

prazo de validade, e é um privilégio quando se

consegue chegar tão longe sem depender dos

outros. Mas não é a norma.

Dezenas de perguntas nos invadem. Terapeutas,

acudam. Amor existe de sobra, mas com pitadas

de impaciência, tempero que não é bem-vindo

nesta receita. Por enquanto, um elemento tem

facilitado a jornada dos Medeiros: o bom humor.

Minha família nunca foi de fazer drama. Vamos

rindo enquanto dá para rir, e assim todos se

ajudam. Talvez esteja aí a beleza do caos:

reconhecer que todos os envolvidos precisam de

ajuda, e vivenciar a troca de papéis com a leveza

necessária, sem ficar apostando em quem vai pirar

primeiro.

Disponível em https://oglobo.globo.com/ela/marthamedeiros/coluna/2025/04/veja-o-manual-pratico-de-virar-mae-da-suamae.ghtml Acesso em: 07 maio 2025. Fragmento adaptado. 
Considerando o enunciado “Na prática, porém, é um tsunami...” (Linha 17), assinale a opção em que a troca do conectivo MANTÉM o sentido do texto:
 

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Texto 2
VEJA O MANUAL PRÁTICO DE VIRAR 'MÃE DA SUA MÃE'
Martha Medeiros

Ao me visitar, uma amiga trouxe um vinho e o livro

“A minha mãe é a minha filha”, de Valter Hugo

Mãe. Uma edição minúscula, menos de

páginas, que trata sobre a relação do autor com

sua progenitora. Minúscula no tamanho, claro,

pois o assunto é da maior grandeza.

Minha amiga e eu estamos passando pela mesma

situação: nossas mães, que tão bem nos cuidaram

na infância e na adolescência, agora precisam

segurar na nossa mão para atravessar essa rua

assustadora chamada velhice. Valter Hugo Mãe é

só doçura em seu texto e faz tudo parecer um

piquenique no parque com a matriarca. De fato,

que oportunidade fabulosa de ficarmos mais

próximos delas e retribuir o tanto que fizeram por

nós.

Na prática, porém, é um tsunami, que o digam as

mulheres na faixa dos 50 e 60 que tinham outros

planos.

Em tese, perfeito: os papéis se invertem, o ciclo se

fecha e o amor vence no final.

Ninguém deseja, aos 60 anos, já ter perdido os

pais. Quem tem a sorte de ainda tê-los, sabe que

eles, depois dos 80, correm riscos atrás de um

volante, mal conseguem caminhar sozinhos e a

ida ao mercado vira um passeio na selva. Não

todos: muitos mantêm-se autônomos, mesmo em

idade avançada. Cada pessoa tem seu próprio

prazo de validade, e é um privilégio quando se

consegue chegar tão longe sem depender dos

outros. Mas não é a norma.

Dezenas de perguntas nos invadem. Terapeutas,

acudam. Amor existe de sobra, mas com pitadas

de impaciência, tempero que não é bem-vindo

nesta receita. Por enquanto, um elemento tem

facilitado a jornada dos Medeiros: o bom humor.

Minha família nunca foi de fazer drama. Vamos

rindo enquanto dá para rir, e assim todos se

ajudam. Talvez esteja aí a beleza do caos:

reconhecer que todos os envolvidos precisam de

ajuda, e vivenciar a troca de papéis com a leveza

necessária, sem ficar apostando em quem vai pirar

primeiro.

Disponível em https://oglobo.globo.com/ela/marthamedeiros/coluna/2025/04/veja-o-manual-pratico-de-virar-mae-da-suamae.ghtml Acesso em: 07 maio 2025. Fragmento adaptado. 
Leia o fragmento seguinte para responder à questão:

“Cada pessoa tem seu próprio prazo de validade, e é um privilégio quando se consegue chegar tão longe sem depender dos outros. Mas não é a norma.” (Linhas 28-31)

No enunciado “e é um privilégio quando se consegue chegar tão longe sem depender dos outros” (Linhas 29-31), o emprego do “se” indica:
 

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Texto 2
VEJA O MANUAL PRÁTICO DE VIRAR 'MÃE DA SUA MÃE'
Martha Medeiros

Ao me visitar, uma amiga trouxe um vinho e o livro

“A minha mãe é a minha filha”, de Valter Hugo

Mãe. Uma edição minúscula, menos de

páginas, que trata sobre a relação do autor com

sua progenitora. Minúscula no tamanho, claro,

pois o assunto é da maior grandeza.

Minha amiga e eu estamos passando pela mesma

situação: nossas mães, que tão bem nos cuidaram

na infância e na adolescência, agora precisam

segurar na nossa mão para atravessar essa rua

assustadora chamada velhice. Valter Hugo Mãe é

só doçura em seu texto e faz tudo parecer um

piquenique no parque com a matriarca. De fato,

que oportunidade fabulosa de ficarmos mais

próximos delas e retribuir o tanto que fizeram por

nós.

Na prática, porém, é um tsunami, que o digam as

mulheres na faixa dos 50 e 60 que tinham outros

planos.

Em tese, perfeito: os papéis se invertem, o ciclo se

fecha e o amor vence no final.

Ninguém deseja, aos 60 anos, já ter perdido os

pais. Quem tem a sorte de ainda tê-los, sabe que

eles, depois dos 80, correm riscos atrás de um

volante, mal conseguem caminhar sozinhos e a

ida ao mercado vira um passeio na selva. Não

todos: muitos mantêm-se autônomos, mesmo em

idade avançada. Cada pessoa tem seu próprio

prazo de validade, e é um privilégio quando se

consegue chegar tão longe sem depender dos

outros. Mas não é a norma.

Dezenas de perguntas nos invadem. Terapeutas,

acudam. Amor existe de sobra, mas com pitadas

de impaciência, tempero que não é bem-vindo

nesta receita. Por enquanto, um elemento tem

facilitado a jornada dos Medeiros: o bom humor.

Minha família nunca foi de fazer drama. Vamos

rindo enquanto dá para rir, e assim todos se

ajudam. Talvez esteja aí a beleza do caos:

reconhecer que todos os envolvidos precisam de

ajuda, e vivenciar a troca de papéis com a leveza

necessária, sem ficar apostando em quem vai pirar

primeiro.

Disponível em https://oglobo.globo.com/ela/marthamedeiros/coluna/2025/04/veja-o-manual-pratico-de-virar-mae-da-suamae.ghtml Acesso em: 07 maio 2025. Fragmento adaptado. 
São exemplos, respectivamente, de derivação sufixal e regressiva as palavras sublinhadas em:
 

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Texto 2
VEJA O MANUAL PRÁTICO DE VIRAR 'MÃE DA SUA MÃE'
Martha Medeiros

Ao me visitar, uma amiga trouxe um vinho e o livro

“A minha mãe é a minha filha”, de Valter Hugo

Mãe. Uma edição minúscula, menos de

páginas, que trata sobre a relação do autor com

sua progenitora. Minúscula no tamanho, claro,

pois o assunto é da maior grandeza.

Minha amiga e eu estamos passando pela mesma

situação: nossas mães, que tão bem nos cuidaram

na infância e na adolescência, agora precisam

segurar na nossa mão para atravessar essa rua

assustadora chamada velhice. Valter Hugo Mãe é

só doçura em seu texto e faz tudo parecer um

piquenique no parque com a matriarca. De fato,

que oportunidade fabulosa de ficarmos mais

próximos delas e retribuir o tanto que fizeram por

nós.

Na prática, porém, é um tsunami, que o digam as

mulheres na faixa dos 50 e 60 que tinham outros

planos.

Em tese, perfeito: os papéis se invertem, o ciclo se

fecha e o amor vence no final.

Ninguém deseja, aos 60 anos, já ter perdido os

pais. Quem tem a sorte de ainda tê-los, sabe que

eles, depois dos 80, correm riscos atrás de um

volante, mal conseguem caminhar sozinhos e a

ida ao mercado vira um passeio na selva. Não

todos: muitos mantêm-se autônomos, mesmo em

idade avançada. Cada pessoa tem seu próprio

prazo de validade, e é um privilégio quando se

consegue chegar tão longe sem depender dos

outros. Mas não é a norma.

Dezenas de perguntas nos invadem. Terapeutas,

acudam. Amor existe de sobra, mas com pitadas

de impaciência, tempero que não é bem-vindo

nesta receita. Por enquanto, um elemento tem

facilitado a jornada dos Medeiros: o bom humor.

Minha família nunca foi de fazer drama. Vamos

rindo enquanto dá para rir, e assim todos se

ajudam. Talvez esteja aí a beleza do caos:

reconhecer que todos os envolvidos precisam de

ajuda, e vivenciar a troca de papéis com a leveza

necessária, sem ficar apostando em quem vai pirar

primeiro.

Disponível em https://oglobo.globo.com/ela/marthamedeiros/coluna/2025/04/veja-o-manual-pratico-de-virar-mae-da-suamae.ghtml Acesso em: 07 maio 2025. Fragmento adaptado. 
Pode-se dizer que o verbo “virar”, em “... e a ida ao mercado vira um passeio na selva” (Linhas 25-26) é
 

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Texto 3

VEJA O MANUAL PRÁTICO DE VIRAR 'MÃE DA SUA MÃE'

Martha Medeiros

Ao me visitar, uma amiga trouxe um vinho e o livro

“A minha mãe é a minha filha”, de Valter Hugo

Mãe. Uma edição minúscula, menos de

páginas, que trata sobre a relação do autor com

sua progenitora. Minúscula no tamanho, claro,

pois o assunto é da maior grandeza.

Minha amiga e eu estamos passando pela mesma

situação: nossas mães, que tão bem nos cuidaram

na infância e na adolescência, agora precisam

segurar na nossa mão para atravessar essa rua

assustadora chamada velhice. Valter Hugo Mãe é

só doçura em seu texto e faz tudo parecer um

piquenique no parque com a matriarca. De fato,

que oportunidade fabulosa de ficarmos mais

próximos delas e retribuir o tanto que fizeram por

nós.

Na prática, porém, é um tsunami, que o digam as

mulheres na faixa dos 50 e 60 que tinham outros

planos.

Em tese, perfeito: os papéis se invertem, o ciclo se

fecha e o amor vence no final.

Ninguém deseja, aos 60 anos, já ter perdido os

pais. Quem tem a sorte de ainda tê-los, sabe que

eles, depois dos 80, correm riscos atrás de um

volante, mal conseguem caminhar sozinhos e a

ida ao mercado vira um passeio na selva. Não

todos: muitos mantêm-se autônomos, mesmo em

idade avançada. Cada pessoa tem seu próprio

prazo de validade, e é um privilégio quando se

consegue chegar tão longe sem depender dos

outros. Mas não é a norma.

Dezenas de perguntas nos invadem. Terapeutas,

acudam. Amor existe de sobra, mas com pitadas

de impaciência, tempero que não é bem-vindo

nesta receita. Por enquanto, um elemento tem

facilitado a jornada dos Medeiros: o bom humor.

Minha família nunca foi de fazer drama. Vamos

rindo enquanto dá para rir, e assim todos se

ajudam. Talvez esteja aí a beleza do caos:

reconhecer que todos os envolvidos precisam de

ajuda, e vivenciar a troca de papéis com a leveza

necessária, sem ficar apostando em quem vai pirar

primeiro.

Disponível em https://oglobo.globo.com/ela/marthamedeiros/coluna/2025/04/veja-o-manual-pratico-de-virar-mae-dasua-mae.ghtml.Acesso em: 07 maio 2025. Fragmento adaptado.

Leia o trecho para responder à questão.

“Ao me visitar, uma amiga trouxe um vinho e o livro ‘A minha mãe é a minha filha’, de Valter Hugo Mãe. Uma edição minúscula, menos de 50 páginas, que trata sobre a relação do autor com sua progenitora. Minúscula no tamanho, claro, pois o assunto é da maior grandeza.” (Linhas 1-6) 

No trecho, é exemplo de recurso linguístico próprio de retomada coesiva o emprego de
 

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