Foram encontradas 55 questões.
Provas
Por isso, a Constituição Federal de 1988 prevê o princípio da
Provas
Diante dessa situação, é correto afirmar que José
Provas
Provas
- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
I O trabalho desenvolvido pelo servidor público perante a comunidade deve ser entendido como acréscimo ao seu próprio bem-estar, já que, como cidadão, integrante da sociedade, o êxito desse trabalho pode ser considerado como seu maior patrimônio.
II A remuneração do servidor público é custeada pelos tributos pagos direta ou indiretamente por todos, até por ele próprio, e por isso se exige, como contrapartida, que a moralidade administrativa se integre no Direito, como elemento indissociável de sua aplicação e de sua finalidade, erigindo-se, como consequência, em fator de legalidade.
III A função pública deve ser tida como exercício profissional e, portanto, se integra na vida particular de cada servidor público. Assim, os fatos e atos verificados na conduta do dia a dia em sua vida privada poderão acrescer ou diminuir o seu bom conceito na vida funcional.
Tendo em vista o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, é certo que as referidas assertivas tratam do(a)(s)
Provas
Muitas vezes, no tédio das férias, no calor
e na solidão dos bairros desertos, encontrar um
bom livro para ler torna-se um oásis, afastando-
nos de outras escolhas que são nocivas. Na
verdade, não faltam momentos de cansaço,
irritação, desilusão, fracasso e, quando nem
sequer na oração conseguimos encontrar o
sossego da alma, pelo menos, um bom livro ajuda-
nos a enfrentar a tempestade, até que possamos
ter um pouco mais de serenidade. Talvez essa
leitura abra novos espaços interiores, capazes de
evitar o encerramento naquelas poucas ideias
obsessivas que nos enredam inexoravelmente.
Antes da omnipresença dos media, das redes
sociais, dos telemóveis e de outros dispositivos,
essa era uma experiência frequente, e quem a
viveu sabe bem do que estou a falar. Não se trata
de algo ultrapassado.
Ao contrário dos meios audiovisuais, onde
o produto é mais completo, e a margem e o tempo
para “enriquecer” a narrativa ou para a interpretar
são geralmente reduzidos, o leitor é muito mais
ativo quando lê um livro. De certo modo,
reescreve-o, amplia-o com a sua imaginação, cria
um mundo, usa as suas capacidades, a sua
memória, os seus sonhos, a sua própria história
cheia de dramatismo e simbolismo; e assim surge
uma obra muito diferente daquela que o autor
pretendia escrever. Uma obra literária é, portanto,
um texto vivo e sempre fértil, capaz de falar de
novo e de muitas maneiras, capaz de produzir
uma síntese original com cada leitor que encontra.
Este, enquanto lê, enriquece-se com o que recebe
do autor, mas isso permite-lhe, ao mesmo tempo,
fazer desabrochar a riqueza da sua própria
pessoa, pois cada nova obra que lê renova e
expande o seu universo pessoal.
A literatura tem a ver com o que cada um
de nós deseja da vida, uma vez que entra numa
relação íntima com a nossa existência concreta,
com as suas tensões essenciais, com os seus
desejos e os seus significados.
Assinale a opção em que a substituição do conectivo “portanto”, sublinhado, ALTERA o sentido do enunciado:
Provas
Muitas vezes, no tédio das férias, no calor
e na solidão dos bairros desertos, encontrar um
bom livro para ler torna-se um oásis, afastando-
nos de outras escolhas que são nocivas. Na
verdade, não faltam momentos de cansaço,
irritação, desilusão, fracasso e, quando nem
sequer na oração conseguimos encontrar o
sossego da alma, pelo menos, um bom livro ajuda-
nos a enfrentar a tempestade, até que possamos
ter um pouco mais de serenidade. Talvez essa
leitura abra novos espaços interiores, capazes de
evitar o encerramento naquelas poucas ideias
obsessivas que nos enredam inexoravelmente.
Antes da omnipresença dos media, das redes
sociais, dos telemóveis e de outros dispositivos,
essa era uma experiência frequente, e quem a
viveu sabe bem do que estou a falar. Não se trata
de algo ultrapassado.
Ao contrário dos meios audiovisuais, onde
o produto é mais completo, e a margem e o tempo
para “enriquecer” a narrativa ou para a interpretar
são geralmente reduzidos, o leitor é muito mais
ativo quando lê um livro. De certo modo,
reescreve-o, amplia-o com a sua imaginação, cria
um mundo, usa as suas capacidades, a sua
memória, os seus sonhos, a sua própria história
cheia de dramatismo e simbolismo; e assim surge
uma obra muito diferente daquela que o autor
pretendia escrever. Uma obra literária é, portanto,
um texto vivo e sempre fértil, capaz de falar de
novo e de muitas maneiras, capaz de produzir
uma síntese original com cada leitor que encontra.
Este, enquanto lê, enriquece-se com o que recebe
do autor, mas isso permite-lhe, ao mesmo tempo,
fazer desabrochar a riqueza da sua própria
pessoa, pois cada nova obra que lê renova e
expande o seu universo pessoal.
A literatura tem a ver com o que cada um
de nós deseja da vida, uma vez que entra numa
relação íntima com a nossa existência concreta,
com as suas tensões essenciais, com os seus
desejos e os seus significados.
“De certo modo, reescreve-o, amplia-o com a sua imaginação, cria um mundo, usa as suas capacidades, a sua memória, os seus sonhos, a sua própria história cheia de dramatismo e simbolismo;...” (Linhas 23-27)
“De certo modo, reescreve-o, amplia-o com a sua imaginação, cria um mundo, usa as suas capacidades, a sua memória, os seus sonhos, a sua própria história cheia de dramatismo e simbolismo;...” (Linhas 23-27) Nesse fragmento, a expressão “de certo modo” pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
Provas
Muitas vezes, no tédio das férias, no calor
e na solidão dos bairros desertos, encontrar um
bom livro para ler torna-se um oásis, afastando-
nos de outras escolhas que são nocivas. Na
verdade, não faltam momentos de cansaço,
irritação, desilusão, fracasso e, quando nem
sequer na oração conseguimos encontrar o
sossego da alma, pelo menos, um bom livro ajuda-
nos a enfrentar a tempestade, até que possamos
ter um pouco mais de serenidade. Talvez essa
leitura abra novos espaços interiores, capazes de
evitar o encerramento naquelas poucas ideias
obsessivas que nos enredam inexoravelmente.
Antes da omnipresença dos media, das redes
sociais, dos telemóveis e de outros dispositivos,
essa era uma experiência frequente, e quem a
viveu sabe bem do que estou a falar. Não se trata
de algo ultrapassado.
Ao contrário dos meios audiovisuais, onde
o produto é mais completo, e a margem e o tempo
para “enriquecer” a narrativa ou para a interpretar
são geralmente reduzidos, o leitor é muito mais
ativo quando lê um livro. De certo modo,
reescreve-o, amplia-o com a sua imaginação, cria
um mundo, usa as suas capacidades, a sua
memória, os seus sonhos, a sua própria história
cheia de dramatismo e simbolismo; e assim surge
uma obra muito diferente daquela que o autor
pretendia escrever. Uma obra literária é, portanto,
um texto vivo e sempre fértil, capaz de falar de
novo e de muitas maneiras, capaz de produzir
uma síntese original com cada leitor que encontra.
Este, enquanto lê, enriquece-se com o que recebe
do autor, mas isso permite-lhe, ao mesmo tempo,
fazer desabrochar a riqueza da sua própria
pessoa, pois cada nova obra que lê renova e
expande o seu universo pessoal.
A literatura tem a ver com o que cada um
de nós deseja da vida, uma vez que entra numa
relação íntima com a nossa existência concreta,
com as suas tensões essenciais, com os seus
desejos e os seus significados.
“De certo modo, reescreve-o, amplia-o com a sua imaginação, cria um mundo, usa as suas capacidades, a sua memória, os seus sonhos, a sua própria história cheia de dramatismo e simbolismo;...” (Linhas 23-27)
As estruturas acima sublinhadas exemplificam o seguinte recurso:
Provas
Muitas vezes, no tédio das férias, no calor
e na solidão dos bairros desertos, encontrar um
bom livro para ler torna-se um oásis, afastando-
nos de outras escolhas que são nocivas. Na
verdade, não faltam momentos de cansaço,
irritação, desilusão, fracasso e, quando nem
sequer na oração conseguimos encontrar o
sossego da alma, pelo menos, um bom livro ajuda-
nos a enfrentar a tempestade, até que possamos
ter um pouco mais de serenidade. Talvez essa
leitura abra novos espaços interiores, capazes de
evitar o encerramento naquelas poucas ideias
obsessivas que nos enredam inexoravelmente.
Antes da omnipresença dos media, das redes
sociais, dos telemóveis e de outros dispositivos,
essa era uma experiência frequente, e quem a
viveu sabe bem do que estou a falar. Não se trata
de algo ultrapassado.
Ao contrário dos meios audiovisuais, onde
o produto é mais completo, e a margem e o tempo
para “enriquecer” a narrativa ou para a interpretar
são geralmente reduzidos, o leitor é muito mais
ativo quando lê um livro. De certo modo,
reescreve-o, amplia-o com a sua imaginação, cria
um mundo, usa as suas capacidades, a sua
memória, os seus sonhos, a sua própria história
cheia de dramatismo e simbolismo; e assim surge
uma obra muito diferente daquela que o autor
pretendia escrever. Uma obra literária é, portanto,
um texto vivo e sempre fértil, capaz de falar de
novo e de muitas maneiras, capaz de produzir
uma síntese original com cada leitor que encontra.
Este, enquanto lê, enriquece-se com o que recebe
do autor, mas isso permite-lhe, ao mesmo tempo,
fazer desabrochar a riqueza da sua própria
pessoa, pois cada nova obra que lê renova e
expande o seu universo pessoal.
A literatura tem a ver com o que cada um
de nós deseja da vida, uma vez que entra numa
relação íntima com a nossa existência concreta,
com as suas tensões essenciais, com os seus
desejos e os seus significados.
Provas
Muitas vezes, no tédio das férias, no calor
e na solidão dos bairros desertos, encontrar um
bom livro para ler torna-se um oásis, afastando-
nos de outras escolhas que são nocivas. Na
verdade, não faltam momentos de cansaço,
irritação, desilusão, fracasso e, quando nem
sequer na oração conseguimos encontrar o
sossego da alma, pelo menos, um bom livro ajuda-
nos a enfrentar a tempestade, até que possamos
ter um pouco mais de serenidade. Talvez essa
leitura abra novos espaços interiores, capazes de
evitar o encerramento naquelas poucas ideias
obsessivas que nos enredam inexoravelmente.
Antes da omnipresença dos media, das redes
sociais, dos telemóveis e de outros dispositivos,
essa era uma experiência frequente, e quem a
viveu sabe bem do que estou a falar. Não se trata
de algo ultrapassado.
Ao contrário dos meios audiovisuais, onde
o produto é mais completo, e a margem e o tempo
para “enriquecer” a narrativa ou para a interpretar
são geralmente reduzidos, o leitor é muito mais
ativo quando lê um livro. De certo modo,
reescreve-o, amplia-o com a sua imaginação, cria
um mundo, usa as suas capacidades, a sua
memória, os seus sonhos, a sua própria história
cheia de dramatismo e simbolismo; e assim surge
uma obra muito diferente daquela que o autor
pretendia escrever. Uma obra literária é, portanto,
um texto vivo e sempre fértil, capaz de falar de
novo e de muitas maneiras, capaz de produzir
uma síntese original com cada leitor que encontra.
Este, enquanto lê, enriquece-se com o que recebe
do autor, mas isso permite-lhe, ao mesmo tempo,
fazer desabrochar a riqueza da sua própria
pessoa, pois cada nova obra que lê renova e
expande o seu universo pessoal.
A literatura tem a ver com o que cada um
de nós deseja da vida, uma vez que entra numa
relação íntima com a nossa existência concreta,
com as suas tensões essenciais, com os seus
desejos e os seus significados.
Provas
Caderno Container