Magna Concursos

Foram encontradas 60 questões.

966205 Ano: 2016
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Sobre gestão de segurança da informação, segundo a NBR ISO/IEC 27001:2013, é incorreto afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
938349 Ano: 2016
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Possui como vantagens a possibilidade de suprir deficiências de modelos de firewall tradicionais (orientados a redes de dados) e de avaliar hipertextos criptografados (HTTPS). Como desvantagens, é possível citar o elevado poder computacional, muitas vezes exigido, e a possibilidade de provocar incompatibilidades no padrão de transações. Projetos de código aberto, como o ModSecurity, facilitam a disseminação desse conceito para aplicações Web. Estamos falando de um firewall do tipo:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
756788 Ano: 2016
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Assinale a alternativa correta acerca dos dispositivos de segurança na internet.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
691524 Ano: 2016
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
A respeito de Firewall, assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
667528 Ano: 2016
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Assinale a alternativa que contém um algoritmo de criptografia de chave assimétrica.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A família dos porquês
A lógica costuma definir três modalidades distintas no uso do termo “porque”: o “porque” causa (“a jarra espatifou-se porque caiu ao chão”); o explicativo (“recusei o doce porque desejo emagrecer”); e o indicador de argumento (“volte logo, você sabe por quê”). O pensamento científico revelouse uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês que povoam a imaginação humana desde os tempos imemoriais: as causas imaginárias dos acontecimentos, as pseudoexplicações de toda sorte e os argumentos falaciosos.
Mas o preço de tudo isso foi uma progressiva clausura ou estreitamento do âmbito do que é ilegítimo indagar. Imagine, por exemplo, o seguinte diálogo. Alguém sob o impacto da morte de uma pessoa especialmente querida está inconformado com a perda e exclama: “Eu não consigo entender, isso não podia ter acontecido, por que não eu? Por que uma criatura tão jovem e cheia de vida morre assim?!”. Um médico solícito entreouve o desabafo no corredor do hospital e responde: “Sinto muito pela perda, mas eu examinei o caso da sua filha e posso dizer-lhe o que houve: ela padecia, ao que tudo indica, de uma máformação vascular, e foi vítima da ruptura da artéria carótida interna que irriga o lobo temporal direito; ficamos surpresos que ela tenha sobrevivido tantos anos sem que a moléstia se manifestasse”.
A explicação do médico, admita-se, é irretocável; mas seria essa a resposta ao “por quê” do pai inconsolável? Os porquês da ciência são por natureza rasos: mapas, registros e explicações cada vez mais precisas e minuciosas da superfície causal do que acontece. Eles excluem de antemão como ilegítimos os porquês que mais importam. O “porquê” da ciência médica nem sequer arranha o “por quê” do pai. Perguntar “por que os homens estão aqui na face da Terra”, afirma o biólogo francês Jacques Monod, é como perguntar “por que fulano e não beltrano ganhou na loteria”.
No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida, as mãos de ferro da necessidade brincam com o copo de dados do acaso por toda a eternidade. Mas, se tudo começa e termina em bioquímica, então por que – e para que – tanto sofrimento?
In: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. p. 25-26. Adaptado.
Acerca dos recursos coesivos que concorrem para a construção e compreensão do Text, analise as afirmativas a seguir.
  1. No trecho: “o ‘porque’ causa, o explicativo e o indicador de argumento” (1º parágrafo), a ausência da palavra ‘porque’ nos segmentos sublinhados compromete a leitura desse trecho.
  2. Quanto às formas verbais sublinhadas no trecho: “O pensamento científico revelou-se uma arma inigualável quando se trata de identificar, expor e demolir os falsos porquês” (1º parágrafo), a ordem desses elementos adicionados indica aumento progressivo do efeito de tensão.
  3. Em: “A explicação do médico é irretocável, mas seria essa a resposta ao ‘por quê’ do pai inconsolável?” (3º parágrafo), a substituição de ‘mas’ por ‘e’ não interferiria na argumentação.
  4. No trecho: “No macrocosmo não menos que no microcosmo da vida” (4º parágrafo) está explicitada uma relação semântica de comparação.
Estão corretas, apenas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
567069 Ano: 2016
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Considerando a gestão de segurança da informação, conforme a NBR ISO/IEC 27002:2013, é incorreto afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Um capital foi aplicado durante 6 anos, a uma taxa anual de juros simples, e rendeu R$ 9.600,00 de juros. Qual foi a quantia de juros simples, referente ao período de um ano, que esse capital rendeu?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
208985 Ano: 2016
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Um Sistema de Detecção de Intrusão pode funcionar baseado em:
1) assinatura.
2) anomalia.
3) regra.
Está(ão) correta(s):
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1815067 Ano: 2016
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE

Considerando a Instrução Normativa MP/SLTI Nº 4, de 11 de setembro de 2014, podemos afirmar que:

Questão Desatualizada

Provas

Questão presente nas seguintes provas