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A Pro-Reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação da UFMA (PPPGI) vem desenvolvendo mecanismos de qualidade para aprimorar a sua atuação no âmbito da gestão de suas atribuições. No início de 2016, esta sendo implementado o Programa 8S, com a finalidade de organizar o ambiente de trabalho e envolve ver os membros da equipe em prol do resultado e do atendimento dos usuários da PPPGI.
Neste sentido marque a afirmativa verdadeira sobre o 8s:
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Durante a exibição de uma apresentação realizada com o MS PowerPoint, o Prof. Rui, ao exibir o slide de número 12, é questionado pelos alunos sobre um aspecto que se encontra representado no slide 20. Para poder mostrar o slide 20 e, depois, retornar diretamente ao slide 12, sem sair do modo de apresentação, o Prof. Rui deve proceder a seguinte combinação de teclas:
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Quando o servidor não satisfaz as condições do estágio probatório ensejará a:
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Os meios de comunicação como exercício de poder
Por Marilena Chauí - Palestra proferida no lançamento da campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo”, em 27/08/2012, no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.
Podemos focalizar o exercício do poder pelos meios de comunicação de massa sob dois aspectos principais: o econômico e o ideológico.
Do ponto de vista econômico, os meios de comunicação fazem parte da indústria cultural. Indústria porque são empresas privadas operando no mercado e que, hoje, sob a ação da chamada globalização, passa por profundas mudanças estruturais, “num processo nunca visto de fusões e aquisições, companhias globais ganharam posições de domínio na mídia.”, como diz o jornalista Caio Túlio Costa. Além da forte concentração (os oligopólios beiram o monopólio), também é significativa a presença, no setor das comunicações, de empresas que não tinham vínculos com ele nem tradição nessa área. O porte dos investimentos e a perspectiva de lucros jamais vistos levaram grupos proprietários de bancos, indústria metalúrgica, indústria elétrica e eletrônica, fabricantes de armamentos e aviões de combate, indústria de telecomunicações a adquirir, mundo afora, jornais, revistas, serviços de telefonia, rádios e televisões, portais de internet, satélites, etc.
No caso do Brasil, o poderio econômico dos meios é inseparável da forma oligárquica do poder do Estado, produzindo um dos fenômenos mais contrários à democracia, qual seja, o que Alberto Dines chamou de “coronelismo eletrônico”, isto é, a forma privatizada das concessões públicas de canais de rádio e televisão, concedidos a parlamentares e lobbies privados, de tal maneira que aqueles que deveriam fiscalizar as concessões públicas se tornam concessionários privados, apropriando-se de um bem público para manter privilégios, monopolizando a comunicação e a informação. Esse privilégio é um poder político que se ergue contra dois direitos democráticos essenciais: a isonomia (a igualdade perante a lei) e a isegoria (o direito à palavra ou o igual direito de todos de expressar-se em público e ter suas opiniões publicamente discutidas e avaliadas). Numa palavra, a cidadania democrática exige que os cidadãos estejam informados para que possam opinar e intervir politicamente e isso lhes é roubado pelo poder econômico dos meios de comunicação.
A isonomia e a isegoria são também ameaçadas e destruídas pelo poder ideológico dos meios de comunicação. De fato, do ponto de vista ideológico, a mídia exerce o poder sob a forma do que denominamos a ideologia da competência, cuja peculiaridade está em seu modo de aparecer sob a forma anônima e impessoal do discurso do conhecimento, e cuja eficácia social, política e cultural está fundada na crença na racionalidade técnico-científica.
A ideologia da competência pode ser resumida da seguinte maneira: não é qualquer um que pode em qualquer lugar e em qualquer ocasião dizer qualquer coisa a qualquer outro. O discurso competente determina de antemão quem tem o direito de falar e quem deve ouvir, assim como pré-determina os lugares e as circunstâncias em que é permitido falar e ouvir, e define previamente a forma e o conteúdo do que deve ser dito e precisa ser ouvido. Essas distinções têm como fundamento uma distinção principal, aquela que divide socialmente os detentores de um saber ou de um conhecimento (científico, técnico, religioso, político, artístico), que podem falar e têm o direito de mandar e comandar, e os desprovidos de saber, que devem ouvir e obedecer. Numa palavra, a ideologia da competência institui a divisão social entre os competentes, que sabem e por isso mandam, e os incompetentes, que não sabem e por isso obedecem.
Enquanto discurso do conhecimento, essa ideologia opera com a figura do especialista. Os meios de comunicação não só se alimentam dessa figura, mas não cessam de instituí-la como sujeito da comunicação. O especialista competente é aquele que, no rádio, na TV, na revista, no jornal ou no multimídia, divulga saberes, falando das últimas descobertas da ciência ou nos ensinando a agir, pensar, sentir e viver. O especialista competente nos ensina a bem fazer sexo, jardinagem, culinária, educação das crianças, decoração da casa, boas maneiras, uso de roupas apropriadas em horas e locais apropriados, como amar Jesus e ganhar o céu, meditação espiritual, como ter um corpo juvenil e saudável, como ganhar dinheiro e subir na vida. O principal especialista, porém, não se confunde com nenhum dos anteriores, mas é uma espécie de síntese, construída a partir das figuras precedentes: é aquele que explica e interpreta as notícias e os acontecimentos econômicos, sociais, políticos, culturais, religiosos e esportivos, aquele que devassa, eleva e rebaixa entrevistados, zomba, premia e pune calouros – em suma, o chamado “formador de opinião” e o “comunicador”.
Ideologicamente, o poder da comunicação de massa não é uma simples inculcação de valores e ideias, pois, dizendo-nos o que devemos pensar, sentir, falar e fazer, o especialista, o formador de opinião e o comunicador nos dizem que nada sabemos e por isso seu poder se realiza como manipulação e intimidação social e cultural.
Um dos aspectos mais terríveis desse duplo poder dos meios de comunicação se manifesta nos procedimentos midiáticos de produção da culpa e condenação sumária dos indivíduos, por meio de um instrumento psicológico profundo: a suspeição, que pressupõe a presunção de culpa. [...]
No enunciado: “ ... e cuja eficácia social, política e cultural está fundada na crença na racionalidade técnico-científica.” Tomando como exemplo racionalidade técnico-científica, podemos afirmar que a regra para o uso do hífen na expressão em destaque é, respectivamente, a mesma em:
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Os polissacarídeos do nosso organismo existem livres ou combinados com proteínas e lipídios. Eles podem ser demonstrados pela reação de ácido periódico-Schiff (PAS), que produz uma coloração de que tipo?
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São atividades metodológicas do processo de desenvolvimento de software XP (Extremme Programming), exceto:
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No Brasil, com o surgimento da primeira Associação de Secretários, o profissional começa a atuar como membro efetivo de gerência. Assinale o ano do surgimento dessa primeira associação.
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Qual a Lei Federal que fez a ampliação do conceito e a distinção entre o técnico em secretariado e o secretariado executivo?
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O principal foco da engenharia de software é:
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A respeito da tendência Liberal Tecnicista, que remete a sua historicidade de predominância no campo educacional brasileiro, nas décadas de 70 e 80 do século XX e com influência até os dias, julgue os itens subsequentes como certo (C) ou errado (E) e assinale a opção que apresenta a sequência CORRETA.
(...) Essa tendência preconiza uma educação direcionada à grande massa, inspirada na neutralidade científica com transposição dos acontecimentos naturais à sociedade, constituindo-se de uma prática pedagógica
referenciada na eficiência e produtividade.
(...) A Tendência Liberal Tecnicista valoriza os saberes trazidos pelos alunos e professores e atribui à escola e à tecnologia a responsabilidade do processo ensino-aprendizagem.
(...) A referida tendência concebe a ideia de que aprender é algo inerente ao ser humano a partir de técnicas específicas e pré-definidas por especialistas.
(...) O professor interfere no desempenho do aluno, problematizando as técnicas, repassadas pelos manuais para que o aluno não seja um mero reprodutor de respostas pré-estabelecidas pela escola.
(...) O principal objetivo da tendência tecnicista foi atender aos interesses da sociedade capitalista. Na atualidade, com reestruturação produtiva do trabalho, essa tendência não fundamenta a escola capitalista.
Assinale a opção que apresenta a sequência CORRETA
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