Leia o caso clínico para responder às questões 27 e 28.
R.S.C., trinta anos, vítima de acidente motociclístico,
atendido pelo SAMU e conduzido à emergência do hospital
de referência. Consciente, ECG 15, eupneico, imobilizado
em prancha longa, colar cervical e tala em MID,
sofreu fratura exposta de tíbia e fíbula em MID, dentre
outras lesões. Realizada cirurgia de urgência para fixação
dos ossos fraturados, que ocorreu sem intercorrências;
porém, o paciente queixou-se de uma dor pulsátil
profunda e incessante que continuava a aumentar, apesar
da administração de opioides e parecia desproporcional
à lesão, situação compatível com síndrome compartimental
(SC).
Na síndrome compartimental, um alerta para enfermagem
é manter o adequado posicionamento do membro afetado,
que deve permanecer
Leia o caso clínico para responder às questões 27 e 28.
R.S.C., trinta anos, vítima de acidente motociclístico,
atendido pelo SAMU e conduzido à emergência do hospital
de referência. Consciente, ECG 15, eupneico, imobilizado
em prancha longa, colar cervical e tala em MID,
sofreu fratura exposta de tíbia e fíbula em MID, dentre
outras lesões. Realizada cirurgia de urgência para fixação
dos ossos fraturados, que ocorreu sem intercorrências;
porém, o paciente queixou-se de uma dor pulsátil
profunda e incessante que continuava a aumentar, apesar
da administração de opioides e parecia desproporcional
à lesão, situação compatível com síndrome compartimental
(SC).
A SC é uma condição que ameaça a saúde do membro.
Ela ocorre quando a pressão de perfusão, dentro de um
compartimento anatômico fechado,
O instrumento mais recomendado para a avaliação e monitorização
do paciente na sala de recuperação pós-anestésica
(SRPA) e cujo resultado determina a alta do setor é:
O problema da segurança cirúrgica e reconhecido por
todo o mundo. Pensando nisso, a Organização Mundial da
Saúde (2009) desenvolveu o guia “Cirurgias Seguras Salvam
Vidas” e estabeleceu como uma recomendação:
As ferramentas da qualidade em gestão, de acordo com
Burmester (2013, p. 41), “são técnicas que se usam para
definir, medir, analisar e propor soluções para problemas
que podem ser encontrados e interferem no bom desenrolar
dos processos de trabalho”. Dentre as ferramentas de
gestão da qualidade, destaca-se o diagrama de Ishikawa,
que tem como características:
Leia o caso clínico para responder às questões de 20 a 22.
V.M.S., do sexo masculino e solteiro, foi admitido no hospital
X em 21/03/2016, com diagnóstico de tuberculose
pulmonar (TP), hipertensão arterial pulmonar (HAP), cardiomegalia,
dispneia e anorexia. Possui historia de internação
hospitalar em dezembro de 2015, com quadro de
tosse e expectoração amarelada, dispneia e perda de
peso importante. Nesse período, apresentou também
síndrome febril aguda e queixas de artralgia. A TP e sensibilidade
à rifampicina foram confirmadas por teste laboratorial.
Em 9/02/2016, apresentou piora da dispneia.
Exame físico: estado geral comprometido. Consciente.
Orientado. Taquidispneico (30 MRP) com batimentos das
asas do nariz. Tórax simétrico, com roncos em apice do
pulmão direito. Em uso de cateter nasal com 2 L/min de
02 suplementar (Sat 02 = 96%), e, quando em ar ambiente,
Sat 02 = 82%. Afebril (T = 36,6 ºC). Normotenso (PA =
120 x 65 mmHg). Taquicárdico (p = 125 BPM e perfusão
capilar menor que dois segundos). BNF em 2 T S/S.
Pele e mucosas descoradas. Desnutrido (IMC: 15,8
kg/m²). Cavidade oral apresentando sujidades, caries e
papilas linguais hipertrofiadas. Ausência de hipertrofia de
gânglios cervicais, axilares e inguinais. Abdome indolor a
palpação, com ausência de visceromegalias. Padrão intestinal
e diurético normal. Extremidades sem edemas,
com hipertrofia em articulações dos joelhos. Paciente
sem acompanhante e raramente recebe visitas.
GUIMARÃES, T.M.R. et al. Cuidados de enfermagem a um paciente
portador de tuberculose pulmonar e comorbidades: relato de caso. Rev
Fund Care, v. 10, n. 3, p. 683-689, 2018. Disponível em: DOI:
< http://dx.doi.org/10.9789/2175-5361.2018.v10i3.683-689 >. (Adaptado).
O enfermeiro responsável pelo paciente V.M.S. optou realizar
a sistematização da assistência de enfermagem
(SAE) baseando-se na teoria de Dorothea Orem, porque
Leia o caso clínico para responder às questões de 20 a 22.
V.M.S., do sexo masculino e solteiro, foi admitido no hospital
X em 21/03/2016, com diagnóstico de tuberculose
pulmonar (TP), hipertensão arterial pulmonar (HAP), cardiomegalia,
dispneia e anorexia. Possui historia de internação
hospitalar em dezembro de 2015, com quadro de
tosse e expectoração amarelada, dispneia e perda de
peso importante. Nesse período, apresentou também
síndrome febril aguda e queixas de artralgia. A TP e sensibilidade
à rifampicina foram confirmadas por teste laboratorial.
Em 9/02/2016, apresentou piora da dispneia.
Exame físico: estado geral comprometido. Consciente.
Orientado. Taquidispneico (30 MRP) com batimentos das
asas do nariz. Tórax simétrico, com roncos em apice do
pulmão direito. Em uso de cateter nasal com 2 L/min de
02 suplementar (Sat 02 = 96%), e, quando em ar ambiente,
Sat 02 = 82%. Afebril (T = 36,6 ºC). Normotenso (PA =
120 x 65 mmHg). Taquicárdico (p = 125 BPM e perfusão
capilar menor que dois segundos). BNF em 2 T S/S.
Pele e mucosas descoradas. Desnutrido (IMC: 15,8
kg/m²). Cavidade oral apresentando sujidades, caries e
papilas linguais hipertrofiadas. Ausência de hipertrofia de
gânglios cervicais, axilares e inguinais. Abdome indolor a
palpação, com ausência de visceromegalias. Padrão intestinal
e diurético normal. Extremidades sem edemas,
com hipertrofia em articulações dos joelhos. Paciente
sem acompanhante e raramente recebe visitas.
GUIMARÃES, T.M.R. et al. Cuidados de enfermagem a um paciente
portador de tuberculose pulmonar e comorbidades: relato de caso. Rev
Fund Care, v. 10, n. 3, p. 683-689, 2018. Disponível em: DOI:
< http://dx.doi.org/10.9789/2175-5361.2018.v10i3.683-689 >. (Adaptado).
O paciente obteve o diagnóstico médico de tuberculose
pulmonar por meio de teste laboratorial, o qual também
forneceu o resultado de sensibilidade à rifampicina. De
acordo com o Ministério da Saúde (2019), o diagnóstico
laboratorial de casos novos de tuberculose pulmonar se
dá por meio de:
Leia o caso clínico para responder às questões de 20 a 22.
V.M.S., do sexo masculino e solteiro, foi admitido no hospital
X em 21/03/2016, com diagnóstico de tuberculose
pulmonar (TP), hipertensão arterial pulmonar (HAP), cardiomegalia,
dispneia e anorexia. Possui historia de internação
hospitalar em dezembro de 2015, com quadro de
tosse e expectoração amarelada, dispneia e perda de
peso importante. Nesse período, apresentou também
síndrome febril aguda e queixas de artralgia. A TP e sensibilidade
à rifampicina foram confirmadas por teste laboratorial.
Em 9/02/2016, apresentou piora da dispneia.
Exame físico: estado geral comprometido. Consciente.
Orientado. Taquidispneico (30 MRP) com batimentos das
asas do nariz. Tórax simétrico, com roncos em apice do
pulmão direito. Em uso de cateter nasal com 2 L/min de
02 suplementar (Sat 02 = 96%), e, quando em ar ambiente,
Sat 02 = 82%. Afebril (T = 36,6 ºC). Normotenso (PA =
120 x 65 mmHg). Taquicárdico (p = 125 BPM e perfusão
capilar menor que dois segundos). BNF em 2 T S/S.
Pele e mucosas descoradas. Desnutrido (IMC: 15,8
kg/m²). Cavidade oral apresentando sujidades, caries e
papilas linguais hipertrofiadas. Ausência de hipertrofia de
gânglios cervicais, axilares e inguinais. Abdome indolor a
palpação, com ausência de visceromegalias. Padrão intestinal
e diurético normal. Extremidades sem edemas,
com hipertrofia em articulações dos joelhos. Paciente
sem acompanhante e raramente recebe visitas.
GUIMARÃES, T.M.R. et al. Cuidados de enfermagem a um paciente
portador de tuberculose pulmonar e comorbidades: relato de caso. Rev
Fund Care, v. 10, n. 3, p. 683-689, 2018. Disponível em: DOI:
< http://dx.doi.org/10.9789/2175-5361.2018.v10i3.683-689 >. (Adaptado).
Considerando a taxonomia NANDA-I 2018-2020, é um
possível diagnóstico de enfermagem para o paciente
V.M.S. no ato da readmissão em 9 de fevereiro:
As precauções-padrão constituem um conjunto de medidas
que devem ser adotadas no atendimento de todos os pacientes
e na manipulação de equipamentos e artigos contaminados
ou sob suspeita de contaminação. O processamento dos
produtos para a saúde é realizado de acordo com a sua classificação.
Os produtos semicríticos utilizados na assistência
ventilatória, anestesia e inaloterapia devem passar por: