Observe a tabela a seguir para responder às questões 38
e 39.
Tabela 2: Associação entre exposição à hidroclorotiazida
e risco de câncer de pele não melanoma de acordo com
o uso cumulativo de hidroclorotiazida.
Subgrupo Casos Controles Razão de
Chances
(95% IC)
Carcinoma
Basocelular
Não usado 63.653 1.281.894 1.00
Já usado 7.900 148.989 0.95
(0.90-1.05)
Alto uso 1.897 30.075 0.99
(³ 50.00 mg) (0.93-1.10)
Carcinoma de
Células Escamosas
Não usado 6.817 149.944 1.00
Já usado 1.812 22.518 1.75
(1.66-1.85)
Alto uso 862 4.802 3.98
(³ 50.00 mg) (3.68-4.31)
Adaptado de: PEDERSEN, S. A. et al. Hydrochlorothiazide use and
risk of nonmelanoma skin cancer: a nationwide case-control study
from Denmark. J Am Acad Dermatol, v. 78, p. 673-81, 2018.
Leia o caso a seguir para responder às questões de 35 a
37.
Uma mulher de trinta anos, com história de anemia falciforme,
chega ao serviço de emergência queixando-se de
dor torácica que dura há dois dias. Ela relata que a dor
está localizada no lado direito, piora com a inspiração e é
mais forte do que suas habituais "crises de dor". A paciente
tem febres subjetivas, falta de ar leve e tosse produtiva.
Ela nega vômitos, hemoptise ou edema em membro
inferior. Sua última crise de dor ocorreu há três meses.
Ela costuma tomar paracetamol e codeína para controlar
a dor durante as crises, porém nenhuma dessas medicações
foi efetiva em aliviar a dor que está sentindo. A mulher
é diagnosticada com síndrome toráxica aguda e é
imediatamente internada, recebendo prescrição de antimicrobianos,
cefepime e claritromicina, e morfina endovenosa.
Caso um farmacêutico realize a conciliação de medicamentos
da paciente no momento da internação, diante da
substituição da combinação de paracetamol com codeína,
utilizado pela paciente antes da internação, por morfina
endovenosa, durante a internação hospitalar, ele deverá
Leia o caso a seguir para responder às questões de 35 a
37.
Uma mulher de trinta anos, com história de anemia falciforme,
chega ao serviço de emergência queixando-se de
dor torácica que dura há dois dias. Ela relata que a dor
está localizada no lado direito, piora com a inspiração e é
mais forte do que suas habituais "crises de dor". A paciente
tem febres subjetivas, falta de ar leve e tosse produtiva.
Ela nega vômitos, hemoptise ou edema em membro
inferior. Sua última crise de dor ocorreu há três meses.
Ela costuma tomar paracetamol e codeína para controlar
a dor durante as crises, porém nenhuma dessas medicações
foi efetiva em aliviar a dor que está sentindo. A mulher
é diagnosticada com síndrome toráxica aguda e é
imediatamente internada, recebendo prescrição de antimicrobianos,
cefepime e claritromicina, e morfina endovenosa.
Os antimicrobianos indicados para a paciente, a saber, o
cefepime e a claritromicina, pertencem, respectivamente,
às classes:
Leia o caso a seguir para responder às questões de 35 a
37.
Uma mulher de trinta anos, com história de anemia falciforme,
chega ao serviço de emergência queixando-se de
dor torácica que dura há dois dias. Ela relata que a dor
está localizada no lado direito, piora com a inspiração e é
mais forte do que suas habituais "crises de dor". A paciente
tem febres subjetivas, falta de ar leve e tosse produtiva.
Ela nega vômitos, hemoptise ou edema em membro
inferior. Sua última crise de dor ocorreu há três meses.
Ela costuma tomar paracetamol e codeína para controlar
a dor durante as crises, porém nenhuma dessas medicações
foi efetiva em aliviar a dor que está sentindo. A mulher
é diagnosticada com síndrome toráxica aguda e é
imediatamente internada, recebendo prescrição de antimicrobianos,
cefepime e claritromicina, e morfina endovenosa.
Segundo os princípios do uso racional de antimicrobianos,
a associação de fármacos antimicrobianos utilizada pela
paciente é:
No acompanhamento farmacoterapêutico de pacientes
com doenças infectocontagiosas, como pode ser realizado
o monitoramento da efetividade dos antimicrobianos?
Segundo a Resolução n. 596, de 21 de fevereiro de 2014,
do Conselho Federal de Farmácia e seus anexos, o profissional
condenado por sentença criminal, transitada em julgado,
em razão do exercício da profissão,
Segundo a Resolução n. 596, de 21 de fevereiro de 2014,
do Conselho Federal de Farmácia e seus anexos, a punibilidade
por falta sujeita a processo ético-disciplinar pelo
Conselho Regional de Farmácia em que o profissional
está inscrito, prescreve em cinco anos, contados da data
de verificação do fato respectivo. Sendo a infração permanente
ou continuada, o prazo prescricional
Segundo preceitos da medicina baseada em evidências,
para responder às questões sobre eficácia e segurança
terapêutica de medicamentos, o farmacêutico deverá buscar
informações em