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Julgue como certo (C) ou erado (E) os itens subsequentes referentes à Tendência Progressista e sua concepção de escola.
(...) Três teorias em especial deram base para Tendência Progressista e para o desvelamento da concepção ingênua e acrítica da escola: teoria do Sistema enquanto Violência Simbólica de Bourdieu e Passeron; a) teoria da escola como Aparelho Ideológico do Estado de Louis Althusser e b) teoria da Escola Dualista de Baudelot e Establet.
(...) A teoria crítico-reprodutivista apresenta uma proposta pedagógica que busca explicar as razões do fracasso escolar e da marginalização das classes que frequentam a escola.
(...) Sobre a Tendência Progressista, Libâneo (1990) a refere como Pedagogia Progressista dividindo-as em três tendências: a Progressista Libertadora, a Progressista Libertária e a Crítico-social dos Conteúdos;
(...) Os preconizadores da tendência progressista libertadora não consolidaram uma proposta pedagógica explícita, porque já havia a opção didática aplicada nos “círculos de cultura”.
(...) No Brasil, os educadores chamados de libertários têm inspiração no pensamento de Paulo Freire.
A opção que apresenta a sequência CORRETA é:
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Considerando que os saldos das contas Caixa e Bancos, no dia 01/01/2016, eram, respectivamente, de R$ 8.000,00 e R$ 50.000,00. Sabendo-se que, no período:
- foram feitos saques em conta-corrente bancária no valor de R$ 45.000,00, em dinheiro;
- foram feitos depósitos bancários no montante de R$ 50.000,00, oriundos do Caixa;
- não foram feitos outros créditos na conta Caixa;
- no dia 31/01/2016, o saldo da conta Caixa era de R$ 3.000,00.
Pode-se afirmar que os valores: total de débitos feitos no período à conta Caixa e saldo da conta Bancos eram, em 31/01/2016, respectivamente, de:
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Os meios de comunicação como exercício de poder
Por Marilena Chauí - Palestra proferida no lançamento da campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo”, em 27/08/2012, no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.
Podemos focalizar o exercício do poder pelos meios de comunicação de massa sob dois aspectos principais: o econômico e o ideológico.
Do ponto de vista econômico, os meios de comunicação fazem parte da indústria cultural. Indústria porque são empresas privadas operando no mercado e que, hoje, sob a ação da chamada globalização, passa por profundas mudanças estruturais, “num processo nunca visto de fusões e aquisições, companhias globais ganharam posições de domínio na mídia.”, como diz o jornalista Caio Túlio Costa. Além da forte concentração (os oligopólios beiram o monopólio), também é significativa a presença, no setor das comunicações, de empresas que não tinham vínculos com ele nem tradição nessa área. O porte dos investimentos e a perspectiva de lucros jamais vistos levaram grupos proprietários de bancos, indústria metalúrgica, indústria elétrica e eletrônica, fabricantes de armamentos e aviões de combate, indústria de telecomunicações a adquirir, mundo afora, jornais, revistas, serviços de telefonia, rádios e televisões, portais de internet, satélites, etc.
No caso do Brasil, o poderio econômico dos meios é inseparável da forma oligárquica do poder do Estado, produzindo um dos fenômenos mais contrários à democracia, qual seja, o que Alberto Dines chamou de “coronelismo eletrônico”, isto é, a forma privatizada das concessões públicas de canais de rádio e televisão, concedidos a parlamentares e lobbies privados, de tal maneira que aqueles que deveriam fiscalizar as concessões públicas se tornam concessionários privados, apropriando-se de um bem público para manter privilégios, monopolizando a comunicação e a informação. Esse privilégio é um poder político que se ergue contra dois direitos democráticos essenciais: a isonomia (a igualdade perante a lei) e a isegoria (o direito à palavra ou o igual direito de todos de expressar-se em público e ter suas opiniões publicamente discutidas e avaliadas). Numa palavra, a cidadania democrática exige que os cidadãos estejam informados para que possam opinar e intervir politicamente e isso lhes é roubado pelo poder econômico dos meios de comunicação.
A isonomia e a isegoria são também ameaçadas e destruídas pelo poder ideológico dos meios de comunicação. De fato, do ponto de vista ideológico, a mídia exerce o poder sob a forma do que denominamos a ideologia da competência, cuja peculiaridade está em seu modo de aparecer sob a forma anônima e impessoal do discurso do conhecimento, e cuja eficácia social, política e cultural está fundada na crença na racionalidade técnico-científica.
A ideologia da competência pode ser resumida da seguinte maneira: não é qualquer um que pode em qualquer lugar e em qualquer ocasião dizer qualquer coisa a qualquer outro. O discurso competente determina de antemão quem tem o direito de falar e quem deve ouvir, assim como pré-determina os lugares e as circunstâncias em que é permitido falar e ouvir, e define previamente a forma e o conteúdo do que deve ser dito e precisa ser ouvido. Essas distinções têm como fundamento uma distinção principal, aquela que divide socialmente os detentores de um saber ou de um conhecimento (científico, técnico, religioso, político, artístico), que podem falar e têm o direito de mandar e comandar, e os desprovidos de saber, que devem ouvir e obedecer. Numa palavra, a ideologia da competência institui a divisão social entre os competentes, que sabem e por isso mandam, e os incompetentes, que não sabem e por isso obedecem.
Enquanto discurso do conhecimento, essa ideologia opera com a figura do especialista. Os meios de comunicação não só se alimentam dessa figura, mas não cessam de instituí-la como sujeito da comunicação. O especialista competente é aquele que, no rádio, na TV, na revista, no jornal ou no multimídia, divulga saberes, falando das últimas descobertas da ciência ou nos ensinando a agir, pensar, sentir e viver. O especialista competente nos ensina a bem fazer sexo, jardinagem, culinária, educação das crianças, decoração da casa, boas maneiras, uso de roupas apropriadas em horas e locais apropriados, como amar Jesus e ganhar o céu, meditação espiritual, como ter um corpo juvenil e saudável, como ganhar dinheiro e subir na vida. O principal especialista, porém, não se confunde com nenhum dos anteriores, mas é uma espécie de síntese, construída a partir das figuras precedentes: é aquele que explica e interpreta as notícias e os acontecimentos econômicos, sociais, políticos, culturais, religiosos e esportivos, aquele que devassa, eleva e rebaixa entrevistados, zomba, premia e pune calouros – em suma, o chamado “formador de opinião” e o “comunicador”.
Ideologicamente, o poder da comunicação de massa não é uma simples inculcação de valores e ideias, pois, dizendo-nos o que devemos pensar, sentir, falar e fazer, o especialista, o formador de opinião e o comunicador nos dizem que nada sabemos e por isso seu poder se realiza como manipulação e intimidação social e cultural.
Um dos aspectos mais terríveis desse duplo poder dos meios de comunicação se manifesta nos procedimentos midiáticos de produção da culpa e condenação sumária dos indivíduos, por meio de um instrumento psicológico profundo: a suspeição, que pressupõe a presunção de culpa. [...]
Assinale a opção em que os termos grifados obedecem ao bom uso da regência:
I – Ela estava muito feliz por ter sido aprovada no concurso para servir na Marinha brasileira.
II – Seu pai serviu a pátria com orgulho.
II – Prefiro ficar em casa ouvindo uma boa música a ir para a folia de carnaval.
IV – Ele percebeu uma quantia considerável de seu tio.
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O processo de levantamento de requisitos, segundo Pressman (2011), também é chamado de:
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Quase todas as profissões possuem um santo protetor. O patrono do profissional de Secretariado Executivo é:
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Assinale a alternativa em que todas as técnicas de citogenética são de alta resolução cromossômica.
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Os corantes tricômicos, além de mostrar muito bem o núcleo e o citoplasma, ajudam a diferenciar colágeno e músculo liso entre si. Uma técnica especialmente boa para observar e diferenciar colágeno inclui qual tipo de corante?
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Sobre a análise de fertilizantes, corretivos, inoculantes e biofertilizantes que são insumos básicos que, empregados de forma correta, aumentam a produção agrícola, considere as seguintes afirmações:
I- Na análise de nitrogênio total, é utilizado o método de Raney. Este método fundamenta-se na amonificação de todas as formas não amoniacais de nitrogênio, seguida da destilação alcalina da amônia, que é recebida numa quantidade em excesso de ácido bórico. O borato de amônio formado é titulado com ácido sulfúrico padronizado. Aplicável a todos os tipos de fertilizantes.
II- Os métodos oficiais para as análises físicas e físico-químicas de fertilizantes e insumos agrícolas adotados nos controles oficiais são publicados pelo INMETRO e devem ser utilizados em todos os laboratórios que integram a Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários.
III- A determinação do índice de salinidade de fertilizantes para tratamento de sementes, hidroponia ou fertirrigação tem como referência comparativa direta a solução de nitrato de sódio 10 g/L em água, cuja condutividade elétrica, medida em mS/cm, arbitrariamente, terá o índice adimensional 1, equivalente a 100% de salinidade. Este método não se aplica a fertilizantes para adubação foliar.
A opção em que todas as afirmativas estão corretas é:
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A qualidade microbiológica dos alimentos é ditada primeiramente pelo número e tipo de microorganismos iniciais (contaminação inicial) e, posteriormente, pela multiplicação ou destruição total ou parcial desses microorganismos no alimento. Neste contexto, existem dois tipos de microorganismos patogênicos que são veiculados pelos alimentos, ou seja, aqueles que causam infecções intestinais, através da agressão ao epitélio e os que provocam intoxicações, através da produção de toxinas no alimento ou no intestino. Os protozoários mais envolvidos em doenças de origem alimentar são:
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A metodologia de desenvolvimento de software, que tem uma abordagem sequencial, sistemática e que, algumas vezes, é chamada de ciclo de vida clássico, é o modelo:
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