Foram encontradas 80 questões.
Paciente 66 anos, refere prurido vulvar há 18 meses. Procurou atendimento médico durante esse período, já tendo utilizado creme antifúngico, clobetasona e estriol tópico, todavia sem alívio dos sintomas. Relata que há 4 meses surgiu uma pequena lesão na área pruriginosa e que ela vem aumentando de tamanho. Ao exame, lesão ulcerada de 3,0 cm de diâmetro, de base limpa. De acordo com a história descrita, qual a principal hipótese diagnóstica e a melhor conduta nesta situação?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A Sociedade Europeia para Estudo da Cistite Intersticial (IC) recomenda, atualmente, que se evite o uso do termo IC e que se empregue o termo síndrome da bexiga dolorosa. Sobre essa condição ou síndrome, assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Uma adolescente do sexo feminino, 15 anos, procura o ambulatório Infanto-Puberal porque nunca menstruou. Estatura da paciente: 130cm. Ao exame ultrassonográfico pélvico, não foram visualizados os ovários. Ao ser submetida ao exame físico, temos a imagem abaixo das mamas e região genital:

A principal hipótese diagnóstica é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
TEXTO 3
Argumentação e cidadania
(1) Saber argumentar não é um luxo, mas uma necessidade. Não saber argumentar não seria, aliás, uma das grandes causas recorrentes da desigualdade cultural, que se sobrepõe às tradicionais desigualdades sociais e econômicas, reforçando-as? Não saber tomar a palavra para convencer não seria, no final das contas, uma das grandes causas da exclusão? Uma sociedade que não favorece, a todos os seus membros, os meios para serem cidadãos, isto é, para terem uma verdadeira competência ao tomar a palavra, seria verdadeiramente democrática?
(2) A existência da retórica é largamente tributária do uso que lhe foi atribuído. Nascida em um contexto jurídico, no século V antes de Cristo, ela se estendeu rapidamente para o domínio político. Como nos lembra Pierre Oléron, a argumentação “só pode intervir se houver a aceitação prévia de que um debate seja aberto e se aquele que se propõe a defender ou a justificar uma posição tenha o direito de tomar a palavra”. O sistema democrático constitui precisamente tal contexto e, a partir de então, a história da arte oratória quase se confunde com a história política.
(3) Os antigos romanos, inventores da república, compreenderam bem o caráter capital da argumentação, pois fizeram dela o núcleo definitivo de todo o ensino e o fundamento da cidadania. Deste ponto de vista, necessitamos ainda fazer alguns esforços para sermos modernos.
(4) Mas o exercício de uma argumentação cidadã é, ao mesmo tempo, bastante desviado pelas trágicas possibilidades de manipulação da palavra e das consciências, abertas pelas técnicas de comunicação do século XX, derivadas essencialmente da parte obscura dos antigos métodos da retórica. O poder da mídia, as sutis técnicas de desinformação, o recurso maciço à publicidade tornam cada mais necessária uma reflexão sobre as condições de uma palavra argumentativa oposta à manipulação.
(Philippe Breton. A argumentação na comunicação. 2 ed. Bauru: Edusc, 2003, p. 19-21. Adaptado)
No texto 3, consta o seguinte fragmento: “Como nos lembra Pierre Oléron, a argumentação “só pode intervir se houver a aceitação prévia de que um debate seja aberto”. O verbo sublinhado também estaria flexionado conforme a norma padrão na alternativa:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A linguagem politicamente correta
(1) A linguagem politicamente correta é a expressão do aparecimento na cena pública de identidades que eram reprimidas e recalcadas: mulheres, negros, homossexuais e outras minorias que eram discriminadas, ridicularizadas, desconsideradas. Pretende-se, com essa linguagem, combater o preconceito, proscrevendo-se um vocabulário que é fortemente negativo em relação a tais grupos sociais. A ideia é que, alterando-se a linguagem, mudam-se as atitudes discriminatórias.
(2) Sem dúvida nenhuma, a presença de certas palavras num determinado texto faz que ele seja racista, machista etc., criando uma imagem de que seu autor é alguém que tem preconceito contra as mulheres, os negros, os índios, os homossexuais e assim por diante. O que é preciso saber é se combater o uso de palavras ou expressões que patenteiam a discriminação é um instrumento eficaz de luta contra ela.
(3) De um lado, é verdade que usar uma linguagem não marcada por fortes conotações pejorativas é um meio de diminuir comportamentos preconceituosos ou discriminatórios. De outro lado, porém, é preciso atentar para dois aspectos. O primeiro é que o cuidado excessivo com a busca de eufemismos para designar certos grupos sociais revela a existência de preconceitos arraigados na vida social... Em segundo lugar, os defensores da linguagem politicamente correta acreditam que existam termos neutros ou objetivos, o que absolutamente não é verdade. Todas as palavras são assinaladas por uma apreciação social. Isso ocorre porque as condições de produção de discursos sobre a mulher, o negro, o homossexual etc. são aquelas de existência de fortes preconceitos em nossa formação social. Isso significa que não basta mudar a linguagem para que a discriminação deixe de existir. Entretanto, como a conotação negativa é uma questão de grau, não é irrelevante deixar de usar os termos mais fortemente identificados com atitudes racistas, machistas etc.
(4) Há, porém, duas posições de defensores da linguagem politicamente correta que contrariam a natureza do funcionamento da linguagem e que, portanto, são irrelevantes para a causa que defendem. A primeira é a crença de que a palavra isolada carrega sentido e apreciação social. Na verdade, um termo funciona num discurso e não isoladamente. Por isso, nem todos os usos do vocábulo negro com valor negativo denotam racismo. Por exemplo, dizer que há racismo na expressão “nuvens negras no horizonte do país” é um equívoco, porque o sentido conotativo de “situação preocupante”, que aparece no discurso político ou econômico, está relacionado à meteorologia, nada tendo a ver com raças ou etnias. Outra coisa que produz efeito contrário ao pretendido é o uso de eufemismos francamente cômicos, para fazer uma designação que é vista como preconceituosa: por exemplo, dizer “pessoa verticalmente prejudicada” em lugar de anão. Isso gera descrédito para os que pretendem relações mais civilizadas entre as pessoas.
(5) As palavras ferem e, como diz o poeta Pepe, “as lágrimas não cicatrizam”. Por isso, para criar um mundo melhor, é importante usar uma linguagem que não machuque os outros, que não revele preconceitos, que não produza discriminações. É necessário, porém, que, para ter eficácia, esse trabalho sobre a palavra respeite a natureza e o funcionamento da linguagem.
(José Luiz Fiorin. A linguagem politicamente correta. )
O Texto 1, em seu desenvolvimento global, pretende :
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O terceiro plano de Hodge que passa ao nível das espinhas ciática, corresponde a que plano de DeLee?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Muitas dúvidas ainda persistem a respeito da segurança da terapia de reposição hormonal (TRH). Discussões envolvendo benefícios e efeitos colaterais, momento oportuno de iniciar a terapia e qual a melhor via de administração fomentaram grandes debates científicos nos últimos anos. Com relação às recomendações atuais para o uso da TRH, analise o caso abaixo.
| MSC, 65 anos, assintomática, sem comorbidades, em plena atividade laboral, apresentou menopausa há 13 anos. Traz consigo laudo de mamografia digital que revela BI-RADS 1 e tem como objetivo iniciar TRH. |
A conduta adequada a ser proposta é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A humanização do trabalho de parto indicada pelo Ministério da Saúde sugere:
1) à escolha da parturiente, presença de acompanhante.
2) realizar amniotomia precoce e ocitocina endovenosa.
3) tricotomia seletiva.
4) episiotomia seletiva.
2) realizar amniotomia precoce e ocitocina endovenosa.
3) tricotomia seletiva.
4) episiotomia seletiva.
Está(ão) correta(s), apenas:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Paciente de 20 anos, nuligesta, nega coitarca, ciclos menstruais previamante regulares, mas há 4 meses encontra-se sem menstruar. Menarca aos 12 anos e sem histórico de patologias. Nega uso de medicamento. Relata saída de secreção esbranquiçada pelas mamas e “visão embaçada” durante o referido período. Exame físico revela hemianopsia bilateral. À inspeção ginecológica, observa-se descarga papilar espontânea, mas não se identificam alterações orgânicas vísiveis. Solicitados dosagem de prolactina, de hormônios tireoidianos e RNM encefálica, cujos resultados foram: PRL: 195 ng/mL, TSH ultrassensível: 3,5 uUI/ml, T4 livre: 1,15 ng/dl e presença de tumoração em nível da sela turca de 22mm. Qual a primeira conduta a ser adotada?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
É sintoma da gravidez ectópica íntegra:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container